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Setor de serviços aquecido volta a contratar profissionais no Distrito Federal

Mercado procura por cabelereiros, manicures e massoterapeutas com ou sem experiência. Confira as oportunidades nas agências do trabalhador

Cabeleireiros, manicures e massoterapeuta estão sendo procurados pelo mercado de trabalho por meios das agências do trabalhador, nesta quinta-feira (23). São nove oportunidades com remunerações de R$ 1,1 mil, R$ 1,3 mil e R$ 1,6 mil, respectivamente, mais benefícios.

Ainda entre as vagas de serviço, aparecem duas para arte-finalista, uma para caseiro, duas para lavadores de carros, três para limpador de vidros e duas para lustrador de móveis, cinco para montadores de móveis, duas para motofretistas e 17 para motoristas, sendo 10 para dirigir carros e sete para caminhões. Os salários variam entre R$ 1,1mil e R$ 1,8 mil, mais benefícios.

No comércio, açougueiros, cozinheiros e garçons são os mais procurados, totalizando 85 vagas. as remunerações variam entre R$ 1.188 e R$ 2,3 mil, mais benefícios.

Treze oportunidades são para profissionais de nível superior: analista financeiro (1) para formados em contabilidade, analista de recursos humanos (11) e técnico de suporte de TI (1), sendo esta exclusiva para pessoas com deficiência. Os salários ficam entre R$ 1.270 e R$ 2,5 mil, mais benefícios.

Ao todo, são 622 vagas para esta quinta-feira (23). Interessados em concorrer a qualquer uma delas podem procurar uma das 14 agências do trabalhador em funcionamento no DF, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

O currículo também poderá ser cadastrado no aplicativo Sine Fácil. Mesmo que o candidato não se encaixe em um dos perfis das vagas disponibilizadas no dia, o sistema poderá cruzar informações e encontrar uma oportunidade de acordo com as especificações do currículo.

Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria.

A Secretaria de Trabalho também disponibiliza o número de telefone para atendimento em caso de dúvidas referentes a qualquer um dos serviços prestados pela pasta, responsável pelas agências do trabalhador: (61) 99209- 1135.

Entrevista | “A Novacap está presente em tudo na vida do brasiliense”

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Presidente da empresa, Fernando Leite enumera obras em andamento e antecipa inaugurações de espaços públicos

São 65 anos de serviços prestados à população do Distrito Federal. Criada em 19 de setembro de 1956 para a construção da nova capital do país, a Novacap ajudou a erguer ministérios, palácios e outros monumentos. Atualmente, segue provendo grandes obras, mas zela também pelo verde e toda a infraestrutura urbana das 33 regiões administrativas. Por falar em obra, agora, a empresa toca a construção de mais dois restaurantes comunitários: em Arniqueira e no Sol Nascente. Um investimento de cerca de R$ 10 milhões em duas unidades que se somarão às 14 já existentes e administradas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). Nesta quinta (23), a companhia assina também a ordem de serviço para a reforma total de uma praça na entrequadra 113/114  da Asa Sul, que se chamará Praça Maria Cláudia Del’Isola. “É um projeto todo desenvolvido pela Novacap com diversos espaços como anfiteatro e quadras esportivas. E a ideia do nome é para que a população se atente à importância de combater a violência contra a mulher”, explica o presidente da companhia, Fernando Leite. A jovem Maria Claudia foi assassinada em 2014, no Lago Sul, por funcionários da família. Em entrevista àAgência Brasília, Leite também fala sobre outras obras que a empresa é responsável no DF; detalha as reformas em pelo menos 20 feiras pela capital e anuncia um projeto de modernização da companhia. Confira a entrevista.

O que a Novacap prepara para comemorar seus 65 anos? 

Estamos fazendo alguns eventos, mas dentro das limitações, por conta das restrições impostas pela covid-19. Essa semana, teremos a inauguração da prefeitura da Novacap. Ela, na verdade, é uma área que vai cuidar da manutenção e da melhoria das nossas instalações. Ou seja, uma área voltada para a qualidade de vida dos empregados. Vamos construir, por exemplo, um refeitório para nossos servidores, pedido antigo deles. Vamos cuidar das áreas comuns,  desde banheiros até a construção de novas instalações para atender o pessoal. Serão lançados painéis comemorativos de grafite em alusão aos 65 anos e também fazendo referência a diversas obras que contribuímos aqui em Brasília. A Novacap é, na sua essência, o “braço ajudado” no desenvolvimento do DF.

Há previsão de anúncio de obras para a população?

