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Vem aí o III Moto Paco Social 2021

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Evento pretende arrecadar brinquedos que serão distribuídos em áreas carentes e zonas rurais do DF para que as crianças destas regiões tenham um Natal mais feliz

No próximo dia 27 de novembro, das 9h às 14h, acontecerá a terceira edição do Moto Paco Social. O evento, além de promover um passeio de motociclistas pelas avenidas de Brasília, tem como foco principal a solidariedade. Todos os participantes arrecadam brinquedos que são doados para crianças carentes no Natal. A concentração do evento neste ano será na Praça do Cruzeiro, no Eixo Monumental.

O evento, idealizado por amigos do vice-governador Paco Britto, reuniu milhares de amantes das duas rodas nas edições anteriores – associados a clubes de motociclistas ou não – e arrecadou mais de 5 mil brinquedos. Todos doados em cidades como Estrutural, Sol Nascente, Pôr do Sol, e também às crianças de áreas rurais do Distrito Federal.

Paco, que é amante do motociclismo recreativo, lembra que as edições de 2019 – realizada basicamente por amigos motociclistas – e a de 2020, já com a participação de mais de 10 motoclubes de Brasília, tiveram a intenção de chamar a atenção dos moradores para a desigualdade social, que aumentou com a pandemia da Covid-19. “Arrecadar brinquedos para fazer a diferença no Natal de crianças que não teriam um presente é o mais importante”, frisa. “Neste ano, queremos superar o número de doações”, completa.

Confira as ofertas do BRB para a Black Friday, no dia 26

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Há oportunidades em diversas linhas de negócios: taxas reduzidas no crédito, pausa no financiamento imobiliário, entre outras

A Black Friday do BRB traz uma série de condições especiais, em diferentes produtos, para os clientes PF (pessoa física). São oportunidades em diversas linhas de negócios: taxas reduzidas no crédito, pausa no financiamento imobiliário, investimento e seguridade, entre outras.

Em investimentos, entre as oportunidades disponíveis estão 104% em aplicações de CDB com prazo de 90 dias e 100% na LCI para 360 dias Na área de empréstimos, o crédito consignado será oferecido com taxa especial de 1,15% a.m. A taxa de juros é válida apenas para novas operações. Já no crédito parcelado, o cliente terá 120 dias para pagamento da primeira parcela.

No financiamento imobiliário, será concedido pausa de um mês na parcela, a cada ano. O  valor da parcela adiada, incluindo juros e encargos contratuais, será diluída nas parcelas remanescentes do contrato.

Deverá ser pago, nesse período, somente o valor equivalente ao prêmio de seguro e, se for o caso, a Taxa de Manutenção e Administração (TMA).

Alinhado às políticas ESG, em defesa do meio-ambiente e da sustentabilidade, o Banco também preparou condições especiais em credreforma exclusivo para energia renovável. As taxas da Black Friday são a partir de 1,50% a.m. para clientes pessoa física. Ainda para investimento específico em ESG, para PJ (pessoa jurídica), o banco vai operar com taxas a partir de 0.60% a.m + CDI. As carências são de 120 dias a 24 meses.

A Black Friday do BRB, que segue até o dia 3 de dezembro, traz ainda 15% de desconto em seguro de vida; 10% em seguro auto, 20% em empresarial; 30% de desconto na taxa de administração para consórcios e assistência adicional para eletroeletrônicos e eletrodomésticos em seguro residencial.

Em cartão de crédito, o Banco vai oferecer pontos turbinados no programa de relacionamento, o Curtaí. São 5 pontos para cada R$ 1 real gasto. Para novas vendas de cartão, até 31 de dezembro, haverá isenção de anuidade. Cartões em posse dos clientes, mas ainda não ativados, terão isenção de 12 meses, no caso da ativação, e até 4 mil pontos.

“Desenhamos uma série de diferenciais para tornar os produtos mais atrativos aos nossos clientes, com taxas e condições especiais na reta final do ano. Trabalhamos para atender a todos e garantir uma melhor experiência. É o BRB investindo, cada vez mais, para ser um banco moderno, completo e inovador”, resumiu o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Vapt Vupt Mangalô realiza emissão de RG nos moldes do Mutirão Iris Rezende até o fim de semana

Entre terça-feira e sábado, unidade atenderá cidadãos que moram na região Noroeste, em continuidade à ação promovida pelo Governo de Goiás. Usuários agendados devem comparecer ao local

O governador Ronaldo Caiado anunciou, nesta segunda-feira (22/11), que a unidade do Vapt Vupt localizada na Avenida Mangalô, no setor Morada do Sol, vai realizar emissão de carteira de identidade aos cidadãos que residem na região. A ação é uma forma de estender o Mutirão Iris Rezende Governo de Goiás, possibilitando ampliar o número de pessoas beneficiadas na modalidade e que não conseguiram confeccionar o documento no final de semana. O posto de atendimento receberá esse público de terça (23/11) a sábado (27/11), sem necessidade de agendamento.

