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Agências do trabalhador do DF oferecem 1.040 vagas nesta terça-feira

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Oportunidades atendem candidatos com diferentes níveis de escolaridade e experiência; auxiliar de cozinha concentra 65 vagas na Zona Industrial do Guará

Da Redação

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 1.040 vagas de emprego nesta terça-feira (6). As oportunidades estão distribuídas por diferentes áreas de atuação e atendem candidatos com e sem experiência, além de contemplarem diferentes níveis de escolaridade.

Os salários oferecidos chegam a R$ 3,2 mil, além dos benefícios previstos para cada função.

O destaque entre as maiores remunerações é para técnico de refrigeração, com uma oportunidade no Setor de Habitações Individuais. Para concorrer, é necessário ter ensino fundamental completo.

Guará tem 65 vagas para auxiliar de cozinha

Entre as funções com maior número de oportunidades nesta terça-feira está a de auxiliar de cozinha.

São 65 vagas para trabalhar na Zona Industrial do Guará, com salário de R$ 1.682, além de benefícios.

Para concorrer às oportunidades, é necessário ter o ensino fundamental completo.

As demais vagas disponíveis nesta terça estão distribuídas por diferentes regiões administrativas e abrangem diversas atividades profissionais.

Como concorrer às vagas

Quem estiver interessado pode cadastrar o currículo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou procurar presencialmente uma das agências do trabalhador do Distrito Federal.

As unidades funcionam das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. O GDF informa que o sistema cruza os dados cadastrados pelos trabalhadores com os perfis solicitados pelas empresas.

Confira os endereços e contatos das Agências do Trabalhador

Mesmo que o trabalhador não encontre uma oportunidade compatível com seu perfil nesta terça-feira, o cadastro permanece disponível no sistema e poderá ser utilizado para futuras seleções, conforme o surgimento de novas vagas.

Empresas também podem cadastrar oportunidades

Empregadores e empreendedores interessados em contratar profissionais também podem utilizar a estrutura das agências do trabalhador para divulgar vagas e realizar processos seletivos.

O cadastramento das oportunidades pode ser feito presencialmente nas unidades ou pelos canais disponibilizados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal.

Canal do Empregador do GDF

As vagas disponibilizadas pelas agências são atualizadas conforme os encaminhamentos realizados e o preenchimento das oportunidades. Por isso, os interessados devem consultar a disponibilidade no momento da candidatura.

Celina reúne presidentes de partidos e aliados para iniciar articulação

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Encontro realizado nesta segunda-feira reuniu dirigentes das legendas que integram a base política da governadora

Por Ricardo Callado

A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), reuniu na tarde desta segunda-feira (5) presidentes e representantes dos partidos que integram sua base política para iniciar as articulações para o segundo turno da eleição ao Governo do Distrito Federal.

O encontro ocorreu um dia depois de Celina ficar a apenas 168 votos de garantir a reeleição no primeiro turno.

Também participaram da reunião as senadoras eleitas Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL), além dos deputados eleitos Victor Jansen e Thiago Manzoni, ambos do PL.

A reunião marca o início da reorganização da campanha para a disputa contra Leandro Grass (PT), marcada para 25 de outubro.

Dirigentes partidários participam de encontro

Representantes de diferentes legendas que integram a base política de Celina estiveram presentes.

Participaram do encontro:

Progressistas (PP) — Celina Leão
União Brasil — Manoel Arruda
Partido Liberal (PL) — Bia Kicis
MDB — Wellington Luiz
Republicanos — Joaquim Mauro Silva
Podemos — Cristian Viana
PRD — Pablo Valente
Solidariedade — Júnior Moreira e Dr. Everardo Gueiros
Democracia Cristã (DC) — Izaquiel Souza
Mobiliza — Rogério Campos
Democrata — Natália Miranda
PSD — Paulo Octávio

O deputado distrital eleito Eduardo Pedrosa (União Brasil) também participou da reunião.

Reunião ocorre após resultado inesperado

Celina terminou o primeiro turno com 825.530 votos, equivalentes a 49,93% dos votos válidos.

Para alcançar a maioria absoluta e encerrar a eleição no domingo, precisava chegar a 825.698 votos. A diferença foi de apenas 168 votos.

Leandro Grass terminou em segundo lugar, com 569.930 votos, ou 34,47% dos válidos, garantindo presença no segundo turno.

A partir desta segunda-feira, as duas campanhas iniciaram as articulações para ampliar suas respectivas bases políticas e eleitorais.