Sim. Faremos, na quinta-feira (23), a assinatura da ordem de serviço da Praça Maria Cláudia Del’Isola, na 113 Sul. Uma homenagem àquela menina assassinada de forma brutal em Brasília, em 2004. Foi um projeto desenvolvido dentro da companhia e a obra terá um custo de R$1,95 milhão. Serão reformados a pista de corrida, o anfiteatro, as áreas de lazer, o parque para animais domésticos. Enfim, toda parte estrutural. Ali, também poderão ser realizados encontros e a ideia é que a população se atente à importância de combater a violência contra a mulher. A Novacap vai entregar ainda a Praça Japonesa, no Riacho Fundo, totalmente reformada. Aqui em Brasília, temos uma colônia de japoneses muito participativa e a restauração da praça está sendo feita em parceria com as entidades.

Quais obras, em destaque, a Novacap está trabalhando no momento?

Serão construídos mais dois restaurantes comunitários no Distrito Federal: em Arniqueira e no Sol Nascente. Ambos estão em fase de licitação. São obras grandiosas, que custam em torno de R$ 5 milhões cada. Toda a estrutura de refeitório, parte elétrica e hidráulica, e as grandes cozinhas constam do projeto. Em seguida, o objetivo é licitar mais três unidades. E não podemos deixar de citar, claro, a obra do Hospital Oncológico, já em andamento. Lá, o investimento é de aproximadamente R$ 99 milhões. Além disso, estamos construindo Unidades Básicas de Saúde e escolas públicas.

E a recuperação das feiras do Distrito Federal? Como está o andamento das reformas?

A Novacap já entregou as obras das feiras da Candangolândia, M Norte (Taguatinga) e Riacho Fundo I. A reformas no Núcleo Bandeirante vai muito bem. As próximas a serem concluídas são as do Riacho Fundo II e a do Galpãozinho, no Gama. Temos um contrato de R$ 27 milhões para essas ações e o objetivo é atender acima de 20 feiras. A feira é um um equipamento público altamente ligado à cultura da cidade, é como se fosse “a praia do brasiliense”, usando as palavras do governador Ibaneis Rocha. Esses locais estavam muito degradados. As feiras devem ter alguns componentes básicos que a própria natureza dela exige, mas deve também atender à legislação atual de segurança. Há ainda a questão da acessibilidade, para melhorar o acesso das pessoas mais velhas, crianças e pessoas com deficiência ou com mobilidade comprometida. Além da padronização, que é muito importante. A companhia está trabalhando nisso, entre outros pontos. Vamos modernizá-las e trazê-las de volta com conforto.

Criada há 65 anos para construir Brasília, qual é hoje o trabalho da Novacap?

A Novacap está em presente em tudo na vida do brasiliense. Primeiramente, os cuidados com a área verde. As árvores,  canteiros de flores, os gramados. Temos uma cidade hoje com mais de 6 milhões de árvores dispostas. A Novacap zela por esse “recital” que a gente vê aí todo ano nos jardins, por meio do Departamento de Parques e Jardins (DPJ). O show dos ipês amarelos, brancos e roxos. Depois, temos as vias públicas, onde a companhia reforma desde o meio fio, até as bocas de lobo, os serviços de drenagem, o pavimento… Além dos serviços em parques, Pontos de Encontro Comunitários (PECs), quadras de esportes, ginásios e praças. Temos a parceria com as administrações regionais. Mas, normalmente elas não têm “braço” para tudo isso, então entra a Novacap.

Como é a empresa hoje, 65 anos depois de sua criação?

Não é uma tarefa fácil. Brasília é a capital do país, uma cidade que foi criada para ser nova, moderna e de vanguarda. Então, é preciso cuidar de maneira diferenciada. Temos uma aprovação muito boa dos nossos serviços. Entretanto, o mundo é caracterizado por muitas mudanças. A cidade se modificou muito e o nível de exigência das pessoas também é muito maior. Pretendemos fazer uma reformulação dentro da empresa e ela terá três eixos principais: o primeiro é gestão. A gestão tem que ser moderna, voltada para o que tem de mais novo no mundo atual, com mais tecnologia. A segunda é a eficiência. Para que a empresa sobreviva, antes de tudo ela tem de ser eficiente. Buscar fazer as coisas com menor custo,  menor prazo e maior qualidade. E o terceiro eixo é o das pessoas. Nossos servidores precisam se preparar para os desafios que estamos enfrentando. Vamos fazer o concurso público e investir em cursos de capacitação.

 

Iphan faz recomendações para restauração da Igrejinha, em Brasília

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Igrejinha Nossa Senhora de Fátima

A Igrejinha foi construída e inaugurada em 1958

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico e Nacional (Iphan) entregou nesta quarta (22) um caderno de recomendações técnicas que visam nortear as obras de restauração de um dos principais bens culturais de Brasília, a Igreja Nossa Senhora de Fátima, mais conhecida como Igrejinha, localizada na entrequadra 307/308 Sul.