O volume de procura por emissão de registro geral, ou carteira de identidade, foi um dos maiores do evento. A alta demanda fez com que o governador determinasse que o serviço continue sendo prestado na unidade do Vapt Vupt da região até o fim da semana. “Algumas pessoas ali só tinham a certidão de nascimento e nada mais”, observou.

Os usuários que já haviam agendado atendimento para emissão de identidade podem comparecer na data e horário marcados, pois não haverá alteração no atendimento. A Secretaria de Estado da Administração (Sead) e a Polícia Civil aumentarão a capacidade para realização do serviço, assegurando que todos sejam contemplados sem contratempos.

Os cidadãos que buscarem o serviço na agência durante o período devem ter em mãos um comprovante de endereço atualizado (emitido nos últimos três meses), que confirme que a pessoa mora na região Noroeste da Capital, e também os documentos necessários para o atendimento. Para tirar a 1ª via, é preciso levar certidão de nascimento ou de casamento original (ou cópia autenticada) e os originais dos documentos opcionais. Além disso, é preciso ter um e-mail próprio.

Mais informações sobre certidões e documentos necessários para a emissão da carteira de identidade estão disponíveis no portal www.vaptvupt.go.gov.br

Secretaria de Estado da Administração – Governo de Goiás

Governo reduz para R$ 95,8 bilhões previsão de déficit para 2022

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MInistério da Economia na Esplanada dos Ministérios em Brasília

Gastos discricionários poderão ser aumentados em R$ 4,57 bi

A recuperação da economia e o crescimento da arrecadação fizeram a equipe econômica reduzir de R$ 139,4 bilhões para R$ 95,8 bilhões a previsão de déficit primário para 2021. A estimativa consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas, divulgado ontem (22) pelo Ministério da Economia.

Na comparação com o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), a previsão de déficit primário caiu de 1,6% para 1,1% do PIB. O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública.

O principal fator para a redução do déficit foi a melhoria das receitas, cuja estimativa foi aumentada em R$ 57,705 bilhões em relação ao relatório anterior, divulgado em setembro. Isso ocorre porque, pelas projeções oficiais do Ministério da Economia, mesmo com a previsão de crescimento do PIB tendo sido reduzida para 5,1% neste ano, a recuperação da economia aumenta a arrecadação.

Gastos não obrigatórios

Com o déficit menor, o governo poderá ampliar em R$ 4,574 bilhões os gastos discricionários (não obrigatórios) na reta final do ano. Segundo o Ministério da Economia, isso ocorrerá porque, além da entrada maior de recursos em caixa em 2021, o relatório reduziu, em R$ 514,8 milhões, as projeções de despesas obrigatórias.

Orçamento de 2021 foi totalmente desbloqueado em julho, mas os gastos discricionários podem continuar a ser ampliados por causa de restos a pagar (verbas empenhadas em anos anteriores). No total, as despesas serão elevadas em R$ 4,059 bilhões, reduzindo a folga no teto de gastos deste ano de R$ 9,203 bilhões para R$ 6,009 bilhões.

Receitas

Enviado a cada dois meses ao Congresso, o Relatório de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento. O documento baseia-se na previsão de parâmetros econômicos, no desempenho da arrecadação e nas estimativas de gastos para contingenciar (bloquear) ou liberar verbas.

Dos R$ 57,705 bilhões de elevação de receita, a maior parte, R$ 21,846 bilhões, veio das receitas administradas, que refletem a arrecadação federal e estão vinculadas à recuperação da economia. Em segundo lugar, estão os dividendos de estatais repassados ao Tesouro Nacional, com alta de R$ 17,754 bilhões. Além do maior lucro das estatais, essas receitas estão sendo influenciadas pelo fim das restrições à distribuição de dividendos (parcela do lucro repassada aos acionistas) que vigorou no ano passado, por causa da pandemia de covid-19.

Em terceiro lugar, está a arrecadação da Previdência Social, com alta de R$ 7,301 bilhões, impulsionada pela recuperação do emprego formal neste ano e pela reforma da Previdência, que aumentou o valor das contribuições para o regime previdenciário. Beneficiada pela alta recente na cotação internacional do petróleo, a arrecadação de royalties teve a previsão aumentada em R$ 6,051 bilhões.

