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Exposição no Sesc em Ceilândia revela olhar fotográfico sobre formas e silhuetas da cidade

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A exposição Contraluz chega ao Centro de Atividades Sesc Ceilândia Bartolomeu Gonçalves Martins com formas, silhuetas e sombras que mostram um olhar diferenciado sobre paisagens encontradas nas andanças do fotógrafo Augustus Bruno Von Sperling, empresário e morador da capital federal. As imagens estão disponíveis para o público na unidade até o dia 30 de setembro, das 9h às 17h, com entrada gratuita.
A exposição conta com vinte fotos selecionadas especialmente para a unidade do Sesc-DF.  “Tenho um acervo de 140 mil fotos no computador e quando surgiu a possibilidade de levar esse trabalho para Ceilândia eu fiquei muito animado. É uma cidade extremamente pulsante, com economia própria, cultura e forma própria de ser e agir. Será muito interessante ter a percepção das pessoas que vivem a vida urbana de forma mais pura, isso é muito legal para mim”, afirma.
Von Sperling tem uma empresa de segurança eletrônica e fotografar é apenas um hobby.  “Costumo levar a máquina onde quer que eu vá. Eu também disponibilizo gratuitamente essas fotos para quem quiser. É uma forma de preencher espaços de casas e empresas com imagens que possam fazer as pessoas se sentirem mais felizes. Isso me dá orgulho e prazer”, conta. Quem tiver interesse nas obras pode enviar um  e-mail para augustussperling@gmail.com ou procurá-lo no Instagram pelo @augustussperlingfotografia.
Exposição fotográfica Contraluz
Data de realização: de 18/08 a 30/09 (de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h)
Local: Salão de festas do Centro de Atividades Sesc Ceilândia Bartolomeu Gonçalves

Entrada gratuita

Adolescentes com 17 anos serão vacinados na próxima semana no Distrito Federal

A idade para vacinação vai baixar de acordo com a chegada de novas doses | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Público pode procurar um posto a partir de terça-feira (24). DF já é o segundo no ranking da vacinação nacional

Com a previsão da chegada de mais 46.968 doses no fim de semana, o GDF vai abrir na próxima terça-feira (24) a vacinação contra a covid-19 para os adolescentes de 17 anos sem comorbidades. Neste primeiro momento, apenas a faixa etária em questão será imunizada sem necessidade de agendamento. O público com essa idade soma 48.263 pessoas no DF, de acordo com a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan).

Em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (19) no Palácio do Buriti, os secretários de Saúde, Osnei Okumoto, e da Casa Civil, Gustavo Rocha, anunciaram que, além de doses destinadas a primeira aplicação, o DF vai receber mais 18.900 unidades para a segunda dose.

Gustavo Rocha lembrou que começou nesta quinta-feira (19) a aplicação da segunda dose da vacina AstraZeneca para quem tem o cartão de vacinação com data marcada para recebê-la até o dia 31 de agosto. Segundo ele, a Secretaria de Saúde deve aplicar 160 mil segundas doses até o final do mês.

O chefe da Casa Civil ressaltou que a imunização não será aberta de uma vez para os jovens a partir de 12 anos por causa da quantidade de vacinas que será enviada pelo Ministério da Saúde, ainda insuficiente para um público total estimado em mais de 317 mil pessoas no DF. ”Assim que chegarem novas doses, vamos continuar baixando a idade. O objetivo é avançar até os 12 anos”, garantiu.

Segundo no ranking nacional

Gustavo Rocha ressaltou que, de segunda (16) a quarta-feira (18), a Secretaria de Saúde aplicou 135.561 doses (115.021 para primeira aplicação e 20.540, como segunda). No entanto, o esperado era aplicar 18.755 segundas doses. Neste período, o percentual de imunização dos jovens de 20 e 21 anos saltou de 13,6% para 48,4%. Da mesma forma, entre as pessoas de 22 e 23 anos, o aumento foi de 16,6% para 52% de vacinados.

Confira a coletiva da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (19):

Atualmente, o DF ocupa a segunda posição no ranking nacional de vacinação com 61% da população imunizada com a primeira dose. Quando considerada apenas a população dentro do público-alvo, o percentual sobe para 84%.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, disse que a Secretaria de Saúde vem monitorando o risco de transmissão da covid-19 nas regiões de saúde do DF e está atenta aos casos nas regiões central, leste, norte, oeste e sudoeste com risco moderado de transmissão.