O caderno contém análises estruturais internas e externas, obtidas em vistorias realizadas em agosto. Segundo o Iphan, a Igrejinha apresenta “sinais evidentes da passagem do tempo”, como fissuras, deteriorações, e aponta problemas no painel criado por Athos Bulcão, disposto na fachada do monumento. Há marcas de desgaste no painel interno, obra do artista Francisco Galeno, além de descascamento, marcas de umidade e arranhões.

A ação faz parte da campanha Preservando Brasília, lançada pelo Iphan em março de 2020, na qual o instituto busca “conscientizar e sensibilizar os gestores para a manutenção preventiva de bens culturais acautelados pelo Governo Federal”.

Com a entrega do caderno de recomendações, o Iphan pretende ajudar os gestores a repararem tanto a estrutura arquitetônica como seu entorno, de forma a “possibilitar ao cidadão o maior usufruto do bem cultural”. Nesse sentido, foram sugeridas medidas como a troca das portas de entrada, reforma dos bancos genuflexórios (apropriado para orar de joelhos), pintura e reparos gerais.

Os gestores da Igrejinha desenvolveram um plano de ação que prevê a execução e a entrega dos serviços à comunidade até dezembro de 2022, o que inclui também reforma e adequação do sistema elétrico e revitalização das janelas.

Igrejinha

Projetada por Oscar Niemeyer, a Igrejinha foi construída e inaugurada em 1958, tornando-se o primeiro templo em alvenaria erguido na capital federal. Ela é considerada, segundo o Iphan, um “importante marco da arquitetura moderna e espaço icônico de Brasília”.

A Igrejinha está inserida no perímetro tombado do Conjunto Urbanístico de Brasília, inscrito no Livro do Tombo Histórico, em 14 de março de 1990. Foi tombada provisoriamente em 2007, e em definitivo em 2017, como parte do conjunto das obras de Oscar Niemeyer. Além disso, está inscrita no Livro do Tombo das Belas Artes.

CrisDown: Hran é referência em atendimento a pessoas com síndrome de Down

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Crianças de diferentes idades encontram acolhimento e serviço especializado no Hran | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF

Serviço contempla mais de 1,8 mil pacientes e familiares com acolhimento multidisciplinar, que deve ser agendado por telefone

O Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é referência não apenas no Distrito Federal e região do entorno, mas para outros estados do país, no atendimento a pessoas com síndrome de Down. São cerca de dois mil pacientes cadastrados, contemplando desde gestantes que recebem o diagnóstico da trissomia do cromossomo 21 a outras faixas etárias de público.

Assim, bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos encontram atendimento humanizado e interdisciplinar no local. Segundo a coordenadora do CrisDown, a terapeuta Carolina Vale, o serviço atende atualmente 1.878 pacientes. A equipe possui em torno de 30 profissionais, entre fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, psicólogo, nutricionista, assistente social, geneticista, pediatra, cardiopediatra, neuropediatra e clínico geral.

A coordenadora do serviço explica que o trabalho é interdisciplinar e foi pensado assim para proporcionar um olhar integral aos pacientes: “O intuito do CrisDown, quando construímos o serviço, foi facilitar essa interlocução entre as áreas e evitar que os pacientes ficassem andando na rede em busca de atendimento com diversos profissionais”.

Um dos pacientes atendidos é o pequeno José Pedro, de 3 anos e 8 meses. Acompanhado da mãe, a professora Eliane Dourado, ele foi acolhido no serviço assim que nasceu e passa por sessões semanais de fisioterapia e terapia ocupacional, além de ter acompanhamento com o ortopedista e a pediatra. “A equipe é muito acolhedora e o atendimento é sempre muito humanizado. Os profissionais são muito comprometidos e solícitos com as nossas necessidades”, avalia Eliane.

A também professora Ana Lúcia Silva de Souza, mãe de Rafael, de 2 anos e 4 meses, leva o filho ao CrisDown desde quando ele tinha dois meses de vida e diz estar satisfeita com o acolhimento recebido. “Viemos participar de uma palestra e, desde então, ele está aqui sendo atendido. O desenvolvimento dele tem sido surpreendente. Ele já está andando, já fala algumas palavras”, comemora.

