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Presidente do PL Jovem apoia Centro Cultural Dançar é Arte

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O Centro Centro Cultural Dançar é Arte, conhecido por oferecer ao longo de 20 anos a comunidades do Distrito Federal cursos e ações a crianças e adolescentes, tem como padrinho o presidente do PL Jovem, Wesley Wenisgton.

A liderança tem articulado, inclusive, visitas de empresários à entidade.

“Nossa ideia é que o empresariado conheça o projeto, entendendo como funciona o modelo. Entendo que iniciativa privada pode contribuir bastante na redução das desigualdades sociais”, explica o presidente do PL Jovem.

Wesley é conhecido por ser o criador do chamado ônibus solidário. O veículo presta serviços de atendimento clínico, odontológico e oftalmológico de forma gratuita em diversas comunidades do DF.

Centro Cultural Dançar é Arte

Atuando desde 2000, o Centro Cultural Dançar é Arte oportuniza crianças e adolescentes o despertar do talento e vocação artística para o ballet clássico e suas vertentes. Realiza hoje um atendimento mensal para 150 crianças/adolescentes.

Outros projetos de destaque são o Sabor é Arte -Alimentando Sonhos e o Mãos em Movimento – Construindo Sonhos e Transformando Realidades.

“Trabalhamos para melhorar a qualidade de vida dos alunos e também dos pais e mães que vivem em situação de vulnerabilidade. Nosso intuito é fazer com que todos tenham oportunidades”, explica Kátia Moraes, Idealizadora do Centro Cultural Dançar é Arte.

Ambos tratam da geração de emprego e renda para as famílias das crianças e jovens atendidas pela instituição, além de buscar a própria sustentabilidade das ações.

Entrevista: “O caminho do Progressistas é o caminho do governador Ibaneis em 2022”

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A deputada federal Celina Leão afirmou, durante a Sala de Imprensa da ABBP, que continua ajudando governador: “Acredito no trabalho e na coragem dele”

Deputada federal e presidente do Progressistas no DF, Celina Leão (PP) é uma das parlamentares mais combativas no Congresso Nacional e foi a entrevistada desta segunda-feira (25) da Sala de Imprensa da ABBP – Associação Brasileira dos Portais de Política. “Sempre tive a coragem de falar no momento que Brasília precisava ter voz”, disse logo no início da entrevista.

Durante a sabatina com os jornalistas da entidade, Celina Leão afirmou que mesmo fora do governo Ibaneis, continua articulando e trabalhando para ajudar o Executivo local. A parlamentar passou uma temporada como secretária de estado de Esporte e Lazer do DF, mas recebeu um chamado do deputado Arthur Lira (PP), durante a disputa para a Presidência da Câmara dos Deputados.

Celina foi uma das coordenadoras de campanha de Lira. Após a eleição, o novo presidente da Câmara fez um apelo ao governador Ibaneis para que ela permanecesse na Casa. “Isso não abalou em nada minha relação com Ibaneis. Ele foi muito gentil e continuamos trabalhando para ajudar a pasta e o governo Ibaneis”, ressaltou. “Só me deu mais trabalho, tenho um acúmulo de tarefas, o que para mim é muito gratificante”.

Sobre a eleição de 2022, Celina Leão anunciou que o caminho que o Progressistas vai tomar é o caminho da reeleição do governador Ibaneis em 2022. A deputada disse que a relação com o governo é muito clara. “Tenho uma relação muito forte, acredito no trabalho dele e na coragem do governador Ibaneis”.

Celina avaliou os governos anteriores e comparou com Ibaneis Rocha. Para a parlamentar, o PT e o ex-governador Agnelo Queiroz foram um fracasso, e que o único o único legado foi o bilionário Estádio Mané Garrincha, alvo de operação da Polícia Federal, com generalizados focos de corrupção.

Já o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB), para Celina, foi incompetente e achava que faria política sozinho, sem precisar da classe política. “A cidade ficou numa situação de morosidade e muitos recursos foram perdidos”, lamentou.

Celina afirma que depois de 8 anos de descaso, e duas administrações desastrosas para Brasília esquecer, hoje o Distrito Federal tem um governo de verdade, que trabalha. “O governador Ibaneis é um homem que faz. Enfrentar os desafios não é fácil e governar, principalmente no meio de uma pandemia, mas difícil ainda”.