Celina busca manter unidade da aliança

A reunião desta segunda também ocorre após Celina afirmar que pretende buscar apoios para a segunda etapa da eleição.

A governadora declarou que conversará com diferentes forças políticas e que pretende pedir apoio aos grupos que participaram do primeiro turno.

A manutenção da unidade dos partidos que já integraram sua base é uma das primeiras movimentações da campanha para a nova etapa.

Celina chegou ao primeiro turno apoiada por uma ampla composição partidária. Durante a campanha, Michelle Bolsonaro e Bia Kicis participaram de diferentes atos ao lado da governadora e acompanharam Celina inclusive no momento da votação, no domingo.

As duas foram eleitas para o Senado e permanecem entre as principais aliadas da candidata do PP no segundo turno.

PSD também participa

Entre os presentes estava Paulo Octávio, presidente regional do PSD.

A legenda havia anunciado apoio a Celina ainda na reta final do primeiro turno, depois da saída de José Roberto Arruda da disputa pelo Palácio do Buriti.

A participação do PSD amplia o conjunto de forças reunidas nesta segunda-feira em torno da candidatura da governadora.

Segundo turno será em 25 de outubro

Celina e Grass terão pouco menos de três semanas para a campanha do segundo turno.

Além de manter os eleitores que conquistaram no domingo, as duas candidaturas buscarão os votos dados aos demais concorrentes e tentarão mobilizar eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno.

A votação que definirá o próximo governador do Distrito Federal ocorrerá em 25 de outubro.

 

Daniel anuncia apoio a Flávio e diz que “se exauriu essa era do PT”

Governador reeleito de Goiás defendeu mudança no comando do país e disse que posição conjunta de seu grupo será discutida com Ronaldo Caiado

Da Redação

Um dia após ser reeleito governador de Goiás no primeiro turno, Daniel Vilela (MDB) declarou apoio ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) na disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial.

Em entrevista ao jornal O Popular nesta segunda-feira (5), Vilela afirmou que sua posição pessoal é de apoio ao candidato do PL e disse que pretende discutir o posicionamento conjunto do grupo político com o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), que também disputou a Presidência no primeiro turno.

“Acho que se exauriu essa era do PT”

Ao justificar sua posição, Daniel fez críticas ao governo Lula e defendeu uma mudança no comando do Palácio do Planalto.

“Acho que se exauriu essa era do PT”, declarou o governador.

Segundo Daniel, sua avaliação é de que o atual governo não conseguiu atender às expectativas de parte da população. As críticas representam a avaliação política do governador sobre a gestão federal.

Vilela afirmou ainda que considera Flávio a alternativa disponível no segundo turno para buscar uma mudança de governo e disse que espera compromissos do candidato do PL com uma gestão diferente.

Daniel havia feito críticas a Flávio durante campanha

O posicionamento ocorre após divergências entre integrantes do grupo político goiano e Flávio Bolsonaro durante o primeiro turno.

Daniel fez críticas ao candidato do PL ao longo da campanha, enquanto Caiado, então candidato do PSD à Presidência, também divergiu de Flávio em diferentes momentos da disputa.

Questionado sobre a mudança de posição, Daniel afirmou que o cenário do segundo turno exige uma escolha entre as duas candidaturas classificadas.

Para o governador, o resultado das urnas demonstrou insatisfação de parcela dos eleitores com o atual governo.

“A ele nós temos que dar o direito da dúvida”, afirmou Daniel ao defender sua opção por Flávio.

Posição de Caiado ainda será definida

Apesar da manifestação de Daniel, o posicionamento de Ronaldo Caiado precisa ser tratado separadamente.

Na noite de domingo, após o resultado do primeiro turno, Caiado afirmou que discutiria com o PSD qual posição adotaria na disputa entre Lula e Flávio. O ex-governador disse que pretende “manter sua coerência” e indicou que conversaria também com a direção nacional da legenda.

Daniel afirmou nesta segunda que a definição do grupo seria discutida ao longo do dia.

Daniel foi reeleito com 59,17%

A declaração ocorre um dia depois de Daniel Vilela garantir a permanência no Governo de Goiás já no primeiro turno.

Com 100% das urnas apuradas, o governador recebeu 2.148.218 votos, equivalentes a 59,17% dos votos válidos, segundo os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Wilder Morais (PL) terminou em segundo lugar, com 21,96% dos votos válidos.

O empresário Luiz do Carmo (PSD) foi eleito vice-governador na chapa de Daniel.