Pandemia

“Empoderamos as famílias para acreditar que é possível que no futuro esses pacientes se tornem pessoas capazes de desenvolver habilidades essenciais para autonomia e independência”Carolina Vale, coordenadora do CrisDown

Carolina Vale lembra que, com a pandemia, foi necessário repensar a forma de atendimento. “A gente precisava fazer alguma coisa, pois os pacientes tinham perdido muito em termos de desenvolvimento global – motor, cognitivo e de fala – e isso nos angustiava”, relata.

“São seis pacientes pela manhã e seis à tarde”, detalha a terapeuta. “Geralmente, os pais entram junto para acompanhar as atividades e poder auxiliar em casa, mas cada família fica distante, dentro da sala, seguindo os protocolos recomendados”. Mesmo com as dificuldades impostas pelo momento, diz Carolina, o serviço acolheu quase 100 pacientes em 2020.

O serviço

O CrisDown nasceu em 2013 e funcionou primeiramente na Unidade Básica de Saúde (UBS) da 905 Norte. Atualmente, o serviço está disponível no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde era a creche. A entrada é separada do hospital, proporcionando mais tranquilidade aos pacientes.

É preciso entrar em contato por WhatsApp (99448-0691) e agendar. “Antes era acolhimento aberto, era possível receber muitas pessoas. Hoje, em função da pandemia, isso mudou. Passamos a trabalhar com agendamento e atendemos três famílias às sextas pela manhã”, esclarece a coordenadora. Quando chegam ao CrisDown, as famílias conversam com a equipe. Após esse acolhimento, é feita a estratificação de risco.

Após essa etapa, explica a gestora, o paciente é classificado de acordo com o risco. “Os vermelhos [marcados com identificação dessa cor] possuem prioridade, e então é feito o agendamento de acordo com a necessidade”, explica.

“Aqui, investimos no presente para modificar o futuro. É preciso oferecer oportunidade e possibilidade para que [os pacientes] possam se desenvolver. Empoderamos as famílias para acreditar que sim, é possível que no futuro [esses pacientes] se tornem pessoas capazes de desenvolver habilidades essenciais para autonomia e independência”, salienta.

Aplicativo de transporte exclusivo para mulheres e crianças inicia cadastro de motoristas no DF

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Lady Driver deve começar a operar na capital em outubro

A Lady Driver, aplicativo de transporte exclusivo para mulheres e crianças, deve começar a operar nas ruas do Distrito Federal a partir de outubro. Mas antes disso, a plataforma, que já funciona em São Paulo desde 2017, começou a convocar as motoristas do DF interessadas em se cadastrar e fazer parte do time. O app foi criado para oferecer mais segurança e comodidade ao público feminino, que trabalha como motorista ou que utiliza aplicativos para se locomover. Em 2021, a Lady Driver está em fase de expansão para grande parte das capitais brasileiras.

O cadastramento é simples. Basta a motorista baixar o aplicativo Lady Driver, disponível para Android. (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.ladydriver.driver ) para passageiras o app está disponível para IOS e Android

É necessário ter CNH com observação de que exerce atividade remunerada; o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV); e o carro deve estar dentro do padrão exigido pela Lady Driver e pela legislação local: no máximo 8 anos de fabricação, 4 portas, ar condicionado, IPVA e licenciamento em dia.

Além disso, a motorista deve ter conta bancária (não é possível cadastrar conta de terceiros), e comprovante de residência

Oportunidade de emprego

Com a chegada do aplicativo ao Distrito Federal, muitas mulheres serão inseridas no mercado de trabalho e poderão assumir um papel de protagonismo na família, seja como provedoras ou como forma de complementar a renda do lar, explica a embaixadora Lady Driver Brasília, Bruna Ribeiro.

“A Lady Driver oferece a oportunidade de inserção no mercado de trabalho, com a liberdade e segurança que as mulheres merecem para trabalhar. O app chega em Brasília para trazer protagonismo às mulheres”, explica Bruna.

Elin Tokarski, uma das embaixadoras Lady Driver Brasília, explica que ela e a sócia Bruna Ribeiro abraçaram a oportunidade de trazer o aplicativo para Brasília porque acreditam que é um tipo de empreendedorismo atual e inspirador que só tende a crescer.

“Um negócio como a Lady Driver vem para inspirar mulheres e mostrar que juntas podemos crescer profissionalmente e atingir nossos objetivos. Além disso, nasceu para que as mulheres tenham a liberdade de ir e vir sem se sentirem desconfortáveis ou inseguras. Acreditamos muito no sucesso do aplicativo não só no DF como no Brasil todo”, ressalta Elin.

Diferenciais

O aplicativo Lady Driver tem alguns diferenciais, como a forma de remuneração das motoristas. O pagamento à condutora se inicia a partir do momento em que aceita a corrida para buscar a passageira.

