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Governo Ibaneis com o programa Acolhe DF oferece atendimento gratuito a dependentes químicos

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Mais de 10 mil pessoas já foram atendidas desde o lançamento do programa Acolhe DF; são ofertadas 330 vagas em 12 comunidades terapêuticas, por meio da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas

Como forma de prevenir, tratar e combater a dependência química, doença reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Governo do Distrito Federal conta com as ações da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), ligada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus).

O Acolhe DF nasceu da criação de pequeno comitê para atender os servidores do GDF com algum tipo de dependência química. Depois, passou a ser oferecido gratuitamente para toda a população

A pasta atua em três eixos, divididos nas diretorias de prevenção, de acolhimento e monitoramento e de reinserção social. Desde o ano passado, a subsecretaria também coordena a política de estado instituída no Decreto nº 42.141, de 28 maio de 2021, o Acolhe DF. Lançado em junho de 2021, o programa já atendeu mais de 10 mil pessoas.

O Acolhe DF nasceu da criação de pequeno comitê para atender os servidores do GDF com algum tipo de dependência química. Depois, passou a ser oferecido gratuitamente para toda a população, que pode procurar o apoio pelo número de WhatsApp (98314-0639), e-mail acolhedf@sejus.df.gov.br ou diretamente na sede da Sejus, na antiga Estação Rodoferroviária.

“A ideia é acolher mesmo, entender a questão da dependência química, a origem, os gatilhos e a situação familiar, identificando a melhor resposta de encaminhamento”, diz o subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial, Diego Moreno | Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

“O olhar humanitário do GDF, sempre com respeito aos direitos fundamentais dos cidadãos, permite que este programa possa ser estendido até os familiares dos adictos com uma atenção muito especial”, explica a subsecretária de Enfrentamento às Drogas, Gilce Sant’anna Teles.

Etapas

A primeira etapa do trabalho é a prevenção, que ocorre com apoio de diversos órgãos, com palestras e atividades de prevenção ao uso de drogas. A segunda fase é o acolhimento, por meio da busca ativa em diferentes regiões administrativas e pela procura da população. Nesse momento, o programa Acolhe DF entra em cena, disponibilizando psicólogos, assistentes sociais e pedagogos para atender os adictos em uma escuta qualificada e especializada.

O GDF tem contrato financiado pelo Fundo Antidrogas do DF (Funpad) com 12 entidades que, mensalmente, disponibilizam 330 vagas para homens e mulheres de 18 a 60 anos. Os acolhidos podem ficar até seis meses – período que pode se estender após avaliações

“A ideia é acolher mesmo, entender a questão da dependência química, a origem, os gatilhos e a situação familiar, identificando a melhor resposta de encaminhamento”, explica o subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial, Diego Moreno.

Após essa etapa, os dependentes podem ser encaminhados a grupos de ajuda ou ainda direcionados a acolhimento voluntário em comunidades terapêuticas. O GDF tem contrato financiado pelo Fundo Antidrogas do DF (Funpad) com 12 entidades que, mensalmente, disponibilizam 330 vagas para homens e mulheres de 18 a 60 anos. Os acolhidos podem ficar até 6 meses – período que pode se estender após avaliações.

A terceira fase é a reinserção social, com a oferta de capacitações aos dependentes. Em parceria com a Secretaria de Trabalho (Setrab), são destinadas vagas aos adictos em cursos profissionalizantes.

“Antes, o nosso grande desafio era não ter um olhar das drogas que fosse além da Secretaria de Justiça. Por isso, temos que trabalhar de forma transversal. Não adianta cuidarmos da pessoa em todo esse processo para que lá na frente ela não possa ter uma autonomia econômica”, avalia o secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana.

Para o secretário, as ações da pasta têm tido resultados exitosos. “Esse olhar mais cuidadoso do GDF reflete nos resultados. Boa parte das pessoas atendidas não tiveram recaídas, e isso reverbera no governo, com redução da criminalidade, ingresso dessas pessoas no sistema de saúde e de assistência social, além de novas vagas para que possamos acolher sempre novas pessoas. Como secretaria, temos que sempre criar políticas públicas efetivas e permanentes”, defende.