Despesas

Do lado das despesas obrigatórias, cuja previsão foi diminuída em R$ 514,8 milhões, as principais quedas foram registradas no abono salarial e no seguro-desemprego (-R$ 1,612 bilhão) e nos gastos com pessoal e encargos sociais (-R$ 201,2 milhões). Em seguida, vêm os subsídios e as subvenções (-R$ 192,3 milhões) e a compensação do Tesouro à Previdência Social pela desoneração da folha (-R$ 135,1 milhões).

Esses gastos foram parcialmente compensados pela alta nas despesas obrigatórias com controle de fluxo (+R$ 1,419 bilhão) e pela complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), com alta de R$ 734,6 milhões. Os gastos com controle de fluxo englobam os programas sociais do governo.

Dívida pública

Em relação à Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), principal indicador usado para comparar o endividamento dos países, o relatório estima que União, estados, municípios e estatais terminarão 2021 devendo 81,7% do PIB. Caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios seja aprovada, o percentual subirá para 81,9%.

Além das estimativas para o Orçamento deste ano, a equipe econômica apresentou projeções para 2022. A DBGG deverá encerrar o próximo ano em 80,5% do PIB, caso a PEC dos Precatórios não seja aprovada, e em 81,7% do PIB, caso a proposta passe no Congresso. Em relação do déficit primário, o resultado negativo cairá de 1,1% em 2021 para 0,5% em 2022. Se a PEC for aprovada, subirá para 1,5% no próximo ano.

Edição: Valéria Aguiar

TSE inicia testes de segurança da urna eletrônica para eleição de 2022

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TSE – Tribunal Superior Eleitoral
Urna eletrônica

Investigadores tentarão executar panos de ataque a equipamentos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou ontem (22) o teste público de segurança (TPS) do sistema eletrônico das eleições de 2022. Até sexta-feira (26), 26 investigadores de diversas instituições vão tentar executar 29 planos de ataque aos equipamentos da urna eletrônica. O teste é um procedimento de praxe realizado desde 2009.

As tentativas de burlar o sistema de segurança ocorrem com a disponibilização do código-fonte, procedimento no qual o tribunal entrega aos participantes a chave da programação das máquinas que compõem a urna, como os componentes que realizam o recebimento, a transmissão e a apuração dos votos.

O plano de ataque prevê tentativas de violação do sigilo do voto, identificação de sinais eletromagnéticos a distância, captura de sinais elétricos nas entradas externas e identificação sonora das teclas pressionadas.

De acordo com o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, o tribunal abre o acesso ao código-fonte e permite a realização de planos de ataque para descobrir vulnerabilidades do sistema.

“Isso é o teste público de segurança. É nós aprimorarmos os sistemas mediante ataque de pessoas físicas, instituições, hackers do bem, que queiram tentar vulnerar as diferentes camadas de proteção do sistema. É uma parceria com a sociedade, não é um confronto”, explicou.

Segundo Barroso, se vulnerabilidades forem encontradas, serão corrigidas, e haverá um novo teste para verificar se o sistema continua vulnerável.

“Basicamente, é levar a sério a crítica e a vulnerabilidade e procurar corrigi-las”, afirmou Barroso.

A primeira fase dos procedimentos de checagem da segurança da votação foi em outubro deste ano, quando o TSE realizou uma cerimônia de abertura dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais.

Edição: Nádia Franco

Diretora da OMS diz que mundo está entrando em quarta onda de covid-19

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Vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis, afirma

O mundo está entrando em uma quarta onda da pandemia do novo coronavírus. A avaliação é da diretora-geral adjunta de acesso a medicamentos e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), a brasileira Mariângela Simão. Ela abordou a situação da pandemia em conferência na abertura no Congresso Brasileiro de Epidemiologia.

“Estamos vendo a ressurgência de casos de covid-19 na Europa. Tivemos nas últimas 24 horas mais de 440 mil novos casos confirmados. E isso que há subnotificação em vários continentes. O mundo está entrando em uma quarta onda, mas as regiões têm tido um comportamento diferente em relação à pandemia”, declarou Mariângela Simão.

Segundo ela, o vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis. Mas em razão da vacinação houve uma dissociação entre casos e mortes, pelo fato da vacinação ter reduzido os óbitos decorrentes da covid-19. Ela lembrou que a imunização reduz as hospitalizações mas não interrompe a transmissão.

A diretora avaliou que os novos picos na Europa se devem à abertura e flexibilização das medidas de distanciamento no verão, além do uso inconsistente de medidas de prevenção em países e regiões.

“O aumento da cobertura vacinal não influencia na higiene pessoal, mas tem associação com diminuição do uso de máscaras e distanciamento social. Além disso, há desinformação, mensagens contraditórias que são responsáveis por matar pessoas”, pontuou a diretora-geral adjunta da OMS.

