Para o primeiro Fla x Flu do ano, o Fluminense entrou em campo com proposta de jogo em contra-ataque.
Deixava o adversário com a bola e iniciava a marcação a partir do meio campo.
É uma estratégia que pode dar certo, mas precisa que a marcação seja próxima, em cima da jogada e nesse aspecto nosso time falhava, pois só iniciava o combate depois que o adversário recebia a bola e pensava o que fazer.
Por este erro de marcação, levamos alguns sustos nas poucas vezes que o adversário conseguia chegar.
Os contra-ataques até apareceram, apesar das péssimas atuações dos laterais Samuel Xavier e Cristiano.
Luiz Henrique e Bigode com ótimas atuações e Fred apagado em função da questão física, pois não consegue mais atuar com a mesma intensidade dos demais jogadores.
Com isso o primeiro tempo terminou 0x0 mas se fosse 2×2 teria premiado os 2 times.
No segundo tempo Abel corrigiu parcialmente tirando Samuel Xavier e colocando Calegari.
Melhorou a marcação que passou a ser feita na intermediária do adversário.
O jogo diminuiu de intensidade e o cansaço de Luiz Henrique fez o Fluminense perder a velocidade no ataque.
Ainda assim, numa falta em cima dele, Yago cruzou uma bola na área e Arias fez o gol da vitória.
Necessário que Abel tenha visto a marcação deficiente (muito distante, o que facilita o adversário receber a bola, pensar e construir a jogada), oriente os laterais para jogar mais à frente pois com 3 zagueiros eles tem essa liberdade.
Seria interessante entrar com Fred aos 15 do segundo tempo, com a defesa adversária desgastada, o que equilibraria a deficiência no aspecto físico.
Vitória importante, mas não pode apagar os erros, afinal uma vitória normal, em cima de um freguês.
Como diz o ilustre tricolor Mário Sérgio, Fla x Flu a gente não joga, GANHA.
Cumpre lembrar que nos últimos 7 jogos contra o “melhor time do mundo” (segundo alguns torcedores fantasiados de “comentaristas”), são 5 vitórias, 1 empate e 1 zebra(16 pontos contra 4 do adversário).
Vale registrar a boa arbitragem que não se deixou intimidar com a turminha do alarido e o Var que cumpriu seu papel corretamente.
Agora, é enfrentar o clássico com o Botafogo na próxima quinta-feira e, corrigindo a marcação tem boas chances de nova vitória.
Pontos turísticos da capital brasileira são destaques do filme, que já foi visto por mais de 300 mil espectadores
Já são quase 300 mil espectadores no cinema. Novo filme do brasiliense René Sampaio a se enveredar pelo universo do bardo Renato Russo, “Eduardo & Mônica”, em cartaz nos cinemas, vem conquistando legiões de corações pelo país.
No Distrito Federal, a história do “boyzinho que tentava impressionar” e “a menina com tinta no cabelo” ganha significado especial, afetivo até. Bate forte não apenas na alma dos moradores da capital, mas de quem contemplou um estado de espírito que nasceu nos anos 80 ao som de guitarras elétricas, festas legais e lugares marcantes da cidade projetados nas telonas e que fazem parte da vida de milhares de pessoas.
A história do filme ganha significado especial, afetivo até, não só para os moradores da capital, mas para quem contemplou um estado de espírito que nasceu nos anos 80 | Divulgação/Gávea Filmes
Alguns desses espaços são emblemáticos, como o monumental Parque da Cidade. Outros, meramente representativos, a exemplo do Congresso Nacional. Não por acaso, cinco outros locais da cidade fazem parte do projeto “Rota do Rock”, iniciativa da Secretaria de Turismo do DF que tem como meta redefinir esse período cultural tão importante para a cidade e marcado por vivências e experiências únicas. É o que explica a secretária Vanessa Mendonça.
“Turismo é experiência e o turismo cinematográfico tem uma força tremenda. Um filme tem a capacidade de atrair o interesse das pessoas que ainda não conhecem uma cidade e querer visitar os locais”, comenta a titular da pasta, que viu e gostou de “Eduardo & Mônica”. “Brasília está sendo vista de forma maravilhosa, como uma cidade cheia de vida e que tem uma potência criativa enorme, além de paisagens e monumentos incríveis”, avalia a gestora.
