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Em comemoração aos 63 anos de Aruanã, Caiado autoriza construção de casas populares, entrega Chromebooks para estudantes do Ensino Médio, e participa da inauguração do Porto Indígena Maurehi

Unidades habitacionais fazem parte do programa Pra Ter Onde Morar – Construção, que destina, inicialmente, 50 moradias para município do Oeste goiano, com investimentos de R$ 6,2 milhões. Início das obras está previsto para janeiro de 2022.

Alunos da rede estadual são contemplados com 108 computadores portáteis e, escolas, com 150 conjuntos de móveis. Governador também participa da inauguração de infraestrutura logística às margens do Rio Araguaia. “Meu compromisso é levar qualidade de vida para o interior”, afirma

O governador Ronaldo Caiado participou, neste sábado (18/12), de uma extensa agenda em Aruanã, na região Oeste do Estado, que comemora 63 anos de emancipação. Os compromissos incluíram a autorização para a construção de 50 casas populares no município, com investimentos de aproximadamente R$ 6,2 milhões; entrega de 108 Chromebooks para estudantes da 3ª série do Ensino Médio, além de 150 conjuntos-alunos, compostos por cadeiras e mesas, para as escolas da rede estadual. Ele ainda participou da inauguração do Porto Indígena Maurehi, viabilizado por meio de parceria entre a prefeitura e o Ministério do Turismo, com aporte de R$ 3 milhões.

“Meu compromisso é levar qualidade de vida para o interior”, disse Caiado ao falar sobre uma das linhas do programa Pra Ter Onde Morar, da Agência Goiana de Habitação (Agehab). O Governo de Goiás autorizou recentemente a construção de 1.156 moradias em 30 municípios, com investimentos que superam a marca de R$ 130 milhões, oriundos do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege).

“Não fazemos casa mais ou menos não. [Cada unidade] vai sair por mais de R$ 120 mil. As pessoas recebem a escritura e sabem, agora, que, em Goiás, tem programa de habitação no interior”, afirmou o chefe do Executivo. “No meu governo, eu não vou jogar o problema nas costas do prefeito”, acrescentou, ao defender a parceria entre as esferas para sanar os principais problemas enfrentados pela população.

Aruanã é o segundo município a ser contemplado com o programa Pra Ter Onde Morar – Construção – o primeiro foi Hidrolândia, onde ocorreu o lançamento da iniciativa, na última quarta-feira (15/12). As 50 casas cujas ordens de serviço foram assinadas neste sábado terão cerca de 47 metros quadrados, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. A frente de trabalho começa a operar já em janeiro do próximo ano, assegurou o presidente da Agehab, Pedro Sales.

“Fico feliz de recuperar esse programa e contemplar Aruanã. Volto, em breve, para darmos início às obras e, depois, inaugurá-las para que o governo estadual possa distribuí-las a quem merece”, assinalou.

O investimento do Executivo, por unidade, é de até R$ 124 mil. O projeto é uma parceria entre o Estado, que custeia integralmente as residências com recursos do Protege, e os municípios, que doam terrenos para a construção.

“A minha fala é muito simples. Parabéns para Aruanã e que as coisas continuem acontecendo como têm acontecido, com o apoio do governador”, agradeceu o prefeito Hermano de Carvalho à Caiado e ao presidente da Agehab pela destinação das casas ao município, durante a comemoração de 63 anos da cidade.

Educação
Com a prerrogativa de fazer de canto de Goiás um lugar digno para se viver, com a mesma oferta de serviços e condições da capital e região metropolitana, Caiado também entregou 108 Chromebooks para alunos de escolas públicas que vão iniciar, em 2022, a 3ª série do Ensino Médio.

A iniciativa faz parte de um total de 60 mil equipamentos distribuídos em todo o Estado, com investimentos de cerca de R$ 144 milhões. Entre os pacotes de benefícios na área da educação, também houve a destinação de 150 conjuntos-alunos, compostos por cadeiras e mesas, para as escolas da rede.

“Nosso sonho é que nossos filhos tenham condições de vida melhores do que a nossa. Investir em educação é confiar nos nossos gestores, professores, coordenadores. O dinheiro não fica mais parado em Goiânia; o dinheiro está aqui”, comparou o governador sobre a forma como o recurso público é gerido agora, de forma transparente e descentralizada, em detrimento de como ocorria nos governos anteriores.

Logística
O aniversário de Aruanã, um dos principais polos turísticos goianos, também foi comemorado com a inauguração do Porto Indígena Maurehi, viabilizado por meio de parceria entre a prefeitura e o Ministério do Turismo, com aporte de R$ 3 milhões.

