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OMS diz que é cedo para estabelecer se Ômicron tem maior gravidade

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Variante já foi detectada em 57 países

A variante Ômicron já foi detectada em 57 países, no entanto mais de 99% dos casos de covid-19 continuam a ser causados pela Delta. Embora a nova cepa do coronavírus esteja se disseminando rapidamente pela África do Sul, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que ainda é cedo para tirar conclusões sobre a sua transmissibilidade ou o impacto no combate à pandemia em nível global.

Na África do Sul, onde a Ômicron foi registrada pela primeira vez, a incidência continua a aumentar, tendo sido notificados 62.021 novos casos entre 29 de novembro e 5 de dezembro – um aumento de 111% em relação à semana anterior, de acordo com o último relatório epidemiológico da OMS. Até agora, segundo o mesmo documento, já foram detectados casos da variante em 57 países.

“Considerando, no entanto, a circulação predominante da variante Delta em muitos países, particularmente na Europa e nos Estados Unidos, é muito cedo para tirar qualquer conclusão sobre o impacto que a Ômicron terá na epidemiologia global de covid-19”, esclarecem os especialistas no relatório divulgado nessa quarta-feira (8), antes de entrevista coletiova da OMS.

O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças estima que essa variante mais recente se torne dominante na Europa nos próximos meses. Porém, os especialistas consideram que é necessária mais informação para verificar se a Ômicron é mais infeciosa do que as outras estirpes ou se as vacinas poderão ser menos eficazes.

“Embora pareça haver provas de que a variante Ómicron pode ter uma vantagem de crescimento sobre outras em circulação, não se sabe se isso significa que tem maior transmissibilidade”, acrescenta o relatório.

Impacto

Na entrevista coletiva de ontem, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, pediu o compartilhamento de informação das autoridades nacionais com a comunidade internacional relativas à Ômicron, para melhor acompanhamento, lembrando que os dados que existem e a informação que se conhece são preliminares e que é muito cedo para conclusões sólidas em relação à variante.

“Dados preliminares da África do Sul sugerem um risco de reinfeção mais elevado com a Ômicron, mas são necessários mais dados para tirar conclusões sólidas. Existem também elementos que fazem pensar que a Ômicron provoca sintomas menos graves do que a Delta, mas também aqui é ainda demasiado cedo para haver certeza”, afirmou.

O diretor-geral da OMS admitiu que a Ômicron “pode ter grande impacto no desenvolvimento da pandemia”, mas insistiu que é cedo para conclusões definitivas sobre a eficácia das vacinas atuais contra a covid-19 em relação à nova variante, assim como sobre os tratamentos, a transmissibilidade e outros fatores.

“Temos de perceber bem se a variante Ômicron pode substituir a Delta e, por isso, pedimos aos países que aumentem a vigilância, os testes e a sequenciação genética”, insistiu.

De acordo com o documento, nos últimos 60 dias, dos 900 mil casos analisados pela rede global de laboratórios Gisaid (umas das redes de análise do SARS-CoV-2 com que trabalha a OMS), mais de 99% continuam a ser causados pela variante Delta e apenas 713 (0,1 por cento) pela Ômicron. No entanto, em uma semana, os casos de Ômicron detectados pela rede Gisaid passaram de 14 para os atuais 713.

Além disso, a Ómicron já supera os casos de outras variantes detectadas anteriormente, como a Alfa ou a Gama.

Internações

Na África do Sul, foi registrado aumento de 82% nas internações por covid-19 durante a semana até 4 de dezembro, mas ainda não se determinou quantos desses casos foram causados pela Ômicron. Os especialistas estimam que entre 60% e 80% da população sul-africana já foram infectada pela nova cepa do coronavírus, estando vacinados apenas cerca de 35%.

Os dados ainda não são suficientes para concluir se essa estirpe poderá provocar doença mais grave, mas dos 212 casos confirmados em 6 de dezembro na União Europeia, todos foram classificados como assintomáticos ou leves.

A OMS considera que “mesmo que a gravidade seja igual ou potencialmente menor do que a da Delta, prevê-se que as internações aumentem se mais pessoas forem infectadas”.