Parque da Cidade: local onde os protagonistas do filme escreveram parte de sua história como casal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
“O filme não poderia existir em outro lugar que não fosse Brasília, ou pelo menos não com essa força e identidade que temos. Buscamos locações na cidade que pudessem traduzir esse sentimento”, René Sampaio, cineasta
Rock Brasília
Criado em maio de 2021, o projeto “Rota do Rock” mapeou mais de 40 destinos turísticos na cidade que têm relação direta com o estilo musical que consagrou bandas como Plebe Rude, Capital e Legião Urbana. Quinze desses espaços contam com placas informativas e um QR Code, código que permite ao turista fazer uma viagem virtual por esses locais.
No filme “Eduardo & Mônica”, além do Parque da Cidade, claro, alguns dos roteiros traçados pelo GDF se fazem presentes com cenas rodadas na Universidade de Brasília (UnB), na entrequadra 110/111 Sul – endereço da antiga lanchonete Food’s, ponto de encontro dos punks e local de shows de bandas da cidade -, além do Bar Beirute, bastante frequentando por Renato Russo e point tradicional para moradores e visitantes.
Cravado no coração de Brasília com sua forma piramidal, o Teatro Nacional, que em breve será reformado pelo GDF, é outro ponto da cidade que faz parte da “Rota do Rock” da Secretaria de Turismo do DF e serve de cenário para os jovens que se “encontraram sem querer e conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer”. Ali, no início dos anos 80, os integrantes da Legião Urbana usaram os blocos da fachada idealizados pelo artista plástico Athos Bulcão para histórico ensaio fotográfico.
“O Rock Brasília, para a minha geração, foi um grito de liberdade, mostrava para toda uma galera, entre 13 e 20 anos, que era possível ter uma voz brasiliense, dizer coisas da cidade que ecoassem no Brasil inteiro”, comenta o diretor de “Eduardo & Mônica”, René Sampaio, elogiando o projeto “Rota do Rock”, do GDF. “Mapear esses pontos de interesse turístico significam muito para quem viveu esses momentos na capital do país”, destaca.
Algumas locações escolhidas para o longa-metragem transpõem os limites do Plano Piloto. É o caso da Rota do Cavalo, situada no Núcleo Rural Sobradinho | Foto: Adriano Teixeira/Agência Brasília
Cidade cinematográfica
Além da exuberância arquitetônica modernista local, o lado bucólico de Brasília, sintetizada no conceito de cidade-parque do urbanista Lúcio Costa, com suas áreas verdes espalhadas por quadras, entrequadras e canteiros a perder de vista, também são atrativos turísticos explorados no filme. Para o cineasta René Sampaio, elementos espaciais essenciais que ajudaram a criar uma ideia de pertencimento e identidade que perpassa toda a trama.
“O filme não poderia existir em outro lugar que não fosse Brasília, ou pelo menos não com essa força e identidade que temos. Buscamos locações na cidade que pudessem traduzir esse sentimento”, conta o cineasta brasiliense. “Brasília é um dos melhores lugares do mundo para filmar, consegue ser moderna, contemporânea e de época ao mesmo tempo”, diz.
Eixos Monumental e rodoviário, Asa Norte, os prédios da Colina, famoso complexo de moradia dos professores da UnB, o Buraco do Tatu – ponto seminal do nascimento de Brasília, onde foram traçados os dois eixos que dariam sentido às vias da nova capital -, a própria Rodoviária do Plano Piloto, a piscina do Defer, localizada próximo ao autódromo, além da charmosa Superquadra da 308 Sul, que fica encostada à Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, são outros lugares emblemáticos da cidade que serviram de locação para “Eduardo & Mônica”. Tudo transposto para as telas com muito afeto e ternura e com a cara dos anos 80.
“Sou brasiliense e apaixonado pela cidade. Sempre quis escrever um filme no qual Brasília fosse uma espécie de personagem, não apenas a locação”, conta o roteirista Matheus Souza. “Minha maior preocupação era traduzir, nas páginas do roteiro, meu próprio afeto pela cidade onde nasci e onde minha família mora até hoje”, admite.