Grupo de Caiado conquistou governo e vaga no Senado

Além da reeleição de Daniel, o grupo político ligado ao ex-governador Ronaldo Caiado obteve outros resultados importantes em Goiás.

Gracinha Caiado (União Brasil) foi eleita senadora pelo estado. A outra vaga no Senado ficou com Gustavo Gayer (PL).

Caiado, por sua vez, não avançou para o segundo turno presidencial. Após o resultado, declarou que discutiria com seu partido os próximos passos na eleição nacional.

Com Lula e Flávio classificados para a etapa final da disputa presidencial, os apoios dos candidatos e grupos políticos que ficaram fora do segundo turno passam a integrar as articulações das duas campanhas.

Celina fica a apenas 168 votos da vitória no primeiro turno no DF

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Governadora recebeu 825.530 votos e precisava chegar a 825.698 para encerrar a disputa pelo Palácio do Buriti ainda no domingo

Da Redação

A eleição para o Governo do Distrito Federal será decidida no segundo turno por uma diferença mínima. Celina Leão (PP) ficou a apenas 168 votos de conquistar a maioria absoluta necessária para ser reeleita no primeiro turno, realizado nesse domingo (4).

Com 100% das urnas apuradas, a governadora recebeu 825.530 votos, equivalentes a 49,93% dos votos válidos. Leandro Grass (PT) terminou em segundo lugar, com 569.930 votos, ou 34,47%, segundo os números oficiais da Justiça Eleitoral.

Os dois voltarão às urnas em 25 de outubro para decidir quem comandará o Governo do Distrito Federal entre 2027 e 2030.

Entenda o cálculo dos 168 votos

O resultado chama atenção pela pequena diferença que separou Celina da reeleição no primeiro turno.

Foram contabilizados 1.651.394 votos válidos na disputa pelo Governo do DF.

Pela legislação eleitoral, para vencer uma eleição para governador no primeiro turno, o candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos.

A metade de 1.651.394 é exatamente:

825.697 votos

Como é necessário superar a metade, Celina precisava alcançar pelo menos:

825.698 votos

A governadora recebeu:

825.530 votos

Portanto:

825.698 – 825.530 = 168 votos

Celina ficou, assim, a apenas 168 votos da reeleição no primeiro turno.

Celina atribui resultado ao “clima de já ganhou”

Nesta segunda-feira (5), Celina avaliou o resultado do primeiro turno e afirmou que a expectativa de uma vitória antecipada pode ter contribuído para que parte de seu eleitorado não comparecesse às urnas.

“Por menos de 200 votos não ganhamos para governadora já no primeiro turno. Mas, se você vir as pesquisas, eu saí de 30% no início da campanha, demonstrando o nosso trabalho. Agora a gente vai trazer o eleitor que votou em nós no primeiro turno e buscar o eleitor que não foi votar. Esse clima de ‘já ganhou’ no segundo turno não pode acontecer”, afirmou Celina.

A governadora terminou o primeiro turno numericamente à frente de Grass, mas sem ultrapassar os 50% dos votos válidos exigidos para encerrar a disputa.

Paula e Kiko somaram mais de 212 mil votos

A partir de agora, Celina e Grass iniciam uma nova etapa da campanha em busca dos eleitores que escolheram os demais candidatos no primeiro turno e daqueles que não compareceram às urnas.

Paula Belmonte (PSDB) terminou na terceira colocação, com 140.765 votos (8,51%), enquanto Kiko Caputo (Novo) recebeu 72.148 votos (4,36%). Juntos, os dois tiveram 212.913 votos.

Ricardo Cappelli (PSB) recebeu outros 36.828 votos (2,23%).

Esses números, porém, não significam transferência automática para qualquer um dos candidatos que permanecem na disputa. No segundo turno, cada eleitor poderá decidir novamente entre Celina e Grass, além das opções de voto branco ou nulo.

Celina diz que buscará apoios

Questionada sobre possíveis alianças com os candidatos que ficaram fora do segundo turno, Celina afirmou considerar “natural” a busca por novos apoios.

A governadora declarou que pretende conversar com diferentes grupos políticos e “pedir apoio de todo mundo, com muita humildade”.

Grass também sinalizou que pretende dialogar com os adversários derrotados no primeiro turno. O candidato afirmou que buscará “unir todas as pessoas que desejam o bem de Brasília” e conversar com os demais candidatos apesar das diferenças políticas.