A união de esforços intergovernamentais, aliás, sempre foi uma das bandeiras defendidas por Caiado – que prestigiou o descerrar da placa da nova estrutura -, para beneficiar a população e melhorar a autoestima dos municípios.

O projeto do porto contou com recursos destinados pelo presidente regional do MDB, Daniel Vilela, durante sua atuação como deputado federal. “Quando temos bons princípios e propósitos, a política pode transformar para melhor a vida das pessoas e das cidades”, sentenciou. “Hoje vemos aqui o fruto do nosso trabalho, do trabalho de vários políticos que se empenharam para colaborar com um município importante para o nosso Estado”, continuou Vilela.

O prefeito Hermano de Carvalho agradeceu ao empenho do presidente regional do MDB. “O Daniel falou, mas vou repetir: as grandes parcerias são muito importantes para uma cidade. Não é à toa que seu pai [o ex-governador e ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Maguito Vilela] fez história e você também vai fazer”, finalizou o gestor municipal.

Quando em funcionamento, o porto, localizado às margens do Rio Araguaia, bem próximo ao encontro com outro curso d’água, o Rio Vermelho, passa a ser o maior do município. A obra facilitará o transporte de turistas e o dia a dia na retomada pós-Covid em Aruanã.

Também participaram da solenidade o secretário nacional de Infraestrutura Turística, do Ministério do Turismo, Luís Vannucci, que representou o ministro Gilson Machado Neto; o vice-prefeito de Aruanã, Arlirio Antunes Barbosa; os deputados federais Dr. Zacharias Calil e Delegado Waldir; os deputados estaduais Francisco de Oliveira e Wagner Neto; o presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM) e prefeito de Goianira, Carlão da Fox; o presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral; o secretário de Estado de Esporte e Lazer, Henderson de Paula; o presidente da Câmara Municipal de Aruanã, vereador Wedson Batista Campos (Edson da Taboca).

Também marcaram presença no evento os prefeitos Marconi Pimenta (Britânia), Gabriel do Espanhol (Araguapaz), Paraíba da Farmácia (Nova Crixás), Valter Aleixo (Mozarlândia); os comandantes da 44a da Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), major Salum, e do 1º Pelotão do Corpo de Bombeiros, tenente Abel; além de amigos, vereadores, secretários municipais, lideranças religiosas e indígenas da região.

Foto: Hegon Corrêa

Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

Com a presença de Ibaneis, almoço especial faz sucesso com cerca de 53 mil refeições servidas

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População aprova evento Nosso Natal realizado nos restaurantes comunitários neste sábado. Procura aumentou 77% em relação ao ano passado

Uma ceia especial e nutritiva com arroz, farofa, feijão, salada, pernil e frango por R$ 1. Este foi o cardápio de milhares de brasilienses que compareceram aos restaurantes comunitários neste sábado (18) para participar da terceira edição do Nosso Natal. O evento, promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), foi coordenado pela Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância e superou a marca de cerca de 53 mil refeições servidas.

Cada um dos restaurantes comunitários do DF foi abraçado por um chef de cozinha. Em Samambaia, quem assumiu os trabalhos foi o governador Ibaneis Rocha, responsável por servir a comunidade no famoso Rorizão, como a unidade é conhecida. De lá, o chefe do Executivo local passou no restaurante comunitário de Ceilândia, onde presenteou crianças e jovens. Juntas, essas duas unidades venderam mais de 13 mil refeições.

Nas duas edições anteriores, o Nosso Natal vendeu 77 mil refeições – 46 mil em 2019 e 31 mil em 2020. Neste ano, a procura subiu 77% e superou a marca de 53 mil pratos de comida servidos

“É um cardápio natalino e a ideia é essa: trazer para essa população mais carente, que se alimenta diariamente nos restaurantes comunitários, uma comida que tenha um certo diferencial e que chame esse momento de Natal”, destacou o governador Ibaneis Rocha.

Entre 2020 e 2021, os restaurantes comunitários serviram quase 15 milhões de refeições. O que, segundo o governador, ajudou muita gente desempregada ou carente em um momento tão difícil.

Nas duas edições anteriores, o Nosso Natal vendeu 77 mil refeições – 46 mil em 2019 e 31 mil em 2020. Neste ano, a procura subiu 77% e superou a marca de 53 mil pratos de comida servidos. Devido às restrições impostas pela pandemia, no ano passado os restaurantes comunitários estavam fechados para consumo nas suas instalações, o que fez com que as refeições fossem vendidas em marmitas e levadas para casa. Nesta edição, as unidades ofereceram marmitas e ainda a oportunidade de almoço no local.