Outro ponto positivo do aplicativo é que quando a condutora recebe o pedido para aceitar a corrida, ela já sabe o endereço do destino final. Com o intuito de prezar pela segurança das mulheres, o app também é rigoroso quanto ao cadastramento de passageiras. A Lady Driver tem um sistema para verificar a veracidade do CPF do cadastro da passageira na Polícia Federal e na Receita Federal, caso não seja real, ela não consegue realizar o cadastro na plataforma.

Artigo: Confusão patrimonial: como evitar esse tipo de dor de cabeça

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POR DIOGO MONTALVÃO

Não é muito difícil encontrar casos de empresários que utilizam as receitas da empresa para pagar contas pessoais, tais como luz, água, fatura de cartão de crédito, financiamento do carro ou mesmo uma despesa com lazer. Esse tipo de prática, que costuma ser um perigo para a saúde financeira da empresa, configura o que a Lei 13.874/2019 classifica como “confusão patrimonial”.

A lei, por sinal, entrou em vigor há dois anos exatamente com o objetivo de dar maior clareza ao entendimento jurídico em torno do tema. Embora não seja proibido misturar o caixa da empresa com o pessoal, há conseqüências que podem ser graves ao proprietário ou aos sócios do negócio.

A lei não veda as práticas que levam à confusão patrimonial, mas as desestimula. No Código Tributário isso vem sendo tratado como abuso de personalidade, quando não há distinção entre o que é físico e o que é jurídico. Por isso, é importante que o sócio ou proprietário que aparece no contrato social entenda que, assim como o capital da pessoa jurídica serve para ajudar a solucionar os problemas financeiros da pessoa física, também serve para atrapalhar.

O principal problema da confusão patrimonial, segundo ele, ocorre quando há alguma ação judicial contra a empresa ou em caso de fechamento. Se for comprovado que houve confusão patrimonial através da movimentação financeira, o juiz pode incorporar ao patrimônio da empresa os bens particulares, como imóveis, carros e investimentos.

É uma simbiose que vem ganhando respaldo em jurisprudências amparadas no próprio Código, em particular no artigo 124, que trata da responsabilidade tributária solidária, e agora também na nova lei. Numa ação em que a pessoa jurídica seja ré, a confusão patrimonial pode fazer expandir os bens da empresa, considerando também os bens particulares dos sócios. Basta um requerimento da parte envolvida na ação ou do Ministério Público.
Uma sugestão é a adoção de alguns hábitos que podem ser saudáveis para as finanças da empresa, ao mesmo tempo em que impedem a confusão patrimonial. Isso porque o sucesso de uma empresa, qualquer que seja o porte, passa por uma administração contábil que não se restringe à sua receita. O controle das despesas também é fundamental, até para certificar-se de que ela está operando no azul.

A primeira medida é reservar uma parcela das receitas para cobrir os custos do negócio. Uma boa maneira de se fazer isso é ter uma conta bancária exclusiva para essa reserva. Para cada entrada de recurso, é feita uma transferência, que pode ser proporcional, para essa conta. A reserva precisa ser usada apenas para pagar as despesas.

Com o dinheiro separado para os custos do negócio, os sócios enfim determinam os valores ou o percentual da receita que será para se pagarem. A auto-remuneração é a parte com que todo empreendedor sonha, mas quem é proprietário ou sócio sabe que ele deve ser o último a receber. Neste momento, é preciso transferir o montante de cada um para uma conta pessoal, garantindo a separação das responsabilidades e o controle do caixa da empresa. Empresa é uma coisa, pessoa física é outra.

Dr. Diogo Montalvão, advogado e sócio do escritório BLJ Direito e Negócios – contato@bjunqueira.com

Especialista dá dicas de preparação para o concurso de Policial Penal do DF

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Suzele Veloso, advogada, pós-graduada em Direito Público, mestranda em Direito e professora para concursos públicos há mais de 14 anos, vai dar dicas preciosas para quem está se preparando

A informação de que o edital do Concurso para Polícia Penal DF será publicado até novembro deste ano foi dada pelo deputado distrital, Reginaldo Sardinha, após reunião com o secretário de Economia do Distrito Federal, André Clemente

Ao que tudo indica, o certame terá cinco fases e deve contemplar 1179 vagas, sendo 449 imediatas e 779 de formação de cadastro de reserva. As nomeações das 449 vagas devem ocorrer em junho de 2022.

A especialista do IMP Concursos, Suzele Veloso, advogada, pós-graduada em Direito Público, mestranda em Direito e professora para concursos públicos há mais de 14 anos, vai dar dicas preciosas para quem está se preparando e já está estudando antes mesmo da publicação do edital.

