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Saiba como ajudar a campanha de doação de agasalhos Varal do Frio

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Casacos e cobertores poderão ser deixados nas UPAs ou nos Hospitais de Base e de Santa Maria até o dia 29, onde serão montados varais com os donativos

Imagine um varal com agasalhos que podem ser simplesmente retirados por quem está passando frio nesta época do ano. Pensando nessa situação e a fim de ajudar a aquecer pessoas em situação de vulnerabilidade social, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) criou a campanha Varal do Frio, que vai arrecadar casacos e cobertores até o dia 29 de junho para que, no dia seguinte, sejam montados os varais com os donativos que serão colocados à disposição da população.

A presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus, tem reforçado em sua gestão a questão da humanização, tanto quanto em relação aos pacientes quanto com os colaboradores do instituto. “Temos empregado inúmeras ações pela saúde dos nossos trabalhadores, e também nos atentamos à situação das pessoas em vulnerabilidade social”, afirma a gestora. Todas as peças doadas serão disponibilizadas naquela mesma unidade.

Varais serão montados e as pessoas poderão passar e escolher uma peça

A campanha foi idealizada pela Assessoria de Comunicação do Iges-DF. “Com todo esse frio, pensamos numa proposta que possa aquecer tanto os pacientes, quanto as demais pessoas em situação de vulnerabilidade que não possuem o vestuário adequado para este período”, destaca a chefe da Ascom, Renata Nandes.

Como ajudar?

A campanha tem como objetivo arrecadar donativos tanto dos colaboradores do Iges-DF, quanto da população em geral. É importante doar as roupas em bom estado e já higienizadas.

Interessados em contribuir podem deixar as doações até o dia 29 de junho nas caixas identificadas no Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) ou nas 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). No dia 30 de junho, os varais estarão montados nas unidades. Quem estiver precisando, basta pegar a doação no varal.

Os ventos do exterior e a recuperação brasileira

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Por Rodrigo Sodré, economista e sócio da BRA

A recuperação da economia, no Brasil e no mundo, tem passado por um período de sinais contrastantes. É dos Estados Unidos que vêm os principais indicadores dessa tendência — e que mais podem nos afetar. Enquanto a economia americana gerou 390 mil postos de trabalho em maio (as previsões eram de 328 mil) e a taxa de desemprego está em um dos níveis mais baixos da história (3,6%), a inflação atingiu 8,6% no mesmo mês (considerando os últimos 12 meses), o patamar mais alto desde dezembro de 1981.

Que consequências esse cenário pode gerar? O Federal Reserve (Fed) encontra um ambiente em que pode e deve elevar sua taxa básica de juros. Por um lado, a persistência da alta de preços torna necessário um aperto monetário para contê-lo. Por outro, a economia vai muito bem e, portanto, a elevação dos juros não geraria tantos danos ao crescimento do país. Foi com base nessa interpretação que o mercado se comportou no fim da última semana. Assim que foi divulgado o resultado do CPI, na sexta-feira (10), bolsas de valores de todo o mundo (em especial as do Brasil e da Europa) começaram a operar em queda e fecharam o dia com resultados negativos.

Isso ocorre porque nesta quarta-feira (15) o Fed deverá elevar a taxa de juros em 0,50 ponto percentual, já influenciado pelos dados citados anteriormente. Há previsões, inclusive, de que esse ciclo de altas deverá se estender até setembro. Os títulos públicos dos EUA são considerados um investimento seguro pelo porte da economia norte-americana, e, com esses papéis pagando mais, eles se tornam uma espécie de centro de gravidade para o capital global, atraindo investidores de todo o mundo e provocando uma fuga de dinheiro de diversas economias, sobretudo emergentes, como o Brasil.

Roteiro semelhante se projeta para a Europa. A inflação na zona do euro alcançou 8,1% nos últimos 12 meses terminados em maio, valor bem acima das projeções, que cravavam 7,7%. Por isso, o Banco Central Europeu também deve elevar suas taxas de juros, que atualmente estão em 0%.