 

DF| Abertas as inscrições para o programa Habilitação Social

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Destinado a pessoas de baixa renda, o Programa Habilitação Social tem como objetivo possibilitar a formação, qualificação e habilitação profissional de condutores de veículos automotores, por meio da oferta gratuita de todo o processo de obtenção, renovação e troca pela habilitação definitiva | Foto: Divulgação / Sejus-DF

São 5 mil vagas disponíveis este ano; inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo Portal de Serviços do Detran

A partir das 10h desta segunda-feira (25), estarão abertas as inscrições para o programa Habilitação Social do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran). As inscrições, que devem ser feitas exclusivamente no portal de serviços do Detran, vão até o dia 25 de maio.

Os procedimentos e critérios de seleção constam da Instrução nº 179/2022, publicada no Diário Oficial do DF de 22 de março. O Detran recomenda a leitura integral do edital, que contém todas as informações relativas ao programa.

Para este ano, são oferecidas 5 mil vagas destinadas a pessoas de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e domiciliadas no DF há pelo menos dois anos.

São 1,5 mil vagas para a modalidade Estudante Habilitado e 3,5 mil para Cidadão Habilitado

Documento especial é destinado a pessoas de baixa renda inscritas no CadÚnico e residentes no DF há pelo menos dois anos | Foto: Divulgação/Detran

Outro requisito é que o candidato não esteja judicialmente impedido de possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e não tenha sofrido, nos últimos 12 meses, penalidades decorrentes de infrações de trânsito de natureza grave ou gravíssima ou não seja reincidente em infração média.

As vagas serão distribuídas entre 1,5 mil, para a modalidade Estudante Habilitado, e 3,5 mil, para a modalidade Cidadão Habilitado.

 

 

 

Estudante HabilitadoPara se inscrever nessa modalidade, é necessário ter entre 18 e 25 anos de idade e estar cursando ou já ter concluído os três anos do ensino médio em escola da rede pública de ensino, ou como bolsista integral em instituições privadas. Além disso, é preciso estar inscrito no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou ter participado dessa prova no ano anterior.

Cidadão Habilitado

O candidato a ser beneficiado por essa modalidade deve ter acima de 18 anos de idade na data do requerimento, saber ler e escrever e ainda atender as exigências gerais comuns às duas modalidades.

Serviços disponíveis

A quantidade de vagas  para Habilitação Social observará a proporção para os seguintes serviços:

I – 60% para obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação – CNH A ou B;
II – 10% para adição das categorias A ou B;
III – 10%para alteração para as categorias C, D ou E;
IV – 10% para renovação da CNH;
V – 10% para CNH definitiva.

O Programa de Habilitação Social será executado em três fases: inscrição, seleção e processo de habilitação. Findo o prazo das inscrições, as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes) e de Justiça e Cidadania (Sejus), parceiras no programa, terão 60 dias para publicar os selecionados de cada órgão no sistema informatizado do Detran. O resultado final dos candidatos inscritos, selecionados e classificados estará por consulta individualizada, exclusivamente em meio eletrônico, no portal de serviços do Detran, em data e hora a serem divulgados.

Receita abre hoje consulta a lote residual de restituição do IRPF

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Crédito bancário para 210.153 contribuintes será feito no dia 29

A consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física do mês de abril de 2022 está disponível. Esse lote contempla restituições residuais de exercícios anteriores, informou a Receita Federal.

O crédito bancário para 210.153 contribuintes será realizado no dia 29 de abril, no valor total de R$ 180.556.530,18. Desse total, R$ 72.376.567,04 referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade legal: são 3.188 idosos acima de 80 anos, 25.119 pessoas com idade entre 60 e 79 anos, 2.295 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 9.203 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Foram contemplados ainda 170.448 contribuintes não prioritários.

Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar a Restituição.

De acordo com a Receita, essa página apresenta orientações e canais de prestação do serviço, permitindo consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificar a declaração, corrigindo as informações que porventura estejam equivocadas.

A Receita Federal disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que possibilita consultar diretamente nas bases da instituição informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

O pagamento da restituição é realizado diretamente na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado (por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, acessando o endereço ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição no prazo de um ano, deverá fazer o requerimento pelo Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal, acessando o menu Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda e clicando em Solicitar restituição não resgatada na rede bancária.

INSS começa a pagar hoje décimo terceiro antecipado

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

Até 6 de maio, 31 milhões de pessoas receberão a primeira parcela

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber hoje (25) a antecipação do décimo terceiro. Até 6 de maio, mais de 31 milhões de segurados receberão a primeira parcela, que será paga conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS).