Nova agência do BRB apresenta modelo digital mais moderno

Governador Ibaneis destacou a importância do BRB inclusive na gestão de benefícios importantes como os cartões Prato Cheio e Gás | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

No Terraço Shopping, unidade oferece processo de abertura de conta reformulado, totens de autoatendimento e equipamento para esterilizar cédulas

A primeira agência do Banco de Brasília (BRB) com novo modelo de atendimento foi inaugurada nesta quinta-feira (19). A unidade, localizada no Terraço Shopping, terá processo de abertura de conta totalmente reformulado. Mesmo sendo presencial, o cliente fará todo processo na palma da mão – pelo celular. Lá, os cerca de 5 mil clientes e usuários contam com totens interativos, equipamento para esterilizar as cédulas.

O governador Ibaneis Rocha participou da inauguração e comentou sobre a importância da instituição financeira da capital. “É todo um modelo de gestão que foi implementado no Banco de Brasília. É uma instituição que bate todas as metas possíveis e ajuda na gestão do DF, como a bilhetagem, os cartões Prato Cheio, Gás, PDAF”, destacou.

Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, a ideia é reformular as outras unidades de atendimento – de forma planejada e gradual. “O BRB tem crescido e mostrado a importância de um banco público, liderando vários segmentos. É uma instituição que atua em várias frentes: prestando serviços tradicionais, apoiando a gestão pública, gerando emprego e renda”, disse.

Atualmente, o BRB possui mais de 2 milhões de clientes, considerando também os do banco digital Nação BRB FLA.

Também participaram do evento os administradores do Sudoeste e Octogonal, Tereza Canal, e do Cruzeiro, Luiz Eduardo Gomes; o deputado distrital Reginaldo Sardinha e o empresário Paulo Octávio.

Lucro

Neste primeiro semestre de 2021, o Banco de Brasília (BRB) alcançou lucro líquido de R$ 242 milhões – crescimento de 20,9% na comparação com o mesmo período de 2020. No segundo semestre de 2021, o lucro registrado foi de R$ 124,5 milhões – aumento de 34,7% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

O resultado expressa a estratégia de expansão dos negócios do BRB com a ampliação da oferta de produtos e diversificação da base de clientes. Como resultado, houve a ampliação da margem financeira e aumento das receitas de prestação de serviços.

Serviço

– Endereço: loja 183 A/B do Terraço Shopping.
– Horário de funcionamento: das 9h às 10h (atendimento prioritário) e das 10h às 14h (atendimento ao público em geral).

Paco Britto é o convidado da Sala de Imprensa da ABBP

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Entidade de jornalistas e veículos de comunicação do DF e Entorno retoma projeto de entrevistas coletivas virtuais com políticos, autoridades e pessoas que atuam no cenário político-administrativo da capital e região

As coletivas virtuais da ABBP estão de volta. Na próxima segunda (23), às 18h30, a Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP, retoma o projeto de entrevistas coletivas com transmissão simultânea nas fanpages dos sites e portais de notícias dos seus afiliados. O entrevistado será o vice-governador do DF, Paco Britto (Avante).

Segundo o presidente da ABBP, o jornalista José Fernando Vilela, o objetivo do projeto é propiciar que os leitores e seguidores dos sites e portais vinculados a entidade tenham acesso à informação diretamente com aqueles que atuam no cenário político-administrativo da capital e região.

As coletivas virtuais da ABBP estão de volta. Na próxima segunda (23), às 18h30, a Associação dos Blogueiros de Política do Distrito Federal e Entorno – ABBP, retoma o projeto de entrevistas coletivas com transmissão simultânea nas fanpages dos sites e portais de notícias dos seus afiliados. O entrevistado será o vice-governador do DF, Paco Britto (Avante).

Segundo o presidente da ABBP, o jornalista José Fernando Vilela, o objetivo do projeto é propiciar que os leitores e seguidores dos sites e portais vinculados a entidade tenham acesso à informação diretamente com aqueles que atuam no cenário político-administrativo da capital e região.

“A Sala de Imprensa da ABBP vai levar informação objetiva, com veracidade e qualidade para a população do DF”, destaca o presidente.

Já passaram pela Sala de Imprensa, o ministro e deputado Onyx Lorenzoni, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o empresário Paulo Octávio, entre outros convidados.