“É preciso ter mais informação para compreender totalmente o quadro clínico das pessoas infectadas com a Ômicron”, adianta o relatório.

Na semana passada, a OMS informou que dados preliminares sugeriam que as mutações da Ômicron podem reduzir a capacidade de proteção imunitária em pessoas recuperadas ou vacinadas contra uma reinfeção. No entanto, ainda não há informação suficiente para essa conclusão.

A farmacêutica Pfizer divulgou resultados preliminares de um estudo que sugere que duas doses de sua vacina contra a covid-19 são eficientes para neutralizar a variante, mas que são necessárias três doses para uma inoculação eficaz.

A Deborah Cromer, investigadora do Insitituto Kirby da Universidade de Nova Gales do Sul, afirmou ao The Guardian que há “dados preliminares que indicam quebra na imunidade contra a Ômicron”, de acordo com análises do sangue de pessoas que recuperaram da covid-19 ou que já foram vacinadas.

“Todos os estudos mostram menos imunidade contra a Ômicron do que contra a estirpe original do coronavírus, no entanto, as quedas registadas variam muito”, disse. “Os resultados que obtivemos, até agora, da imunidade das pessoas contra a nova cepa variam de metade a um quadragésimo da imunidade presente contra a estirpe original”.

Por isso, os especialistas acreditam que é necessário um reforço na imunidade para garantir mais proteção contra a variante.

O secretário-geral da OMS reafirmou também, ontem, a necessidade de acelerar a vacinação contra a covid-19 da população de maior risco.

“Se os países esperarem seus hospitais começarem a ficar cheios, será demasiado tarde, temos de agir já”.

A variante Ômicron, classificada como “preocupante” pela Organização Mundial da Saúde, foi detectada na África Austral e desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, em 24 de novembro, foram notificadas infeções em vários países de todos os continentes.

Dose de reforço para quem tomou vacina Janssen começa sexta (10)

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Quem recebeu a dose única até 30 de junho já pode comparecer aos postos de imunização

Começa nesta sexta-feira (10) a aplicação da dose de reforço da Janssen para quem foi vacinado com o imunizante dessa marca. Podem comparecer aos postos, a serem informados a partir da quinta-feira (9) pelo site da Secretaria de Saúde, quem recebeu a dose única até 30 de junho. É preciso levar documento oficial de identificação com foto e o cartão de vacinação.

O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, informou que, nesta quarta-feira (8), foram recebidas 10.250 doses enviadas pelo Ministério da Saúde para o início da nova etapa. “As vacinas foram aplicadas gradativamente, e as 10 mil doses de reforço que chegaram vão atender a essa lógica”, explicou.

Ao todo, o Distrito Federal aplicou 58.362 doses da Janssen, com priorização de determinados grupos, como trabalhadores da rede pública de ensino, população privada de liberdade, catadores de materiais recicláveis e população em situação de rua. Esse público deve receber a dose de reforço da Janssen nos próximos meses.Já quem tomou a segunda dose da CoronaVac, Pfizer-BioNTech e AstraZeneca há cinco meses completos pode procurar, a qualquer momento, os locais de vacinação atualizados diariamente no site da Secretaria de Saúde para receber a dose de reforço. Quem não tomou a primeira ou precisa tomar a segunda dose também deve ir aos locais de vacinação.

*Com informações da Secretaria de Saúde

DF| Mais de 500 chances de arranjar emprego nesta quinta-feira (9)

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Auxiliar de logística é a profissão com maior número de oportunidades, seguida de vendedores e balconistas

Eletromecânico de manutenção de elevadores, impressor serigráfico, lubrificador auxiliar mecânico, operador de grua e técnico em eletromecânica são apenas algumas das profissões com vagas de emprego abertas nas agências do trabalhador, nesta quinta-feira (9). As oportunidades citadas oferecem salários de R$ 1.155 até R$ 1.975,60, mais benefícios.