Algumas locações escolhidas para o longa-metragem, estrelado pela dupla Gabriel Leone e Alice Braga, transpõem os limites do Plano Piloto. É o caso da Rota do Cavalo, situada no Núcleo Rural Sobradinho, as plantações do PAD-DF, a 60 km de Brasília, além das cachoeiras da Chapada dos Veadeiros. Cenários que compõem alguns dos roteiros da Rota do Cerrado da Setur-DF.
Com investimento de R$ 16 milhões, via terá melhorias na acessibilidade, beneficiando moradores e comerciantes
Anunciadas no fim de dezembro, as obras de reforma da Avenida Principal do Paranoá vão começar. Topógrafos já passaram pelo local para realizar medições e o canteiro de obras está na fase de montagem. Ao todo, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 16 milhões para beneficiar os cerca de 65 mil moradores da região.
‘Esse é um projeto de quase 15 anos que estamos fazendo virar realidade, é mais um saindo do papel nesta gestão’, diz o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho
Com 2,7 km de extensão, a avenida será transformada com foco na mobilidade, com ampliação das calçadas, recuperação da ciclovia existente no canteiro central e instalação de rampas e pisos táteis nas paradas de ônibus. O projeto prevê ainda paisagismo com arborização de diferentes espécies vegetais do cerrado.
As melhorias na acessibilidade são aguardadas com expectativa por Guilherme Pereira, 28 anos. Ele é cadeirante, mora no Paranoá desde que nasceu e cita algumas dificuldades que encara diariamente ao passar na Avenida Principal. “As calçadas têm muitos defeitos, em outros pontos tem alguns improvisos, fora os buracos”, conta.
A avenida ganhará ampliação das calçadas, recuperação da ciclovia no canteiro central e instalação de rampas e pisos táteis nas paradas de ônibus | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Guilherme, que é estudante de Administração, elogia a iniciativa de corrigir essas falhas na acessibilidade ao longo da via. “Espero poder entrar em um comércio com a mesma facilidade que uma pessoa que esteja andando, não ter que enfrentar tantas barreiras. Vai melhorar muito a minha vida e a de outros cadeirantes”, ressalta.
De acordo com a Secretaria de Obras e Infraestrutura, responsável pelo projeto, a estimativa é de que em 10 meses o trabalho esteja concluído
Quem trabalha na região também vibra com o início das obras. Ketno Rodrigues, 30 anos, é gerente de uma loja na altura da Rua 13 e comenta que já ouviu diversas reclamações de clientes sobre a dificuldade de estacionar na região. “Vai atrair mais clientes, ter mais conforto e acesso bom para os cadeirantes. Vai trazer mais movimento para a cidade e para os comércios”, avalia.
“Vamos ter mudança na rotina das pessoas, por isso pedimos paciência à população”, avisa o administrador regional do Paranoá, Sérgio Damasceno. “Teremos a presença de caminhões, máquinas compactadoras, remoção de meios-fios e calçadas, escavações para aumento das galerias de águas pluviais. É uma obra complexa, mas que trará muitos benefícios quando estiver pronta”.
“Esse é um projeto de quase 15 anos que estamos fazendo virar realidade, é mais um saindo do papel nesta gestão. O Paranoá é uma cidade antiga e consolidada, e essa avenida é referência para os moradores. É uma requalificação que estamos fazendo em outras cidades e que chega agora ao Paranoá”, explicou o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho.
De acordo com a Secretaria de Obras e Infraestrutura, responsável pelo projeto, a estimativa é de que em 10 meses o trabalho esteja concluído. A Administração Regional do Paranoá afirma que vai fazer ações de orientação junto à população durante o período de obras.
Titular da pasta também chama a atenção para a saúde mental dos profissionais de saúde
“Acredito muito na segurança da vacina. As intercorrências são mínimas no mundo todo. A vacina é a grande defesa que nós temos”, declarou o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, em entrevista ao CB.Poder, programa do jornal Correio Braziliense, na quarta-feira (2).
“É importante garantir pelo menos a primeira dose de todas as crianças em idade escolar”_ Manoel Pafiadache, secretário de Saúde
Em defesa da imunização, o secretário destacou o efeito da campanha de vacinação contra covid-19 no Distrito Federal na redução da taxa de mortalidade da doença. “Temos uma alta contaminação, mas o número de óbitos é pequeno. Isso prova o efeito altamente positivo da vacina”, afirmou Pafiadache.