No último concurso a banca foi a Fundação Universa, você acha que manterão a mesma banca?

Não. O TJDFT determinou a extinção da Fundação Universa em outubro de 2020 em razão de graves problemas enfrentados pela Instituição. Dessa forma, não existe mais a possibilidade de que o novo concurso seja realizado por essa banca. Aguardamos a escolha de uma nova banca para o concurso.

E quanto ao padrão da prova, você acredita que será semelhante a prova de 2014 com itens de Certo e Errado?

É provável que sim, pois há uma grande possibilidade da prova ser organizada pelo CEBRASPE, banca que adota o critério Certo ou Errado para correção de questões.  O CEBRASPE tem sido a banca escolhida nos mais importantes concursos na área de segurança no país, tais como a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil do DF, Departamento Penitenciário Federal. Assim, é possível que seja escolhida para a organização deste concurso.

Quais as principais matérias devem ser cobradas no próximo no concurso da Polícia Penal DF ? 

Sobretudo, o estudo para as provas desta área deve incluir os seguintes conteúdos:

Direitos humanos;

Direito penal, direito processual penal e legislações extravagantes;

Direito administrativo;

Direito constitucional

Língua portuguesa

Além dos conteúdos que por lei são obrigatórios nos concursos públicos do DF:  LODF, LC 840 e RIDE.

Quais seriam as suas dicas gerais para quem está de olho no certame começar a se preparar antes do edital? 

Primeiramente, um bom planejamento de estudos aliando teoria, exercícios, revisões e simulados ainda é a fórmula mais bem sucedida para quem almeja a aprovação. Do mesmo modo, ao organizar as matérias de modo que o candidato consiga estudar a teoria, praticar em exercícios, revisar

através de resumos, mapas, e testar o nível de conhecimento através dos simulados garantirá uma preparação completa. Para tanto, é necessário organizar um local apropriado para o estudo e estabelecer (e cumprir) uma carga horária diária de estudos dentro das condições do candidato.

Vale a pena se basear no edital anterior para estudar para o Concurso da Polícia Penal DF? 

Sim, porém como o edital anterior já tem mais de 5 anos, e não será a mesma banca que realizará o concurso, é importante se atentar para os conteúdos de editais na área de execução penal mais recentes, como por exemplo, o edital do DEPEN.

Quais matérias estudar antes do edital?

A princípio, as matérias que são obrigatórias em concursos do DF, tais como:: LODF, LC 840/11 e RIDE. E também, aquelas cujo peso são maiores nas notas, tais como direitos humanos, direito penal, processo penal e legislações correlatas.

Quais os principais erros que os candidatos cometem ao estudar antes da publicação do edital?

Sobretudo, não se conscientizar de que o nível e a quantidade de estudo antes do edital são tão importantes quanto a quantidade e o nível de estudos após a publicação do edital. Muitas vezes, por não ter sido publicado o edital, o candidato negligencia o estudo, não se dedica o suficiente para, quando publicar o edital, ele tenha tempo de fazer os ajustes e se for caso, as revisões referentes aos conteúdos que já estudou antes. Não se trata de exagero e sacrifício antes da publicação do edital, mas da seriedade em entender que estudar sem a pressão de um edital publicado e prova com data marcada é bem melhor.

Agora uma dica de preparação para quem já está estudando para carreiras policiais há algum tempo?

Refazer o máximo de questões específicas para concursos da área de segurança pública. São provas diferenciadas, bem específicas e que cobram os conteúdos de forma muito aprofundada.

 

Descubra quais os cuidados que um portador de marcapasso deve ter

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O ICTCor elaborou uma cartilha online para ajudar a esclarecer as principais dúvidas sobre o tema

Usar celular, viajar de avião, secar o cabelo, passar em portas com detector de metais e outras atividades comuns passaram a ser grandes dúvidas na vida de quem recebe um implante de marcapasso. Para falar dos mitos e verdades, qualidade de vida e diversas questões que envolvem o dia a dia dos portadores do dispositivo e de seus familiares, no dia 23 de setembro é comemorado o Dia do Portador de Marcapasso no Brasil.

A Campanha, que é uma iniciativa da ABEC/DECA – Associação Brasileira de Arritmia, Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca Artificial/Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV), mobiliza cardiologistas em todo o país com objetivo de desmistificar o assunto. Participando desse movimento, o Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), elaborou uma cartilha online, disponível, gratuitamente, no site da Instituição (https://ictcor.com.br/images/banner_1_09_14_2021/CARTILHA.pdf) para ajudar a esclarecer as principais dúvidas sobre o tema.