Essas notícias não vêm em boa hora para o Brasil. Por aqui, começamos a ensaiar uma ligeira melhora nos indicadores. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) finalmente desacelerou para 0,47% no último mês após uma sequência acima de 1% em fevereiro, março e abril. Isso pode sinalizar que o pico da inflação brasileira ocorreu em abril, porém, a alta dos preços continua disseminada por quase todos os grupos que compõem o indicador: o único a registrar queda foi habitação, graças à energia elétrica. Maio foi o primeiro mês em que a bandeira tarifária verde vigorou durante todo o período.

O Produto Interno Bruto, por sua vez, cresceu 1% no primeiro trimestre de 2022, em relação ao período equivalente anterior, e 1,7% na variação anual. Trata-se, portanto, do terceiro resultado positivo seguido e que está 1,6% acima do PIB registrado no quarto trimestre de 2019 (o último antes da pandemia), demonstrando que tem havido uma recuperação consistente, ainda que lenta. O emprego avança em velocidade semelhante e, em abril, caiu para 10,5%, mas a renda dos trabalhadores ainda está 7,5% abaixo dos níveis pré-pandemia, segundo o IBGE.

A nossa recuperação após o período mais grave da pandemia, como se vê, ainda é parcial. Agora, com a política econômica americana mais dura, virão novos desafios. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) prevê que a economia brasileira deve crescer 0,6% este ano, um quinto da média mundial, estimada em 3%.

Uma possível boa notícia é a retração dos casos de Covid-19 na China, que tem permitido uma flexibilização das medidas de contenção e uma reabertura da economia — o que já reflete em alguns índices. Esse fator contribuiu bastante para a alta da inflação em diversos lugares e, com o alívio, espera-se menos um vilão pressionando os preços. Mais um dado a se acompanhar nos próximos meses.

Sobre o autor:

Economista formado pelo Ibmec com MBA em Investimento e Riscos pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Acumula experiência de mais de 11 anos em gestão de carteiras de renda fixa e variável, tendo atuado como gestor de investimentos responsável por ativos com patrimônio consolidado equivalente a R$ 2 bilhões.

Atualmente é sócio da BRA Investimentos, uma plataforma parceira da XP Investimentos, onde ajuda as pessoas a cuidarem melhor do seu dinheiro, produzindo resultados no curto e no longo prazos.

Casos de dengue têm queda de 55,5% em um mês no Distrito Federal

Foram 1.475 novos casos no período de 5 a 11 de junho, contra 3.522 de 8 a 14 de maio. Ações preventivas alcançaram 1,4 milhão de domicílios

Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), da Secretaria de Saúde, apontam queda no número de novos casos notificados de dengue no Distrito Federal. Foram 1.475 casos na Semana Epidemiológica 23, entre 5 e 11 de junho. Um mês antes, a Semana Epidemiológica 19, no período de 8 a 14 de maio, teve 3.522 casos. O pico foi na Semana Epidemiológica 16, entre 17 e 23 de abril, quando foram 5.124 casos notificados.

A queda nos números é reflexo das mudanças climáticas – seco e frio – associada às ações preventivas do governo, como o uso dos carros de fumacê e as ações educativas desenvolvidas pelos agentes de vigilância em parceria com as administrações regionais e outros órgãos. Só a Vigilância Ambiental realizou 1,4 milhão de visitas domiciliares de janeiro até o fim de maio.

“Poderia ser muito pior se nada tivesse sido feito. As medidas de controle são muito importantes para a redução no número de casos”Kenia Cristina de Oliveira, gerente de Vigilância de Doenças Transmissíveis

Os números refletem a realidade da Unidade Básica de Saúde nº 1 de São Sebastião, localizada na região administrativa do Distrito Federal com maior incidência de dengue em 2022. “Baixou bastante. Positivo, agora, praticamente só de covid”, conta a gerente da unidade, Simone Maciel.