Sobre a vacinação infantil, o general comemora a alta adesão do público do DF, unidade da Federação que mais vacinou crianças contra a covid-19. “É importante garantir pelo menos a primeira dose de todas as crianças em idade escolar”, enfatizou o secretário. O gestor destacou a campanha, em parceria com a Secretaria de Educação, para aumentar, ainda mais, a imunização das crianças até o retorno das aulas nas escolas públicas.
Na oportunidade, o general reafirmou o tripé da sua gestão: insumos, recursos humanos e melhoria dos processos. Até o momento, foram R$ 100 milhões investidos para garantir o estoque da Secretaria de Saúde, além de contratação de pessoal.
“O governador Ibaneis Rocha sempre nos colocou muitos recursos à disposição”, afirmou o general, citando a recente liberação de R$ 32 milhões para reforçar as equipes no combate à pandemia. “É gente cuidando de gente. Eles estão há dois anos trabalhando na linha de frente, próximo ao vírus. Há um desgaste, inclusive de saúde mental”, expôs o secretário.
O concurso 2.451 da Mega-Sena teve apenas um ganhador. A aposta foi feita em Belo Horizonte. A seis dezenas foram sorteadas ontem (5) à noite, no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. O apostador (a) vai levar um prêmio de R$ 26.422.347,01.
Os números sorteados foram 13 – 26 – 31 – 46 – 51 – 60.
A quina teve 60 ganhadores, com prêmio individual de R$ 55.490,34. Acertaram quatro números 4.536 apostadores, que receberão cada um, R$ 1.048,57.
As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. Um jogo simples, de seis números, custa R$ 4,50.
O prêmio estimado para o próximo sorteio (concurso 2.452), que ocorrerá na quarta-feira (9), é de R$ 3 milhões.
De acordo com a Caixa, a probabilidade de um apostador ganhar a Mega-Sena com um jogo simples é de 1 em 50 milhões (mais precisamente 50.063.860). Já uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), as chances de acertar o prêmio é de 1 em 10 mil (precisamente 10.003).
Inscrições vão deste sábado (5) até quarta (9). Expectativa é de que os profissionais comecem a trabalhar até o fim do mês de fevereiro
Deste sábado (5) até quarta-feira (9), estão abertas inscrições para o Processo Seletivo Simplificado Emergencial que vai escolher 100 médicos para contrato temporário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Eles atuarão no combate à covid-19 nas regiões de saúde, de acordo com a necessidade. A expectativa é de que os médicos comecem a trabalhar no fim do mês de fevereiro.
A contratação está amparada pela Lei nº 4266, de 208, alterada pela Lei nº 5240, de 2013. Com carga horária de 20 horas semanais e remuneração de R$ 6.327, os profissionais serão contratados por um ano, podendo ser prorrogado por mais um ano.
As inscrições são feitas pelo site da Cerpej e mais informações podem ser obtidas no edital publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
As novas estruturas incluem troca de todo o revestimento, cobertura, alteração de layout, além de instalações elétricas e hidráulicas. Investimento será de R$ 5,6 milhões para obras na unidade, que vai atender uma região com 25 mil moradores
O governador Ibaneis Rocha visitou o Gama na tarde desta sexta-feira (4), acompanhado da ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Flávia Arruda; da administradora da cidade, Joseane Feitosa; do secretário de Governo do DF, José Humberto Pires; de deputados distritais e do diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Fauzi Nacfur Júnior. Na ocasião, o chefe do Executivo local fez um grande anúncio para a comunidade local: a reconstrução de mais uma unidade de saúde com obras previstas para iniciar ainda neste mês.
A reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7 foi licitada pela Novacap com prazo de execução de 10 meses. O novo posto vai custar R$ 5.685.000,00. As novas estruturas incluem troca de todo o revestimento, cobertura, alteração de layout, além de instalações elétricas e hidráulicas. O projeto prevê ainda a implantação de novo acesso e estacionamento.