Um problema grave, acrescentou, é a desigualdade no acesso às vacinas no mundo. “Foram aplicadas mais de 7,5 bilhões de doses. Em países de baixa renda, há menos de 5% das pessoas com pelo menos uma dose. Um dos fatores foi o fato de os produtores terem feito acordos bilaterais com países de alta renda e não estarem privilegiando vacinas para países de baixa renda”, analisou.

Outro obstáculo é a concentração em poucos países que dominam tecnologias utilizadas para a produção de vacinas, como o emprego do RNA mensageiro, como no caso do imunizante da Pfizer-BioNTech.

Mariângela Simão considera que o futuro da pandemia depende de uma série de fatores. O primeiro é a imunidade populacional, resultante da vacinação e da imunização natural. O segundo é o acesso a medicamentos. O terceiro é como irão se comportar as variantes de preocupação e do quão transmissíveis elas serão.

O quarto é a adoção de medidas sociais de saúde pública e a aderência da população a essas políticas. “Onde medidas de saúde pública são usadas de forma inconsistente os surtos continuarão a ocorrer em populações suscetíveis”, projetou.

A diretora da OMS defendeu que além das medidas de prevenção é preciso assegurar a equidade no acesso a vacinas, terapias e testagens. “É vacinas, mas não somente vacinas”, resumiu.

Américas e Brasil

Ao avaliar a situação das Américas e do Brasil, Mariângela Simão afirmou que as Américas vêm tendo um comportamento de transmissão comunitária continuada, com ondas repetidas.

Quanto ao Brasil, ela avaliou que o programa de vacinação está andando bem. Mas, a partir da situação na Europa, se mostrou receosa com o futuro da pandemia no Brasil pelas discussões em curso sobre o carnaval.

“Me preocupa quando vejo no Brasil a discussão sobre o Carnaval. É uma condição extremamente propícia para aumento da transmissão comunitária. Precisamos planejar as ações para 2022”, alertou.

Congresso

O Congresso Brasileiro de Epidemiologia teve início nesta segunda-feira (22) e irá até a sexta-feira (26). O evento é uma promoção da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e contará com diversas palestras, debates e apresentações de trabalhos científicos. Mais informações em https://zandaeventos.com.br/epi/index.php.

Edição: Aline Leal

Em novo recorde, Governo de Goiás executa reconstrução de 1.860 km de rodovias, com investimentos de R$ 342,6 milhões

Marca é alcançada na primeira semana de novembro. Obras geridas pela Goinfra englobam, ainda, sinalização de quase 3,8 mil quilômetros, com recursos da ordem de R$ 41 milhões. Todos os recursos são do Tesouro Estadual. “Não é asfalto de R$ 1,99, meia-boca, que uma chuva acaba, não. É pavimento bem estruturado, sinalizado e feito para durar”, destaca governador Ronaldo Caiado

O Governo de Goiás reconstruiu 1.860 quilômetros de rodovias em apenas 10 meses, com investimento de R$ 342,6 milhões, e implantou sinalização vertical e horizontal em outros quase 3,8 mil quilômetros de vias, com aplicação de R$ 41 milhões. Todos os recursos são do Tesouro Estadual que geram obras sob a gestão da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes. “Na Goinfra, o dinheiro é para fazer asfalto, estrutura básica que significa dignidade, trafegabilidade, segurança e mais desenvolvimento”, afirma governador Ronaldo Caiado, que exige padrão de excelência. “Não é asfalto de R$ 1,99, meia-boca, que uma chuva acaba, não. É pavimento bem estruturado, sinalizado e feito para durar”, pontua.

Com o programa Goiás em Movimento, em agosto, o governo estadual já havia batido um recorde na área de manutenção, com mil quilômetros de vias revitalizadas. Agora, quase dobrou esse número. “Executamos o maior programa de reconstrução de rodovias do Estado e da história desta Goinfra. Isso não sou eu quem fala, são os dados disponíveis no Portal da Transparência e para o Tribunal de Contas do Estado”, explica o presidente da Goinfra, Pedro Sales. Ele conta que o valor investido pela manutenção somente na recuperação de rodovias pavimentadas deve ultrapassar os R$ 440 milhões em 2021.

Apenas neste segundo semestre, o governo já concluiu mais de 800 quilômetros em dezenas de obras de reconstrução rodoviária. Foram executadas intervenções em várias regiões, com destaque para o Vale do Araguaia, Entorno do Distrito Federal e Centro goiano. E, apesar do início das chuvas no Estado, as frentes de serviço não pararam. Os trabalhos seguem em ritmo acelerado para entregar o máximo de malha viária revitalizada até o final do ano.