Os restaurantes comunitários do DF serviram, entre janeiro e novembro deste ano, 7,1 milhões de refeições. A média diária é de 24,2 mil pratos de comida, o que reforça a importância desta grande rede de Segurança Alimentar e Nutricional no DF | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

“Em 2019 foi uma grande festa, uma oportunidade de celebrarmos juntos o Natal. No ano passado, veio a pandemia e não conseguimos fazer nos restaurantes comunitários. Esse ano, surge uma oportunidade de fazermos, com mais segurança. É um momento muito oportuno. É uma celebração em conjunto, uma ceia especial de Natal”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama, Mayara Noronha Rocha.

“Muito legal o evento porque reúne a comunidade, e é bom para as crianças e para a gente curtir. Tomo café e almoço aqui no restaurante de Samambaia todos os dias. Acordei cedo para provar essa ceia especial”, comenta a dona de casa Lizandra Lima Viana, de 28 anos, moradora de Samambaia.

Os restaurantes comunitários do DF serviram, entre janeiro e novembro deste ano, 7,1 milhões de refeições. A média diária é de 24,2 mil pratos de comida, o que reforça a importância desta grande rede de Segurança Alimentar e Nutricional no DF. As refeições custam R$ 7,17 e o governo complementa com R$ 6,17. Com esse subsídio, o cidadão paga apenas R$ 1 por refeição.

Vacinação contra covid-19

Além da ceia especial de Natal, o evento contou com a participação de outros órgãos e secretarias, como a de Saúde, que levou um posto de vacinação contra covid-19 para os restaurantes comunitários. Moradora de Samambaia, a dona de casa Ana Cristina, de 42 anos, aproveitou para comprar sua refeição e iniciar o ciclo vacinal. “Resolvi vacinar porque essa doença não é brincadeira não”, explicou.

Com 91,47% da população vacinada com a primeira dose e 81,13% vacinada com a segunda dose ou dose única, o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, afirma que o trabalho é para encontrar e imunizar a população que ainda não procurou os postos.

“Estamos aproveitando este dia em que a Sedes planejou um almoço diferenciado para o Natal e nós não poderíamos deixar de ofertar a vacinação contra covid-19. Este esforço é pela busca ativa, é para aumentarmos a cobertura vacinal em todo o Distrito Federal”, explica o secretário.

Patrimônio Mundial, Cidade de Goiás evoca poesia de Cora Coralina

Museu Casa de Cora Coralina

Município histórico celebra 20 anos do título

“Goiás, minha cidade… 

Eu sou aquela amorosa 

de tuas ruas estreitas, 

curtas, 

indecisas, 

entrando, 

saindo 

uma das outras”.

Os versos da poesia Minha Cidade, da escritora Cora Coralina (1889 -1985), abriram, há 20 anos, o dossiê de candidatura do município histórico ao título de Patrimônio Cultural Mundial da Humanidade, por parte da Unesco, em Helsinque (Finlândia). A evocação da vida e obra da filha mais famosa da cidade foi estratégia no documento, mas a população local sabe bem que o legado dela não ficou apenas no passado.. É prática real no presente. Duas décadas depois, a casa dela, que se transformou em museu, é o lugar mais visitado da cidade. Versos dela e de outros escritores iluminam toda a Rua Dom Cândido, onde resolveu viver, vender doces e entregar poesias a quem passava.

 

Museu Casa de Cora Coralina
Memória de Cora Coralina é enaltecida na entrada do museu – Foto: José Cruz/Agência Brasil

“Recria tua vida, sempre, sempre.

Remove pedras e planta roseiras e faz doces.

Recomeça” (do livro Vintém de Cobre)

“Desde 1956, com ela viva, a casa era aberta para receber as pessoas. Eu considero que ela foi a precursora do turismo no local”, explica a professora Marlene Velasco, diretora do museu Cora Coralina, que funciona na casa em que a escritora morava. Aliás, tudo ficou no lugar original. A cama, as roupas no cabide, a máquina de costura, os cadernos e escritos, e a máquina de escrever. Quem datilografava as poesias era Marlene, que se aproximou da escritora aos sete anos de idade, encantada pelos doces e versos fabricados ali. Marlene Velasco explica que Cora Coralina vendia doces para sobreviver, e escrevia por amor. “As pessoas vinham comprar os doces e ela oferecia os livros”.

Museu Casa de Cora Coralina
A máquina de escrever é uma marca no Museu Casa de Cora Coralina – Foto: José Cruz/Agência Brasil

“Eu sou estas casas

encostadas

cochichando umas com as outras”.