De acordo com o cardiologista hemodinamicista do ICTCor, Ernesto Osterne, o marcapasso monitora o coração continuamente e identifica batimentos irregulares, lentos ou interrompidos, enviando um estímulo elétrico ao coração e regularizando os batimentos. “Algumas pessoas sofrem com o ritmo cardíaco irregular ou lento, seja devido a uma doença congênita, efeitos colaterais de medicamento ou envelhecimento natural. Assim, o coração não consegue mais bombear suficientemente o sangue rico em oxigênio para o corpo, podendo gerar diversas complicações de saúde. Uma alternativa para esse problema é o implante de um marcapasso”, explica.

Pequeno dispositivo eletrônico, o marcapasso serve para controlar o ritmo cardíaco. Ele possui um gerador, uma bateria interna e cabos eletrodos. Estes cabos são conectados ao coração e ligados ao marcapasso depois que o médico se certifica de que estão posicionados corretamente. O aparelho é implantado em uma espécie de “bolsa” sob a pele durante uma cirurgia considerada simples, que é feita com sedativo e anestesia local. É um procedimento tranquilo, que dura de uma a duas horas. Geralmente, o paciente pode ir para casa no dia seguinte e retomar as atividades habituais depois de 30 dias.

Após a cirurgia, pode-se observar o desaparecimento de sintomas como tonturas e falta de ar, causados pelo problema de ritmo cardíaco que diagnosticou a necessidade do implante. “Pode acontecer do paciente sentir pequenas dores no local do implante logo após o procedimento, mas elas diminuem e em pouco tempo acabam desaparecendo por completo”, afirma o especialista.

 

Coloquei o marcapasso. E agora?

Os cuidados pós-operatórios específicos variam, dependendo do caso, e serão orientados pelo médico após a cirurgia, mas existem recomendações que devem ser seguidas.  Além disso, é essencial ler com atenção o manual do marcapasso. Nele é possível obter informações referentes à maioria das dúvidas que costumam afligir os pacientes. Confira algumas delas:

  • Telefones celulares podem ser usados, mas têm que ser mantidos a pelo menos 15 cm de distância do local do implante, sendo usado no ouvido que fica do lado contrário do marcapasso;
  • Sistemas detectores de metais, como de aeroportos e portas giratórias de bancos, devem ser evitados. É importante andar sempre com o documento de identificação, que atesta ser portador marcapasso e que facilite a sua passagem;
  • Exercícios físicos e condução de veículos são permitidos, porém é sempre bom consultar o médico;
  • Dentro do possível, é bom evitar dormir do lado do marcapasso implantado, principalmente durante os primeiros dez dias;
  • Colchões magnéticos devem ser evitados, pois podem acelerar o desgaste da bateria do marcapasso. Assim, acabam por antecipar a necessidade de sua troca.

Serviço:

Cartilha On-line sobre o Marcapasso

(https://ictcor.com.br/images/banner_1_09_14_2021/CARTILHA.pdf)

Mais de 50% do público de 12 a 17 anos já tomou a primeira dose no Distrito Federal

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Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF

Dado considera os jovens que receberam a D1 contra a covid-19 pelas faixas etárias ou no grupo de comorbidades

A cobertura vacinal contra a covid-19 chegou a 51,17% no grupo de adolescentes entre 12 e 17 anos que tomaram a primeira dose. Os números consideram a vacinação desse público até a última terça-feira (21), quando a faixa etária dos 13 anos começou a receber os imunizantes.  Somente nesse dia, foram imunizadas 11.565 pessoas com a primeira dose e 10.073 com a segunda. Outras 25 receberam a dose única da Janssen.

Idosos

Também na terça-feira foi iniciada a aplicação da dose de reforço em idosos que vivem em instituições de longa permanência (ILPs). A expectativa da Secretaria de Saúde (SES) é vacinar, em três semanas, um total de 1.090 idosos que vivem nessas instituições. A vacinação desse público teve início no Lar Francisco de Assis, localizado no Núcleo Bandeirante, e na Casa do Ceará, na Asa Norte.

No primeiro local, 43 idosos receberam a dose com o imunizante da Pfizer. No segundo, foram 14 vacinados. Outros sete idosos que vivem na Associação dos Excepcionais de Ceilândia também tomaram a dose de reforço, totalizando 64 vacinados.

A dose adicional começou a ser aplicada nesta quarta-feira (22) em idosos com 85 anos ou mais e que tenham recebido a segunda dose há pelo menos seis meses. Ao todo, 32 pontos de vacinação estão abertos para receber esse público. Os locais podem ser consultados aqui.

Outros públicos

Os grupos que mais buscaram os pontos de vacinação para receber as duas doses foram os idosos com 60 anos ou mais. Essa cobertura contemplou 100% em indivíduos com 65 anos ou mais.