Educação de Jovens e Adultos inscreve a partir desta terça no DF

Interessados devem se cadastrar até o dia 14 de novembro; oportunidade é para aulas presenciais ou a distância

As inscrições para novas matrículas na Educação de Jovens e Adultos (EJA) estão abertas de 26 de outubro até o dia 14 de novembro. As vagas são para o primeiro semestre de 2022, em todas as regionais de ensino. Além da opção presencial, também é possível cursar a modalidade a distância, no Centro de Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional (Cejaep) de Ensino a Distância (EaD) de Brasília.

Podem se inscrever estudantes a partir dos 15 anos completos para o 1º e o 2º segmentos, correspondentes aos anos iniciais e finais do ensino fundamental, respectivamente, e com 18 anos completos para o 3º segmento, equivalente ao ensino médio.

A partir desta terça (26), os interessados podem se cadastrar por meio do telefone 156, opção 2, de segunda a sexta, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h, ou pelo site da Secretaria de Educação.

A divulgação do resultado das inscrições está prevista para 21 de dezembro, a partir das 18h, pelo site da Secretaria. A consulta ao resultado é de responsabilidade dos candidatos.

Apenas se inscrever não garante a vaga. Para isso, após o resultado das inscrições, a efetivação da matrícula deverá ser realizada de 4 a 11 de janeiro de 2022, pelo site da Secretaria de Educação ou nas secretarias escolares. Será necessária apresentação de documento de identidade (RG); CPF do estudante; declaração provisória de matrícula ou histórico escolar; e comprovante de residência ou local de trabalho.

Distrito Federal tem a menor mortalidade infantil no Brasil

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No DF, teste do pezinho permitirá a detecção de até 53 doenças do bebê – antes, eram 40 | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

Novas unidades de saúde e estratégias de saúde da família ampliam a assistência; população precisa levar as crianças para vacinar

O Distrito Federal tem o menor índice de mortalidade infantil no Brasil. É o que indica o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Enquanto a média de todas as unidades da Federação é de 13,3 mortes para cada mil crianças nascidas com vida, o DF registrou 8,5. Os dados são de 2019, e, pela primeira vez, o índice ficou abaixo de 10, seguindo uma trajetória de queda desde 1990, quando foram 28,9 mortes para cada mil crianças nascidas vivas naquele ano.

“A mortalidade infantil não é uma ação só da Secretaria de Saúde. Envolve também saneamento básico, água encanada, transporte, asfalto…”, exemplifica a médica Miriam Santos, presidente do Comitê Central de Prevenção e Controle dos Óbitos Materno Fetal e Infantil do DF. Ela ressalta a importância de iniciativas como os bancos de leite e, principalmente, a cobertura na rede pública e privada.

É o caso da inauguração das novas unidades básicas de saúde. Já foram sete na gestão do governador Ibaneis Rocha, e outras três têm previsão de ser entregues neste ano. “Tudo isso vai favorecer a redução da mortalidade infantil”, opina a médica, lembrando a importância de ações que vão desde o planejamento familiar até o tratamento de doenças infantis.

Especialidades

Em nível especializado, na semana passada o Hospital da Criança de Brasília José Alencar inaugurou uma nova ala de terapia renal substitutiva, já em funcionamento para beneficiar diversas crianças que precisam fazer diálise. O DF também se destaca por ter um protocolo especial para uso do medicamento Palivizumabe por recém-nascidos de até 31 semanas e 6 dias para combater doenças respiratórias. No restante do Brasil, o uso só vai até as 28 semanas.

O DF também é a única unidade da Federação que, desde 2011, possui o teste do pezinho ampliado, que detecta 40 doenças – agora, serão 53. Só em 2020, foram feitos 39.500 exames de primeira amostra entre 37.918 crianças de nascimentos registrados na rede pública. No total, já foram feitos mais de meio milhão de testes no DF.

Miriam Santos também reforça a importância da implantação da estratégia de saúde de família, que facilita o acesso ao atendimento, especialmente nas regiões mais vulneráveis do DF. “Nós temos diferenças entre as nossas regiões de saúde, e isso faz com que desejemos batalhar mais para que a gente melhore a qualidade de saúde, da educação, das políticas públicas”, afirma a médica.