(da poesia Minha Cidade)

“Eu frequento essa casa desde a minha infância. Eu vinha pra cá e brincava no quintal e ganhava docinho. Ela sempre deu muita atenção às crianças e aos jovens. Ela dizia que o jovem passava energia positiva para ela. Depois, entre 1979 e 1980, eu passei a datilografar os originais”, lembra a diretora. Marlene Velasco tornou-se pesquisadora privilegiada da obra da escritora, marcada por tratar dos mais pobres e explorados. Entre os trabalhos em que ela participou, estão Meu livro de cordelEstórias da Casa Velha da Ponte Vintém de Cobre. Cora ficava ao lado da jovem para decifrar as letras difíceis traçadas com a ligeireza do pensamento.

Museu Casa de Cora Coralina
Todas as obras de Cora Coralina, além de inscritos e trabalhos que a inspiraram estão no museu – Foto: José Cruz/Agência Brasil

A escritora, aliás, tinha carinho especial pelos moradores próximos: tanto que criou o Dia do Vizinho, confraternização que ocorre no sítio histórico desde 1980.  “Cora não precisava, mas resolveu voltar para as raízes dela aqui na cidade em 1956. Havia saído em 1911. Deixou filhos e netos e voltou sozinha para a cidade dela. Foi um retorno triunfal. Se nós não tivéssemos Cora Coralina, hoje a cidade não teria o público, o turismo e o reconhecimento internacional”, afirma.

Museu Casa de Cora Coralina
Chinelos, máquina de costura, roupas… o quarto da escritora preservado no museu – Foto: José Cruz/Agência Brasil

Porto seguro

A casa é considerada o porto seguro da cidade, além de preservar e divulgar a obra e a memória da poetisa, desde 1989. O local abriga todo o acervo documental e da produção literária dela. “Sou voluntária da casa. É um museu que sobrevive apenas dos ingressos (R$ 10)”. Antes da pandemia, o museu recebia uma média de 1,5 mil pessoas por mês e passou seis meses fechado por causa das medidas de restrição de circulação de pessoas. Outro baque aconteceu há quase 20 anos: “No dia 31 de dezembro de 2001, nós tivemos a grande enchente. Estávamos em comemoração ainda do título. Entrou água com mais de um metro, mas nada se perdeu dentro dessa casa. A casa de Cora Coralina foi o lugar que recebeu recursos para distribuir para reconstrução de toda a cidade”.

Cora Coralina passou a ser conhecida para o Brasil e para o mundo só aos 90 anos de idade, graças a um texto publicado no Jornal do Brasil pelo consagrado escritor Carlos Drummond de Andrade. O poeta defendia que o livro de Cora, Vintém de cobre, era, na verdade, “moeda de ouro”.  Cora havia  publicado o primeiro livro, Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, 15 anos antes. “Todo mundo queria saber quem era aquela Cora Coralina que Drummond falava tão bem”, conta Marlene Velasco.

Uma rua em versos

Cidade de Goiás celebra 20 anos do título de Patrimônio Mundial
Trecho está na porta da casa de Cora Coralina. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Cora morreu cinco anos depois de ficar famosa. Mas a cidade ainda respira seus versos. Neste ano, por exemplo, todas as casas na rua da escritora tem trechos de poesia nas fachadas das casas. “A iniciativa foi batizada de Passo Poético. É uma forma de homenagear Cora, outros escritores da cidade e influenciar para as letras”, diz o coordenador do Instituto Biapó, o produtor cultural PX Silveira. Ao todo, são 16 excertos de obras literárias.

Cidade de Goiás celebra 20 anos do título de Patrimônio Mundial
Passo poético celebra 20 anos do título de patrimônio mundial – Foto: José Cruz/Agência Brasil

A artesã Elza de Paula, de 64 anos, sorri ao declamar os versos que estão em sua parede. “Pode viver satisfeito um coração sem amor?”, de Tereza Godoy (1875-1958). “Claro que não. Acho lindo isso. Tenho certeza de que não é possível. Na minha casa e na cidade inteira”. A  comerciante Joana Lago, do outro lado da rua, testemunha que a maior parte das pessoas que ela conhece na cidade gosta de poesia. “Eu conheci a Cora viva. Ela era uma aula para todas nós. Sempre leio o que está escrito e penso em saudades. Na parede dela, os versos “quando o pau d´arco floresce, fazendo sombra no chão, meu coração entristece. Saudades lá do sertão” (da Canção do Araguaia, de Francisca Mascarenhas e Joaquim Camargo).