Neste último trimestre, o Governo de Goiás entregou obras estruturantes, como os dois trechos da GO-164, no Vale do Araguaia, entre São Miguel do Araguaia e Mundo Novo (15 quilômetros) e o trajeto de Mozarlândia a Nova Crixás (34,5 quilômetros). São duas rotas fundamentais para o escoamento da produção rural e para o turismo, pois levam ao Rio Araguaia. Antes, a Goinfra já havia concluído outros trajetos turísticos, como a GO-338, de Pirenópolis a Posse D’Abadia; a GO-213, do trevo de Caldas Novas ao trevo de Rio Quente; a GO-507, que leva da GO-213 até Rio Quente; e a GO-510, desde o entroncamento com a GO-507 até Cabanas do Rio Quente.

Há obras extensas, como a reconstrução dos 85 quilômetros da GO-139, de Vianópolis ao entroncamento com a GO-217, e os 44 quilômetros da GO-330, de Vianópolis a Orizona. “Eliminamos pontos críticos e gargalos produtivos, chegamos a regiões que estavam excluídas, pessoas que estavam esquecidas”, ressalta o presidente Pedro Sales sobre as obras executadas.

Sales cita a experiência com vistorias a frentes de serviços em municípios como Mara Rosa, Amaralina e Bonópolis, no Norte goiano. “É muito bonito ver o Estado chegar a esses lugares, e presenciar o entusiasmo dessas pessoas, muitos falam que nunca viram, em gestões passadas, uma máquina do governo chegar até ali.”

O Entorno do Distrito Federal, que já havia sido bastante beneficiado no primeiro semestre, recebeu mais obras, a maioria no perímetro urbano nos municípios de Luziânia, Mimoso, Formosa, Água Fria de Goiás e Padre Bernardo. “Antes havia muito buraco e era difícil para as pessoas irem trabalhar. Agora ficou excelente”, destaca a professora Karine Pereira sobre a obra na GO-547. “Isso mostra o compromisso com o crescimento do nosso Estado”, avalia José Antônio, outro residente do Entorno.

O Governo de Goiás ainda promoveu a reconstrução de rodovias no Centro e Norte goianos, como a GO-230, entre Itapuranga ao entroncamento com a GO-164 (38 quilômetros); a GO-480, entre Santa Isabel e Rialma (5 quilômetros); a GO-460, de São Patrício até a GO-334 (3 quilômetros) e a GO-241, de Estrela do Norte a Mutunópolis (10 quilômetros).

Estradas em leito natural
O Governo de Goiás também executa obras fundamentais para manter a trafegabilidade e segurança nas estradas não-pavimentadas do Estado, que representam cerca de 9 mil quilômetros do total de 21 mil quilômetros de extensão da malha rodoviária estadual. Dentro do eixo Manutenção do programa Goiás em Movimento, a Goinfra realizou, de janeiro ao final de outubro, serviços de melhoria viária em 2.200 quilômetros em vias de leito natural, com investimento de R$ 109 milhões.

Entre as rodovias contempladas estão a GO-156, do distrito de Auriverde a Crixás, e a GO-338, de Hidrolina ao distrito de Luzelândia, ambas no Norte goiano. Na Região Metropolitana de Goiânia, teve canteiro de obras na GO-219, entre Hidrolândia e o distrito de Nova Fátima. No Nordeste, destaque para serviços executados em trecho de 24 quilômetros da GO-116, próximo a Flores de Goiás; e na GO-236, do entroncamento com a BR-020 a Flores de Goiás.

Nas vias não pavimentadas, a Goinfra executa serviços como revestimento primário (cascalhamento), levantamento de greide e terraplanagem, que asseguram a trafegabilidade de veículos e caminhões. O trabalho facilita o escoamento da diversificada produção do setor agropecuário pelo interior do Estado, além do acesso a povoados e distritos. Também nessas estradas, a agência promove a construção de pontes de concreto armado em substituição a antigas passagens de madeiras.

Dentro do Eixo Pontes, a previsão da Diretoria de Manutenção é entregar 80 pontes de concreto, de 5 até 38 metros de extensão, até dezembro deste ano, a grande maioria nas rodovias não pavimentadas. A meta final é que esse número, em 2022, salte para 180 pontes inauguradas pelo Governo de Goiás por todo o Estado, incluindo as estruturas com extensões maiores, que são construídas pela Diretoria de Obras Rodoviárias. Neste início de novembro, já são quase 50 pontes finalizadas, algumas aguardando apenas a execução do encabeçamento para a liberação ao tráfego de veículos.

“Quase todas as pontes que estamos construindo atendem a reivindicações históricas da população goiana. São respostas a esperas de décadas”, calcula o presidente Pedro Sales. Um exemplo é a estrutura sobre o Rio Formiga, na GO-573, entre Mara Rosa e o entroncamento com a GO-239, nas proximidades do município de Amaralina, no Norte goiano. “A passagem muito antiga e danificada, que representava risco de acidentes aos usuários, foi substituída por uma ponte de 38 metros de extensão e 10 metros de largura, que, mais do que uma obra em concreto armado, é um grande reforço ao tráfego do transporte escolar e ao escoamento da produção agropecuária local”, pontua.