Serviço

Sala de Imprensa ABBP com o vice-governador do DF, Paco Britto (Avante)

Dia: 23 de agosto de 2021, Segunda-Feira, às 18h30.

Local: Fanpages da ABBP e dos blogs e portais.

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Por Hamilton Silva – Diretor de Comunicação e Marketing da ABBP

Coluna do Fluminense | Tragédia anunciada

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

Fluminense não perdeu a classificação hoje; não, hoje foi apenas o resultado da soma de erros cometidos nos últimos anos.

Errou quando elegeu um medíocre derrotista como presidente;

Errou quando, essa diretoria medíocre afastou o responsável pela sua eleição;

Errou quando “premiou” Marcão, demitindo-o, mesmo sendo ele o responsável por classificar o Fluminense para Libertadores.

Errou quando contratou Roger como treinador, um cara boa praça mas nada mais do que isso, sem currículo, sem trabalho e teimoso.

Errou quando permitiu que empresários sem qualquer compromisso com nossa história escalaram os egidios, Luccas, gansos, etc., usando o Fluminense como mera vitrine.

Enfim, errou quando essa diretoria medíocre contaminou os jogadores com um conformismo derrotista desconhecendo o gigantismo da história do Fluminense.

Agora, resta torcer para que esses caras tenham um surto de lucidez e saiam do Fluminense, pois só assim nos reencontraremos com nossa história e vocação para vitórias.

Bora Fluzão 🇧🇬🇧🇬🇧🇬

Raimundo Ribeiro é apaixonado por futebol e, naturalmente tricolor

É dever do Estado remunerar a gestante afastada do trabalho devido aos riscos da Covid-19

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POR NAYARA FELIX

Nosso ordenamento pátrio possui diversas previsões trabalhistas destinadas à proteção da maternidade e ao trabalho da mulher. Além disso, o Brasil é signatário da Convenção nº 103, da Organização Internacional do Trabalho – OIT, principal norma internacional em vigor sobre a proteção à maternidade.

Os dispositivos protecionistas têm por objetivo assegurar direitos para que a mulher gestante não seja discriminada em razão da maternidade, garantindo o equilíbrio contratual e iguais condições no mercado de trabalho.

Assim, meio a grave crise sanitária e econômica causada pela Covid-19, foi publicada a Lei nº 14.141/21, que determina o afastamento da empregada gestante de suas atividades presenciais, sem prejuízo de remuneração, enquanto perdurar a emergência de saúde pública, observando orientações da Organização Mundial de Saúde – OMS.

A referida Lei tem por objetivo afastar a funcionária gestante do trabalho presencial com a manutenção de sua renda, sendo facultada a opção de teletrabalho ou outra forma de trabalho remoto. Contudo, o grande obstáculo da imposição legislativa é que muitas atividades necessitam ser realizadas no local da prestação de serviço, sendo incompatíveis com as formas remotas de execução.

A matéria controversa da Lei nº 14.141/21, portanto, se debruça objetivamente em relação a fonte pagadora nos casos impossibilidade do exercício da profissão a distância.

A Lei em comento foi omissa no tocante ao afastamento das empregadas gestantes cujas atividades não podem ser realizadas a distância. Ou seja, a Lei nº 14.141/21 não definiu de quem será a responsabilidade da manutenção da fonte de renda das gestantes.

Historicamente, uma longa jornada já foi trilhada com a promulgação de Leis voltadas para a proteção da mulher trabalhadora. Contudo, há de se lembrar que o ônus financeiro do afastamento da gestante, sem contraprestação dos serviços dada a incompatibilidade dos meios remotos com a função desempenhada, não pode recair exclusivamente sobre o empregador.

Cabe ressaltar que, em tempos de pandemia, se mostrou latente a preocupação do legislador no delicado equilíbrio de preservação de emprego e renda das empresas. Inclusive, a própria Constituição Federal estabelece que é dever do Estado garantir o direito à vida, à maternidade, à gestante e ao nascituro.

Por outro lado, o repasse de custos ao empregador irá contribuir negativamente para o paradigma da contratação de mulheres, fomentando a discriminação no mercado de trabalho e colaborando para o aumento da desigualdade de gênero.