A movimentação em busca de alianças já começou. Grass procura apoio de adversários derrotados para ampliar sua base no segundo turno.

Segundo turno será em 25 de outubro

O segundo turno para o Governo do Distrito Federal será realizado no domingo, 25 de outubro.

Celina chega à nova etapa depois de receber 825.530 votos no primeiro turno, enquanto Grass obteve 569.930. A diferença entre os dois foi de 255.600 votos.

O primeiro turno registrou ainda 74.774 votos em branco e 89.910 votos nulos, de acordo com os dados finais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral.

A votação do segundo turno definirá quem assumirá o Palácio do Buriti para o mandato que começa em janeiro de 2027.

20 toneladas de lixo gerado por material eleitoral foram recolhidos no DF

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Material de campanha foi retirado das ruas após votação deste domingo; 311 garis atuaram na limpeza

Brasília, 5 de outubro de 2026 – Cerca de 20 toneladas de resíduos de material eleitoral foram recolhidas das ruas do Distrito Federal até a manhã desta segunda-feira (5), após o primeiro turno das Eleições 2026, realizado no domingo (4). Segundo o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o material foi retirado principalmente nas proximidades dos locais de votação.

Ao todo, 311 garis participaram da operação de limpeza. Segundo o SLU, as equipes de varrição e coleta começaram a atuar no período da tarde de domingo, com atenção especial às áreas próximas às seções eleitorais.

Nesta segunda-feira, o órgão mobilizou 1,8 mil profissionais para reforçar os serviços de limpeza em diferentes regiões do DF.

A grande quantidade de resíduos foi registrada depois que diversas áreas amanheceram cobertas por “santinhos” e outros materiais de campanha. Ocorrências foram registradas em regiões como Santa Maria, Ceilândia, Samambaia e Itapoã.

No Itapoã, câmeras de segurança registraram um veículo circulando por uma rua do condomínio Del Lago por volta das 5h e despejando centenas de papéis de campanha pela via. Em Samambaia, um morador também registrou um Chevrolet Spin enquanto uma pessoa dentro do veículo jogava materiais de campanha nas ruas.

Multa

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), espalhar grandes quantidades de santinhos nas ruas ou nas proximidades dos locais de votação é ilegal. A conduta pode resultar em multa de R$ 2 mil a R$ 15.961,50 e detenção de seis meses a um ano, conforme a legislação eleitoral.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) informou que o monitoramento de possíveis irregularidades e crimes eleitorais integrou a operação de segurança durante o pleito. O sistema de videomonitoramento foi utilizado para acompanhar áreas próximas aos locais de votação e identificar possíveis irregularidades.

Denúncias

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) orienta que denúncias relacionadas a propagandas eleitorais irregulares sejam feitas exclusivamente pelo aplicativo Pardal.

Em casos de crime eleitoral em andamento, a SSP-DF recomenda que a população acione o telefone 190 ou procure o policial mais próximo.

Flávio Bolsonaro vence em 14 estados e no DF, Lula em 12

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Senador venceu em 14 estados e no DF, enquanto Lula liderou em 12 estados

Brasília, 5 de outubro de 2026 – Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno na disputa pela Presidência da República. Flávio recebeu 56.104.268 votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula somou 53.876.617 votos, ou 45,16%.

O resultado mostrou uma divisão regional do eleitorado. O Nordeste manteve forte apoio a Lula, enquanto estados do Sul e do Centro-Oeste registraram vantagem para Flávio Bolsonaro. O senador venceu em 14 estados e no Distrito Federal, enquanto Lula liderou em 12 estados.

Nordeste mantém apoio a Lula

Lula teve seus melhores resultados no Nordeste. No Piauí, o petista alcançou 70,99% dos votos, contra 24,09% de Flávio Bolsonaro. Na Bahia, Lula obteve 66,17%, enquanto o adversário ficou com 28,53%.

A vantagem também foi registrada no Ceará, onde Lula teve 63,29% contra 31,27% de Flávio. No Maranhão, o placar foi de 63,99% a 30,90%. Em Pernambuco, Lula alcançou 63,45% dos votos, contra 31,03% do candidato do PL.

Flávio lidera no Sul e Sudeste

Flávio Bolsonaro consolidou sua vantagem principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Em Santa Catarina, o senador recebeu 66,65% dos votos, enquanto Lula teve 25,04%. No Paraná, o resultado foi de 59,91% a 31,20%.