Cidade de Goiás celebra 20 anos do título de Patrimônio Mundial
Rua que traz versos de poesia também está iluminada às noites – Foto: José Cruz/Agência Brasil

Outra vizinha, a professora aposentada e cozinheira Madalena Brito, de 58 anos, aprecia fazer o famoso empadão goiano – mas o que ela gosta mesmo é de preparar poesias e contos. Os versos e prosas têm inspiração na vizinha famosa. “Eu conheci a Cora Coralina quando eu era criança e ela já idosa. Tenho um poema chamado Carta à Cora Coralina. Antes, eu não sabia que ela era escritora. Eu a conhecia como Cora, a doceira. Ela tem uma influência muito grande na minha vida”. Madalena não conseguiu imprimir, mas já escreveu dois livros e há uma série de textos soltos prontos para sair das gavetas.

A influência da rua impacta quem mora na cidade, mas também quem vem de fora. Nesta semana, escolas de cidades goianas aproveitaram as festas que ocorrem no município histórico para visitar a cidade em versos. A professora Sandra Batista, de 48 anos, de um colégio de Aparecida de Goiânia, estava orgulhosa da turma, que fazia fila para conhecer quem foi aquela Cora Coralina. “Fazemos roda de leitura e é muito importante conversar, por exemplo, sobre o empoderamento feminino, sobre liberdade, sobre paz e esperança. Cora tem tudo a ver com isso”, entende. Entre as crianças daquela turma, aos 12 anos de idade, meninas e meninos concordam com a cabeça que é preciso conhecer de perto. Sorriem ao olhar para as paredes, para o casario e quando leem as palavras pintadas nos azulejos e, agora, também na memória de quem passa por esse lugar.

Ômicron: Viajantes de voo com origem de Cancun serão monitorados

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Secretaria de Saúde convoca todos os passageiros do avião GOL-7735, com saída de Cancun na noite de 12/12, para contato imediato com o Cievs-DF

A Secretaria de Saúde solicita que, considerando a confirmação dos dois mais recentes casos da variante Ômicron no Distrito Federal de viajantes que retornaram de voo de Cancún para Brasília, os passageiros do voo GOL-7735, com saída de Cancun na noite do dia 12/12 e chegada a Brasília na manhã do dia 13/12, entrem em contato com o Cievs-DF, por meio do telefone: 2017-1145 (Ramal 8323) ou 99221-9439, para receberem orientações da equipe de vigilância epidemiológica da Secretaria de Saúde.

Tal medida faz parte do protocolo de monitoramento dos casos confirmados pela nova variante, uma vez que a Secretaria de Saúde do DF ainda não teve acesso à lista completa do voo.

Presidente da CLDF, Prudente garante união de grandes partidos em apoio a reeleição de Ibaneis

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(Foto Rinaldo Morelli/CLDF)

Em entrevista coletiva aos portais de notícias do DF, o presidente do MDB-DF, Rafael Prudente, diz que a uma grande frente partidária se forma em torno da  reeleição do governador Ibaneis

POR TONI DUARTE

Presidente do MDB e da Câmara Legislativa, Rafael Prudente afirmou que não vê racha no grupo político que reúne grande partidos em torno da reeleição do governador Ibaneis Rocha.

Ele acredita que legendas como o PL, Republicano, PSD, PP, Avante e o próprio MDB estão unidos e prontos para reeleger o governador Ibaneis Rocha em 2022.

“Não posso falar pelos partidos, além do MDB. Mas, vejo que até agora, não há outro caminho que não seja pela reeleição do governador Ibaneis, processo que será definido por ele nos primeiros meses do próximo ano”, disse Rafael Prudente.

A manifestação do parlamentar foi feita  durante entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (17), aos portais de notícias do Distrito Federal. Ao RadarDF ele foi claro ao afirmar que o MDB brasiliense está preparado para sair fortalecido das unas nas eleições do próximo ano.

“Estamos organizados para isso. Temos um governo que fez e continua conduzindo as entregas como as centenas de obras por todo o DF. Um governo que criou medidas significativas para aquecer a economia, debilitada pela crise pandêmica e, por fim, que soube cuidar da população carente com os programas sociais aprovados pela Câmara Legislativa”, apontou.

Prudente acredita que Ibaneis Rocha terá o apoio da maioria dos partidos, mesmo que ocorra alguma impressibilidade, fato considerado normal, durante o processo de construções de alianças partidárias.

“O MDB continua conversando com todos os setores políticos do DF e faz uma avaliação fria de todas as conversas. Cabe a mim, cuidar da eleição proporcional, enquanto caberá ao governador construir um caminho para a sua chapa majoritária. Ele tem condições de melhor decidir sobre o seu vice, bem como apontar o nome que ocupará a vaga ao Senado”, afirmou Prudente.

Fonte: RADAR DF » https://radardf.com.br/prudente-garante-uniao-de-grandes-partidos-em-apoio-a-reeleicao-de-ibaneis .