Atualmente, os servidores da área também têm passado por treinamentos específicos da chamada Estratégia AIDPI, de atenção integral a doenças prevalentes na infância. A expectativa é que, mesmo com a pandemia de covid-19, o DF continue com índices de mortalidade infantil abaixo da média nacional. “E não basta apenas fazer as nossas crianças sobreviverem; a gente quer também que elas tenham qualidade de vida”, finaliza Miriam.

Campanha de multivacinação

Hoje, o maior desafio para manter o índice de mortalidade infantil em baixa no DF é a vacinação. Há alguns anos o Distrito Federal e outros estados vêm registrando queda nas coberturas vacinais. Entre os principais fatores estão as restrições da pandemia, a circulação de fake news e a ideia de que não existe mais o risco de contaminação por doenças como o sarampo, que voltou a ter casos registrados no Brasil.

A cobertura vacinal no DF contra várias doenças está abaixo do preconizado pelo Ministério da Saúde. No caso de pólio, penta, rotavírus e tríplice, mais de 20% da população brasiliense não está imunizada.

Por isso, prossegue até o próximo dia 29 a campanha de multivacinação para crianças até 14 anos e 11 meses. São 111 postos abertos de segunda a sexta-feira para realizar a atualização dos cartões de vacina.

Confira os locais de vacinação aqui.

TCDF capacita servidores da SEPE e SEMOB sobre Concessões e Parcerias Público-Privadas

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) vai capacitar, por meio de sua Escola de Contas, 20 servidores das secretarias de Projetos Especiais (SEPE) e de Mobilidade e Transporte (SEMOB), sobre a análise econômico-financeira de projetos de concessões comuns e Parcerias Público-Privadas (PPPs). Com carga horária de 24 horas, o curso será a distância, entre os dias 3 e 12 de novembro.
As duas secretarias são responsáveis pela maior parte dos projetos de concessões e PPPs sob análise do TCDF. Na capacitação, além da fundamentação teórica, os servidores vão aprender a aplicar esses fundamentos na elaboração dos projetos e das planilhas econômico-financeiras dos empreendimentos.

Os instrutores do curso são os auditores do TCDF Orivam Ibiapina da Silva e Henrique Eduardo de Oliveira. Orivam Ibiapina é membro titular da Comissão Técnica Permanente de PPPs e Concessões do TCDF e especialista no tema. Henrique Oliveira é suplente na Comissão Técnica e atuou nas análises relativas às concessões do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, do Centro Esportivo de Brasília (Arenaplex) e do Autódromo Internacional de Brasília.

Governo Bolsonaro pede abertura de crédito de R$ 9,4 bilhões para Auxílio Brasil

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Proposta remaneja saldo do Bolsa Família para novo programa

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei (PL) que pede a abertura de crédito especial de R$ 9,4 bilhões para o Programa Auxílio Brasil. O despacho do presidente Jair Bolsonaro foi publicado hoje (25) no Diário Oficial da União.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que a proposta remaneja o saldo do Bolsa Família para o novo programa social. Os recursos são em favor do Ministério da Cidadania.

Instituído pelo governo em agosto, por meio da Medida Provisória nº 1.061/2021, o Auxílio Brasil substitui o Bolsa Família, que será extinto em novembro. O início dos pagamentos do novo programa coincide com o fim do auxílio emergencial, lançado no ano passado para apoiar famílias vulneráveis durante a pandemia e que terá a última parcela creditada este mês de outubro.

“O remanejamento evitará a esterilização de recursos orçamentários destinados à transferência de renda, que representa um dos instrumentos mais importantes de proteção social no país”, diz a nota.

Normas constitucionais

Ainda de acordo com a Presidência, o projeto de lei “está de acordo com a normas constitucionais e infraconstitucionais que regem a matéria, de modo que não afeta a regra de ouro, tampouco o Novo Regime Fiscal (EC 95/2016) [teto de gastos], e é compatível com a obtenção da meta de resultado primário, prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2021”.

A regra de ouro estabelece que o governo só pode emitir dívida pública para rolar (renovar) a própria dívida ou para cobrir despesas de capital, como investimentos em obras públicas e amortizações.

Para cobrir gastos correntes, o governo precisa pedir autorização ao Congresso. Já o teto de gastos limita o aumento das despesas federais ao aumento da inflação do ano anterior, calculado de julho do ano anterior a junho do ano atual.

O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. A estimativa de resultado negativo em 2021 é de R$ 139,4 bilhões (1,6% do PIB). A meta determinada pela LDO é de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central, com a possibilidade de abatimento até R$ 40 bilhões de gastos relacionados ao enfrentamento da pandemia de covid-19.