Diante das controvérsias e lacunas trazidas pela Lei nº 14.141/21, é preciso destacar o entendimento inicial do Poder Judiciário, conforme julgados das Varas Cíveis Federal do Tribunal Regional Federal da 3º Região sobre o tema, que imputou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a responsabilidade do pagamento das verbas relativas ao afastamento das gestantes, cabendo restituição integral caso o pagamento seja realizado pelo empregador.

Ou seja, o encargo está fundado no dever Constitucional do Estado garantir o direito à vida, à maternidade, à gestante e ao nascituro. Os custos com a proteção à maternidade devem ser pagos pelo sistema público de seguridade social, jamais pelo empregador da iniciativa privada, tal como estabelece a Convenção nº 103 da OIT em seu art. IV, item 8, diante do regime cooperativo de proteção da criança, regido pelo princípio da solidariedade.

Cabe salientar, ainda, que a reforma trabalhista trouxe a inovação do art. 394-A, §2º da CLT, criando a hipótese de concessão de salário-maternidade antecipado, assegurando à empregada gestante afastamento do trabalho em razão de desempenho de atividade em ambiente insalubre. Esta obrigação decorre do sistema solidário e contributivo que vigora no Brasil.

Assim, o mesmo entendimento pode ser aplicado a Lei 14.151/2021, que por analogia ao que ocorre nos casos de insalubridade, o afastamento da gestante se dá como medida de saúde e segurança, em proteção a maternidade.

Finalmente, resta claro que a Lei 14.151/2021 quer proteger a mulher gestante no mercado de trabalho, mas, notadamente, precisa de edição legislativa para sanar as lacunas deixadas em relação a responsabilidade do ente pagador, quando as empregadas gestantes não têm condições de exercer suas atividades a distância.

Com efeito, até que seja apresentada alguma medida para sanar as incongruências citadas, as empresas podem demandar judicialmente requerendo que ônus da manutenção da fonte de renda das gestantes seja da Previdência Social.

Nayara Felix é pós-graduanda em mediação, conciliação e arbitragem e advogada do escritório Bruno Junqueira Consultoria Tributária e Empresarial – contato@bjunqueira.com

Ana Carolina faz ensaio inédito para o Bella da Semana

Ana Carolina é uma morena maravilhosa que despertou os desejos mais profundos nos assinantes do Bella da Semana durante sua live. Estudante de educação física, ela é apaixonada por musculação e mantém seu corpo escultural através de muito treino, dieta e dedicação. Chegou a hora de conferir as fotos do ensaio inédito realizado pela modelo para a maior revista masculina do Brasil. Confira em www.belladasemana.com.br.

 

Nascida em Santa Catarina, Ana Carolina trabalha como modelo fotográfica, estuda educação física e é apaixonada por musculação. A Bella conta que para manter o corpo em forma é preciso muito treinamento, dieta e constância.

Além disso, a modelo revelou também alguns segredos para os fãs do Bella da Semana. Segundo Ana Carolina, o lugar mais exótico que ela já transou foi em uma Cachoeira e nada melhor do que uma boa química na hora H para levá-la à loucura. A beldade revela ainda que entre quatro paredes vale quase tudo e que também já ficou com uma celebridade. “Não posso revelar o nome”.

Sobre ter posado nua para o Bella da Semana, Ana Carolina afirma que foi uma oportunidade incrível. “Foi uma experiência incrível, toda equipe foi maravilhosa, curiosa pra ver tudo, acho que ficou lindo”.

Confira o ensaio em www.belladasemana.com.br

Distrito Federal vai ganhar mais 130 quilômetros de ciclovias

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Antes mesmo de a licitação sair do papel, o GDF tem dado atenção às ciclovias. Estão em execução, por exemplo, pistas para bicicletas em Arniqueira e no Itapoã. A primeira será integrada ao Parque Ecológico do Areal, com uma extensão de 2,4 quilômetros e previsão de entrega para o próximo mês | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Malha viária destinada à mobilidade por bicicletas está próxima de atingir 600 km; obras serão licitadas em breve

O Governo do Distrito Federal (GDF) segue ampliando a sua malha viária de ciclovias e pretende licitar, ainda em 2021, mais 130 quilômetros de novas pistas. Atualmente, existem 586,5 quilômetros de ciclovias na capital, o que coloca o Distrito Federal como segunda unidade da federação com maior extensão em pistas seguras para ciclistas.

Com os novos quilômetros que serão licitados, o governo pretende ampliar a malha viária e integrar as existentes em todo o DF. Desde 2019, mais de 140 quilômetros de pistas novas foram construídas.