Governo do Distrito Federal distribuiu mais de 87 mil refeições gratuitas servidas em 2021

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Pessoas em situação de rua que retiram marmita no restaurante comunitário devem ser cadastradas antes por equipes de Abordagem Social, que fazem acompanhamento desse público nas ruas do DF | Foto: Renato Raphael/ Sedes

Desde junho de 2020, alimentação sem custo em restaurantes comunitários é um direito da população em situação de rua acompanhada pelas equipes do Seas

Neste ano, de janeiro a novembro, foram servidas 87.436 refeições para a população em situação de rua nos 14 restaurantes comunitários do Distrito Federal. Foram oferecidas, em média, 7.949 refeições mensais em cada uma das unidades e 294 por dia, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), gestora dos restaurantes.

Desde junho de 2020, por meio do Decreto nº 40.854, a população em situação de rua acompanhada pelas equipes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas) pode fazer as refeições gratuitamente nos 14 restaurantes comunitários.

“Houve um crescimento expressivo das refeições para a população em situação de rua neste ano porque aumentamos a divulgação”Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social

Em 2020, em meio à pandemia da covid-19, foi entregue, nos sete meses, o total de 3.638 refeições à população em situação de rua, com 606 refeições mensais e 22 por dia.

“Houve um crescimento expressivo das refeições para a população em situação de rua neste ano porque aumentamos a divulgação. O serviço também já está consolidado e eles procuram as nossas unidades”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.

As pessoas em situação de rua que retiram marmita no restaurante comunitário têm que ser cadastradas antes pelas equipes de Abordagem Social, que fazem acompanhamento desse público nas ruas do DF.

“Oferecer as refeições gratuitamente para essa população foi mais uma forma de ampliar a nossa rede de proteção para esse público durante a pandemia, que começou com a instalação de dois alojamentos temporários e, posteriormente, o aumento da oferta de vagas nas unidades de acolhimento”, reitera a gestora.

Todos os 14 restaurantes comunitários, para o almoço, funcionam de segunda a sábado, das 11h às 14h.

Unidades de acolhimento

Nas seis unidades de acolhimento de execução direta da Sedes foram servidas neste ano, até novembro, 159.252 refeições para a população em situação de rua, uma média mensal de 14.477 refeições e 483 refeições diárias.

“Nas unidades, os acolhidos têm direito a cinco refeições diárias, dormitório, banheiros, lavanderia e a possibilidade de fazer cursos profissionalizantes. Também temos os dois Centros de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), que servem como ponto de apoio e também ofertam as refeições”, pontua Mayara Rocha.

Encontro entre Ibaneis e administrações regionais demonstra a união do governo

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Todos os 33 administradores regionais estiveram reunidos nesta sexta-feira (17) com o governador Ibaneis Rocha na Residência Oficial de Águas Claras (Roac) para um almoço de confraternização| Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Governador Ibaneis Rocha reuniu os 33 administradores regionais para almoço de fim de ano e destacou as 1,4 mil obras da gestão

O governador Ibaneis Rocha reuniu todos os 33 administradores regionais na Residência Oficial de Águas Claras (Roac) para um almoço de confraternização nesta sexta-feira (17).

No cardápio – além do tradicional churrasco com feijão tropeiro, maionese e arroz branco -, um balanço das ações do ano e agradecimento pelo empenho nas cidades. O vice-governador, Paco Britto, também participou do encontro.

“O Distrito Federal está bem gerido. Temos uma equipe que funciona e funciona bem em todas as cidades, uma equipe de ouro e que sabe resolver seus problemas. Passamos por dificuldades com a pandemia, mas soubemos enfrentar os problemas”, disse o governador, para, em seguida, destacar as ações.

“O Distrito Federal está bem gerido. Temos uma equipe que funciona e funciona bem em todas as cidades, uma equipe de ouro e que sabe resolver seus problemas”Governador Ibaneis Rocha

“Esse trabalho tem que ser exaltado, porque em todos os lugares, em todas as cidades, temos obras físicas e sociais. Aqui temos 1,4 mil obras acontecendo por todo o DF, olhando para todas as áreas”, acrescentou o chefe do Executivo.

Já o vice-governador Paco Britto elogiou os administradores por “sujarem o sapato, atenderem a população in loco e ouvirem as sugestões e reclamações diariamente”.

O secretário de Governo, José Humberto Pires, reforçou as palavras do vice-governador e parabenizou os administradores pela atuação. “Vocês estão na ponta, dando as caras, os braços e as pernas para atender a população”, destacou.