A UBS conta com seis consultórios para atendimento dos pacientes com sintomas como febre e dor no corpo. Os testes de dengue prosseguem, tendo confirmado cerca de três pacientes por dia, realidade diferente de abril e maio, quando eram dezenas de pacientes diariamente. A preocupação, hoje, é evitar a contaminação por covid-19. “Se for dengue, a gente encaminha para outra sala para iniciar a medicação”, diz a gerente.

À frente da Gerência de Vigilância de Doenças Transmissíveis, a bióloga Kenia Cristina de Oliveira ressalta que 2022 foi um ano atípico do número de casos, mas que a Secretaria de Saúde reforçou as atividades de combate.

A dengue é típica de período chuvoso, mas o Aedes aegypti se aproveita de oportunidades criadas pelos humanos para se multiplicar mesmo no período de seca

“Poderia ser muito pior se nada tivesse sido feito. As medidas de controle são muito importantes para a redução no número de casos”, afirma. Até 5 de junho, foram 52.579 casos prováveis entre residentes no DF, um aumento de 466% frente ao mesmo período de 2021.

Hora de reforçar as medidas

Kenia Cristina lembra que a dengue é uma doença sazonal, com mais casos registrados durante o período chuvoso, de outubro a maio, porém, o Aedes aegypti tem se aproveitado de oportunidades criadas pelos humanos para sobreviver e se multiplicar mesmo no período de seca.

Ainda assim, a bióloga aponta que estamos no momento ideal para reduzir ao máximo o número de ambientes para a multiplicação do mosquito. “Não podemos descuidar. A seca é a hora de a gente dar uma virada”, opina.

O chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Brazlândia, Alessandro dos Santos, conta que o trabalho preventivo é realizado ao longo do ano, porém a prevenção depende da ajuda de todos. “A administração regional faz parte dela. E aqui em Brasília temos um dos melhores recolhimentos de lixo no Brasil. Mesmo assim, há quem acumule entulhos”, lamenta.

Para ele, além de as equipes procurarem os focos do mosquito Aedes aegypti, o papel da vigilância ambiental é educativo. “A gente conta com a ajuda de todos para eliminar os focos do mosquito”, acrescenta Alessandro. Uma das melhorias no dia a dia do trabalho foi a redução do número de casas onde os moradores sequer abrem as portas para a entrada dos agentes. “A população entendeu que a responsabilidade é de todos”, finaliza.

Governo Ibaneis reforça a rede pública de ensino com mais 287 servidores

Ana Paula Vieira foi uma das empossadas para o cargo de apoio administrativo da Secretaria de Educação | Fotos: Mary Leal/Ascom SEEDF

Os nomeados serão capacitados durante 30 dias para conhecerem a estrutura do órgão e especificações dos cargos

A partir desta segunda-feira (20), a rede pública de ensino do Distrito Federal passou a contar com o apoio de 287 novos servidores. A Secretaria de Educação deu posse para 286 analistas em Políticas Públicas e Gestão Educacional, sendo 216 na especialidade de secretário escolar, 30 no apoio administrativo e 40 monitores em Gestão Educacional. Também foi empossado um gestor em Políticas Públicas e Gestão Educacional.

Reforçar a atenção e cuidados com os alunos é o principal motivo para as novas nomeações. “São profissionais que também vão colaborar para as ações da cultura de paz e no fortalecimento para melhoria da qualidade de ensino. Vão somar e reforçar que os servidores tenham uma melhor qualidade de vida”, observou a subsecretária de Gestão de Pessoas, Ana Paula Aguiar.

O profissional do cargo de apoio administrativo, por exemplo, atua em atividades como execução de serviços de pesquisa e planejamento, recursos humanos, finanças, orçamento, patrimônio, material e transporte, entre outras funções. Ana Paula Vieira, uma das empossadas, comemorou o momento. “Uma das melhores emoções que já tive. Um sonho sendo realizado”, celebrou a nova servidora.