Nos dois maiores colégios eleitorais do país, Flávio também ficou à frente. Em São Paulo, o candidato do PL teve 51,93% dos votos, contra 38,20% de Lula. No Rio de Janeiro, Flávio alcançou 53,01%, enquanto o petista somou 39,41%.

No Norte e no Centro-Oeste, Flávio também registrou resultados expressivos. Em Roraima, obteve 71,06% dos votos; em Rondônia, 67,45%; e no Acre, 64,56%.

Agências do trabalhador oferecem mais de 1 mil vagas de emprego no DF nesta segunda

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Oportunidades abrangem diferentes níveis de escolaridade e incluem postos para primeiro emprego

Brasília, 5 de outubro de 2026 – As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 1.008 oportunidades de emprego nesta segunda-feira (5). As vagas contemplam diferentes níveis de escolaridade e incluem postos para profissionais com experiência e candidatos em busca do primeiro emprego.

Entre os maiores salários está o de técnico de refrigeração, no Setor de Habitações Individuais, com remuneração de R$ 3.299,90. Há uma vaga disponível para candidato com ensino fundamental completo. Também há três oportunidades para acabador de mármore e granito, em Ceilândia Norte, com salário de R$ 3.100.

Entre os cargos com maior número de vagas estão auxiliar de limpeza, operador de caixa e repositor de mercadorias. Cada função reúne 40 oportunidades na Zona Industrial do Guará, com remuneração de R$ 1.682.

Os interessados podem cadastrar o currículo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou procurar uma das 16 agências do trabalhador do DF. O atendimento presencial ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Mesmo quem não encontrar uma vaga compatível com o perfil pode manter o currículo cadastrado para participar de futuras seleções.

Empregadores interessados em disponibilizar vagas ou utilizar as unidades para entrevistas também podem fazer o cadastro presencialmente, por e-mail ou pelo Canal do Empregador.

Concurso da Câmara dos Deputados abre inscrições em 15 de outubro

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Seleção oferece 66 vagas imediatas e 118 para cadastro de reserva em 11 especialidades de nível superior, com lotação em Brasília

Da Redação

As inscrições para o novo concurso público da Câmara dos Deputados começam no dia 15 de outubro, às 10h, e seguem até 17 de novembro. A seleção oferece 66 vagas para contratação imediata e 118 para formação de cadastro de reserva, totalizando 184 oportunidades.

As vagas são destinadas ao cargo de analista legislativo, em diferentes especialidades, e exigem formação de nível superior. A remuneração inicial pode chegar a R$ 32.070,88.

O concurso será organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável também pelo recebimento das inscrições.

Inscrições seguem até 17 de novembro

Os interessados poderão se inscrever entre 15 de outubro e 17 de novembro por meio do sistema disponibilizado pelo Cebraspe.

A taxa de participação será de R$ 130, com prazo para pagamento até 19 de novembro.

Candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) que atendam aos requisitos previstos no edital e doadores de medula óssea poderão solicitar a isenção da taxa de inscrição.

Os pedidos de gratuidade deverão ser apresentados entre 15 e 23 de outubro.

Concurso oferece vagas em 11 especialidades

As oportunidades são para profissionais de nível superior, com lotação em Brasília.

O concurso contempla 11 especialidades:

  • Divulgação Institucional;
  • Jornalismo;
  • Relações Públicas;
  • Arquivologia;
  • Biblioteconomia;
  • Engenharia Civil;
  • Engenharia Elétrica;
  • Engenharia Eletrônica/Telecomunicações;
  • Engenharia Mecânica;
  • Museologia;
  • Registro e Redação.

Os candidatos aprovados e nomeados passarão a integrar o quadro efetivo da Câmara dos Deputados e atuarão em atividades técnicas e especializadas relacionadas ao funcionamento do Poder Legislativo.

Provas serão realizadas em janeiro

As provas objetiva e discursiva estão previstas para 17 de janeiro de 2027.

Os exames serão aplicados nas capitais dos estados e no Distrito Federal, permitindo a participação de candidatos de diferentes regiões do país sem a necessidade de deslocamento para Brasília nesta etapa do concurso.

A consulta aos locais de aplicação das provas está prevista para 22 de dezembro.

Depois dos exames, os gabaritos preliminares deverão ser divulgados entre 19 e 22 de janeiro.

Edital foi publicado no Diário Oficial

A Câmara dos Deputados divulgou o edital do concurso na sexta-feira (2). A publicação oficial no Diário Oficial da União (DOU) ocorreu nesta segunda-feira (5).