O extrato com os valores e as datas de pagamento do décimo terceiro está disponível desde a semana passada. A consulta pode ser feita tanto pelo aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, quanto pelo site gov.br/meuinss.

Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Confira o calendário de pagamento

Quem ganha o salário mínimo
Final do NIS            Primeira parcela     Segunda parcela
1                                 25 de abril                  25 de maio
2                                 26 de abril                  26 de maio
3                                 27 de abril                  27 de maio
4                                 28 de abril                  30 de maio
5                                 29 de abril                  31 de maio
6                                 2 de maio                   1º de junho
7                                 3 de maio                    2 de junho
8                                 4 de maio                    3 de junho
9                                 5 de maio                    6 de junho
0                                 6 de maio                    7 de junho

Quem recebe mais que o salário mínimo
Final do NIS     Primeira parcela     Segunda parcela
1 e 6                    2 de maio                   1º de junho
2 e 7                    3 de maio                    2 de junho
3 e 8                    4 de maio                    3 de junho
4 e 9                    5 de maio                    6 de junho
5 e 0                    6 de maio                    7 de junho

Fonte: INSS

 

O decreto com a antecipação do décimo terceiro foi assinado em março. Este será o terceiro ano seguido em que os segurados do INSS receberão o décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19.

Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, o pagamento do décimo terceiro antecipará a injeção de R$ 56,7 bilhões na economia. Desse total, R$ 28,35 bilhões correspondem à primeira parcela, referente à competência de abril e que será paga entre o fim de abril e o início de maio. O restante corresponde à segunda parcela, da competência de maio, a ser paga no fim de maio e início de junho.

A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente.

O Ministério do Trabalho esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Auxílio Brasil, não têm direito a décimo terceiro salário.

Mães empreendedoras conciliam família e negócios

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Tatiana Fanti, empresária e fundadora do Grupo Prima Donna, revela que em meio a questionamentos, mulheres conseguem criar uma rotina e alcançar o sucesso profissional

Diversas mulheres têm o sonho de empreender no Brasil, mas isso se torna um desafio para aquelas que possuem filhos e uma família para administrar durante o dia a dia. No entanto, muitas conseguem superar as dificuldades e entram no mundo do empreendedorismo com o intuito de dar um salto em suas vidas financeiras ou querem ser donas do seu tempo.

Para Tatiana Fanti, empresária e fundadora do Grupo Prima Donna – que inclui a 1ª escola de empreendedorismo e comunicação para mães -, pode-se estabelecer um equilíbrio entre dar atenção para a família, e contar com uma vida profissional bem sucedida. “É possível ter o melhor dos dois mundos. A chave está em entender que você não precisa fazer tudo nas 24 horas que você tem no dia. Estabeleça uma rotina em que, por exemplo, você trabalhe até quatro horas por dias, mantendo espaço para as relações e deveres familiares”, relata.

De acordo com a empresária – que costuma se intitular “mãepresária”, com os conceitos de home-office estabelecidos após a pandemia, mães que trabalham em casa precisam separar suas funções para não influenciar sua produtividade. “Não é um bom cenário quando você precisa parar o trabalho para fazer comida para o filho, atender telefonemas de amigos ou ficar conversando com o marido. Então avise a todos dentro de casa que, no momento de trabalho, você precisa de foco total durante aquelas horas para não afetar seus resultados. A chave do sucesso é encontrar equilíbrio em meio ao caos que a vida e o cotidiano trazem”, pontua.

Tatiana relata que muitas mães sentem culpa ao trabalhar, mas alega que esse sentimento é causado, na maioria das vezes, por outras pessoas. “Quando uma mulher decide empreender, é comum ouvir que terão menos tempo de atenção para seus filhos e isso traz reflexos negativos. Além disso, existe a culpa causada pelo remanejamento de tempo que será necessário ao iniciar um empreendimento, mudando nossa rotina e diminuindo o tempo que teremos com nossa família. Mas com foco e uma agenda bem feita, é possível conciliar isso e passar por cima desse sentimento”, explica.