Artigo | Aumento da taxa de juros e a preferência por Fundos de Recebíveis

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POR GUILHERME DAMBROS

O Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central decidiu aumentar a taxa básica de juros, a Selic, em 1,50%, no último dia 8. Com isso, chegamos ao patamar de 9,25% ao ano. Esse cenário de alta de juros, aliado à atividade produtiva enfraquecida e ao possível impacto da nova variante do novo Coronavírus, trazem uma preocupação maior aos investidores de fundos imobiliários. Reflexo disso foi o desempenho do índice de fundos imobiliários (IFIX), que fechou o mês de novembro com uma queda de 3,64%, acumulando o quarto mês consecutivo de baixa.

Nas duas últimas reuniões do Copom tivemos ajustes mais acentuados na taxa de juros, o que justifica uma pressão maior em cima dos fundos imobiliários. Quando a Selic aumenta, o primeiro tipo de investimento a se beneficiar é a Renda Fixa. Isso porque temos um menor risco e uma maior atratividade para alocação dos recursos. Quando estávamos com uma Selic em mínima histórica, a 2%, o segmento de FII’s passou por momentos de glória, apresentando uma alta surpreendente e resultados satisfatórios para os investidores. De um modo geral, a relação entre juros e o rendimento dos Fiis’s são inversamente proporcionais. Ou seja, quando um sobe, o outro tende a cair.

Atualmente, diante de um cenário mais desafiador, é consenso entre as casas de análise uma preferência maior pelos fundos imobiliários de recebíveis, que são uma ótima alternativa para diversificação e mitigação de risco, principalmente em períodos de alta volatilidade do mercado. Dado o cenário macroeconômico com perspectiva de inflação e juros em patamares mais elevados no curto e médio prazo, a relação de risco-retorno fica mais atrativa nesse tipo de fundo.

Nos fundos de recebíveis, a maior parte dos recursos obtidos é para investir em ativos de renda fixa como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), entre outros. Essa modalidade também é chamada de fundo de papel e se diferencia dos fundos de tijolo, que utilizam o recurso para investir diretamente em um empreendimento imobiliário, seja galpão, residencial, comercial ou escritório. Importante ressaltar que, apesar dos fundos de recebíveis investirem em produtos de renda fixa, não são fundos de Renda Fixa. Sua cota é negociada em bolsa assim como as ações, e o preço pode oscilar e gerar perda patrimonial.

Assim como todo investimento, neste também existem vantagens e desvantagens. No caso dos fundos de recebíveis, os destaques são: 1) a liquidez de mercado; 2) menor risco em relação aos FII’s de tijolo por não ter taxa de vacância;3) diversificação do risco; 4)rendimentos normalmente mais altos, já que esses fundos tendem a possuir dívidas lastreadas aos indexadores de inflação (IPCA ou IGPM) e também ao CDI. Dessa forma, os rendimentos mensais são pagos com o acréscimo.

Já em relação às desvantagens, existe a complexidade da análise de crédito. Como são vários CRI’s para compor a carteira, para analisar a qualidade do fundo é necessário avaliar diversos pontos, como garantia, lastro e qualidade do devedor. Lembrando que o capital está sendo aplicado no setor de construção civil, o que significa que, em caso de queda do mercado imobiliário, o fundo pode ser impactado negativamente.

Ainda que os Fii’s estejam passando por um momento mais turbulento, nem tudo está perdido. Muitos ativos, principalmente no segmento de recebíveis, ainda remuneram bem acima da Selic. Vale lembrar que, apesar da preferência nesse segmento, é importante que o investidor tenha uma carteira diversificada e não corra um risco de concentração apenas pela busca de melhores rendimentos. Assim como em várias áreas da nossa vida, a diversificação existe para que possamos mitigar os riscos e trazer mais estabilidade nos investimentos

O autor Guilherme Dambros é assessor de investimentos na Atrio Investimentos – guilherme.dambros@atrioinvestimentos.com.br

 

Novo secretário de Desenvolvimento Econômico do DF se reúne com ACDF

Fernando Brites (pres. ACDF); Jesuíno J. Pereira Lemes (sec. Desenvolvimento Econômico do DF); Liana Alagemovits (dir. ACDF) e Alvimar Camacam (sec. executivo de Desenvolvimento Econômico do DF)

Nesta sexta-feira (17), o novo secretário de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno de J. Pereira Lemes, se reuniu com o presidente da Associação Comercial do Distrito Federal, Fernando Brites, para tratar de demandas urgentes no setor. “As associações comerciais e as entidades de classe são parceiros fundamentais para construirmos laços importantes em busca do desenvolvimento e crescimento econômico do Distrito Federal. Esse encontro foi fundamental para estreitar os laços e colocar nossos trabalhos à disposição da classe”, destacou J. Pereira.

