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Primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado se reúne com prefeitos de municípios afetados por fortes chuvas

Representantes de comunidades quilombolas e assentamentos rurais falaram sobre demandas dos estragos que as fortes chuvas causaram no Nordeste goiano

Presidente de honra da OVG e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais anuncia que Goiás Social, ação de governo criada para enfrentar situações de vulnerabilidade, inicia trabalhos de 2022 com foco em localidades atingidas por alto índice pluviométrico

A presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Caiado, se reuniu, na tarde desta terça-feira (18/01), com os prefeitos dos municípios afetados pelas fortes chuvas nas regiões Norte, Nordeste e Noroeste do Estado. Ela ouviu as demandas emergenciais dos gestores e deu início ao planejamento das próximas ações sociais nestas localidades.

No encontro, Gracinha informou em primeira mão aos prefeitos e representantes de comunidades que o Goiás Social, ação de governo criada para o enfrentamento às desproteções nos municípios goianos, inicia os trabalhos de 2022 com foco nas regiões afetadas pelas chuvas.

“Essas famílias precisam do nosso apoio integral. O governador Ronaldo Caiado mobilizou todo o governo para tratarmos dessa questão com a urgência necessária. Agora, é hora de focarmos na área social. Por isso, o programa inicia o ano de 2022 com esta nova missão, seguindo com os mesmos princípios e levando mais dignidade, com ação imediata, aos goianos e goianas que mais precisam do poder público”, afirmou Gracinha Caiado.

Desde os últimos dias de 2021, uma força-tarefa foi criada pelo governador, com todas as pastas da administração estadual em ações integradas, para garantir a ajuda emergencial às famílias atingidas. A partir de agora, os analistas de campo do Gabinete de Políticas Sociais e da OVG estarão presencialmente nas localidades para acompanhar o trabalho que vem sendo feito na parceria entre o Governo de Goiás e as prefeituras, além de apoiar a organização e o planejamento mais ágil na busca por resultados. “Vamos apoiar as prefeituras e continuar prestando o auxílio a estas famílias, sem deixar ninguém para trás”, completou a primeira-dama.

Além disso, o Governo de Goiás vai priorizar o envio dos cartões do programa Mães de Goiás para as beneficiárias dos municípios que fazem parte do grupo e que ainda não receberam. Em oito dos 15 municípios as beneficiárias já estão com os cartões em mãos, totalizando 2.472 pessoas. Serão mais 1.953 nas demais localidades.

Também será reforçado o envio de mais cestas básicas para os municípios afetados. Já foram 4.654 desde o início das chuvas. Outra ação que ficou acordada na reunião foi a realização de cursos de capacitação realizados pelas secretarias da Retomada e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e, posteriormente, a concessão do Crédito Social, recurso financeiro para todos aqueles que participarem dos cursos e tenham aptidão para empreender.

Para atender as famílias que tiveram suas casas destruídas ou isoladas pelas enchentes, o Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), também abriu novo edital, dentro do programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social, contemplando os 15 municípios em situação de emergência. A iniciativa arca com R$ 350 por mês, pelo período de um ano e meio (18 meses), destinados à locação de imóveis.

Recepção

Presente na reunião, o prefeito de Divinópolis de Goiás, Charley Tolentino, agradeceu o apoio do governador Ronaldo Caiado, que esteve no município nas últimas semanas de dezembro, no período crítico das chuvas. “Agradeço todo o auxílio do governador, que esteve lá presenciando tudo o que passamos, do Corpo de Bombeiros, da OVG, que enviou as cestas básicas, e de todos os envolvidos neste trabalho”, listou. “Neste momento, nossa principal demanda é ajuda para acudir os prejuízos que as chuvas deixaram, especialmente na reconstrução das estradas e pontes danificadas”, mencionou.

O prefeito de Flores de Goiás, Altran Avelar, por sua vez, elogiou a iniciativa e também falou da situação do seu município. “É muito importante para todos nós receber essa mão amiga, esse apoio e essa atenção do Estado, porque sabemos que é por meio das parcerias que conseguimos de fato ajudar quem mais precisa e levar melhorias para nossa população”, explicou o gestor. “Flores de Goiás é um município que tem 23 assentamentos, são pessoas que, muitas vezes, vivem sem condições básicas e têm sofrido muito com as chuvas. Queremos trabalhar juntos para levar ações sociais e a infraestrutura necessária para dar dignidade para essas famílias”, afirmou.

Quanto às estradas, desde o início do período chuvoso, a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) está focada na manutenção das rodovias para atender com celeridade às demandas que surgem. Com esse trabalho, já avançou na recuperação da trafegabilidade em rotas de integração fundamentais, como é o caso da GO-118, entre Teresina de Goiás e Alto Paraíso, que sofreu com uma erosão no leito da pista no dia 24 de dezembro.

Na primeira semana de 2022, a agência conseguiu reforçar o talude e liberar meia-faixa para carros de passeio e motos, e, no dia 12, o aterro foi estabilizado para abrir a rodovia à passagem de veículos pesados. A mesma agilidade foi registrada na obra de reconstrução do encabeçamento da ponte sobre o Rio Santa Tereza, na GO-241, entre Formoso e Santa Tereza de Goiás. Prevista para durar 20 dias, a intervenção levou metade do tempo e, no dia 06, o tráfego estava normalizado na região.

Apenas no último fim de semana (15 e 16/01), a agência executou serviços emergenciais de tapa-buracos, patrolamento, reconstrução de pontes, correção de erosões entre outras intervenções, em mais de 40 trechos de pelo menos 30 rodovias estaduais.

Da equipe do governo, estiveram presente nas reuniões ao longo do dia os secretários de Estado Adriano da Rocha Lima (Geral de Governo), César Moura (Retomada), Fátima Gavioli (Educação), Tiago Mendonça (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Wellington Matos (Desenvolvimento Social), os presidentes Pedro Leonardo Rezende (Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária – Emater), Pedro Sales (Goinfra e Agehab), a diretora geral da OVG, Adryanna Caiado, o comandante de Operações de Defesa Civil, coronel Pablo Lamaro Frazão, e a gerente de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Estado da Saúde, Gysella Paiva, representando o secretário Ismael Alexandrino.

Também participaram da reunião os prefeitos Marcus Rinco (Alto Paraíso de Goiás), Paulinho de Elísio (Colinas do Sul), Kleverton Barbosa (Teresina de Goiás), Vilmar Kalunga (Cavalcante), Felipi Campos (Monte Alegre de Goiás), Pablo Geovanni (Campos Belos de Goiás), Charley Tolentino (Divinópolis de Goiás), Cleiton Gonçalves (São Domingos), Zélia Pereira Lima (Iaciara), Halison Macêdo (Formoso), Dr. Fernando Carneiro (Niquelândia), Débora Domingues (São João D’Aliança), Janézio Pereira (Guarani de Goiás), Altran Avelar (Flores de Goiás), bem como a secretária de Meio Ambiente de Nova Roma, Ivone Loureiro.