Essa programação de tarefas é de extrema importância e deve ser idealizada e seguida de acordo com o estabelecido pelas próprias empreendedoras. “Escreva tudo o que você precisa dar conta, seja maternidade, trabalho, estudos, família – além de um tempo para si, estabelecendo os horários de acordo com suas obrigações. Você tem sete dias para realizar todos os seus deveres e encaixá-los em seu cronograma. Com os espaços que sobrarem, você pode adicionar tarefas que vão auxiliar no seu negócio, na sua casa ou até mesmo em atividades de lazer em família ou simplesmente usar o espaço que sobrar para o seu descanso”, revela a empresária.

Ao iniciar um empreendimento, muitas mães sentem insegurança com os possíveis erros que irão cometer, mas a CEO da Prima Donna tranquiliza essas empresárias. “Erros são sinais de movimento, de que você está fazendo alguma coisa para te tirar da zona de conforto e alcançar seus objetivos. É o erro que vai fazer com que a gente aprenda e evolua. Erre, analise o mais rápido possível e faça diferente na próxima situação, alcançando novos resultados que irão alavancar ainda mais seu empreendimento”, finaliza.

 Sobre Tatiana Fanti

CEO & Fundadora da Prima Donna, mãe da Maria Eduarda (13 anos) e do Arthur (2 anos). Também publicitária por formação, relações públicas por vocação e brasileira morando na Alemanha.  A liberdade que o empreendedorismo a proporcionou fez com que ela quisesse que outras mulheres pudessem ter acesso ao conhecimento que permitiu ter uma marca de sucesso e foi assim que nasceu a Prima Donna, a 1ª Escola de Comunicação e Empreendedorismo para Mães.  Com 20 anos de comunicação e passagem por grandes agências, Tati reúne na escola o que é preciso saber para construir uma marca de sucesso.

Para mais informações, acesse https://www.escolaprimadonna.com.br/ ou www.instagram.com/primadonnacomvc

O que é e quais os sintomas da candidíase?

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*Dr. Rodrigo Ferrarese

A candidíase é uma infecção causada por uma levedura (um tipo de fungo) chamada Candida albicans. A Candida normalmente vive dentro do corpo (em lugares como boca, garganta, intestino e vagina) e também na pele, sem causar qualquer problema. Às vezes, no entanto, a Candida pode se multiplicar e causar uma infecção – especialmente se o ambiente dentro da vagina mudar de uma forma que estimule seu crescimento.

Embora a candidíase também possa ser causada pela Candida não albicans, ela é mais frequente na candidíase de repetição.

A candidíase na vagina pode também ser chamada de “candidíase vaginal”, “candidíase vulvovaginal” ou “vaginite por candidíase”.

Quais são os sintomas da candidíase?

Comichão ou dor vaginal

Dor durante a relação sexual

Dor ou desconforto ao urinar

Corrimento vaginal anormal

Embora para a maioria das mulheres a candidíase apresente sintomas leves, para algumas pacientes ela pode resultar em infecções graves envolvendo vermelhidão, inchaço e mesmo fissuras na parede da vagina.

Quais as causas da candidíase?

A candidíase é uma doença relativamente comum – e que não é considerada uma IST, ou seja, uma Infecção Sexualmente Transmissível. Assim, não se “pega” candidíase, mas sim se desenvolve.

As mulheres com maior probabilidade de desenvolver candidíase incluem aquelas que:

Estão grávidas

Usam anticoncepcionais hormonais (por exemplo, pílulas anticoncepcionais)

Têm diabetes

Estão com um sistema imunológico enfraquecido

Estão tomando ou tomaram antibióticos recentemente

Mantêm uma dieta com alta ingestão de açúcares e carboidratos

Como prevenir a candidíase?

Usar roupas íntimas de algodão pode ajudar a reduzir as chances de infecção por fungos e consequentes sintomas da candidíase. Outro cuidado é com o uso de antibióticos. Como eles podem causar a candidíase, devem ser tomados apenas quando prescritos e exatamente como indicado pelo médico.

A alimentação é outro ponto que deve ser cuidado. Repetidamente ingerir muitos doces e carboidratos (farinha branca, em especial) contribui para você ter que lidar com os sintomas da candidíase.

Como é feito o diagnóstico da candidíase?

O ginecologista geralmente diagnostica a candidíase tirando uma pequena amostra do corrimento vaginal para ser examinada ao microscópio no consultório médico ou enviada a um laboratório para uma cultura de fungos. No entanto, uma cultura fúngica positiva nem sempre significa que Candida está causando sintomas da candidíase, porque algumas mulheres podem ter Candida na vagina sem apresentar nenhum sintoma.