Em São João D’Aliança, o governo ergueu uma ponte de 30 metros de extensão sobre o Rio Ribeirão, como mais uma demonstração de confiança no crescimento de uma região historicamente negligenciada pelo poder público. “Construímos novos horizontes para o Nordeste de Goiás. Principalmente para as cidades que, por muitos anos, foram esquecidas pelo governo, mas, hoje, veem o desenvolvimento chegar por meio das nossas obras”, conclui Pedro Sales.

Fotos: Secom

O que é Síndrome dos Ovários Policísticos e como saber se você tem

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*Por Rodrigo Ferrarese

Também chamada de SOP, a Síndrome dos Ovários Policísticos é uma alteração hormonal comum nas mulheres durante a vida reprodutiva e traz consequências para o corpo e para a saúde da mulher tais como obesidade, alterações nos índices de colesterol, pressão alta e maior propensão ao diabetes. Ainda assim, o problema da síndrome não são os cistos em si e sim um desequilíbrio hormonal. Além disso, a doença também atrapalha a fertilidade por “bagunçar” a ovulação.

Também chamada de SOP, a Síndrome dos Ovários Policísticos é uma alteração hormonal comum nas mulheres durante a vida reprodutiva. Estima-se que esteja presente em cerca de 8% a 13% da população feminina.

Uma das confusões mais comuns que eu vejo no consultório é entre ovários policísticos e a Síndrome dos Ovários Policísticos. São coisas bem diferentes, no entanto, os nomes parecidos podem enlouquecer uma paciente desatenta.

O cisto simples (também chamado de cisto folicular ou folículos antrais), visto na ultrassonografia, nada mais é do que o “ovinho” que vai fazer a paciente ovular e depois engravidar (caso ela queira engravidar, claro).

Quando é jovem, a paciente possui bastante folículos, que vão diminuindo em quantidade até ela chegar à menopausa, quando o “estoque de ovinhos” acaba. Por isso, é bastante comum que uma paciente jovem se depare com um quadro de ovário policístico quando faz ultrassom. Esses ovários micropolicísticos, que às vezes aparecem no laudo, nada mais são do que cistos pequenos – completamente comuns.

Quais os sintomas da Síndrome dos Ovários Policísticos?

Na SOP, os hormônios sexuais e a insulina ficam todos bagunçados, podendo levar a vários sintomas, como irregularidade menstrual e excesso de pelos.

Essa alteração hormonal pode fazer com que não ocorra a ovulação e, consequentemente, há irregularidade menstrual ou falta de menstruação. Ter alterações em alguns ciclos faz parte da vida da mulher, mas na SOP é comum ficar meses sem menstruar.

No entanto, para podermos afirmar que essa irregularidade faz parte da SOP, é necessário considerar um desses critérios:

Entre o primeiro e terceiro ano após a primeira menstruação, se os intervalos entre os ciclos forem menores que 21 dias ou maiores que 45 dias;

Após três anos da primeira menstruação, se os intervalos forem menores que 21 dias ou maiores que 35 dias, em pelo menos 8 ciclos menstruais

Toda vez que ocorrer um atraso menstrual maior que 90 dias.

Há também aumento de hormônios “masculinos”, principalmente a testosterona. Por isso, pacientes com Síndrome dos Ovários Policísticos frequentemente apresentam excesso de pelo no rosto e no corpo, oleosidade de pele e cabelos e acne.

A alteração no metabolismo da insulina pode ajudar a desenvolver obesidade, diabetes e a acantose nigricans, manchas escuras e aveludadas em áreas de dobras, como axilas, virilhas e pescoço.

Como saber se a mulher tem Síndrome dos Ovários Policísticos?

De acordo com o consenso médico mais atual, para ter o diagnóstico de SOP é preciso apresentar dois dos critérios abaixo:

Menstruação irregular ou não menstruar;

Ovários de aspecto policístico na ultrassonografia. Durante o exame é preciso ter mais de 20 folículos ou o volume ovariano deve ser maior que 10 cm³. E só vale para ultrassonografias transvaginais feitas após oito anos desde a primeira menstruação. Afinal, como explicado acima, é normal que pacientes jovens tenham ovários policísticos.

Sinais de excesso de hormônio masculino detectado clinicamente ou através de exames de sangue. Para a dosagem destes hormônios, o ideal é colher entre o primeiro e quinto dia do ciclo menstrual, na ausência de uso de pílulas ou outro hormônio.