Assentamentos e comunidades quilombolas

Mais cedo, a primeira-dama ainda esteve reunida com dezenas de presidentes de assentamentos rurais e comunidades quilombolas das áreas afetadas pelas fortes chuvas para discutir os próximos passos e traçar ações conjuntas. Gracinha tratou das principais demandas das localidades a curto e longo prazo. Entre os pontos de destaque, os líderes falaram das perdas de lavouras pelo excesso de água e do difícil acesso às comunidades pelas estradas. Todas as solicitações foram anotadas pela equipe do governo.

A primeira-dama também ouviu dos líderes os agradecimentos ao governador Ronaldo Caiado e a toda equipe do governo pela mobilização montada desde o final do último ano, garantindo donativos e reparos emergenciais à população local. Presente na reunião, a representante da Comunidade Quilombola José de Coleto, do município de Colinas do Sul, Dianiley da Silva Pinto, fez questão de destacar o papel da administração estadual neste momento de dificuldade. “A nossa comunidade está sendo atendida, e de uma forma tão ímpar, tão humana”, destacou ao mencionar a doação de cestas e demais donativos.

Força-tarefa

Em balanço organizado, de forma conjunta, por Seapa, Corpo de Bombeiros Militares de Goiás (CBMGO), Defesa Civil do Estado de Goiás, OVG, Emater Goiás e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), dados das ações no Nordeste goiano realizadas desde o dia 29 de dezembro mostram repasses de mantimentos como água, cestas básicas, recipientes com álcool em gel, frutas desidratadas, pacotes do Mix do Bem e cobertores à população da região.

Batizada de Operação Nordeste 2021-2022, a força-tarefa já soma 13 municípios e 33 comunidades vistoriadas. Até o momento, 4.654 cestas básicas foram encaminhadas para a região e estão sendo distribuídas, além de 1.200 cobertores, 2.000 pacotes do Mix do Bem e 280 fardos com garrafas de água. Para o atendimento às comunidades, foram utilizados, até agora, três caminhonetes, seis canoas, um bote e um helicóptero.

Em um ano, DF aplicou 5,1 milhões de doses de vacina contra covid-19

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Desde 19 de janeiro do ano passado, mais de 5,1 milhões de doses foram aplicadas, centenas de postos de vacinação foram disponibilizados, milhares de profissionais de saúde contratados ou nomeados e dezenas de unidades de saúde construídas | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

No mesmo período, o GDF contratou 8 mil profissionais e investiu R$ 122 mi em unidades de saúde no combate à pandemia

Há exatamente um ano, o Distrito Federal iniciava uma das mais importantes campanhas de vacinação da história: a imunização contra covid-19. Foi no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) onde tudo começou, com a enfermeira Lídia Rodrigues Dantas recebendo a primeira dose distribuída na capital. Desde 19 de janeiro do ano passado, mais de 5,1 milhões de doses foram aplicadas, centenas de postos de vacinação foram disponibilizados, milhares de profissionais de saúde contratados ou nomeados e dezenas de unidades de saúde construídas.

Hoje, o DF conta com 81,56% da população vacinada com a primeira dose; 77,64% com a segunda dose ou dose única; e 21,70% com reforço ou dose adicional.

Mas, o importante trabalho de proteger a população vai além da vacinação e exige esforços em todas as áreas, algo que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem trabalhado.

“Salvar vidas é um trabalho que temos feito desde o início do governo e que foi reforçado com a pandemia, seja com a vacinação, a contratação de profissionais e a inauguração de unidades de saúde. Para vencer este momento triste precisamos ter toda nossa população vacinada e reforço o pedido para que todos procurem nossos postos para receber a imunização contra covid-19”, pede o governador Ibaneis Rocha

Investimento em infraestrutura

Na parte estrutural, o GDF não deixou faltar leitos para acolher as pessoas que contraíram a doença. Foram construídos três hospitais de campanha (Ceilândia, Plano Piloto e Gama) com estruturas temporárias e dois hospitais com estrutura fixa, um em Samambaia e outro em Ceilândia.

Além destes, para ampliar o atendimento à população, o DF inaugurou seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em diferentes regiões. Para erguer todas essas estruturas e salvar e cuidar de vidas, o GDF investiu R$ 122 milhões.

Ceilândia, Paranoá, Planaltina, Sobradinho II, Jardins Mangueiral e Riacho Fundo II ganharam UBSs que, juntas, impactam mais de 122 mil vidas. As novas UPAs, por sua vez, levaram atendimento médico com equipes completas a 22,5 mil pessoas por mês nas cidades de Ceilândia, Paranoá, Gama, Riacho Fundo II e Planaltina.

Ainda no primeiro semestre de 2021, antes dessas estruturas ficarem prontas, o governo abriu centenas de leitos no Hospital Cidade do Sol, em Ceilândia, e no hospital modular acoplado ao Hospital Regional de Samambaia.

Investimento em pessoal

DF contratou cerca de oito mil profissionais de saúde, entre médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros, psicólogos e outros, seja pela Secretaria de Saúde ou pelo Instituto de Gestão Estratégica (Iges-DF) | Foto: Arquivo / Agência Brasília

Combater a covid-19 demanda uma atenção especial no atendimento. Neste quesito, o DF contratou cerca de oito mil profissionais de saúde, entre médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros, psicólogos e outros, seja pela Secretaria de Saúde ou pelo Instituto de Gestão Estratégica (Iges-DF).

E, para que este trabalho fosse melhor aproveitado e a economia fosse menos prejudicada, o GDF editou decretos restringindo ou flexibilizando medidas e regras sanitárias, sempre respaldado por decisões de técnicos e especialistas.

“Começamos um trabalho de reconstrução do sistema de saúde pública do DF que foi prejudicado pela pandemia. Estamos retomando este objetivo entregando novas unidades e contratando profissionais. A população pode ajudar se vacinando corretamente. É isso o que tem salvado vidas. Reforço o pedido para que procurem nossos postos para receber a imunização completa”, diz o secretário de Saúde, General Pafiadache.