Assim, muito do diagnóstico é feito também através do exame clínico, que inclui também uma conversa para entender hábitos e possíveis mudanças na vida da paciente que podem ter resultado em sintomas da candidíase.

Como tratar os sintomas da candidíase?

Para a maioria das infecções, o tratamento é um medicamento antifúngico aplicado na vagina ou uma dose única de um medicamento específico por via oral.

Outros tratamentos podem ser necessários para infecções mais graves, que não melhoram ou que continuam voltando mesmo após um tratamento bem-sucedido.

O mais importante é não se automedicar e sim consultar um ginecologista para entenderem, juntos, o melhor caminho para sanar os sintomas da candidíase, em especial se for um caso de candidíase de repetição.

Sobre Dr. Rodrigo Ferrarese

O especialista é formado pela Universidade São Francisco, em Bragança Paulista. Fez residência médica em São Paulo, em ginecologia e obstetrícia no Hospital do Servidor Público Estadual. Atua em cirurgias ginecológicas, cirurgias vaginais, uroginecologia, videocirurgias, cistos, endometriose, histeroscopias, pólipos, miomas, doenças do trato genital inferior (HPV), estética genital (laser, radiofrequência, peeling, ninfoplastia), uroginecologia (bexiga caída, prolapso genital, incontinência urinaria) e hormonal (implantes hormonais, chip de beleza, menstruação, pílulas, DIU…).  Mais informações podem ser obtidas pelo perfil @dr.rodrigoferrarese ou  pelo site https://drrodrigoferrarese.com.br/

 

Eleições 2022: Empreendedorismo Político

POR MARCIO COIMBRA

O Brasil está diante de uma encruzilhada como nação, um transe coletivo que levou o país a uma polarização de enorme serventia somente aos dois grupos que duelam pelo poder. Longe de apresentar soluções para o país, nossos políticos vivem em estado de graça, representado pela acomodação e um falso sentimento de rejeição mútua que somente alimenta os dois polos de um duelo que rejeita aquilo que o país mais precisa.

Faltam ao país projetos de nação, planos de governo realistas, compromissos com ideias e valores. Na verdade, vivemos dependentes de lideranças frágeis que almejam o poder pela simples satisfação pessoal e bem-estar de seu grupo, governando por narrativas, ódios, manipulações, seguidos por pessoas incapazes de julgar a política de forma racional, movidos apenas por uma emoção cega.

Enquanto sobram iniciativas empresariais, projetos de inovação e empreendimentos sociais, falta ao Brasil empreendedorismo político, representado pela iniciativa cidadã de propor ideias, liderar movimentos, expor projetos e pedir a confiança da população nas eleições para implementar, por meio da política, novos rumos em nossos municípios, estados e em nível federal em Brasília.

Este ano é uma daquela raras oportunidades para aqueles que acreditam que podem fazer diferença, empreender politicamente e lançar suas ideias, propostas e projetos. A polarização que tomou conta do Brasil abre também uma janela de oportunidade para aqueles que desejam mostrar-se como uma alternativa ao velho jogo da política que tenta se reinventar mais uma vez, com os mesmos atores e enredo.

Precisamos de novos líderes, capazes de iniciar um processo de mudança longe das práticas que tornaram o Brasil refém de dois grupos que se alternam no poder e se tornaram donos do país, garantidos por uma base alugada que garante sua estabilidade no poder e o falso confronto eleitoral que serve apenas para legitimar suas escolhas. Nos tornamos reféns de uma classe política velha e ultrapassada.

A política jamais deve ser uma carreira, mas uma etapa dentro de uma trilha profissional em que o cidadão procura contribuir para a sociedade, durante um período definido, servindo sua comunidade ou seu país. Findo este tempo, o caminho mais apropriado é seguir o curso natural e retornar para a vida profissional privada. Política jamais deve se tornar uma atividade com um fim em si mesma e perene, sob pena de se desviar de sua atividade principal, que é servir a sociedade.