Valor médio de R$ 400

O Auxílio Brasil deverá ser ampliado para 17 milhões de beneficiários, com um valor mínimo médio de R$ 400 por família, até o final do ano que vem. Desse valor, R$ 100 correspondem a aporte extra, fora do teto de gastos, em um total de R$ 30 bilhões. O valor médio do Bolsa Família, hoje, é de R$ 189.

Para isso, o governo encaminhou ao Congresso, na semana passada, uma proposta que muda o período de cálculo do teto de gastos, de janeiro a dezembro do ano atual, para acomodar o benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil que vigorará até o fim de 2022. Com a subida da inflação nos últimos meses, a medida dará uma folga no teto de gastos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial, acumula alta de 6,90% até setembro.

A proposta original do Projeto da Lei Orçamentária de 2022 (PLOA), enviada no fim de agosto, previa déficit primário de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) para o próximo ano. Com o impacto do Auxílio Brasil, o texto terá de ser alterado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso (CMO).

Combate à intolerância religiosa no DF reforça liberdade de crenças

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(Foto Jhonatan Ribeiro/Sejus-DF)

Dia distrital de luta será marcado pela realização do 4º Diálogos com o Comitê Distrital da Diversidade Religiosa, vinculado à Sejus

Para promover uma cultura de respeito à liberdade de crenças e da não discriminação, o Distrito Federal celebra, nesta segunda-feira (25), o Dia Distrital de Combate à Intolerância Religiosa. A data será marcada pela realização do 4º Diálogos com o Comitê Distrital da Diversidade Religiosa (CDDR), colegiado vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) e que tem a missão de auxiliar o governo na elaboração de políticas públicas para afirmação dos direitos à liberdade religiosa, à laicidade do Estado e à opção de o cidadão não ter religião. O evento ocorrerá de forma virtual e será transmitido pelo Facebook da Renadir, das 17h às 18h30.

“Infelizmente ainda presenciamos casos de intolerância e desrespeito, principalmente contra as religiões de matriz africana, como os ataques a terreiros e depredação de espaços públicos símbolo da religiosidade afro-brasileira. Por isso, é importante reforçarmos todos os dias o nosso compromisso com o combate ao racismo e todas as formas de preconceito”, explica a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

A intolerância religiosa é caracterizada pela falta de respeito à religião ou crença do próximo. Pode acontecer de diversas maneiras, como ofensas, agressões e depredações de locais onde ocorrem os cultos religiosos. Segundo a Lei nº 7.716/1989, a pena para quem cometer discriminação ou preconceito contra religiões é a reclusão de 3 a 5 anos.

As denúncias devem ser feitas à Polícia Civil do Distrito Federal, que conta com uma Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (DECRIN) por meio do ligue 197 ou pelo site delegaciaeletronica.pcdf.df.gov.br. As denúncias podem ser registradas ainda no Ligue 156, Opção 7 e no Ligue 162

A Sejus, órgão do GDF responsável pelas políticas de promoção da igualdade racial, também atua nesta temática com a Coordenação de Políticas de Promoção e Proteção da Diversidade Religiosa, da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial (SUBDHIR/Sejus). Esta coordenação atua na implementação de ações de respeito ao livre exercício de crenças e liberdade religiosa à população do DF, combatendo a discriminação e intolerância.

Samambaia ganhará 3 mil novas moradias

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Anúncio foi feito na noite de sábado, durante comemoração dos 32 anos da cidade, atendendo antiga reivindicação de lideranças

Três mil novas moradias nas quadras 100 e ímpares de Samambaia. Este foi o presente de aniversário de 32 anos da cidade anunciado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), na noite deste sábado (23), durante a tradicional festa dos pioneiros. A notícia foi comemorada pelas principais lideranças locais.

Organizada pelos próprios moradores de Samambaia, a festa em comemoração ao aniversário ocorre todos os anos. Desta vez, contudo, o anúncio das novas moradias veio como um presente, algo esperado pela comunidade há mais de 20 anos, já que se arrastava a reivindicação antiga da população local para o surgimento de edificações multifamiliares no local.