Um ano de vacinação contra covid-19 no DF

2021

Janeiro

Início da vacinação

Inaugurado o Hospital Cidade do Sol, em Ceilândia, com 60 leitos

Maio

Inaugurado Hospital de Campanha do Gama, com 100 leitos

Inaugurado Hospital de Campanha do Autódromo, com 100 leitos

Inaugurada UBS no Jardins Mangueiral

Inaugurado Hospital de Campanha de Ceilândia, com 100 leitos

Inaugurado Hospital modular em Samambaia, com 102 leitos

Agosto

Inaugurada UBS no Paranoá Parque

Início da vacinação para jovens de 18 e 19 anos

Setembro

Inaugurada UBS no Riacho Fundo II

Início da aplicação da dose de reforço

Inaugurada UPA em Ceilândia

Outubro

Inaugurada UBS em Sobradinho II

Inaugurada UPA no Paranoá

Inaugurada UPA no Gama

Novembro

Uso de máscaras é flexibilizado ao ar livre

Inaugurada UPA do Riacho Fundo II

Inaugurada UBS em Ceilândia

Dezembro

Inaugurada UPA de Planaltina

Inaugurada UBS no Vale do Amanhecer (Planaltina)

2022

Janeiro

Iniciada vacinação em crianças menores de 11 anos

Influencers acionam justiça para reaver contas suspensas pelo Instagram

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Evandro Moreira Duarte Sobrinho teve perfil no Instagram suspenso por quatro vezes

Proprietários de perfis famosos suspensos reclamam de plataforma, que não abre negociação; Alternativa é o poder Judiciário, mas rede social ignora liminares ganhas pelos usuários

Imagina chegar na sua empresa, no meio da semana, pela manhã, e encontrar as portas trancadas. Você tenta abrir com a chave, mas ela não entra na maçaneta. Tudo está lá dentro: seus objetivos, sonhos e a renda que sustenta a sua família. Você chama o chaveiro, mas nem ele consegue abrir. O desespero bate. É assim que se sentiu o administrador e influenciador digital Evandro Moreira Duarte Sobrinho, do Enquanto Isso em Goiás. De um dia para o outro, ele teve o perfil humorístico derrubado pelo Instagram e ficou sem poder trabalhar e tirar o sustento. Há seis meses, ele vive uma montanha russa de emoções com diversos bloqueios que vem sofrendo, sem direito a defesa.

“É constrangedor. Um dia você está bem e no outro, mal, com o perfil suspenso sem saber o motivo. Sinto como se eu tivesse tido minha identidade e meus projetos roubados. Construí um negócio, dia após dia, ao longo de 10 anos, com base em uma habilidade, o humor, e em algo que valorizo: a nossa cultura”, detalha Evandro, mais conhecido como Vandim, que explicou que esta é a quarta vez que o perfil é desativado desde junho deste ano, com um total de quase 90 dias fora do ar.

Advogado Manoel Pereira diz que Instagram vem acumulando multas

O Enquanto Isso em Goiás começou em 2011, através do Facebook, onde sua página oficial conta hoje com mais de 1,2 milhão de curtidas, e depois expandiu para outras redes, como Twitter, YouTube e o próprio Instagram, onde a visibilidade foi maior. “Comecei a fazer memes, tudo inusitado. Justamente para mostrar como é o povo goiano, nossa cultura, música, culinária. O primeiro post foi o Bastião – figura de um caipira goiano – preparando uma isca para pescar. Deu tão certo que a página chegou a ter 60 mil curtidas nos três primeiros dias”, explicou.

O perfil no Instagram @enquantoissoemgoias foi criado dois anos depois e contava com mais de 550 mil seguidores. Logo depois, Evandro decidiu montar o site Enquanto Isso em Goiás e uma loja on-line, que depois passou a ter espaço físico, para vender produtos relacionados ao Estado. “A partir do momento que os perfis foram crescendo, vieram empresas querendo parcerias. Foi assim que comecei a ter renda”, detalha ele, que deixou um emprego público para se dedicar à marca construída a partir das redes sociais.

A primeira suspensão, segundo Evandro, ocorreu em junho deste ano, quando uma postagem envolvendo um quiz de humor sobre comida japonesa, que nada tinha de ofensivo, mas foi classificado como xenofobia pela plataforma. A segunda ocorreu em outubro, no aniversário de Goiânia, e ficou mais de 50 dias suspenso, em razão de uma foto que Vandim postou com o olho roxo em razão de uma trombada durante uma partida esportiva, e o Instagram interpretou como apologia à violência. As outras ocorreram em dezembro. “Nesse mês de dezembro, recebi uma notificação de um vídeo postado em 2016, por causa do áudio utilizado. Diante do aviso, eu o apaguei. Só que, do nada, não consegui mais acessar na semana passada”.

A mesma situação foi vivida pela goiana Bruna Garcia. Ela teve seu perfil de humor, o Cetaloca (@cetaloca), com mais de 1,4 milhão de seguidores na rede social, suspensa desde abril deste ano. “Eles tiraram a minha fonte de renda”, explicou ela, que diz que sofre depressão por causa disso. “Excluíram meu perfil e não me avisaram ou falaram o motivo da exclusão. Por 4 anos trabalhei no Cetaloca, pra tudo ser jogado assim, fora. É muito triste. Mexeu com meu psicológico. Crises e crises de ansiedade”.

O que pode derrubar um perfil

As suspensões de contas em Goiás não são um fato isolado. Pelo Brasil, diversos influenciadores estão passando pelo mesmo problema. O site Reclame Aqui, um dos maiores portais de reclamação de consumidores, não recomenda o Instagram. Entre junho e novembro deste ano, a rede social recebeu 50.448 reclamações no portal e não respondeu nenhuma. Segundo o portal, a suspensão/banimento do perfil é um dos principais motivos de abertura de reclamação.

Em seus termos e regras, o Instagram elenca algumas das faltas que podem levar à suspensão de um perfil, tais como a publicação de conteúdos falsos ou relacionados à pornografia, pedofilia e incitação à violência. “O problema é que os algoritmos identificam possíveis indicativos desses conteúdos e  bloqueiam a conta antes de analisar se, de fato, houve o descumprimento às regras. E não nos dão a oportunidade de fazer a defesa”, diz Vandim.

 O uso de áudio com direitos autorais sem autorização também pode gerar a suspensão. Ganhar muitos seguidores por dia também pode desativar uma conta, pois a plataforma considera que o perfil possa estar associado ao uso de ‘bots’ (abreviatura de robôs) para ganhar seguidores.

Com a pandemia, o número de pessoas que acessam a internet no Brasil chegou a 152 milhões em 2020, atingindo 81% de toda a população com mais de 10 anos, segundo pesquisa TIC Domicílios 2020, lançada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Já o uso das redes sociais cresceu 40%, de acordo com a Kantar, marca especializada em pesquisa de mercado

Liberdade x Regras

Especialista em direito empresarial e digital em Goiânia, o advogado Manoel Pereira Machado Neto possui mais de 20 ações na justiça para reaver contas suspensas pelo Instagram. Ele é o responsável por defender Evandro, que pede na Justiça o retorno de seu perfil na rede social. “Esse caso é mais um abuso do Instagram, que vem banindo contas sem possibilitar o direito de defesa e sem analisar de forma rápida e justa supostas infrações aos termos de uso. Já judicializamos a demanda, o perfil do Enquanto Isso já possui anos de trabalho na rede social e não viola nenhum termo de uso do aplicativo”.