Um povo empreendedor como o brasileiro merece mais que uma polarização entre iguais. Já chegou o momento de transpor o empreendedorismo que funciona como motor de nosso país, tanto na área econômica, assim como na frente social, e aplicá-lo na política. O empreendedorismo político é um caminho natural para uma sociedade que deseja tomar as rédeas de seu próprio país e torná-lo uma nação vitoriosa. Existem muito mais do que dois caminhos no horizonte e certamente as alternativas passam pelos brasileiros dispostos a encarar uma forma efetiva de servir à sociedade já nestas eleições. Nunca precisamos tanto deste grupo de brasileiros.
Márcio Coimbra é Presidente da Fundação da Liberdade Econômica e Coordenador da pós-graduação em Relações Institucionais e Governamentais da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília. Cientista Político, mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex-Diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal

Lei que institui a Língua Brasileira de Sinais completa 20 anos

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Data é comemorada neste domingo (24). Governo Federal tem realizado diversas iniciativas para garantir apoio e acesso a direitos à comunidade surda

Neste domingo (24), o Brasil comemora os 20 anos do reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão (Lei nº. 10.436/2002). A medida beneficia cerca de 10,7 milhões de pessoas surdas – dessas, cerca de 2,3 milhões com deficiência severa. O Governo Federal, por meio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), tem realizado diversas ações para apoiar e garantir o acesso a direitos a esta comunidade.

“Esta lei foi regulamentada posteriormente e teve a inclusão da Libras como disciplina curricular no ensino público e privado. Estabeleceu ainda uma educação inclusiva para os surdos, numa modalidade bilíngue em sua escolarização básica, garantindo a estes alunos, educadores capacitados e a presença do intérprete nessas classes. Foi um grande avanço para este público, que nos últimos anos tem conquistado ainda mais protagonismo”, explica o secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do MMFDH, Claudio Panoeiro.

Entre os dispositivos legais, o secretário destaca ainda que são conquistas para a comunidade surda o Decreto nº. 5.626/2005, que exige o cumprimento da educação bilíngue (Libras e língua portuguesa na modalidade escrita) e a Lei nº. 12.319/2010, que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete de Libras.

Inclusão

Stephany Marques, 26 anos, é surda e hoje trabalha como tradutora de Libras. No entanto, só conseguiu aprender a língua aos 11 anos, em Buriti Bravo (MA). Até então, ela se sentia isolada da sociedade.

“Era como se eu não conseguisse viver. Eu não era cidadã. A língua me permite pensar, sonhar, assim como os ouvintes. Somos humanos e precisamos nos comunicar”, enfatiza Stephany. “Com a língua, conseguimos romper barreiras, viver na sociedade e no mundo. Podemos participar de tudo tendo acessibilidade. A língua é poder”, completa.

“É muito importante a existência da lei, pois significa que a sociedade entende que temos uma Língua e pode nos valorizar e a nossa comunidade. Essa lei é muito forte, pois se não tivéssemos a Libras, não conseguiríamos nos comunicar, progredir na vida e estar em pé de igualdade com os ouvintes”, comentou a tradutora.

Iniciativas do Governo Federal

A inserção dos surdos se tornou uma das prioridades para o Governo Federal. Uma das iniciativas é a utilização de intérpretes em discursos de autoridades, a começar pelo discurso da primeira-dama do Brasil no dia da posse presidencial, na qual se evidenciou a equivalência entre as duas línguas e o respeito à comunidade surda.

Além disso, o MMFDH, em 2020, apostou na acessibilidade nos canais de denúncia Disque 100, Ligue 180 e no aplicativo “Direitos Humanos Brasil” — que dispõe de um chat em Libras. Todos os eventos, presenciais ou on-line, e publicações da Pasta contam com a presença de intérpretes nas suas publicações.

“Vejo que hoje já temos maior acesso. A sociedade tem recebido e compreendido melhor a comunidade surda. Tem o respeito e veem a necessidade de intérprete. Vamos continuar lutando para levar acessibilidade aos bancos, hospitais e outros espaços, como a televisão e conquistarmos nossos direitos”, projeta Stephany.

“Estamos nos sentindo incluídos, pois o governo tem aberto portas para os surdos. Nos sentimos abraçados com as informações que estamos tendo acesso”, comemora.

O MMFDH também disponibilizou uma cartilha que trata dos direitos da pessoa surda, com orientações e legislação sobre o acesso a informação, comunicação, educação, saúde e cultura, esporte, turismo e lazer.

Confira a cartilha

Há também a possibilidade de acesso ao conteúdo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) na Língua Brasileira de Sinais. O material está dividido em 58 vídeos curtos. O processo de tradução envolveu a interpretação do texto na língua-fonte, o português, e sua reformulação na língua-alvo, para Libras, de forma a torná-lo compreensível.