Quem tem Síndrome dos Ovários Policísticos pode engravidar?

Como a paciente não ovula, é comum que tenha dificuldade para engravidar. Aliás, quando consideramos a infertilidade por fator hormonal, a Síndrome dos Ovários Policísticos é a causa presente mais comum.

Vale dizer, no entanto, que, com um tratamento adequado, a mulher pode, sim, engravidar. Esse tratamento varia de caso a caso.

Qual o tratamento para a Síndrome dos Ovários Policísticos?

O tratamento depende dos sintomas que a paciente apresenta, uma vez que cada paciente tem queixas diferentes e com intensidades distintas. Por isso, o tratamento tem que ser individualizado.

É importante entender que, independentemente do tratamento escolhido, ele atuará apenas amenizando os sintomas – a SOP não tem cura. Além disso, o tratamento é demorado e leva algumas semanas para mostrar algum resultado.

O que, por outro lado, podemos recomendar como um auxílio para qualquer paciente com SOP é incorporar uma rotina de atividade física, além de prezar por uma alimentação saudável, com restrição de açúcar refinado e de farinhas brancas. Nas pacientes obesas, perder 5% do peso já traz um benefício grande para a regulação hormonal!

Por fim, as pílulas anticoncepcionais podem ser utilizadas como tratamento porque diminuem o nível de hormônio masculino e atenuam sintomas como acne, excesso de pelo e oleosidade da pele – mas somente para aquelas mulheres que não desejam engravidar.

Sobre Dr. Rodrigo Ferrarese

O especialista é formado pela Universidade São Francisco, em Bragança Paulista. Fez residência médica em São Paulo, em ginecologia e obstetrícia no Hospital do Servidor Público Estadual. Atua em cirurgias ginecológicas, cirurgias vaginais, uroginecologia, videocirurgias, cistos, endometriose, histeroscopias, pólipos, miomas, doenças do trato genital inferior (HPV), estética genital (laser, radiofrequência, peeling, ninfoplastia), uroginecologia (bexiga caída, prolapso genital, incontinência urinaria) e hormonal (implantes hormonais, chip de beleza, menstruação, pílulas, DIU…).  Mais informações podem ser obtidas pelo perfil @dr.rodrigoferrarese ou  pelo site https://drrodrigoferrarese.com.br/

Moraes derruba decisão sobre quebra de sigilo de presidente Bolsonaro

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Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal – STF

Moraes argumentou que CPI extrapolou os limites investigatórios

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes suspendeu a decisão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia que determinou a quebra do sigilo telemático do presidente Jair Bolsonaro. Moraes deferiu um mandado de segurança apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) após a aprovação do requerimento da CPI, que ocorreu em outubro. A decisão divulgada hoje (22) foi assinada na sexta-feira (19). 

“Defiro o pedido liminar para suspender as determinações constantes na aprovação, pela Comissão Parlamentar de Inquérito, do Requerimento 1.587/2021. Dê-se vista dos autos à Procuradoria-Geral da República para oferecimento de parecer, no prazo de 15 dias. Publique-se”, decidiu o ministro.

Na decisão, Moraes também argumentou que a CPI extrapolou os limites investigatórios.

“O ato coator acabou por extrapolar os limites constitucionais investigatórios de que dotada a CPI ao aprovar requerimento de quebra e transmissão de sigilo telemático do impetrante, entre outras determinações, sem que tenha apresentado fundamentação a demonstrar sua própria efetividade em relação ao fim almejado pela comissão parlamentar, que já havia encerrado sua investigação, inclusive com a elaboração do relatório final”, concluiu.

No requerimento, a CPI solicitou ao Google, Facebook e Twitter que forneçam uma série de informações das contas oficiais do presidente, além do pedido de suspensão de acesso às contas.

Edição: Aline Leal

“Números superam expectativas e extrapolam qualquer projeção”, diz Caiado ao fazer balanço do Mutirão Iris Rezende Governo de Goiás, realizado na Região Noroeste de Goiânia

Primeira iniciativa alcança 70 mil atendimentos oferecidos a um público estimado de 55 mil pessoas.

Pesquisa da Controladoria-Geral do Estado (CGE) mostra que 98% dos consultados aprovam evento, e 89% dão nota acima de oito para forma como foram recebidos. “Ao trabalhar mais perto do povo, se faz um diagnóstico preciso, sem teses de gabinete”, diz governador ao confirmar para dias 11 e 12 de dezembro edição no Bairro Independência, em Aparecida de Goiânia, e ao anunciar realização de dois eventos por mês

O governador Ronaldo Caiado falou à imprensa, na manhã desta segunda-feira (22/11), em coletiva realizada no Salão Dona Gercina Borges, para fazer um balanço da primeira edição do Mutirão Iris Rezende Governo de Goiás, realizado na Região Noroeste de Goiânia. “O evento superou as nossas expectativas e das pessoas que procuraram atendimento. Os dados extrapolaram qualquer projeção que havia sido feita inicialmente. Todas as pessoas que acompanharam o mutirão, e que já haviam participado de outros, disseram que o fluxo foi algo jamais visto”, disse Caiado.