Por sua vez, os secretários escolares fazem a atualização do sistema de informação, especialmente dos dados relativos à abertura e ao encerramento dos períodos letivos, lançamento dos resultados dos estudantes no sistema e expedição e entrega de documentações referentes à vida escolar do estudante.

Já os monitores de gestão educacional executam, sob orientação de equipe escolar, atividades de cuidado, higiene e estímulo às crianças e participa de programas de treinamento e formação continuada, entre outras ações.

Para conhecerem a estrutura da Secretaria de Educação, os novos servidores começam, na próxima quarta-feira (22), um curso de formação na Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais de Educação (EAPE).

Durante 30 dias, os recém-empossados vão conhecer como funciona a secretaria de forma geral e também passar por uma formação de módulos específicos para os cargos que foram nomeados.

Jogos Universitários vão reunir 7 mil participantes em Brasília

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Com lançamento oficial nesta quinta-feira (23), a competição, que será disputada em setembro, gera empregos e movimenta a economia local com mais de R$ 12 milhões

Após o sucesso da edição de 2021, o Distrito Federal vai novamente sediar a maior competição esportiva universitária da América Latina, os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs). O evento, que tem o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), neste ano, será promovido entre os dias 18 e 25 de setembro. A solenidade do lançamento oficial dos JUBs será realizada no Hotel Royal Tulip, nesta quinta-feira (23), a partir das 10h.

Estarão presentes a secretária da SEL, Giselle Ferreira; o presidente da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Luciano Cabral; Suzana Gonçalves Laranja, representando a secretária Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Fabíola Molina; o presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, entre outras autoridades, parceiros e entidades esportivas.

“A organização de um evento esportivo como os Jogos Universitários Brasileiros envolve o trabalho de diferentes áreas e profissionais, que se unem na determinação de entregar a melhor edição possível. A pouco menos de 100 dias de iniciarem os jogos, o time do Governo do Distrito Federal está empenhado na missão de repetir o sucesso que foram os JUBs 2021”, destaca a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

A edição 2021 do evento marcou história em números. Ao todo, 3,5 mil atletas de 271 instituições de ensino superior competiram em 26 modalidades esportivas diferentes, o que gerou a distribuição de 2 mil medalhas. Foram contratadas 35 mil diárias de hotéis, ofertadas 68,5 mil refeições, além de 500 empregos temporários e uma movimentação de R$ 12 milhões na economia local. Em 2022, a meta é reunir 7 mil participantes, entre atletas, chefes de delegação, árbitros, técnicos, voluntários e comitê organizador.

“É uma honra anunciar que os Jogos Universitários Brasileiros serão sediados novamente em Brasília. A capital federal mostrou extraordinárias condições na recepção da edição de 2021 e, mesmo durante a pandemia, o evento foi um enorme sucesso. A edição de 2022 será ainda mais estruturada: contamos com apoio integral do governo federal e do GDF, dando garantias e condições para realizamos um JUBs ainda melhor e memorável para todos os participantes”, completou o presidente da CBDU, Luciano Cabral.

Os Jogos Universitários Brasileiros – Brasília 2022 são uma realização da CBDU, do governo federal e do GDF, com patrocínio máster do Banco do Brasil, além dos patrocinadores CBDU, Kempa, Spalding, Uhlsports e Ícone. E parceria institucional do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Moto clube brasileiro promove campanha mundial de doação de sangue

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Com estimativa de ultrapassar 10 mil litros de sangue doados, Insanos MC promove campanha solidária dia 25 de junho; ação deve beneficiar 180 hemocentros em todo Brasil

Junho Vermelho, ou o Mês de Conscientização para a Doação de Sangue, é o período que reforça a importância da doação de sangue. Para propagar a causa, o Insanos MC – maior moto clube da América Latina – realizará no dia 25 de junho uma campanha de doação para hemocentros em todas as regiões brasileiras e no exterior, que estima a marca de 10 mil litros de sangues coletados.