O projeto é resultado de uma parceria das secretarias nacionais dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA/MMFDH) e da Pessoa com Deficiência (SNDPD/MMFDH) com a Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis).

Acesse o ECA em Libras

“Para o futuro, desejo que nós surdos tenhamos mais oportunidades e que estejamos presentes em diferentes momentos, especialmente nos lugares onde não há intérpretes. Sonho com uma sociedade completa com uma real inclusão dos surdos. Espero que lideranças surdas também possam ocupar espaços na sociedade”, finaliza Stephany Marques.

Governo Ibaneis investe R$ 30 milhões na reforma de feiras populares do DF

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Com investimento de R$ 8 milhões, a ampla reforma da Feira Permanente do Núcleo Bandeirante está em andamento | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Melhorias estão em execução em Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Gama, Samambaia e Cruzeiro

Em todo o Distrito Federal, há 38 feiras permanentes e centros comerciais populares que empregam 17 mil feirantes e são visitados por milhares de brasilienses todas as semanas. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) segue trabalhando na manutenção e reforma das feiras para oferecer espaços com mais infraestrutura e acessibilidade. O investimento para recuperar os equipamentos é de cerca de R$ 30 milhões.

Para este ano, estão previstas cinco entregas de feiras: Núcleo Bandeirante, Gama, Samambaia, Guariroba (Ceilândia) e Cruzeiro. Também no Gama, já foi entregue a Feira do Galpão. O investimento no local foi de R$ 750 mil.

A Feira Permanente do Núcleo Bandeirante, que tem 108 feirantes, recebeu um investimento de R$ 8 milhões. A obra está em andamento. O espaço passa por reforma em toda sua área, que tem 4.505 m², desde a recuperação de todos os boxes e da praça de alimentação até o estacionamento público e as instalações de água, eletricidade, esgoto, drenagem, pluvial e combate a incêndio.

Antônia de Souza, 40 anos, 20 dos quais trabalhando na feira do Núcleo Bandeirante, está feliz com a reforma. A comerciante disse que o que mais a incomoda é o forte calor no período de seca, devido ao telhado baixo, e está contente porque, ao tomar conhecimento do projeto, viu que essa questão será finalmente contemplada na reforma. “Isso aqui no calor é um forno, esquenta muito, é insuportável”, comenta.

As melhorias previstas na reforma na Feira do Núcleo Bandeirante agradaram a feirante Antônia de Souza

Outro que gostou do projeto foi o feirante Lindomar Mazinho, 51 anos. Trabalhando na feira do Núcleo Bandeirante há uma década, ele aguarda a volta dos frequentadores que deixaram de ir ao local desde o início da pandemia de covid-19. “Com a reforma, de acordo com o projeto, será bom demais”, disse.

Na Guariroba, o investimento na recuperação do espaço é de R$ 2,3 milhões. O trabalho começou no início de janeiro. A última manutenção no equipamento foi feita há dez anos, apenas nos banheiros. O projeto de reforma atual inclui substituição de telhas, vasos, torneiras, desentupimento de canaletas de águas pluviais e caixas de esgoto e manutenção das instalações elétricas.

Em Samambaia, a reforma da feira está orçada em R$ 1 milhão e abrange pintura, manutenção no telhado e na calha, recuperação dos banheiros, do piso, revisão hidráulica e elétrica, manutenção das salas da administração e reforma das fachadas.

No Gama, além da Feira do Galpãozinho, já entregue, está sendo reformada também a feira permanente. Nesta, que demandou investimentos de R$ 465,3 mil, foram executados os serviços de pintura dos alambrados, da área interna, reforma dos pilares metálicos, dos banheiros, da iluminação interna, polimento do piso e manutenção do telhado.

A Feira Permanente do Cruzeiro também passa por manutenção. Estão sendo feitos trabalhos de limpeza, conserto de infiltrações, recuperação de grades e portões e de calçadas externas, reparos nos banheiros e pintura interna.

Na Feira Permanente do Cruzeiro, são feitos trabalhos de limpeza, conserto de infiltrações, recuperação de grades e portões e de calçadas externas, reparos nos banheiros e pintura interna| Foto: Renato Alves/Agência Brasília

De acordo com a Novacap, as próximas feiras a serem reformadas são as de Brazlândia, São Sebastião, Samambaia, Central de Ceilândia, dos Importados, de Taguatinga, Permanente da QNJ/QNL e do Guará. A unidade permanente da Guariroba, localizada na QNN 38/49 de Ceilândia, também passará por recuperação nas instalações elétricas.