“Dentro desse projeto enxergamos a necessidade de integrar as ciclovias existentes. Temos diversos projetos para as Regiões Administrativas, inclusive construir 30 quilômetros de ciclovias em Samambaia. Vamos ampliar toda a malha viária do DF”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro.

Antes mesmo de a licitação sair do papel, o GDF tem dado atenção às ciclovias. Estão em execução, por exemplo, pistas para bicicletas em Arniqueira e no Itapoã. A primeira será integrada ao Parque Ecológico do Areal, com uma extensão de 2,4 quilômetros e previsão de entrega para o próximo mês. A outra, próxima à Rota do Cavalo, terá 1,5 quilômetros.

Outras ciclovias foram finalizadas este ano, como a de 14 quilômetros de extensão no Complexo Viário Governador Roriz, na Saída Norte; além de outra de cinco quilômetros, às margens da Avenida W9, no Noroeste.

O Setor de Indústrias de Ceilândia também vai receber esses passeios para ciclistas para melhorar a mobilidade na região, ainda carente de infraestrutura. Recentemente, o governador Ibaneis Rocha inaugurou 4,8 quilômetros de pavimentação no Núcleo Rural Lamarão, local que também recebeu a mesma extensão em ciclovias.

“O GDF tem dado ênfase e importância ao modal cicloviário, incentivando o uso de bicicletas nas nossas vias, ajuda a melhorar o trânsito e traz comodidade e conforto para quem utiliza esse meio de transporte para os deslocamentos. As ciclovias são importantes para fazer ligações entre as regiões administrativas”, explica o Superintendente de Obras do DER/DF, Cristiano Cavalcante.

Adepto do pedal há oito anos, o educador físico Washington Luiz Camargo, de 27 anos, elogia as mudanças já feitas nos trajetos do DF. “Tenho utilizado muito as ciclovias do centro de Brasília. Tanto da L2 Norte como da L4 Sul. As ciclovias melhoraram muito. Antigamente elas não ligavam nada, hoje em dia elas têm uma ligação maior entre elas. Por exemplo, se eu quero sair da Asa Norte e subir para o Lago Norte com mais segurança e sem precisar passar pelo meio do Eixão, há uma ciclovia que liga as duas regiões”, explica.

Também na região Norte, o professor observa que os percursos foram mais bem pensados. “Na Saída Norte fizeram uma ciclovia sem paradas, ou seja, quem está de bike não precisa esperar o trânsito fechar. Ela cruza na lateral do viaduto e segue. Encontraram uma forma de o ciclista não ter que parar para atravessar para o outro lado”, observa Washington.

Planos

O governo, por meio da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), executa o Plano de Mobilidade Ativa 2020, que visa orientar e coordenar ações voltadas à Mobilidade a Pé e à Ciclomobilidade.

O foco do plano é melhorar as infraestruturas de mobilidade para a população que se desloca a pé ou por bicicleta; incentivar a migração dos usuários dos modos motorizados para os modos ativos de deslocamento; e melhorar e fomentar a integração entre os modos ativos e o transporte público coletivo.

A primeira ciclovia do DF foi construída pelo DER-DF em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), em 2006. Com extensão de 12,5 quilômetros, ela liga o Lago Norte ao Varjão, seguindo até a subida do Paranoá. Desde então, o número cresceu e o DF chegou a  586,5 quilômetros, ocupando a segunda colocação do país, atrás somente de São Paulo, que tem 651,9 km de ciclovias/ciclofaixas.

Bicicletas compartilhadas

Neste segundo semestre está prevista para iniciar a operação de bicicletas compartilhadas será retomada e operada pela empresa Tembici Foto: Joel Rodrgiues/Agência Brasília

Neste segundo semestre está prevista para iniciar a operação de bicicletas compartilhadas será retomada e operada pela empresa Tembici.

O contrato prevê oferta de 500 bikes distribuídas em 70 estações. Em um primeiro momento elas vão ficar disponíveis nas Asas Sul e Norte, Universidade de Brasília e Sudoeste.

As bicicletas compartilhadas ficarão disponíveis nos locais com maior demanda de usuários, de forma a integrar os deslocamentos dos pedestres com o transporte coletivo. O sistema será uma alternativa de transporte e mobilidade para a população.