Manoel explica que a empresa dona do Facebook, que mantém o Instagram e o WhatsApp, não abre negociação com os donos dos perfis e, inclusive, não cumpre as determinações judiciais. “Geralmente, a gente consegue uma liminar determinando o retorno do perfil, mas a empresa deixa passar o prazo dado pelo juiz, e acumula dias de multas”, disse.

“A gente não tem um suporte, entramos em contato para saber o que houve, o que aconteceu para ter derrubado o perfil, a gente não fica sabendo. No máximo, eles dizem que é por ‘violar os termos’, sem nenhum detalhe. Para quem depende disso, se eles disponibilizam essa ferramenta, deveria ter um apoio, um suporte humanizado melhor. Já perdi clientes, devolvi dinheiro, empresas deixaram de anunciar. É muito complicado”, desabafa o dono do perfil Enquanto Isso em Goiás.

Bruna Garcia reclama que a plataforma não explicou o motivo da suspensão e que perdeu a fonte de renda. “Ser tirado algo que você construiu por anos e nem motivo algum te dão. Chegava a ganhar até R$ 15 mil por mês. Agora estou sem perfil, sem trabalho, sem eventos para fazer. Foi um ano difícil”. Ela também acionou a Justiça contra o Instagram.

Por conta dos prejuízos, o advogado Manoel Pereira diz que solicita indenização nas ações. “Nas ações em tramitação na Justiça, além de pedir a reativação da conta, peço indenização, já que essas pessoas ficaram sem ganhar dinheiro durante a desativação dos perfis”.

O advogado entende que a rede social abusa das leis brasileiras. “O Instagram está colocando as suas normas acima da Constituição. O direito à liberdade de expressão deve prevalecer diante dos termos de uso, sendo ainda necessário o contraditório e ampla defesa antes de desativar o perfil. Inclusive, a justiça vem aplicando o Código do Consumidor também na relação entre usuário e plataforma”, defende.

Atualmente, há um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional, que altera o Marco Civil da Internet e proíbe a suspensão de perfis sem o conhecimento da causa e a chance do dono de se defender previamente.

5 dicas para não errar na hora de comprar seu veículo seminovo ou usado

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Com a alta dos preços e diminuição da oferta, é preciso todo o cuidado para não comprar um veículo com problemas

O mercado de carros seminovos e usados deu um boom em 2021. Com o mercado sofrendo com os quase 2 anos de pandemia da Covid-19, especialmente pela falta de insumos, como ferro e borracha, houve uma drástica redução na produção de carros zero, o que levou ao aumento pela procura de seminovos e usados.

Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), em 2021 foram comercializados cerca de 11,2 milhões de automóveis e comerciais, em uma margem de 5,7 veículos usados para cada veículo leve zero-quilômetro.

E claro, como todo comércio, quando há aumento na procura e redução de oferta, o preço vai às alturas. A tabela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), usada como base para negociar veículos, apresentou uma média de 30% de aumento em 2021.

Por esta razão, é preciso ter todo o cuidado ao comprar um seminovo, para evitar futuras dores de cabeça, já que uma boa quantia de dinheiro será gasta na aquisição de um novo veículo.

“Existem alguns pontos que todo mundo deve observar antes de comprar um veículo usado, pois qualquer vacilo ou desatenção pode amarrar o cliente com um produto que só vai dar problema”, ressalta Rodrigo Dal Bello, CEO do Autoconf, plataforma inteligente de gestão de veículos voltada para revendedoras e que já avaliou mais de 87 mil veículos.

Como nem todos os brasileiros são experts em negócios de veículos, Dal Bello elenca 5 dicas fundamentais na hora de buscar um seminovo:

  1. Verifique o automóvel com cuidado

Achar um seminovo do jeitinho que você quer pode ser uma tarefa difícil e levar tempo. Isso pode fazer com que o cuidado ao avaliar o automóvel seja deixado de lado. Verifique a pintura, se existem marcas de possíveis batidas, a quilometragem (carros com quilometragem muito alta podem ser um problema), a parte mecânica, a conservação do interior do carro e se todas as funcionalidades, como ignição, parte elétrica e multimídia, estão em perfeito estado.

  1. Leve a um mecânico de confiança

Pode ser que você não tenha todo o conhecimento necessário para avaliar o seminovo. Por isso é sempre indicado que, se possível, leve junto um mecânico de sua confiança ou alguém que tenha bastante conhecimento sobre carro para te auxiliar na avaliação do veículo. Assim, você garante que qualquer problema que possa passar despercebido seja notado.

  1. Faça um teste drive

Não tenha vergonha de pedir para testar o veículo. É fundamental que você se sinta à vontade ao dirigir o carro, afinal de contas, você fará um bom investimento naquele bem.

Aproveite o teste drive para avaliar também as funcionalidades. É a melhor maneira de ter uma impressão mais ampla sobre o veículo.

  1. Cheque a documentação e procedência do veículo

Evite surpresas ao comprar um carro novo. Peça para ver os comprovantes de negativação de multas passadas, pagamento de IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), licenciamento e até mesmo o histórico de revisões. Nunca compre automóveis de procedência duvidosa.

  1. Procure lojas de revendas de confiança

Dal Bello ressalta que é fundamental realizar negócios com lojas e comerciantes com bom histórico de mercado. Isso certamente vai garantir que todos os itens acima sejam previamente checados quando a loja adquirir o veículo para a venda.

Foi, inclusive, a necessidade de facilitar a conexão entre cliente e vendedor que levou à criação do Autoconf. A plataforma tem funcionalidades que vão desde o gerenciamento do produto, antes mesmo dele entrar em estoque, até a sua disponibilidade para a retirada do cliente.

O sistema permite uma exaustiva avaliação do veículo com base em Inteligência Artificial, a partir de uma visão 360º que possibilita tanto o rastreamento como a validação de cada um dos serviços e inspeções que aquele automóvel passou antes de ser vendido.

 

Opera anuncia versão beta de novo navegador Web3 com carteira de Crypto integrada

O navegador Web3 rápido e seguro do Opera é fácil de usar e oferece uma carteira integrada sem custódia

Opera, a empresa por trás do popular navegador multiplataforma de mesmo nome, apresenta hoje seu “Crypto Browser Project”, oferecendo aos usuários acesso direto e sem atrito aos serviços Web3 com versões beta imediatamente disponíveis para Windows, Mac e Android.

A nova oferta beta atende aos cripto-nativos e aos cripto-curiosos, colocando o Web3 na frente e no centro da experiência de navegação. Com seu projeto de navegador de crypto, Opera pretende tornar mais fácil do que nunca a navegação em aplicativos descentralizados (dapps), jogos e plataformas metaverso para uma experiência cruzada mais perfeita. O navegador vem equipado com um agregador de notícias e dados, apelidado de “Crypto Corner” – um espaço dedicado com informações importantes, incluindo notícias sobre criptomoedas, preços de ativos de criptomoedas e taxas de gás, bem como eventos de criptomoedas, airdrops e até podcasts.