A unidade de saúde também contará com sala de acolhimento, consultórios de clínica médica, ginecologia, pediatria, acupuntura, centro de especialidade odontológica, serviço social e área administrativa, auditório, copa, chefia médica, chefia de enfermagem, almoxarifado, farmácia, marcação de consultas, sanitários.
O GDF inaugurou, em outubro passado, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Gama, que tem capacidade para atender 4.500 pacientes por mês | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
“Tenho uma ligação muito forte com o Gama desde quando era presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Trabalhamos para trazer melhorias para cá e é isso que queremos continuar fazendo, agindo pelo bem da população”, afirmou o governador. “Fico muito feliz em andar pela cidade e ver que as obras não param. A gente sabe que isso é bom para o desenvolvimento da cidade, mas principalmente para melhorar a qualidade de vida das pessoas. É para isso que a gente trabalha”, completou.
A ministra Flávia Arruda também reafirmou o compromisso com as melhorias para aquela região administrativa. “Gostamos muito do Gama. Trabalhamos sempre para melhorar cada vez mais a cidade”, ressaltou.
Em outubro passado, o Governo do Distrito Federal inaugurou a Unidade de Pronto Atendimento do Gama (UPA) na QI 7 do Setor de Indústria. O local tem capacidade para atender 4.500 pacientes por mês, o que representa 54 mil pessoas ao ano.
Obras por todos os lados
O Gama tem recebido investimentos constantes do Governo do Distrito Federal (GDF), tanto em obras diárias de manutenção feitas pelo GDF Presente, quanto na construção de calçadas e na reforma da rodoviária, já em andamento. “Estamos trabalhando muito com as equipes tanto em obras de drenagem e manutenção das vias quanto para trazer melhorias em serviços de saúde e educação”, pontuou o secretário José Humberto, ao destacar que as 50 escolas públicas da região passaram por reformas.
O Concurso 2.451 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (5) à noite em São Paulo, deve pagar o prêmio de R$ 26 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.
Ninguém acertou as seis dezenas no concurso de quarta-feira (2) e o prêmio ficou acumulado em R$ 26 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade e preencher o número do cartão de crédito.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
Solenidade de Valorização dos Professores da Educação Básica. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR
A medida eleva de R$ 2.886 para R$ 3.845 o piso salarial nacional da categoria
Uma cerimônia no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (4), oficializou o reajuste de 33,23% para professores da rede pública de educação básica. A portaria, assinada pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro, e pelo presidente Jair Bolsonaro, eleva de R$ 2.886 para R$ 3.845 o piso salarial nacional da categoria.
Além do reajuste, foram lançados no evento dois editais com a oferta de 168 mil vagas em cursos de graduação e pós-graduação para formação de professores. O primeiro é o da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e o segundo edital é do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor).
“Em 2021 o protagonismo foi dos profissionais da saúde, em 2022, o protagonismo será dos profissionais de educação. Chega de usar os professores e profissionais de educação apenas como massa de manobra político-eleitoral. Está na hora de ações diretas. E uma ação direta é essa, que respeita o profissional e dá a ele um ganho a mais nessa situação”, ressaltou o ministro da Educação na cerimônia.
Piso
O piso se aplica a profissionais com formação em magistério em nível médio – vinculados a instituições de ensino infantil, fundamental e médio das redes federal, estadual e municipal – que têm carga horária de trabalho de 40 horas semanais. Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a medida abrange professores, diretores, coordenadores, inspetores, supervisores, orientadores e planejadores escolares em início de carreira. Segundo o Ministério da Educação (MEC), mais de 1,7 milhão de profissionais serão impactados.
O reajuste está previsto em lei de 2008. Segundo o texto, o valor mínimo para os docentes da educação básica deve ser reajustado anualmente em janeiro. Segundo entendimento da CNTE e do governo federal, o reajuste é automático e deverá constar do salário referente ao mês de janeiro, a ser pago em fevereiro. Mas na prática não deve ser assim já que os municípios têm alegado dificuldades financeiras para arcar com esse reajuste.