A faixa etária entre 50 e 59 anos já se aproxima dos 100% de cobertura vacinal de D2 ou dose única. Do grupo de 50 a 54 anos, 85% das pessoas já tomaram duas doses ou a dose única; e, do grupo de 55 a 59 anos, 97,19% se encontram com a imunização completa.

A partir desta quinta-feira (23), quem tem marcada a D2 da vacina Pfizer-BioNTech até 27 de outubro poderá antecipar o recebimento dessa dose. É obrigatório levar o cartão de vacina comprovando o recebimento da dose inicial.

Arte: Agência Saúde

Biotic e BRB lançam fundo para Distrito de Inovação e Tecnologia

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Fundamentado em mobilidade urbana sustentável, projeto vai gerar 7,6 mil postos de trabalho

Um fundo imobiliário para desenvolvimento do novo Distrito de Inovação e Tecnologia em Brasília – FII Biotic – será lançado nesta quarta-feira (22). Apresentado durante um evento em SP, o recurso é o maior fundo imobiliário ASG (Ambiental, Social e Governança) do país.

Trata-se de uma smart city que, localizada na Granja do Torto, fará uso de tecnologia para otimizar a mobilidade urbana e adotar soluções sustentáveis. O projeto incorporou clusters de comércio, residências, hotelaria e universidade aos escritórios que pretendem acomodar empresas de tecnologia, com objetivo de que as pessoas vivam, estudem e trabalhem no mesmo local, nos moldes do conceito work, live and play.

O objetivo do fundo é arrecadar recursos para a implementação do novo distrito, um espaço de mais de um milhão de metros quadrados no coração do DF. O projeto foi encomendado ao engenheiro, arquiteto e inventor italiano Carlo Ratti, que, além de seu escritório, dirige um laboratório de inovação urbana no Massachussets Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos.

“A estimativa é abrigar 794 empresas e mais de 2 mil estações de coworking [trabalho colaborativo], com geração de 7,6 mil postos de trabalho e 9,5 mil moradores”, adianta o presidente da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), Izidio Santos. O Parque Tecnológico Biotic foi idealizado e é desenvolvido pela Terracap, que criou uma empresa subsidiária para gerir o novo distrito.

À frente do audacioso projeto, o presidente do Biotic, Gustavo Dias Henrique, vê com entusiasmo o lançamento do instrumento. “Esse fundo foi estruturado para ser instrumento de captação de recursos junto ao mercado financeiro, gerando credibilidade e segurança jurídica para grandes investidores”, destaca. “A ideia do projeto é mudar a matriz econômica do DF. Tecnologia, inovação e desenvolvimento são os pilares do novo distrito. Trouxemos o que há de mais tecnológico no mundo para Brasília, para que nossa cidade seja referência e se transforme numa potência”.

Captação de recursos

A gestora Integral Brei venceu a concorrência para estruturar o fundo. O diretor executivo da empresa, Vitor Bidetti, informa que o planejamento prevê a captação dos recursos com investidores profissionais, como grandes fundos de pensão, fundos soberanos e grandes family offices.

“Quando os empreendimentos começarem a performar, gerando renda, vamos abrir a captação para pessoas físicas”, explica. “O conceito de smart city permitiu que o fundo saísse com selo verde, que foi validado pela consultoria Sitawi. A primeira fase vai buscar R$ 1,1 bilhão, de um total previsto R$ 6 bilhões.”

“A capital federal tem como vocação a inovação e a tecnologia desde sua criação e é sede de grandes empresas, sobretudo do setor público, que têm necessidade de apoiar esse tipo de projeto”Paulo Henrique Costa, presidente do BRB

O Banco de Brasília (BRB) participa do projeto em diferentes frentes. Primeiro, instalou no Biotic o BRBLab, uma das âncoras do centro de inovação e direcionado ao setor financeiro e governo digital. Lá já se encontram 23 startups, inclusive internacionais, focadas em buscar soluções e melhorar a experiência dos clientes.

Como banco público e protagonista do desenvolvimento econômico do DF, o BRB também exerce um papel de fomento, oferecendo diferentes opções de linhas de crédito; e, em uma terceira frente, fará a gestão e administração do fundo.

“A iniciativa é muito importante e tem potencial de desenvolver Brasília e o Centro-Oeste como polo de inovação”, pontua o presidente do banco, Paulo Henrique Costa. “A capital federal tem como vocação a inovação e a tecnologia desde sua criação e é sede de grandes empresas, sobretudo do setor público, que têm necessidade de apoiar esse tipo de projeto. Estamos felizes em participar ativamente deste momento especial para o DF.”