O documento apresenta requisitos específicos para cada especialidade, distribuição das vagas, conteúdo programático, critérios de avaliação, regras para candidatos com deficiência e demais procedimentos da seleção.

Consulte os concursos da Câmara dos Deputados

Confira o cronograma do concurso

15 a 23 de outubro de 2026 — solicitação de isenção da taxa de inscrição

15 de outubro a 17 de novembro de 2026 — período de inscrições

19 de novembro de 2026 — prazo final para pagamento da taxa

22 de dezembro de 2026 — consulta aos locais de realização das provas

17 de janeiro de 2027 — aplicação das provas objetiva e discursiva

19 a 22 de janeiro de 2027 — divulgação dos gabaritos preliminares

18 de fevereiro de 2027 — resultado das provas objetivas

9 de abril de 2027 — resultado provisório das provas discursivas

30 de abril de 2027 — previsão de resultado final do concurso

Os candidatos devem acompanhar as publicações oficiais durante todo o processo seletivo, já que datas e procedimentos podem sofrer alterações conforme as regras estabelecidas no edital.

Centro e direita ocuparão 70,8% das cadeiras na nova composição da CLDF

PL terá a maior bancada individual da Câmara Legislativa a partir de 2027, enquanto PT, PSOL e PSB somarão sete parlamentares

Da Redação

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) terá uma composição majoritariamente formada por parlamentares de partidos identificados com o centro e a direita na legislatura que começa em 2027.

Dos 24 deputados distritais eleitos no domingo (4), 17 pertencem a PL, Republicanos, MDB, PP, Podemos, União Brasil e PSD. Juntas, essas legendas ocuparão 70,8% das cadeiras da Casa.

Os outros sete deputados eleitos pertencem a PT, PSOL e PSB, correspondendo a 29,2% da nova composição.

O PL terá a maior bancada individual, com cinco deputados distritais. Republicanos, MDB e PP terão três representantes cada. Podemos, União Brasil e PSD terão uma cadeira cada.

Do outro lado, o PT terá três deputados, enquanto PSOL e PSB terão dois representantes cada.

PL terá maior bancada da CLDF

O resultado das urnas colocou o PL como partido com maior número de cadeiras na próxima legislatura.

Foram eleitos pela legenda Joaquim Roriz Neto, Roosevelt Vilela, Victor Jansen, André Kubitschek e João Cardoso.

Republicanos, MDB e PP aparecem na sequência, com três cadeiras cada.

A distribuição do bloco de centro e direita será:

PL — 5 deputados
Republicanos — 3 deputados
MDB — 3 deputados
PP — 3 deputados
Podemos — 1 deputado
União Brasil — 1 deputado
PSD — 1 deputado

No total, são 17 das 24 cadeiras disponíveis.

Veja os 17 eleitos por partidos de centro e direita

Eduardo Pedrosa (União Brasil) — 50.833 votos
Joaquim Roriz Neto (PL) — 45.604 votos
Estefane Sampaio (Republicanos) — 45.558 votos
Roosevelt Vilela (PL) — 39.181 votos
Robério Negreiros (Podemos) — 37.401 votos
Victor Jansen (PL) — 32.120 votos
Jaqueline Silva (MDB) — 31.882 votos
Rôney Nemer (PP) — 29.926 votos
Pepa (PP) — 29.786 votos
Wellington Luiz (MDB) — 28.796 votos
Renata D’Aguiar (Republicanos) — 28.172 votos
Martins Machado (Republicanos) — 27.541 votos
Hermeto (MDB) — 26.433 votos
André Kubitschek (PL) — 23.683 votos
Pastor Daniel de Castro (PP) — 21.326 votos
João Cardoso (PL) — 20.622 votos
Rogério Morro da Cruz (PSD) — 19.603 votos

Cinco nomes chegam à CLDF

Entre os 17 integrantes desse grupo, 12 foram reeleitos e cinco chegam à Câmara Legislativa para a próxima legislatura.

Os novos nomes são Victor Jansen (PL), André Kubitschek (PL), Estefane Sampaio (Republicanos), Renata D’Aguiar (Republicanos) e Rôney Nemer (PP).

A composição indica, portanto, predominância de parlamentares que já possuem mandato, ao mesmo tempo em que cinco novos nomes passam a integrar esse conjunto político na Casa.

PT terá três cadeiras; PSOL e PSB ficam com duas cada

Os partidos identificados com a esquerda elegeram sete dos 24 deputados distritais, equivalentes a 29,2% das cadeiras.