Em julho deste ano, a luta de lideranças em busca do terreno para a construção das novas moradias e os apelos feitos ao GDF para o fim do imbróglio foi atendido e os terrenos foram liberados pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Eles serão destinados a cooperativas que serão responsáveis pelos empreendimentos. “Estamos aqui para comemorar. Sob a batuta do nosso maestro, o governador Ibaneis Rocha, esse dia chegou e o sonho vai se tornar realidade”, disse o vice-governador Paco Britto, que esteve no evento.

Paco lembrou aos pioneiros de Samambaia a importância da criação da cidade, mas ressaltou que o cuidado com ela também é necessário. “Sabemos que o pai de Samambaia é Joaquim Roriz, como todos aqui já falaram. Mas pai, assim como quem faz, também é aquele que cria, que cuida. E depois de tantos anos descuidada, esta cidade tem um novo pai: Ibaneis Rocha”, apontou.

“Nós estamos realizando sonhos. É assim que o governador Ibaneis tem feito e as 100 e impares agora são realidade”, completou o presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Wellington Luiz. “Destravar a construção dessas novas moradias vai beneficiar milhares de pessoas”, concluiu o presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado distrital Rafael Prudente.

Um dos líderes comunitários mais conhecidos de Samambaia, Chico Dorion fez um apelo ao governo para que encontre um meio de fazer com que as moradias tenham preços acessível a todos que sonham com a casa própria e faz um paralelo entre a famosa frase do ex-governador Joaquim Roriz com a gestão de Ibaneis Rocha: “Roriz dizia que ‘governar é definir prioridades, depois de ouvir o povo’, e olha o que o governador Ibaneis está fazendo… Depois de tantos anos sem sermos ouvidos, um governo nos ouve e define as prioridades para a nossa cidade”.

O evento contou ainda com a presença da ministra da Secretaria de Governo da Presidência da República, Flávia Arruda, dos secretários de Turismo e Ciência e Tecnologia, Vanessa Mendonça e Gilvan Máximo, respectivamente, do senador Izalci Lucas, do administrador de Samambaia, Gustavo Aires, e de Tadeu Filippelli, que no governo Roriz, durante a criação da cidade, em 1989, presidiu a antiga Sociedade Habitacional de Interesse Social (SHIS) e foi responsável pela entrega da primeira casa na recém-criada Samambaia.

Escritora capixaba Isa Colli lança o livro ‘Descobertas de Inaiá’

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Obra narra os desafios e aprendizados de menina indígena na vida fora da aldeia

Os apaixonados pela tradição indígena já podem conferir o novo livro da editora Colli Books que acaba de chegar ao mercado editorial:  ‘Descobertas de Inaiá’, da escritora brasileira Isa Colli. A obra conta os desafios e aprendizados da menina indígena Inaiá, quando ela começa a estudar em uma escola fora da aldeia. A chegada da jovenzinha no colégio novo muda a sua vida e a dos colegas de classe. Juntos, eles aprendem as tradições dos povos indígenas, as heranças culturais de diferentes nações e a importância de se respeitar as diferenças.

Riqueza cultural

A história se passa no médio Solimões, na Floresta Amazônica, região rica em cultura e tradições com 185 aldeias, de 21 etnias, entre elas, a tribo Kambeba, onde vive a protagonista. Os Kambeba, originários do Peru, também são chamados de Omágua, que significa o povo das águas.

O enredo mostra a riqueza dos rituais religiosos, as lendas, as danças, os costumes, a gastronomia, o artesanato e muitas outras curiosidades passadas de geração a geração pelos povos indígenas.

Uma das histórias contadas no livro é a Lenda dos Jaguares. A outra é a Lenda de Yaci, que significa Lua para os Kambeba. Há também a dança do Kuarup (nome de uma árvore sagrada), realizada em rituais fúnebres; a Acyigua, dança mística do povo guarani, que é feita para resgatar a alma do índio que morre assassinado; Atiaru, ritual feito pelas mulheres para afugentar os maus espíritos e atrair os bons; e a Dança da Onça, só para citar alguns exemplos.

“É um livro muito inspirador, que tanto pode ser usado nas escolas para complementar e enriquecer as aulas de história, arte, literatura e língua portuguesa, como também pode ser uma opção de leitura para entreter a garotada em casa nesta pandemia”, afirma Isa Colli.