Em dois dias de programação, 55 mil pessoas procuraram por serviços, e foram realizados 70 mil atendimentos. A próxima edição está confirmada para os dias 11 e 12 de dezembro no Bairro Independência, em Aparecida de Goiânia. A previsão é de que sejam realizadas duas edições por mês. Após a região Metropolitana, a ação deve chegar ao Entorno do Distrito Federal e as demais regiões do Estado.

Além do recorde de atendimentos e de público, a aprovação por parte dos usuários foi considerada positiva. De acordo com pesquisa realizada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), 98% das pessoas ouvidas afirmaram que gostaram da realização do mutirão; 88% encontraram o serviço que procuravam; 94% gostariam de novas edições realizadas pelo Governo de Goiás; 67% deram nota 10 para o atendimento, 12% nota nove e 10%, nota oito. Foram ouvidas 262 participantes.

O governador revelou que, por ter acompanhado diariamente a evolução do quadro de saúde do ex-governador e ex-prefeito Iris Rezende, que apresentou vários momentos de melhoras durante os 90 dias de internação, teve a ideia de recebê-lo em Goiás com um Mutirão. “Conversei com meus secretários e assessores de governo para projetar o evento e pedi aos familiares, à Dona Iris, Ana Paula, Adriana autorização para que eu pudesse promovê-lo, ali foi o início dos mutirões do Iris. Infelizmente, ele não pôde comparecer diretamente, mas tenho certeza de que ele, lá de cima, ficou alegre ao ver que nós nos dedicamos de corpo inteiro para que fosse um sucesso”, disse.

O governador deu destaque às entregas de obras de saneamento na região, que receberam investimentos do Governo de Goiás no valor de R$ 50 milhões; ao programa Mães de Goiás, que beneficiou 3 mil mulheres com o cartão que garante, mensalmente, R$ 250 para alimentação dos filhos entre zero a seis anos de idade; e, também, aos mais de mil atendimentos feitos pela Agência Goiana de Habitação (Agehab), que fez a entrega de 674 escrituras e coleta de 332 assinaturas nos documentos de suas moradias, que depois serão encaminhadas pela agência para registro em cartório antes da entrega definitiva. “Essas famílias esperavam, em média, há mais de 20 anos pela escritura. Em um dos casos, há 35 anos”, disse Caiado.

Sobre a entrega dos cartões do Mães de Goiás, o governador ressaltou que o programa social cumpriu o objetivo de fazer com que a necessidade imediata, que é a alimentação das crianças, chegasse com rapidez a essas famílias. “Gostaria de ter gravado todos os depoimentos das mães que se dirigiam a mim para falar da importância de terem recebido aquele cartão. São depoimentos maravilhosos: ‘Governador, nunca imaginei, mas meu filho agora vai poder ter alimentação correta, terei essa segurança para a alimentação dos meus filhos’”, disse.

O volume de procura por emissão de Registro Geral, ou Carteira de Identidade, foi um dos maiores e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) emitiu aproximadamente 300 unidades. A alta demanda fez com que o governador determinasse que o serviço continue sendo prestado na unidade do Vapt Vupt da Avenida Mangalô durante toda esta semana. “Algumas pessoas ali só tinham a Certidão de Nascimento e nada mais”, observou.

Evolução permanente
Caiado ressaltou que, assim como a primeira edição, todas as demais vão servir como termômetro para o governo adequar suas ações. Segundo ele, este é um dos benefícios de os governos estarem em constante contato com a população. “Ao trabalhar mais perto do povo, se traz um diagnóstico mais preciso, sem teses de gabinete. Se vê a demanda real e aumenta a chance de acerto em 99%”, afirmou

O governador detalhou os números de atendimentos realizados pelos órgãos estaduais e parceiros, como os Totens do programa Expresso, plataforma de atendimento digital do Estado, que contabilizou aproximadamente 200 cidadãos acessando os mais de 20 serviços disponíveis. Na Saúde, mais de 150 trabalhadores foram mobilizados em cada dia do Mutirão, entre médicos, biomédicos, enfermeiros e administrativos. Os atendimentos realizados em seis consultórios de oftalmologia alcançaram a marca de 1.370. As equipes também aplicaram vacina contra a Covid-19 em 429 pessoas.

Fotos: Hegon Corrêa
Secretaria de Comunicação — Governo de Goiás