O PT terá a maior bancada desse grupo, com três representantes: Chico Vigilante, Gabriel Magno e Ricardo Vale.

O PSOL elegeu Max Maciel e Keka Bagno, enquanto o PSB terá Múcio e Dayse Amarilio.

Veja os sete eleitos por partidos de esquerda

Max Maciel (PSOL) — 92.234 votos
Chico Vigilante (PT) — 50.046 votos
Múcio (PSB) — 42.769 votos
Gabriel Magno (PT) — 42.331 votos
Keka Bagno (PSOL) — 40.569 votos
Ricardo Vale (PT) — 29.387 votos
Dayse Amarilio (PSB) — 15.440 votos

Max Maciel foi o mais votado

Apesar da maioria numérica dos partidos de centro e direita na composição da Casa, o candidato individualmente mais votado para deputado distrital foi Max Maciel (PSOL).

Ele recebeu 92.234 votos, número significativamente superior ao dos demais candidatos eleitos.

Eduardo Pedrosa (União Brasil), com 50.833 votos, e Chico Vigilante (PT), com 50.046, aparecem entre as maiores votações individuais.

Como a eleição para deputado distrital segue o sistema proporcional, entretanto, o número de cadeiras de cada partido ou federação não depende apenas da votação individual dos candidatos. A distribuição considera os votos obtidos pelas legendas e seus candidatos, além das regras de quociente eleitoral e partidário previstas na legislação.

Nova legislatura começa em 2027

Os 24 deputados distritais eleitos assumirão os mandatos em 1º de janeiro de 2027, iniciando uma legislatura de quatro anos.

A nova composição terá papel central na relação com o próximo governo do Distrito Federal, que será definido no segundo turno entre Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT), marcado para 25 de outubro.

Além de elaborar e votar leis distritais, a CLDF é responsável por analisar o orçamento do Distrito Federal, fiscalizar atos do Poder Executivo e deliberar sobre projetos encaminhados pelo Governo do DF.

 

Saiba quem são os oito deputados federais eleitos pelo Distrito Federal

Com cinco novos nomes e três parlamentares reeleitos, bancada do Distrito Federal terá representantes de seis partidos na Câmara dos Deputados a partir de 2027

Da Redação

Os eleitores do Distrito Federal definiram neste domingo (4) os oito deputados federais que representarão Brasília na Câmara dos Deputados durante a próxima legislatura, entre 2027 e 2031.

Com 100% das urnas apuradas, Fábio Felix (PSOL) obteve a maior votação entre os candidatos ao cargo no DF: 224.224 votos. O resultado estabeleceu um novo recorde de votação para deputado federal na história do Distrito Federal.

Além de Felix, foram eleitos Rafael Prudente (MDB), Alberto Fraga (PL), Thiago Manzoni (PL), Julio Cesar Ribeiro (Republicanos), Izalci Lucas (PL), Agnelo Queiroz (PT) e Professor Reginaldo Veras (PV).

Veja os oito deputados federais eleitos pelo DF

Fábio Felix (PSOL) — 224.224 votos
Rafael Prudente (MDB) — 119.427 votos
Alberto Fraga (PL) — 118.579 votos
Thiago Manzoni (PL) — 90.418 votos
Julio Cesar Ribeiro (Republicanos) — 90.092 votos
Izalci Lucas (PL) — 88.056 votos
Agnelo Queiroz (PT) — 43.542 votos
Professor Reginaldo Veras (PV) — 43.179 votos

A nova bancada terá três deputados do PL e um representante de cada uma das seguintes legendas: MDB, Republicanos, PSOL, PT e PV.

Dos oito eleitos, três já ocupam atualmente cadeiras na Câmara e foram reeleitos: Rafael Prudente, Alberto Fraga e Julio Cesar Ribeiro.

Outros cinco nomes passam a integrar a bancada federal do DF a partir de 2027: Fábio Felix, Thiago Manzoni, Izalci Lucas, Agnelo Queiroz e Reginaldo Veras. Alguns deles, porém, já exerceram mandato de deputado federal anteriormente.

Fábio Felix (PSOL)

Servidor público, Fábio Felix foi eleito deputado distrital pela primeira vez em 2018 e conquistou a reeleição para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em 2022.

Antes disso, havia disputado uma vaga de deputado distrital em 2014, sem ser eleito.

Aos 40 anos, deixa a CLDF para assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados. Na eleição deste domingo, recebeu 224.224 votos, tornando-se o candidato a deputado federal mais votado da história do Distrito Federal.