Em 2021, mais de 2 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença pela rede pública do DF
Instituído como Dia Mundial de Combate ao Câncer, 4 de fevereiro é uma data importante que alerta para a importância de investir na conscientização e na prevenção. Só no ano passado, 2.394 pessoas foram diagnosticadas com tumores cancerígenos pela rede pública do Distrito Federal, que oferece serviços para o diagnóstico e tratamento. Ainda em 2021, a Secretaria de Saúde (SES) registrou 2.367 óbitos causados por câncer. Pelo segundo ano consecutivo, essa doença foi a terceira maior causa de mortes identificadas pela rede pública – em 2020, foram 2.756 óbitos pela mesma causa.Referência Técnica Distrital (RTD) em oncologia clínica, o médico Gustavo Ribas reforça que é fundamental fazer consultas regulares e exames de rastreamento, como o citopatológico – conhecido como Papanicolau –, a mamografia, o Antígeno Prostático Específico (PSA) e o chamado exame do toque. “O diagnóstico precoce possibilita tratamento com maior possibilidade de cura e reduz a mortalidade”, explica.O trabalho das equipes de saúde ajuda a salvar vidas, como a de Rafael Pugliezzi Silva, 38 anos. Morador de Valparaíso (GO), ele buscou a rede pública do DF após fortes dores nas costas e no abdômen. Internado no Hospital Regional de Santa Maria, recebeu o diagnóstico de câncer no testículo esquerdo, com metástase no pulmão e na membrana que recobre a superfície dos órgãos digestivos.
Tanto o diagnóstico quanto o tratamento são oferecidos pela rede pública de saúde | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde
Hospitais Universitário de Brasília, Regional de Taguatinga e de Base são as três referências no DF em tratamento oncológico
“Hoje eu estou aqui para dar o meu testemunho a quem está encarando o câncer, para dizer que não desista, porque sempre podemos ter uma segunda chance”, afirma Rafael. Além do Hospital Regional de Santa Maria, ele também foi atendido no Hospital de Base, onde passou por cirurgias, sessões de quimioterapia e de hemodiálise, porque os rins pararam de funcionar durante o tratamento.
Rafael fez quimioterapia até 22 de dezembro de 2019 e retirou o último nódulo em 14 de janeiro de 2020. No ano seguinte, foi a vez da cirurgia no pulmão. Até hoje ele faz acompanhamento de três em três meses no ambulatório do Hospital de Base. “O tratamento foi completo, desde os exames, as internações e, finalmente, as cirurgias”, relembra a esposa dele, Gizela Barbosa Pugliezzi.
Atendimento especializado
O DF tem três hospitais de referência para o tratamento do câncer: Hospital Universitário de Brasília (HUB), Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e Hospital de Base (HB), atualmente sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF). Até novembro de 2021, foram registradas nos ambulatórios dessas unidades 1.257 sessões de radioterapia e 40.680 de quimioterapia.
Além de cirurgias, os hospitais também oferecem hormonioterapia, para casos de tumores no ovário e na mama, e terapia antiandrogênica, usada no tratamento de câncer de próstata. No ano passado, 1.890 pacientes foram operados para a retirada de tumores na rede pública de saúde do DF.
Melhorias
Consultas são agendadas de forma que haja uma fila única para os pacientes
No enfrentamento à doença, uma conquista importante foi a entrada em operação do equipamento PET-CT do Hospital de Base . O aparelho faz o Petscan, um exame de imagem de última geração, importante para a avaliação do estágio da enfermidade. “É de extrema sensibilidade e especificidade para a detecção de tumores de forma mais abrangente, propicia um tratamento mais adequado e específico”, explica o oncologista Gustavo Ribas. Desde a inauguração, foram feitos 100 exames.
Após uma ampliação, o ambulatório de oncologia do HRT conta, atualmente, com mais cinco unidades. “Isso impacta o aumento de consultas de primeira vez”, ressalta o médico. As consultas oncológicas são agendadas de forma que haja uma fila única para todos os pacientes do DF. Até novembro de 2021, foram 56.431 consultas da especialidade.
Para ser encaminhado a uma consulta oncológica, é preciso ter diagnóstico prévio, obtido por meio do exame histológico, que é uma biópsia do tumor. “O paciente é avaliado, inicialmente, nas unidades básicas de saúde, que o encaminham para a realização dos exames; e, com o resultado, a pessoa é referenciada para a oncologia”, detalha Gustavo Ribas.