O sistema contará com planos que atendem diferentes perfis de uso e todos poderão ser adquiridos via aplicativo no momento de uso ou antecipadamente.

A Secretaria de Transporte e Mobilidade também trabalha em uma licitação para instalação de três mil paraciclos no DF.

Setor de vendas melhora e comércio do DF contrata mais

Agências do trabalhador ofertam 32 vagas para a área nesta quinta (19), com salários de até R$ 1,4 mil mais benefícios

A área de vendas segue numa crescente quando o assunto é contratação. O número de vagas oferecidas para esse setor nas agências do trabalhador tem subido nos últimos dias. Nesta quinta-feira (19), são 32 oportunidades em busca de assistentes, consultores, promotores e vendedores pracistas, todas para profissionais de nível médio. As remunerações variam entre R$ 1,1 mil e R$ 1.426, mais benefícios.

Para ter acesso às vagas, basta ir a uma das 14 agências do trabalhador em funcionamento no DF, de segunda a sexta, das 8h às 17h

Entre as demais vagas, quatro são voltadas para a área da beleza, divididas igualmente para esteticistas e massoterapeutas. As especificações são as mesmas para os dois casos: não se exige experiência, pede-se nível médio de escolaridade e o salário é de R$ 1,2 mil, mais benefícios.

Duas vagas de nível superior oferecem o melhor salário do dia: técnico analista de processos de produção e analista de sistemas poderão receber, mensalmente, R$ 3 mil, mais benefícios. Para ambos é necessário ter experiência na área.

Mais duas vagas exigem candidatos de nível superior, formados em administração ou ciências contábeis, para trabalhar como administrador de recursos humanos. A remuneração é de R$ 1,8 mil, mais benefícios, e o candidato precisa ter experiência na área.

Ainda entre as 391 vagas do dia, aparecem quatro para tapeceiro de móveis, uma para técnico de segurança do trabalho, outra para montador de aparelhos eletrônicos e a mesma quantidade para instalador de película solar. Elas se somam a outras voltadas para comércio, serviços e construção civil.

Interessados devem ir a uma das 14 agências do trabalhador em funcionamento no DF, de segunda a sexta, das 8h às 17h. Mesmo que nenhuma das vagas disponíveis no dia seja interessante para quem está em busca de emprego, a pessoa pode deixar o currículo em uma das unidades ou cadastrar-se no aplicativo Sine Fácil e, assim que surgir alguma oportunidade que se encaixe no perfil do candidato, o sistema cruza dados e a pessoa é convocada para a entrevista.

A Secretaria de Trabalho também disponibiliza o número de telefone para atendimento em caso de dúvidas referentes a qualquer um dos serviços prestados pela pasta, responsável pelas agências do trabalhador: (61) 99209- 1135.

Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria de Trabalho e preencher o formulário na aba empregador.

Painel lança olhar sociológico sobre a economia pós-pandemia

O secretário André Clemente recebeu em reunião virtual os professores e sociólogos para debater sobre as consequências da pandemia sobre a economia global | Foto: Divulgação/Secretaria de Economia do DF

Secretário André Clemente discutiu mudanças socioeconômicas com os professores e sociólogos Flávio Testa e Carla Ribeiro em debate virtual

A pandemia de covid-19 afetou profundamente as economias globais, as relações humanas, as tecnologias e outras tantas coisas em diversos níveis. Mas o mundo um dia voltará a ser o mesmo que nós conhecíamos? Este é um debate crescente em todo o mundo e foi o tema central do painel “Um olhar sociológico sobre a Economia do Pós-Pandemia”, promovido pela Secretaria de Economia em seu canal no YouTube, nesta quarta-feira (18), dentro do projeto Tempo de Economia.

O secretário de Economia, André Clemente, recebeu como convidados para a discussão os professores Antônio Flávio Testa, doutor em Sociologia, cientista político e antropólogo, e Carla Ribeiro Testa, advogada e mestre em Sociologia. O consenso do debate foi de que não há espaço para uma suposta volta à normalidade. “Impossível as coisas voltarem a ser como eram. Aconteceram muitas mutações na sociedade. A pandemia trouxe doenças variadas, traumas psicológicos absurdos, mudanças na organização familiar e nas ordens do trabalho”, apontou Antônio Flávio Testa.