A campanha visa a sensibilização da sociedade de forma geral e contará com 180 pontos de doação no Brasil e sete em países (Alemanha, Chile, Quênia, Estados Unidos, Suécia, Peru e El Salvador).

Segundo o Diretor Social Brasil do Insanos MC e responsável pela campanha, Robério Lima, a conscientização sobre a importância da doação de sangue é uma responsabilidade de qualquer cidadão. “Estamos movimentando nossos mais de seis mil integrantes a participarem ativamente desta campanha como doadores e como multiplicadores para seus familiares e amigos, afinal, esta é uma luta em favor da vida”, diz.

Este é o segundo ano consecutivo da iniciativa, que coletou 8 mil litros de sangue em 2021. Para este 2022, a estimativa é aumentar a coleta em 25%.

As campanhas sociais são uma das principais bandeiras levantadas pelo Insanos MC. “Somente no primeiro semestre, por exemplo, já realizamos 1.404 ações, como arrecadação e doação de alimentos, agasalhos e cadeiras de rodas, além da conscientização sobre os cuidados com a saúde, incentivo ao cadastro para doação de medula óssea, entre diversas outras”, finaliza.

Hemocentros em baixa e doações anuais

Os bancos de sangue em todo o país enfrentam uma escassa oferta de doadores. Neste sentido, dados da Fundação Pró-Sangue, instituição vinculada à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, que fornece bolsas de sangue para mais de 80 centros médicos, indicam que a instituição conta atualmente com apenas 31% do estoque necessário.

Uma bolsa de sangue equivale a cerca de 450 ml, quantidade que pode ajudar a salvar até quatro vidas. Anualmente, os homens aptos a doações podem participar da coleta a cada 60 dias (com o máximo de quatro vezes por ano), enquanto o tempo para as mulheres é a cada 90 dias (máximo de três vezes ao ano). Ou seja, uma pessoa doadora pode ajudar a manter vivas de nove até 12 pessoas em um ano.

SOBRE O INSANOS MC

INSANOS MOTO CLUBE é uma associação sem fins lucrativos, voltada à promoção recreativa do motociclismo no Brasil e no mundo. Fundado em 2015, no município de Osasco (SP), é hoje o maior moto clube da América Latina, com 360 divisões, em 21 países. A realização de ações sociais é um de seus principais pilares de atuação: no ano de 2021, foram mais de 3 mil iniciativas realizadas. Somente no primeiro trimestre de 2022, somam-se 1.404.

Fondue e vinho: saiba como aproveitar a combinação queridinha das noites frias e manter uma alimentação equilibrada

O início do inverno abre a temporada de momentos gastronômicos em família ou amigos, ideais para o preparo de receitas cheias de sabor. Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, dá dicas de como aproveitar a estação com opções doces e salgadas para incluir no cardápio

O fim de junho chega com a mudança de estação, trazendo o inverno e diversos motivos para reunir a família ou os amigos em casa para um momento especial, e nada melhor do que compartilhar um saboroso e clássico fondue. Para quem deseja a opção mais tradicional, a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, indica algumas possibilidades saudáveis para consumi-lo sem culpa.

Por conta das baixas temperaturas, a tendência é sentir mais fome durante esse período devido a uma resposta fisiológica do organismo, que tem um gasto maior de energia para manter a temperatura corpórea. Mesmo diante disso, o consumo do fondue pode ser feito com moderação. A nutricionista ressalta que é possível fazer escolhas conscientes, utilizando opções mais equilibradas em sabor e nutrientes. “É interessante incluir entradinhas leves no início da refeição para ajudar com a saciedade. Para os fondues salgados, os legumes são excelentes opções, como brócolis, couve-flor e cenoura”, explica.