Para se candidatar a qualquer uma das vagas, a pessoa pode procurar uma das 14 agências do trabalhador no DF ou usar o aplicativo Sine Fácil

Mas as profissões com mais vagas abertas são auxiliar de logística (100), açougueiro (26), ajudante de carga e descarga (15), balconista (30), auxiliar de limpeza (23), chapista de lanchonete (15), costureira de reparação (30), operador de telemarketing (30), repositor em supermercados (20) e vendedores (44). Os contratados para essas áreas poderão receber entre R$ 1,1 mil e R$ 1.633, mais benefícios.

A construção civil ainda segue contratando. Nesta quinta, são cinco vagas para serralheiros e ajudantes, seis para pedreiros e auxiliares, uma para eletricista e três para pintores. Os salários são de R$ 60 ao dia até R$ 2 mil mensais, mais benefícios.

Ao todo, são 506 vagas de emprego abertas. Para se candidatar a qualquer uma delas, a pessoa pode procurar uma das 14 agências do trabalhador no DF de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, ou usar o aplicativo Sine Fácil. Mesmo que o candidato não se encaixe em um dos perfis das vagas disponibilizadas no dia, o sistema poderá cruzar informações e encontrar uma oportunidade de acordo com as especificações do currículo.

Empreendedores que desejam oferecer vagas ou buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria do Trabalho.

A secretaria também disponibiliza o número de telefone para atendimento em caso de dúvidas referentes a qualquer um dos serviços prestados pela pasta, responsável pelas agências do trabalhador: (61) 99209-1135.

Mulheres no Comando – a primeira plataforma de desenvolvimento de lideranças femininas do Brasil

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Segundo a pesquisa “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, divulgada pelo IBGE no primeiro semestre deste ano, o número de mulheres em cargos de liderança no Brasil reduziu. Apesar de mais anos na escola, elas ocupavam 37,4% dos cargos gerenciais e recebiam apenas 77,7% do rendimento dos homens em 2019, o que significa um retrocesso se comparado à pesquisa anterior, publicada em 2018, com dados de 2016, quando as mulheres ocupavam 39,1% desses postos de trabalho, enquanto os homens preenchiam 60,9% das vagas.

É por causa de números como esses, que surgiu, no início de 2020, a edtech Mulheres no Comando, uma startup de tecnologia que tem como propósito fazer com que mais mulheres cheguem a posições de liderança e alto comando dentro das empresas. “Queremos reduzir as distâncias entre homens e mulheres nesses cargos o mais rápido possível, e acreditamos que o caminho da equidade e da inclusão são fundamentais para a sociedade e para as empresas”, afirma Jéssica Paraguassu, idealizadora da iniciativa.

A edtech funciona como uma plataforma de desenvolvimento de lideranças femininas, na qual as assinantes pagam mensalmente um valor acessível, e desfrutam de conteúdos exclusivos, trilhas de liderança, mais de 200 horas de conteúdo gravado por tema, além de mentorias individuais e coletivas com as maiores líderes femininas do mercado brasileiro. As participantes têm acesso, ainda, a uma comunidade exclusiva, eventos de networking e jornadas de desenvolvimento com foco em soft skills e mapeamento de dores. “Também fazemos projetos personalizados dentro das empresas para formação de lideranças femininas, desenvolvimento de movimentos de inclusão para redução a médio e longo prazo dos níveis de desigualdade em altos cargos”, explica Jéssica.

Apesar do pouco tempo de fundação, o Mulheres no Comando já impactou mais de um milhão de pessoas e planeja expandir ainda mais esse número, através da busca pela minimização dos obstáculos enfrentados pelas mulheres em um mercado de trabalho sexista. “A maior parte dos cursos e especializações são sexistas, com uma visão masculinizada e excludente, ou seja, não servem para as mulheres. Como falar, por exemplo, de comunicação assertiva se quando uma mulher usa a ferramenta, é chamada de agressiva e mandona? Existe um gap gigante e estrutural no mercado. Nenhuma outra plataforma consegue oferecer networking seguro, mentoria de carreira e conteúdo personalizado para essa mulher como a Mulheres no Comando faz”, conclui a fundadora da plataforma.