O navegador Opera já é conhecido como um dos navegadores de privacidade mais seguros do mundo, graças à seu VPN sem login e ao bloqueador nativo de anúncios e rastreadores. O navegador crypto integra esses mesmos padrões e serviços líderes do setor com um novo conjunto de recursos que tornam o uso da nova web baseada em blockchain tão simples quanto acessar a Web 2.

Isso inclui acesso direto a exchanges descentralizadas, NFTs baseados em Web3 e Dapps de jogos, bem como suporte integrado a Telegram e Twitter – permitido diretamente na barra lateral do navegador. Uma carteira não custodial integrada suportará o Ethereum na versão beta, mas em breve estenderá a interoperabilidade nas principais redes e sistemas de nomenclatura por meio de parcerias com Polygon, Solana, Nervos, Celo, Unstoppable Domains, Handshake, ENS e muito mais a serem anunciados.

A carteira suporta tanto tokens fungíveis ERC-20 quanto padrões não fungíveis, incluindo tokens ERC-721 com ERC-1155 chegando no primeiro trimestre de 2022. Também permite que os usuários comprem criptomoedas por meio de uma rampa integrada de fiat-to-crypto, além de facilitar trocas diretas de cripto-para-cripto. Os usuários também podem verificar o saldo de criptomoedas e o preço do gás e até acessar uma galeria NFT integrada.

Parcerias com soluções Ethereum Layer 2, como Polygon, entre outras, permitirão que o Crypto Browser Project de Opera resolva uma das questões mais cruciais associadas às tecnologias blockchain – os custos ambientais de realizar cada transação.

Para ilustrar, a rede Polygon consome apenas 0,00079 terawatts (TWh) de eletricidade por ano – várias ordens de magnitude abaixo do consumo de energia pelas principais redes blockchain Proof-of-Work (PoW) com média entre 35 a 140 (TWh) por ano.

Jorgen Arnesen, EVP Mobile da Opera, diz: “À medida que o interesse na Web3 continua a crescer, nenhuma das experiências de navegação na web oferecidas hoje são criadas para criar uma experiência perfeita e segura entre elas. O Crypto Browser Project de Opera promete uma experiência Web3 mais simples, rápida e privada para os usuários. Ele simplifica a experiência do usuário Web3, que muitas vezes é desconcertante para usuários comuns. Opera acredita que a Web3 deve ser fácil de usar para que a web descentralizada atinja todo o seu potencial.”

“Estamos lançando nossa versão beta para o mundo para obter feedback da comunidade de crypto e construí-la juntos para o futuro”, acrescentou Arnesen.

A necessidade de maior simplicidade de acesso à Web3 e uma melhor experiência do usuário é sublinhada pelas expectativas para o metaverso, que a PWC estima que adicionará US$ 1,5 trilhão à economia até 2030. Apesar desse crescimento extraordinário, a adoção em mercados vitais está atrasada, acredita-se que tecnologias de acesso complexas dificultam a integração de usuários comuns.

Sobre Opera

Opera é um inovador global da web com uma base engajada e crescente de centenas de milhões de usuários ativos mensais que buscam uma melhor experiência na Internet. Com base em mais de 25 anos de inovação que começou com produtos para navegadores, a Opera agora está alavancando sua marca e sua base de usuários altamente engajada para expandir seus negócios em novos segmentos. Hoje, a Opera oferece aos usuários de todo o mundo uma variedade de produtos e serviços que incluem navegadores para PC e dispositivos móveis, o leitor de notícias Opera News e aplicativos dedicados a jogos, criptomoedas, comércio eletrônico e classificados. Em 2018, a Opera introduziu o primeiro navegador com uma carteira de criptomoedas integrada e suporte para web3. A Opera está sediada em Oslo, Noruega e listada na bolsa de valores NASDAQ (OPRA).

Distrito Federal se prepara para volta às aulas em 14 de fevereiro nas escolas públicas

O ano terá 200 dias letivos obrigatórios; estudantes das Instituições Educacionais Parceiras (IEP) iniciam em 10 de fevereiro

Os calendários escolares do ano letivo de 2022 estão fechados e disponíveis no site da Secretaria de Educação. Pela programação atual, as aulas serão presenciais e terão início em 14 de fevereiro. Já para os estudantes das Instituições Educacionais Parceiras (IEP), começam em 10 de fevereiro.

A semana pedagógica, reunião dos profissionais da educação que ocorre antes do início das aulas, acontecerá de 7 a 11 de fevereiro

Os dias letivos móveis, aqueles que mudam a critério da escola, também foram definidos. Vão acontecer em 22 de abril, 17 de junho, 11 e 29 de julho e 14 de novembro. Essas datas não incluem as IEPs nem os Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), que não possuem esta possibilidade.

A semana pedagógica, reunião dos profissionais da educação que ocorre antes do início das aulas, acontecerá de 7 a 11 de fevereiro. Já para as IEPs será de 2 a 4 e 7 a 9 de fevereiro.

Ao todo são 200 dias letivos obrigatórios. A organização dos bimestres ficou da seguinte forma:

Calendário anual:

1º Bimestre: 14/2 a 29/4 (50 dias letivos)
2º Bimestre: 2/5 a 11/7 (50 dias letivos)
3º Bimestre: 29/7 a 7/10 (50 dias letivos)
4º Bimestre: 10/10 a 22/12 (50 dias letivos)

Calendário IEP:

1º Bimestre: 10/2 a 28/4 (50 dias letivos)
2º Bimestre: 29/4 a 11/7 (50 dias letivos)
3º Bimestre: 27/7 a 06/10 (50 dias letivos)
4º Bimestre: 07/10 a 21/12 (50 dias letivos)

EJA, Educação Profissional e CIL

O primeiro semestre para os alunos dos Centros Interescolares de Línguas (CILs) inicia no dia 21 de fevereiro. Já as aulas para as turmas dos cursos de regime semestral, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Profissional terão início no dia 14 de fevereiro. O segundo semestre começará no início de agosto.

As turmas do EJA e Educação Profissional seguem os 200 dias letivos. Já os cursos do CIL são 195 dias. Veja como ficou a organização dos semestres:

EJA e Educação Profissional:

1º Semestre: 14/2 a 11/7 (100 dias)
2º Semestre: 1/8 a 23/12 (100 dias)

CIL:
1º Semestre: 21/2 a 11/7 (95 dias)
2º Semestre: 8/8 a 23/12 (95 dias)

Como a LGPD aumentou a segurança jurídica do Brasil?