Em 2021, foram entregues as obras das feiras da Candangolândia, M Norte, Riacho Fundo e Riacho Fundo II. “A feira é um equipamento público altamente ligado à cultura da cidade. Infelizmente, esses locais estavam degradados há muitos anos. Por isso trabalhamos para modernizar e oferecer mais conforto e acessibilidade, melhorando a vida das pessoas mais velhas, com deficiência ou com mobilidade comprometida, e crianças, principalmente, que frequentam o local – além da padronização, que é muito importante”, destaca o presidente da Novacap, Fernando Leite.

Acne em diferentes fases da vida: entenda

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Quando se escuta a palavra “acne”, a primeira coisa que vem à mente são os cravos e espinhas no rosto que, normalmente, aparecem durante a puberdade. No entanto, enquanto a maioria das pessoas é vítima da acne quando jovens, este problema também pode afetar bebês, crianças e adultos.

Para esclarecer sobre os diferentes tipos de acnes que podem se manifestar ao longo da vida, a Dra. Sarah Bechstein, fundadora da FORMEL Skin, health tech focada em tratamentos dermatológicos via telemedicina, explica abaixo os pontos de atenção ao observar mudanças na pele de recém-nascidos, adolescentes e na fase adulta.

“As causas hormonais da acne comum são as mais frequentes. Os sintomas da acne são desencadeados por oscilações na proporção entre os hormônios sexuais masculinos e femininos. Portanto, a alteração hormonal durante a puberdade é um dos principais desencadeantes da acne, mas também há fatores em outros momentos da vida que podem afetar o equilíbrio hormonal”, explica.

Entenda a seguir.

Acne em recém-nascidos e bebês

Quando termos como “acne do recém-nascido” ou “acne do bebê” são mencionados, muitas vezes não fica claro a qual doença eles se referem. Aqui é importante distinguir entre acne neonatorum (acne do recém-nascido) e acne infantil. A acne do recém-nascido (ou acne do bebê) ocorre nas primeiras semanas após o nascimento e desaparece sozinha sem precisar de tratamento. Já a acne infantil só se desenvolve a partir do terceiro mês de vida e, em muitos casos, deve ser tratada dermatologicamente.

Acne na adolescência 

A acne ocorre em cerca de 85% de todos os jovens entre 12 e 18 anos. Os principais responsáveis por sua manifestação são as mudanças hormonais significativas deste período. Mesmo com sintomas leves, pode ser importante procurar a orientação de um dermatologista para que uma possível deterioração seja neutralizada ou para evitar a disseminação dos sintomas em um estágio inicial. Como os efeitos físicos dos hormônios sexuais masculinos são responsáveis pela acne, ela é muito mais comum em meninos durante a puberdade.

Acne na idade adulta

A acne também pode afetar os adultos, não importa se você tem 25, 30 ou 40 anos. Em muitos casos, a acne da puberdade progride para a acne adulta (acne tardia), mas, em alguns casos, os sintomas aparecem pela primeira vez já na idade adulta. Em contraste com outras fases da vida, na idade adulta há uma maior probabilidade de as mulheres terem acne pela primeira vez, já que elas têm mais oscilações hormonais após a puberdade. A gravidez, a menstruação, a menopausa ou a interrupção no uso do anticoncepcional têm um impacto significativo no equilíbrio hormonal e podem ser um gatilho para esse tipo de acne.

Tratamento eficaz

A Dra. Sarah explica que sofreu com a acne quando jovem e, anos mais tarde, ao parar de tomar a pílula anticoncepcional, enfrentou vários desafios ao tentar controlar os problemas de pele causados pelos hormônios. “Como tantos que lutam com esses problemas,  experimentei diferentes produtos e usei muita maquiagem para cobrir as manchas – mas nada parecia funcionar”, lembra.

De acordo com a dermatologista, o sucesso da terapia aplicada hoje se deve ao constante contato com o paciente e os produtos de composição personalizada. “Graças ao acompanhamento minucioso, podemos responder com precisão aos problemas de pele individuais e desenvolver uma fórmula que combine os ingredientes apropriados para a pele de cada pessoa”, destaca a fundadora da FORMEL Skin.