“Precisamos saber para onde vamos, não podemos errar em decisões que impactam tanto na vida das pessoas. Há muito, o Estado deixou de ser meio e passou a ser fim. Temos que inverter isso, pois a sociedade é o fim. As entregas são para as pessoas”André Clemente, secretário de Economia

Segundo Carla Ribeiro Testa, a pandemia também escancarou as fragilidades individuais e coletivas de diferentes formas. “A pandemia revelou a grande fragilidade da nossa condição contemporânea, o nosso medo. A pandemia é para todos, mas a quarentena não. A pandemia afetou a sociedade de forma assimétrica, piorou o quadro de desigualdade social no Brasil e potencializou as exclusões”, enumerou a professora.

O secretário André Clemente lembrou o papel do Estado na vida das pessoas e destacou a importância de entender esse chamado “novo normal” na tomada de decisões por parte dos gestores públicos. “Precisamos saber para onde vamos, não podemos errar em decisões que impactam tanto na vida das pessoas. Há muito, o Estado deixou de ser meio e passou a ser fim. Temos que inverter isso, pois a sociedade é o fim. As entregas são para as pessoas”, afirmou.

“É um fórum que deve ser permanente, porque muitas questões virão à tona a partir dessa intersecção de problemas econômicos, sociais e psicológicos no pós-pandemia. Muitas políticas públicas precisarão ser desenvolvidas a partir dessa multidisciplinaridade”Antônio Flávio Testa, doutor em Sociologia, cientista político e antropólogo

Segundo ele, a velocidade nas mudanças desde o estabelecimento da pandemia obrigou o setor público a abrir espaços de discussão mais amplos e buscar alternativas para os problemas quase que em tempo real. “A própria burocracia está se adaptando aos novos tempos. As velhas receitas e velhas lições sobre gestão pública já não servem mais. Precisamos nos reinventar o tempo todo”, disse André Clemente. “Essa capacidade de olhar o cenário e redefinir rumos precisa estar muito bem alicerçada em valores, princípios e muito conhecimento. Essa base é que dá segurança na tempestade para que se tomem as decisões corretas”, frisou.

Antônio Flávio concordou com a urgência dos debates para a indicação de um novo rumo social. “É um fórum que deve ser permanente, porque muitas questões virão à tona a partir dessa intersecção de problemas econômicos, sociais e psicológicos no pós-pandemia. Muitas políticas públicas precisarão ser desenvolvidas a partir dessa multidisciplinaridade”, afirmou.

A professora Carla Ribeiro explicou que uma alteração profunda no contrato social pode ser esperada para o futuro. Ela lembrou momentos-chave importantes da humanidade, como a Revolução Industrial, o surgimento do comunismo e a recente Revolução Digital na promoção de mudanças sociais estruturais.

“A Revolução Digital 4.0 não pareceu ser suficiente para formular um novo contrato social. E a pandemia? Será que ela terá essa força? Será uma oportunidade de formular esse novo contrato social”, apontou ela. “O colonialismo e o patriarcado ainda estão vivos e se reforçam nesse momento de crise aguda. No pós-pandemia, sairemos mais pobres, com maior concentração de riqueza, menos globais, mais digitalizados, mais isolados, mais ansiosos. Devemos investir em ações que aumentem a justiça social e diminuam as desigualdades”, avaliou.

O secretário André Clemente afirmou que o poder público deve estar preparado para essas mudanças sociais que criam novas necessidades, novos anseios da população e novas formas de ação. “Precisamos fazer um diagnóstico, saber onde estamos, para onde queremos ir e construir essas pontes”, explicou. “Não podemos desconsiderar as pequenas iniciativas, pois podem ser as sementes que vão mudar o sistema. Os grandes projetos podem começar fazendo o mínimo e o necessário. Aos poucos se vê o resultado em uma comunidade e, de repente, você muda o país”, disse.

Por fim, o professor Antônio Flávio fez uma dura avaliação da posição brasileira no mundo atual. Ele lembrou que o país é uma das maiores economias do mundo e um dos cinco maiores produtores de alimento do planeta, mas convive pacificamente com insegurança alimentar, desemprego e desigualdade social. “Precisamos, mais do que nunca, nos unir em torno de um projeto nacional. As contradições do Estado brasileiro exigirão uma capacidade de se antecipar aos problemas, de vencer as mentalidades políticas e burocráticas de que é melhor manter tudo como está ao invés de se antecipar às possibilidades de mudanças que virão em uma velocidade cada vez mais rápida”, finalizou.