Para aqueles que preferem o fondue doce, os melhores acompanhamentos sempre serão as frutas: morango, banana, uva… e kiwi! Docinho e levemente ácido, ele é uma ótima combinação com chocolate. “O kiwi tem baixíssimo valor calórico, o que ajuda no equilíbrio energético da refeição, e nos fornece vitamina C, fibras e antioxidantes que atuam no reforço da função imunológica, tão importante nessa época do ano de oscilação de temperaturas”, afirma Renata.

E para fechar a noite com uma harmonização perfeita, um excelente vinho entra para a lista de possibilidades! Vale reforçar que para o consumo diário, estudos indicam efeitos positivos no consumo de vinho tinto pela presença grande de polifenóis que promovem a ação protetora contra doenças crônicas no nosso organismo. Segundo a nutricionista, o recomendado é consumir 1 taça de até 80 mL por dia para garantir os benefícios.

Para facilitar na rotina, a saída é conhecer as melhores opções de vinhos, fondues e seus acompanhamentos na unidade Oba Hortifruti mais próxima. E para aqueles que preferem se arriscar nas receitas, Renata separou 3 opções (1 salgada e 2 doces) para surpreender com muito sabor e esquentar nos dias mais frios.

Receitas doces 

Fondue de chocolate com cereja

Ingredientes:

400g de chocolate amargo

1 xícara de chá de creme de leite fresco sem soro

1 xícara de cereja em caldas drenada

Modo de preparo:

Bata as cerejas no liquidificador.

Derreta o chocolate e misture o creme de leite e a cereja batida. Misture tudo até incorporar bem.

Sirva com kiwi ou uvas verdes sem sementes.

Fondue Fit

Ingredientes:

200g de chocolate 85% cacau

200g de chocolate ao leite sem adição de açúcares

1 xícara de chá de creme de leite fresco

1 colher de sopa de essência de baunilha

Modo de preparo:

Derreta o chocolate e misture o creme de leite e a essência de baunilha. Misture tudo até incorporar bem. Sirva com kiwi, morangos ou uvas sem sementes.

Receita salgada 

Lagarto ao vinho com batatas rústicas

Ingredientes:

2 xícaras de chá de vinho tinto

1 colher de sopa de alecrim

1 colher de sopa de sal

1 cebola média picada

2 dentes de alho

1/2 pimentão verde sem sementes picado

1 cenoura média picada

1,8 kg de lagarto

3 colheres de sopa de azeite de oliva

1 e 1/2 xícara de chá de água fervente

8 a 10 batatas bolinha

Modo de preparo:
Para o tempero, bata no liquidificador ou mixer o sal, a cebola, o alho, o pimentão e a cenoura.

Coloque a carne em um refratário com o tempero e o vinho (de modo que toda a peça de carne fique em contato com o molho), deixe descansar por 24 horas.

Escorra o molho, coloque a carne na panela de pressão com o azeite e deixe dourar, virando a peça para fazer uma boa selagem. Deixe cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 30 minutos.

Faça cortes nas batatas e acrescente os ramos de alecrim entre os cortes. Coloque as batatas junto com a carne, regue com azeite e deixe cozinhar por mais 15 minutos.

Assim que as batatas ficarem macias, desligue o fogo e sirva acompanhado de uma taça do seu vinho tinto preferido.

Modo de preparo:

Retire os grãos da espiga de milho e cozinhe na panela de pressão por cerca de 40 minutos. Em seguida, leve os grãos junto ao leite no liquidificador. Peneire a mistura e bata o líquido novamente, adicionando o açúcar e a manteiga. Quando estiver homogêneo, leve ao fogo baixo e vá mexendo até engrossar.

Despeje o creme em taças e leve à geladeira por pelo menos 1 hora antes de servir. Adicione a canela no momento do consumo.

 

Sobre o Oba Hortifruti – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, O Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.

A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifruti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR – FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.

Atualmente, a marca possui mais de 60 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal. Com mais de 40 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifruti.