Expansão

Até o final deste ano, Jéssica Paraguassu pretende tornar o Mulheres no Comando a plataforma referência em desenvolvimento profissional feminino. A médio prazo, os planos são internacionais. “A dor que resolvemos é global, e já temos assinantes de outros países na América Latina. A Longo prazo acredito que podemos nos tornar um HUB de soluções pensadas para mulheres, em que teremos capital para investir em outras iniciativas fundadas por mulheres e adquirir empresas que façam sentido para nosso portfólio”, pontua a empreendedora.

Mais sobre Jéssica Paraguassu

Mentora da Associação Brasileira de Startups e palestrante de grandes empresas e eventos relacionados à pauta de equidade de gênero no mercado corporativo, Jéssica é empreendedora desde os vinte anos, e possui oito anos de experiência em estratégia de vendas e escala de negócios digitais.

Graduada em Relações Internacionais pela Universidade La Salle, pós graduada em Gestão de Negócios pela IBMEC-RJ e Neurociência e Comportamento pela PUCRS, a fluminense de Volta Redonda herdou da família o perfil empreendedor.

“Já fui funcionária de várias empresas, nunca deu certo porque sentia que eu não me encaixava nos lugares. Eu queria mudar as coisas, fazer do meu jeito e nem sempre era bem vindo, sempre fui muito criativa e impetuosa, por isso empreender para mim é quase uma necessidade”, explica a CEO de Mulheres no Comando, também ganhadora de prêmios como o Startup Weekend BH.

 

SERVIÇO – MULHERES NO COMANDO

Site: www.mulheresnocomando.com/

Instagram: @mulheresnocomandosp

Facebook: www.facebook.com/mulheresnocomandosp/

No dia do arquiteto, especialista em espaços integrados mostra que o cobogó é a aposta ideal para os ambientes residenciais

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Celebrado no próximo dia 15, o Dia do Arquiteto é a data ideal para que os moradores da Capital Federal saibam quais as tendências no mundo arquitetônico no quesito ambientes residenciais

Elementos arquitetônicos harmoniosos trazem charme, sofisticação e elegância para as construções residenciais. Para celebrar o dia do arquiteto, no próximo dia 15, a arquiteta Taíza Braga, que atua em projetos arquitetônicos e de Interiores residenciais e comerciais, com foco em conforto e funcionalidade, traz orientações de um elemento moderno e que pode ser considerado uma tendência no universo arquitetônico: o cobogó. “De forma leve e natural, a divisória de cobogós permite trazer luz natural e ventilação ao ambiente, sem perder a privacidade.”, explica a arquiteta.

Historicamente, o cobogó surgiu na década de 1920, em Recife, e teve seu nome oriundo da junção da primeira sílaba dos sobrenomes de seus criadores. São um legado da cultura árabe, baseado nos muxarabis – construídos em madeira, e geralmente, eram utilizados para fechar parcialmente os ambientes internos.

Construídos primeiramente em cimento, a partir da década de 50, passaram a ser produzidos com a matéria prima argila e vidro. Além de gerar uma ventilação, o cobogó traz o ar de modernidade e uma luminosidade natural.

Na Capital Federal, por exemplo, a Biblioteca Nacional de Brasília, de Oscar Niemeyer, é um exemplo clássico de uma construção elaborada com o uso do cobogó.

Outro exemplo clássico, são os prédios residenciais criados em tijolinhos furados que mostram como o cobogó é uma aposta arquitetônica presente na cidade. No Plano Piloto, por exemplo, a grande maioria dos prédios possui essa estrutura com cobogó.

O elemento continua sendo uma tendência e é a sugestão da arquiteta Taíza Braga, que explica que além da função estética, seu uso atende a várias premissas da arquitetura sustentável, como ventilação e iluminação natural.