Felix declarou patrimônio de aproximadamente R$ 204 mil à Justiça Eleitoral.

Rafael Prudente (MDB)

Rafael Prudente foi deputado distrital por dois mandatos antes de chegar à Câmara dos Deputados.

Eleito deputado federal em 2022, conquistou neste domingo a reeleição com 119.427 votos, segunda maior votação entre os candidatos ao cargo no Distrito Federal.

Aos 42 anos, declarou patrimônio de aproximadamente R$ 2,48 milhões.

Alberto Fraga (PL)

Coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal, Alberto Fraga é um dos políticos mais experientes da nova bancada.

Já exerceu vários mandatos como deputado federal e retornou à Câmara na legislatura iniciada em 2023, depois de ter ficado fora da Casa entre 2019 e 2022.

Neste domingo, foi novamente eleito, com 118.579 votos.

Fraga tem 70 anos e declarou patrimônio de aproximadamente R$ 4,95 milhões.

Thiago Manzoni (PL)

Advogado, Thiago Manzoni foi eleito deputado distrital pelo PL em 2022, quando conquistou seu primeiro mandato eletivo.

Anteriormente, havia disputado uma cadeira de deputado federal pelo Novo em 2018, mas não foi eleito.

Agora, aos 42 anos, deixa a Câmara Legislativa e chega à Câmara dos Deputados após receber 90.418 votos.

Manzoni declarou aproximadamente R$ 496 mil em bens à Justiça Eleitoral.

Julio Cesar Ribeiro (Republicanos)

Julio Cesar Ribeiro garantiu mais um mandato na Câmara dos Deputados ao receber 90.092 votos.

Antes de chegar ao Congresso Nacional, exerceu mandato de deputado distrital e também ocupou o cargo de secretário de Esporte do Distrito Federal.

Aos 51 anos, declarou patrimônio de aproximadamente R$ 338 mil.

Izalci Lucas (PL)

Izalci Lucas retorna à Câmara dos Deputados depois de exercer mandato no Senado.

Sua trajetória eleitoral começou na Câmara Legislativa, para a qual foi eleito em 2002. Posteriormente, conquistou mandatos de deputado federal e, em 2018, foi eleito senador pelo Distrito Federal.

Em 2022, disputou o Governo do Distrito Federal, sem ser eleito.

Agora, aos 70 anos, conquistou uma das oito cadeiras do DF na Câmara com 88.056 votos. Izalci declarou patrimônio de aproximadamente R$ 10,44 milhões.

Agnelo Queiroz (PT)

Ex-governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz retorna à Câmara dos Deputados após receber 43.542 votos.

Agnelo iniciou a trajetória parlamentar como deputado distrital, eleito em 1990. Posteriormente, foi deputado federal por três mandatos e venceu a disputa pelo Governo do Distrito Federal em 2010.

Também exerceu o cargo de ministro do Esporte durante o primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Aos 67 anos, declarou aproximadamente R$ 744,8 mil em bens à Justiça Eleitoral.

Professor Reginaldo Veras (PV)

Professor da rede pública de ensino, Reginaldo Veras deixa a Câmara Legislativa para assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Ele foi eleito deputado distrital pela primeira vez em 2014 e conquistou novos mandatos em 2018 e 2022.

Na eleição deste domingo, recebeu 43.179 votos e garantiu uma das oito cadeiras destinadas ao Distrito Federal.

Aos 56 anos, declarou patrimônio de aproximadamente R$ 912 mil.

Como funciona a eleição para deputado federal

Diferentemente das eleições para presidente, governador e senador, a escolha dos deputados federais ocorre pelo sistema proporcional.

Isso significa que a votação individual de cada candidato não é o único elemento considerado para a distribuição das cadeiras. Os votos obtidos pelos candidatos e os votos dados diretamente às legendas entram nos cálculos que determinam quantas vagas cada partido ou federação poderá ocupar, observadas as regras estabelecidas pela legislação eleitoral.

Depois da distribuição das cadeiras, a votação individual e os critérios previstos na legislação determinam quais candidatos das legendas ou federações ocuparão as vagas.

Por esse motivo, a lista dos oito candidatos mais votados individualmente não necessariamente corresponde, em uma eleição proporcional, aos oito candidatos efetivamente eleitos.

Os oito parlamentares escolhidos neste domingo tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027 e exercerão mandato até 31 de janeiro de 2031.