O encontro serviu também para ouvir as sugestões do representante da categoria para a revitalização do Setor Comercial Sul. “A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, por orientação do Governador Ibaneis Rocha tem interesse em desenvolver projetos em parceria com a iniciativa privada para o desenvolvimento e melhoria do local. O setor comercial poderá, em breve, se tornar um dos principais polos de negócios do DF. Por isso, a secretaria precisa ouvir os seguimentos interessados em buscar melhorias para revitalizar o local”, reforça.

Advogado, pós-graduado em Direito Público e penal, Jesuíno de J. Pereira Lemes assumiu a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico na última quarta-feira (15). Com mais de 20 anos de carreira pública é servidor efetivo da Secretaria de Estado de Educação, Jesuíno de J. Pereira Lemes destaca a importância e necessidade de aprimorar e melhorar o atendimento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico ao Setor produtivo do DF.

“Temos a missão de dar continuidade aos relevantes projetos, programas e ações da pasta, com o intuito de somar e fomentar o desenvolvimento do Distrito Federal, principalmente, nesse momento de pandemia. Vamos buscar o fortalecimento e uma interação ainda maior com o setor econômico e produtivo com o propósito de gerar novas oportunidades, mais empregos e mais entregas para o Distrito Federal”, avalia.

Para 2022, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico pretende ampliar as Caravanas do Empreendedor, que tem como como objetivo a análise técnica de processos em andamento de antigos programas de incentivo como PRO-DF; orientação para a abertura de empresas, registros e licenciamentos; auxílio para autônomos informais se transformarem em microempreendedor individual (MEI); atendimento com contadores especializados em gestão empresarial e planejamento tributário; e orientação com representantes de bancos sobre acessos a linhas de crédito.

No primeiro semestre do ano que vem, cinco regiões administrativas já estão confirmadas: Recanto das Emas, Sobradinho, Gama, Santa Maria e Planaltina. “Dentro das caravanas vamos realizar mutirões de regularização dos processos do Pró-DF e dar ainda mais celeridade para que os empresários possam crescer no DF”, complementa Jesuíno Lemes.

Além da caravana, a Secretaria também intensificará cursos e palestras de capacitação para novos empreendedores e mulheres. Outros projetos em pauta são as ampliações dos programas Cartão Material Escolar, que atende hoje mais de 100 mil alunos e 460 papelarias, além do Programa Cartão Creche, que beneficia quase 4.500 crianças. Esses dois programas juntos, geram cerca de 5 mil empregos diretos. Um outro desejo da nova gestão é tirar do papel, ainda em 2022, o projeto que cria o Cartão Contra Turno, que vai beneficiar alunos do ensino fundamental e médio. A ideia é custear atividades para os jovens, e assim, aportar recursos diretamente na economia de pequenas empresas como escolas de idiomas, academias, escolas de música e artes, e do segmento esportivo e de lutas.

Quem é o novo Secretário de Desenvolvimento Econômico do DF?

Jesuíno de J. Pereira Lemes, 59 anos, goiano, advogado, professor, pós-graduado em Direito Público e Penal, tem mais de 20 anos de experiência em gestão em vários órgãos do Governo do Distrito Federal.

Formado em Direito pela UPIS e Pós-Graduado em Direito Público e Penal pela faculdade Processus, exerceu funções de chefia de gabinete nas Administrações Regionais do Lago Sul, Jardim Botânico, Santa Maria, Águas Claras e São Sebastião.

Na Terracap atuou como assessor da Gerência de Formatação de Negócios. Passou pela Câmara Legislativa do Distrito Federal como assessor parlamentar e especial. Antes de assumir como secretário na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, atuava na chefia de gabinete da pasta.

Covid-19: DF confirma mais dois casos da variante Ômicron

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Casal chegou à cidade no dia 14 de dezembro procedente do México

O Governo do Distrito Federal confirmou nesta sexta-feira (17) mais dois casos da variante Ômicron do novo coronavírus (covid-19). Os infectados são um casal que chegou a Brasília no dia 14 de dezembro vindo da cidade de Cancún, no México.

O casal teve os testes PCR para a covid-19 analisados pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Federal, que inicialmente deu negativo.

O centro, vinculado à Secretaria de Saúde, solicitou a lista de passageiros do voo onde estava o casal para procurar as pessoas que fizeram o trajeto próximo dos dois infectados com a variante Ômicron.

Até ontem (16), o Brasil registrava 19 casos da variante Ômicron confirmados em todo o país. Com os dois novos casos, o Distrito Federal sobe para quatro casos da variante, atrás apenas de São Paulo, com 13.