Crédito da foto da fachada: @evertonl.lopes

Serviço: No dia do arquiteto, especialista em espaços integrados mostra que o cobogó é a aposta ideal para os ambientes residenciais
Taíza Braga – é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC de Goiás e especialista em Arquitetura da Saúde pela UCB.
Atua nas áreas de projeto Arquitetônico e de Interiores residenciais e comerciais, com foco em conforto e funcionalidade
Telefone: (61) 9903 1185
IG: https://instagram.com/taizabraga.arquiteta?utm_medium=copy_link

Revista Justiça & Cidadania – Edição de dezembro

Na Revista Justiça & Cidadania, de dezembro, edição 256 , confira a matéria de capa o artigo do presidente do TRF2, desembargador Federal Messod Azulay Neto, em artigo sobre o uso das chamadas “tecnologias disruptivas” no Poder Judiciário nacional: “Estaríamos caminhando para decisões judiciais “inteligentes”, sem a participação de um juiz? Este futuro é viável, é promissor e desejável ou é limitador e violaria garantias fundamentais?”.

Na sequência, leia a entrevista em que o magistrado faz um balanço de seus primeiros meses no cargo, fala sobre as medidas em implantação – com destaque para o projeto de IA Intelligentia – e comenta outros temas relevantes, como a expectativa para a chegada da tecnologia 5G ao País.

Em outra entrevista, a nova ouvidora nacional de Justiça, desembargadora do Trabalho Tânia Reckziegel, fala sobre seus planos para, a partir do papel central de articulação do CNJ, contribuir para o aprimoramento das ouvidorias de justiça em todo o Brasil.

Na cobertura de eventos jurídicos promovidos ou apoiados pela Revista Justiça & Cidadania, confira tudo sobre o III Encontro de Cortes Superiores Brasil-Espanha, em Madrid, a quarta edição do Encontro Jurídico de Seguros, em ambiente 100% digital, a comemoração dos 11 anos de unificação do Exame de Ordem e a entrega do Prêmio Patrícia Acioli de Direitos Humanos – ambos no Rio de Janeiro.

No Espaço OAB, leia o artigo do presidente da Comissão Especial de Precatórios do Conselho Federal da OAB, Eduardo de Souza Gouvêa, critica a PEC 23, mas aponta saídas para o impasse dos precatórios.

E no Espaço AASP, o texto assinado pelo diretor Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, que fala sobre a “crise da sociedade do trabalho”.

Leia ainda artigos de opinião de magistrados de renome, como o ministro do TST Ives Gandra Martins e a juíza Federal Katia Lazarano Roncada, sobre temas candentes de diferentes áreas do Direito.

Copom aumenta taxa básica de juros para 9,25% ao ano

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Banco Central

Esta é a sétima alta consecutiva

Com o aumento da inflação, o Banco Central fez mais um ajuste nos juros básicos para tentar segurar a alta dos preços. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou hoje (8) a taxa básica de juros, a Selic, de 7,75% para 9,25% ao ano. A decisão era esperada por analistas do mercado financeiro.

Esse foi o sétimo reajuste consecutivo na taxa Selic, depois de passar seis anos sem elevação. De março a junho, o Copom elevou a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Na última reunião, em outubro, o reajuste chegou a 1,25 ponto percentual.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em outubro, o índice ficou em 1,25%, o maior para o mês desde 2002 (1,31%). Em 12 meses, o IPCA chegou a 10,67%.

Para o mercado financeiro, o IPCA deve chegar a 10,18%, neste ano. Tanto o resultado em 12 meses quanto a previsão para o ano estão acima do teto da meta de inflação para o ano. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação em 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite superior é 5,25% e o inferior, 2,25%.

Crédito mais caro

A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Arte/Agência Brasil

Assinado convênio para implantação do Centro Nacional de Vacinas

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Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga durante visita na linha de produção de vacinas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro

Centro funcionará em parceria com a UFMG, Finep e o governo de MGO Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) assinou hoje (8) um convênio para implantação do Centro Nacional de Vacinas, que funcionará em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o governo do estado de Minas Gerais. O convênio coloca em prática o protocolo de intenções assinado em setembro deste ano.

No centro, será possível realizar os testes de vacinas contra a covid-19 produzidas com tecnologia nacional e desenvolvidas por pesquisadores de universidades públicas. A estrutura possibilitará ainda o contato contínuo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em busca do cumprimento das etapas do processo de pesquisa e o alinhamento com os procedimentos de produção de mercado.