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POR THAIS CORDERO

Um dos maiores marcos jurídicos no Brasil em 2021, foi a entrada em vigor das sanções administrativas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709, de 2018), em 01 de agosto. Desde essa data, tanto pessoas físicas quanto jurídicas que não realizam tratamento de dados em conformidade com as normas previstas em legislação, estão sujeitas a advertências, multas e até à proibição parcial ou total do exercício das atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Ainda assim, o Brasil foi o sexto país mais atingido por vazamentos de dados em 2021. Só de janeiro a novembro, foram 24,2 milhões de perfis pertencentes a usuários brasileiros tendo informações expostas a partir de ataques ou brechas em sistemas. Apesar disso, o volume de ocorrências caiu 31%, segundo dados da consultoria holandesa Surfshark. O país recordista é Estados Unidos, com 212,4 milhões de contas atingidas por criminosos.

Os números já são um reflexo da relevância que o tema vem ganhando no Brasil. De acordo com um levantamento feito pela RD Station em parceria com a Manar Soluções, 69% das empresas estão em processo de construção de políticas de proteção aos dados dos clientes. Este dado representa um grande avanço na maturidade das empresas brasileiras em relação ao cumprimento de leis.

O principal benefício desses investimentos é a segurança – mas não só. Empresas preocupadas em tratar dados adequadamente, fazendo o acompanhamento das informações entre todos os seus stakeholders e dando visibilidade ao modo como os dados são tratados, tendem não só a mitigar incidentes como também reduzir riscos operacionais e até aumentar sua visibilidade para receber investimentos, sejam eles nacionais ou até internacionais.

Atender às normas da LGPD significa ter uma política de compliance mais rigorosa, o que deixa de ser um diferencial para se tornar a regra no mercado. As empresas que adotam tais medidas transmitem muito mais credibilidade e confiança aos clientes, colaboradores, acionistas e investidores, já que demonstram a preocupação em cumprir as leis e ser transparentes no tratamento dos dados que lhe são confiados.

A evolução das políticas claras de LGPD são os processos de due diligence, que compreendem um conjunto de atos investigativos que deve ser realizado principalmente em momentos de transações importantes, como operações de fusões e aquisições (M&A), ou mesmo para aportes de investimentos.  Esse procedimento trata-se de uma averiguação detalhada sobre o contexto jurídico-econômico de uma empresa, mapeando possíveis riscos, fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro, entre outros.

Inclusive, segundo os dados da pesquisa Fusões & Aquisições, foram realizadas 1.362 operações de M&A de janeiro a novembro de 2021. Esse número representa R$ 526,7 bilhões em investimentos – um aumento de 132,6% em relação ao mesmo período do ano passado, reforçando a teoria do quanto a LGPD tem impactado positivamente a segurança jurídica no nosso país.

Em suma, a due diligence funciona como uma evolução da LGPD, averiguando se as políticas desenvolvidas estão, de fato, sendo executadas. Além disso, como a tecnologia está em constante e rápido desenvolvimento, essas políticas precisam ser frequentemente revisitadas, a fim de minimizar riscos e promover melhorias de forma contínua. O mundo está em constante transformação e, fazer um acompanhamento próximo dessas mudanças junto ao que vem sendo desenvolvido pela empresa é fundamental para garantir a saúde dos negócios. Quem não estiver de acordo com as diretrizes de compliance, certamente, ficará para trás em 2022.

Thais Cordero é advogada e líder da área societária do escritório Marcos Martins Advogados.

 

Sobre o Marcos Martins Advogados: 

https://www.marcosmartins.adv.br/pt

Fundado em 1983, o escritório Marcos Martins Advogados é altamente conceituado nas áreas de Direito Societário, Tributário, Trabalhista e Empresarial. Pautado em valores como o comprometimento, ética, integridade, transparência, responsabilidade e constante especialização e aperfeiçoamento de seus profissionais, o escritório se posiciona como um verdadeiro parceiro de seus clientes.

Como a tecnologia pode impactar nos negócios e na eficiência operacional do setor de saúde

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POR ALEXANDRE CALEGARI

A tecnologia tem sido pauta dos principais líderes, nos mais variados segmentos. Impossível pensar em estratégia, sustentabilidade, ter um  olhar a longo e médio prazo sem focar nisso. Ela é, sem dúvidas, um dos pilares da sustentação e renovação dos negócios.

Cada vez mais percebemos esta disciplina inserida nas áreas de  negócios e nas grades multidisciplinares das universidades. Se pararmos para pensar, toda empresa hoje é uma empresa de tecnologia. Até por este motivo, por mais estranho que pareça,  atualmente é insensato deixar os projetos desta natureza 100% nas mãos dos departamentos de TI, sem alinhamento e envolvimento dos usuários de negócios.

Com este cenário, as barreiras físicas foram rompidas, tornando o que já era globalizado, ainda mais sem fronteiras. Isso aumentou consequentemente a velocidade com que as coisas acontecem e, claro, a competitividade. Não existem mais limitações e tudo pode ser feito a qualquer hora, a partir de qualquer lugar. Se você deixa de oferecer um serviço para um paciente ou um cliente, ou não atende uma demanda do mercado, por exemplo, pode ter certeza de que alguém, em algum local, dará atenção àquilo.

Sem falar que o consumidor diante deste cenário está cada vez mais empoderado, buscando por excelência e personalização. As experiências digitais são cada vez mais importantes para os consumidores, que preferem cada vez mais comprarem, venderem e interagirem usando os meios e canais digitais.

Quando finalmente chegamos na saúde e na medicina diagnóstica temos todas essas variáveis e mais dois cenários importantes que se somam a elas. A longevidade, ou seja, a inversão da pirâmide etária e mais pessoas dependendo do serviço, além do crescimento da diversidade, dos novos tratamentos e das novas demandas. E, outro ponto, é a pressão por custos, que tanto se fala no setor. A busca pela eficiência operacional, por qualidade, pela eliminação de desperdícios e redução de tempo. Claro que, inserido em um contexto maior de grande fragmentação do setor.

Mas, quais são os limites para a tecnologia na medicina diagnóstica? Até onde podemos expandir os horizontes? Como acompanhamos muito de perto esse setor aqui na Shift, vemos que CEOs estão buscando investir em tecnologia e quanto maior a sua curva de maturidade, maior a necessidade dela e maiores as exigências. Até porque isso acaba sendo diretamente proporcional ao que se tem em relação a metas e resultados.

Existem algumas aplicações-chave nessa busca pela eficiência operacional, junto a redução de custos. Os dados são a premissa para quem quer ter foco em renovação. Aliado a isso também é importante olhar para a expansão da jornada do paciente e na promoção de cuidados, que estão cada vez mais integrados e personalizados. Além de proporcionar mais autonomia para o paciente. As ferramentas digitais vieram para ficar e não param de expandir-se como meio de conectar serviços de saúde e pacientes.

E, como a informação fragmentada tem seu valor e igualmente tem seu limite, tem se falado muito em interoperabilidade no setor de medicina diagnóstica. Ela é indispensável para se ter base robusta de informações, que podem ser posteriormente trabalhadas, gerar conhecimento, oportunidades, solucionar desafios, ajudar a trazer, diferenciação e sustentabilidade através da tecnologia.