O livro aborda, ainda, questões delicadas como o bullying, já que Inaiá é rejeitada por um dos colegas de turma. “Falar para adolescentes é para mim um grande desafio. E abordar o bullying é uma oportunidade para promover o diálogo e a reflexão sobre esse tema tão atual e presente na vida das nossas crianças e jovens”, afirma a autora.

Todos os livros da editora Colli Books podem ser encontrados facilmente no Brasil, na Europa e no mundo todo nos principais sites de e-commerce no formato impresso e e-book. Seguem alguns exemplos de lojas: Amazon, Wook, Fnac, Americanas, Submarino, entre outros. Para mais informações acessem o site www.collibooks.com.br

Artigo | Risco de lavagem de dinheiro em operações com criptomoedas

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POR PAULO KLEIN e LEONARDO TAJARIBE JR.

As recentes operações policiais deflagradas por todo o país com o objetivo de apurar eventuais fraudes financeiras com o uso de criptomoedas, denotam o interesse que este instrumento de transação monetária desperta naqueles que visam dar a aparência de legalidade aos frutos da prática criminosa.

Isso porque, as criptomoedas, por serem uma moeda exclusivamente digital – o que não se confunde com moeda eletrônica – e com escassa regulamentação, possuem grande dificuldade de rastreamento pelos órgãos de persecução criminal.

 Com efeito, este processo de lavagem com o uso de criptomoedas merece uma especial atenção dos órgãos de atuação pública, em razão das características inerentes ao próprio uso destas moedas digitais, que as tornam – ao menos em tese – perfeitas para os que pretendem lavar ativos financeiros.

Um dos aspectos que mais favorece a prática criminosa é a chamada “pseudoanonimidade”, que permite que o agente crie uma carteira (wallet) de criptomoedas sem fornecer dados relevantes para o seu rastreamento, de forma que as transações realizadas não se tornam anônimas, mas amparam um grau de privacidade que prejudica uma eventual investigação criminal.

Ou seja, ao abrir uma carteira pra operacionalizar as moedas digitais, não é necessário o fornecimento da quantidade exaustiva de dados que o sistema bancário comum exige, sendo dispensada a identificação formal com nome, número de identidade e CPF (Cadastro Nacional de Pessoas Físicas).

Portanto, é suficiente que tenha acesso à internet e a um “cliente” que permita a operação com criptomoedas. Outrossim, uma mesma pessoa pode ter diversos endereços digitais para a operação com criptomoedas, como se possuísse várias contas bancárias diferentes sem a sua identificação pessoal.

Sendo assim, apesar das moedas digitais possuírem uma tecnologia conhecida como blockchain, em que todo o fluxo de operações fica armazenado de forma pública, possibilitando a visualização das chaves (hash) da transação, estas não identificam quem realizou as operações ou de onde vieram as moedas.

Nesse aspecto, é importante que as empresas que lidam com operações financeiras deste tipo de moeda digital dediquem especial atenção à implementação de programas de compliance, adotando políticas como o know your client – tal como a Binance e outras empresas desta atividade vem assumindo – exigindo de seus clientes uma identificação mais específica para acessar seus serviços, de forma a possibilitar sua localização, bem como a identificação de seu padrão operacional, a fim de detectar comportamentos suspeitos e evitar imputações de lavagem de dinheiro.

Denota-se, dessa forma, a importância dos mencionados programas de compliance para as empresas que operam criptomoedas pelo fato de que estas, ao terem seus serviços utilizados por clientes para práticas criminosas, ao não o ter, poderem vir a ser responsabilizadas criminalmente por intermediar a operação.

Desse modo, as rotinas de identificação dos clientes e de seus padrões de comportamento financeiro poderão auxiliar os órgãos de fiscalização, além de criar mecanismos para evitar as práticas criminosas no âmbito empresarial, reduzindo o risco das atividades ao guiar o empreendimento por caminhos que evitem a responsabilização criminal, cível e administrativa.

PAULO KLEIN – Advogado – Área Direito Penal e Processual- Sócio fundador do escritório Klein & Giusto. Pós graduado em Direito Penal Econômico pelo IBCCRIM – Instituto Brasileiro de Ciências Criminais em convênio com a Universidade de Coimbra, em Portugal, membro da Comissão de Direito Penal da OAB de Petrópolis/RJ

LEONARDO TAJARIBE JR.  – Advogado Criminalista. Especialista em Direito Penal Econômico (COIMBRA/IBCCRIM). Pós-Graduado em Direito Penal e Processual Penal (UCAM).