De acordo com o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, o Brasil não pode ser totalmente dependente de países estrangeiros nas áreas de tecnologia e saúde. Segundo Pontes, o centro será capaz de colocar em prática os trabalhos científicos e ser a ligação entre o ambiente acadêmico e o mercado.

“É um ponto de inflexão na história do nosso país. É o que vai transformar o Brasil em independência com relação à vacina. Nenhum país pode querer vender para a gente, mas a gente vai conseguir fazer aqui e vender para os outros, alimentar os países no nosso continente e outros continentes. A gente tem o conhecimento, mas levar esse conhecimento a se transformar em um produto, numa vacina, é um caminho longo, e o nosso ministério tem feito essa conexão”, disse.

A assinatura do convênio ocorre durante a 18ª Semana Nacional de Tecnologia, que está sendo realizada em Brasília até o dia 10 de dezembro.

Governador Ibaneis prestigia pré-candidatura do MDB

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A senadora Simone Tebet foi lançada pelo partido para concorrer à Presidência da República em 2022

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, participou, na manhã desta quarta-feira (8), em um hotel de Brasília, do lançamento da pré-candidatura da senadora Simone Tebet à Presidência da República pelo MDB. Ao lado de outras lideranças do partido, do qual também é filiado, Ibaneis destacou a importância da emedebista na cena política do país e sua contribuição no Congresso Nacional.

Filha do ex-governador, ex-ministro da Integração Nacional e ex-presidente do Senado Federal Ramez Tebet, a senadora está no mandato desde 2015. Antes, foi vice-governadora do Mato Grosso do Sul.

“Essa candidatura de uma mulher firme como a Simone nos deixa muito feliz dentro do MDB. Para a nossa renovação, para aquilo que trabalhamos dentro do partido, é muito importante”Governador Ibaneis Rocha

De acordo com Ibaneis, a parlamentar, tida como uma das vozes mais atuantes e ativas do Senado, é uma mulher séria, trabalhadora, com posições contundentes, principalmente no que diz respeito ao combate à corrupção. “E essa candidatura de uma mulher firme como a Simone nos deixa muito feliz dentro do MDB. Para a nossa renovação, para aquilo que trabalhamos dentro do partido, é muito importante.”

Participaram do lançamento da pré-candidatura emedebista, além do governador, o presidente do MDB nacional, deputado federal Baleia Rossi; o governador do Pará, Helder Barbalho; o presidente do MDB no DF e da Câmara Legislativa, Rafael Prudente; o presidente de honra do partido, Tadeu Filippelli; e as secretárias da Mulher, Ericka Filippelli; e de Turismo, Vanessa Mendonça, entre outras autoridades.

 

 

Caiado anuncia antecipação da folha salarial dos servidores públicos para 23 de dezembro

Dinheiro estará na conta corrente dos colaboradores antes do Natal. Vencimentos totalizam R$ 1,5 bilhão em valor bruto, destinados a 160 mil funcionários da ativa, aposentados e pensionistas.

“Nossa gestão tem responsabilidade fiscal e aplica os recursos corretamente”, afirma governador

Pela terceira vez consecutiva, desde que assumiu o governo em 2019, o governador Ronaldo Caiado determinou à Secretaria de Estado da Economia a antecipação do pagamento da folha salarial de dezembro. Desta vez, será de uma semana, com a liberação no dia 23, antes do Natal.

Os vencimentos são pagos a cerca de 160 mil servidores da ativa, aposentados e pensionistas, e o valor da folha bruta, que será fechada na próxima semana, deve ser superior a R$ 1,5 bilhão, quantia atingida em novembro, quando entrou em vigor o aumento para os servidores da Educação.

A iniciativa confirma o esforço do Executivo em creditar os salários sempre dentro do mês trabalhado. “Nossa gestão tem responsabilidade fiscal e aplica os recursos corretamente”, afirma o governador Ronaldo Caiado.

Ao anunciar a antecipação, ele destacou que Goiás “tem sido reconhecido no País inteiro, e isso é resultado do excelente trabalho que nossos servidores realizam”.

Foto: Secom

Secretaria de Estado da Economia – Governo de Goiás