Por isso, a necessidade de um olhar estratégico e da busca por parceiros que possam de fato agregar soluções e apoiá-los na diferenciação dos negócios. É preciso mais que um fornecedor de sistema, pois o que se espera é um alinhamento estratégico de tecnologia, uma relação de confiança. Não podem existir limites nessa transformação dos negócios. A eficiência operacional precisa ser alcançada e a tecnologia é parte importante disto.

Alexandre Calegari, gerente de produtos da Shift, é graduado em Tecnologia da Informação e especialista em Gestão Estratégica a Inovação Tecnológica

Governador Caiado apresenta ônibus articulado 100% elétrico para Eixo Anhanguera

O governador durante apresentação do ônibus articulado 100% elétrico para circular na linha do Eixo Anhanguera, em Goiânia. Ronaldo Caiado recebe passageiros durante primeira viagem. (Foto: Wesley Costa)

Mais de 100 veículos vão substituir os atuais 86 da frota da linha na capital e Região Metropolitana. Modelo tem autonomia para percorrer 250 quilômetros a cada recarga de cinco horas, com bateria de fosfato, considerada mais limpa e segura, possui ar-condicionado ionizado, carregadores de celular e Wi-Fi

O governador Ronaldo Caiado apresentou, nesta segunda-feira (17/01), no estacionamento do Estádio Serra Dourada, em Goiânia, um ônibus articulado 100% elétrico, modelo escolhido para substituição da frota que circula no Eixo Anhanguera. O objetivo é iniciar a modernização na linha ainda neste primeiro semestre, com o início do recebimento de novos exemplares a partir do meio deste ano. Após o evento, ele participou da primeira viagem no veículo, recepcionou passageiros e foi aplaudido pela população presente no final da linha.

Ao todo, serão mais de 100 novos ônibus para substituir a atual frota, composta por 86 unidades. O veículo, que passa a integrar um estudo de viabilidade técnica e econômica, é produzido pela montadora chinesa Build Your Dreams (BYD), com fábrica em Campinas (SP). O objetivo é promover a eletrificação da frota de transporte coletivo, com resultados diretos para redução da emissão de gases poluentes na atmosfera e para assegurar mais conforto aos usuários do sistema, além de requalificar o corredor por onde trafega.

De acordo com a fabricante, cada veículo elétrico deixa de emitir 110 toneladas de CO2 por ano. A última substituição total da frota que atende ao Eixo Anhanguera foi realizada há 10 anos.

“Hoje, o mundo clama por descarbonização. Cada ônibus desse, que substitui um ônibus a diesel, diminui 110 toneladas de CO2 emitidos por ano. Mais de 10 mil toneladas de carbono, se contarmos os 100 ônibus, deixam de ser lançadas no meio ambiente. Isso é dar a Goiânia o diferencial de que precisa, e a Goiás mais um passo inovador”, diz o governador.

Segundo Caiado, o atual governo chegou a discutir a compra de 100 ônibus novos para a Metrobus. “Aí pensei: será que é só isso que nós temos que fazer? Será que é só comprar uma frota nova? Não. É necessário ter um projeto de lei que altera, que modifica o sistema, que vai proporcionar um diferencial ímpar, de tarifas que serão cobradas de acordo com o percurso daquele passageiro”, pontua. O governador ressalta que o projeto não será apenas a compra de ônibus elétricos, mas sim a mudança do conceito de transporte coletivo em Goiânia.

“É o grande desafio que nós temos na Capital. Darmos a uma cidade linda como Goiânia um passo em que ela será, cada vez mais, reconhecida mundialmente. Nós seremos os primeiros no Brasil a implantar, a passos acelerados, o transporte com ônibus elétrico, mas também tratando das tarifas, da qualidade de nossas plataformas, da condição de melhor deslocamento de cada um que usa transporte público no Estado de Goiás”, observa Caiado.

O governador cita a importância do projeto O Futuro é Agora: Apresentação da Modernização do Eixo Anhanguera. “Não adianta você querer resolver um assunto fazendo ‘puxadinho’. Ou se muda o conceito do transporte público, ou vamos estar cada vez mais fadados a provocar um certo desencanto junto à população, mas, também, não podemos vender como algo que vai ser resolvido imediatamente”, salientou.

A iniciativa é implementada pelo Governo do Estado, por meio da Metrobus, em parceria intermediada pela Secretaria-Geral da Governadoria (SGG), com o consórcio formado pelas empresas Enel X, Marcopolo e Consórcio HP-ITA (Urbi Mobilidade Urbana).

“Uma solução para um problema que perdura há décadas. Estamos indo muito além de substituir os ônibus”, diz o secretário-chefe geral da Governadoria, Adriano da Rocha Lima.

Segundo explica, o projeto de lei enviado para a Assembleia Legislativa pelo Governo de Goiás, sancionado no final do ano, permite a criação de duas tarifas. Uma será a do usuário, que hoje é no valor de R$ 4,30, e a outra, de remuneração, aquela exigida pelo contrato de concessão, para que mantenha o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.

“Antes dessa lei, não existia essa diferenciação de tarifa; então, aquilo que deveria ser necessário para equilibrar o contrato, tinha que ser repassado integralmente ao usuário do sistema, sobrecarregando a população que já está enfrentando dificuldades, obviamente, em função da pandemia”, pondera Rocha Lima.

A partir da nova lei, o governo passa a assumir parte da fatia que seria do usuário, o subsídio, para que o valor da tarifa não suba além dos atuais R$ 4,30. Além desses benefícios, a lei permite também a flexibilização dos preços, em que em distâncias, por exemplo, mais curtas, poderão ser cobrados valores menores.

O presidente da Enel Goiás, José Nunes, observou que, para se chegar aos resultados, é preciso integrar. “Isso temos feito. Nenhuma das cidades que temos o projeto ficou com o primeiro dimensionamento de número de veículos, por exemplo. Tenho certeza de que o senhor, governador, está dando novo passo para o transporte coletivo em Goiânia e em todo o Estado”, disse. Diretor de negócios com o Governo de Goiás, também da Enel, Carlos Eduardo, explicou que a empresa administra atualmente mais de 1,8 mil veículos em todo o mundo, sendo 1,3 mil elétricos. O primeiro do modelo 22 metros será experimentado em Goiânia. “Nos próximos meses vamos refinar e tirar todas as dúvidas, e fazer o melhor estudo que venha a atender a melhoria da qualidade do serviço para o cidadão”, ressaltou.

O presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) Tarcísio Abreu, representante do prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, destaca os avanços que serão possibilitados com a nova legislação para o transporte público. “Vivemos um momento único e temos a oportunidade de transformar o transporte, que nunca teve esse empenho dos entes federativos”, afirma.

Primeira viagem

Caiado esteve presente na primeira viagem do veículo com passageiros, passando por pontos importantes da capital. O governador recepcionou as pessoas que entravam no ônibus no Terminal da Praça da Bíblia e seguiu percurso pelos terminais Praça A, Dergo até o Terminal Padre Pelágio, onde Caiado foi bastante aplaudido pela população presente no local. “Esse ônibus elétrico vai modificar o conceito de transporte no âmbito do estado de Goiás, como também da nossa região metropolitana”, diz.

Modelo não poluente

O veículo elétrico apresentado é do modelo D9W carroceria Marcopolo. A promessa é de autonomia para percorrer 250 quilômetros, com até cinco horas para recarga da bateria feita de fosfato de ferro, considerada a mais limpa e segura, já que é reciclável e à prova de fogo. O dispositivo de carregamento do ônibus, com tecnologia Enel-X, já foi instalado na garagem da Metrobus. O modelo possui ar-condicionado ionizado, carregadores de celular, Wi-Fi e foi desenvolvido com suspensão pneumática em todos os eixos, o que proporciona mais conforto para os usuários.

O ônibus é um articulado de 22 metros de comprimento com capacidade para transportar 170 passageiros, sendo 59 sentados, com espaço reservado para cadeirantes. O consumo energético, segundo a empresa fabricante, é equivalente a 1,2 KWh/Km, com menor custo operacional e de manutenção que um veículo convencional. Os motores elétricos ficam embutidos nas rodas do eixo traseiro, são silenciosos e não emitem poluentes.

O modelo apresentado, em Goiânia, tem vários recursos, como seis câmeras de alta definição, duas delas com infravermelho, em substituição aos retrovisores externos e internos. As câmeras permitem que o motorista veja pontos cegos e tenha facilidade de manobra, aumentando a segurança e garantindo mais conforto na viagem.

A coluna de direção é regulável, o que permite maior conforto de acordo com as características de cada motorista, mais adequado aos parâmetros de ergonomia. Já as portas seguem rigorosos padrões de segurança e são equipadas com sensores, o que evita que se fechem quando é identificado qualquer movimento próximo, o que deve diminuir riscos de acidentes no embarque e desembarque.

“O avanço com esse ônibus é algo impressionante. É outro mundo. Nesse calor de Goiânia, os usuários terão ar-condicionado ionizado nos ônibus. Você saber que o ar que está respirando ali, sem poluição alguma, é mais puro até que o ar de fora dele”, diz o governador sobre os modelos.

Viabilidade técnica

Durante os próximos dias, serão analisados os indicadores operacionais de manutenção desse tipo de veículo e como funciona o sistema eletrônico dentro das características do trajeto na linha do Eixo Anhanguera e das suas extensões. No período de avaliação, também serão verificados autonomia, tempo de carregamento, custo da operação e realizados treinamentos. Em um primeiro momento, o ônibus articulado não será utilizado por passageiros. O estudo de viabilidade técnica ocorre em parceria entre Enel X, Marcopolo e Consórcio HP-ITA (Urbi Mobilidade Urbana), com os consultores Tauil Chequer e Radar PPP.

O foco é comparar o ônibus elétrico com o veículo tradicional, movido a óleo diesel, para uma percepção mais clara sobre os benefícios econômicos e de sustentabilidade ambiental. Com a aprovação, a previsão é de que toda a frota da Metrobus seja substituída pelos veículos elétricos, com a chegada das primeiras unidades previstas para o meio deste ano, o que vai garantir a circulação de ônibus que usem energia limpa e renovável, um importante passo para a redução de poluentes.

O andamento para a substituição é viabilizado por meio de um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), que é uma prática internacionalmente recomendada para se promover mais transparência e competitividade no processo de seleção, modelagem, licitação e contratação de projetos de infraestrutura.

No Brasil, o PMI está previsto na lei 8.987/1995, com regulamentação pelo Decreto 5.977/2006, que orienta sobre o procedimento destinado à apresentação de projetos, estudos, levantamentos ou investigações a serem utilizados em modelagens de parcerias público-privadas.

Segundo o secretário Adriano Rocha Lima, o estudo de viabilidade e parceria foi iniciado em meados do ano passado, quando foram reunidos representantes de todos os municípios que compõem a Região Metropolitana de Goiânia e das empresas. “Identificamos que o sistema precisaria de uma reforma mais estrutural, mais ampla. Fizemos um estudo detalhado de quais seriam as soluções possíveis para enfrentar essa reforma do transporte”, informa.

O deputado estadual Bruno Peixoto se referiu ao modelo apresentado pelo governador Ronaldo Caiado como “o primeiro ônibus de muitos”. “Nunca houve isso. Desde 2.000, acompanho todos falarem em resolver esse problema, e esta é a primeira vez que vejo um ônibus desse chegar ao Estado”, destaca. Deputado federal, Adriano do Baldy falou dos investimentos feitos pelo atual governo em benefício dos cidadãos. “O governador economiza cada centavo do dinheiro público pensando no cidadão”. Também deputado federal, José Nelto atentou para a sustentabilidade. “Um ônibus do transporte coletivo, deixando de jogar gás carbônico no planeta, aqui na nossa Capital”, aponta.

Participaram também do evento o deputado federal Zacharias Calil; os estaduais Pastor Jeferson, Cairo Salim, Júlio Pina e Talles Barreto; o presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM), Carlão da Fox; representante da Federação Goiana dos Municípios (FGM), Kelton Pinheiro; os secretários de Estado, Tony Carlo (Comunicação), Coronel Alencar (Casa Militar), Henderson de Paula (Esporte e Lazer); chefe de gabinete de Gestão da Governadoria, Luiz Rates; assessor especial da Governadoria, Lyvio Luciano; diretor de Relações Institucionais da Urbi Mobilidade Urbana, Sebastião Augusto Barbosa Neto; presidentes da Metrobus, Francisco Antônio Caldas, da Goiás Parcerias, Diego Soares, e da Associação Comercial e Empresarial de Goiânia, José Torres; o superintendente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial), Edwal Portilho “Chequinho”; diretor de Estratégia e Transformação da Marcopolo, João Paulo Ledur; prefeitos de Aruanã, Hermano de Carvalho, e de Nerópolis, Gil Tavares; e o representante da Polícia Militar de Goiás, Coronel Daniel.

Se deu mal | Inabilitado vai dirigindo fazer prova do Detran

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O veículo ainda estava irregular e foi removido ao depósito

Na noite dessa segunda-feira (17), agentes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal flagraram um condutor inabilitado, que foi dirigindo seu veículo, fazer o exame para obtenção da CNH, no Detran de Sobradinho.

Agora o Auto de Infração será encaminhado para o Núcleo de Candidatos do Departamento e o processo de habilitação desse condutor pode ser suspenso por seis meses.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, dirigir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação, Permissão para Dirigir é infração gravíssima, sujeito à multa de R$ 880,41 e à retenção do veículo, até a apresentação de condutor habilitado. No entanto, como o veículo dele também não estava licenciado, o carro foi removido ao depósito.