Saiba como obter sucesso na carreira de Direito

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Ex-aluno do Cesuca explica passo a passo para se dar bem na profissão e conseguir a tão sonhada aprovação no Exame da Ordem (OAB)

Toda carreira exige muito foco, determinação, perseverança e principalmente muitos estudos. No curso de Direito não é diferente, visto que o mercado é bastante aquecido, com isso, estudar bastante é o caminho para uma carreira de sucesso.

Pensando nisso, Alysson Mello, egresso do curso de Direito do Centro Universitário Cesuca, advogado e Presidente da Comissão da Jovem Advocacia de Cachoeirinha-RS, explica qual o melhor caminho para ter sucesso na profissão. “A estratégia de preparo é muito pessoal, pois cada um adota uma linha de estudo e é sempre importante que a gente estude de uma forma que nos motive a manter o foco da melhor forma possível, para isso, o aluno deve descobrir a melhor opção para ficar concentrado”, explica.

Alysson ressalta que para aqueles que têm dificuldade de concentração, o estudo compartilhado pode ser uma ótima alternativa. “Eu por exemplo, tenho dificuldade de concentração, então decidi junto com um colega, em fazermos turnos aos finais de semana com horas específicas para de fato nos reunirmos e estudarmos, já que enquanto o nosso desempenho se mantinha agradável, ajudávamos um ao outro, ou seja, estudar em conjunto, ter uma segunda pessoa foi muito importante, isso porque quando um não sabia, era só perguntar ao outro”, comenta.

A mesma técnica de estudo mencionada por Alysson, serviu também como forma de preparo para o Exame da Ordem, onde o mesmo realizou a prova e foi aprovado com sucesso. “Hoje a prova é dividida em algumas etapas, e existem matérias que possuem um peso muito maior do que outras, então você não pode disponibilizar o mesmo tempo de estudo para todas as matérias. É necessário reservar um tempo de estudo consideravelmente maior para trabalhista, penal e direito constitucional. Por isso, diluir seu tempo de estudo de acordo com o peso e quantidade de questões que a prova apresenta é essencial”, salienta.

O Exame da Ordem é muito concorrido, já que muitos alunos do curso de Direito sonham com a aprovação para trabalhar na área, e isso acaba gerando muito medo e ansiedade nos estudantes, pois é através da OAB que o aluno demonstra prática, conhecimento e capacitação para o exercício na advocacia.

“Eu acredito que muitas pessoas não conseguem atingir o mínimo estabelecido no exame por uma questão psicológica, pois é uma prova que te coloca num limite de nervosismo a todo o momento, porque o tempo é curto e as perguntas são longas. Mas felizmente eu foquei bastante, escolhi as melhores estratégias, consegui ir para a segunda fase e me tornar o tão sonhado advogado. Por isso, minha dica aos futuros advogados é irem estudando bastante ao longo da faculdade, dividindo os dias de estudo e preparo de acordo com sua necessidade”, orienta.

Além da possibilidade de se transformar em ótimos profissionais, os estudantes do curso de Direito também podem virar excelentes empreendedores, como aconteceu com Alysson. “Do meio para o fim da graduação, eu percebi o quanto eu podia empreender no direito. Quando comecei na área, eu consegui desenvolver até mesmo tarefas através do Instagram, mostrando minha graduação e depois compartilhando o meu trabalho. No início, muitas pessoas me abraçaram e disseram que quando tiverem uma causa vão me ligar e as pessoas estão me procurando, de certa forma me dá um alívio, e de fato a estratégia que eu imaginava para empreender na advocacia está se efetivando, então hoje eu consigo ter a autonomia que um empreendedor sempre sonhou”, opina.

Por fim, o ex-aluno do Cesuca dá dicas para os estudantes que cursam Direito. “Tudo o que vocês puderem aproveitar nesse período de graduação, aproveitem e se dediquem 100% na área do direito que vocês mais gostam, seja qual for, se destaque dentro dessa área porque você vai colher muitos frutos no futuro. Toda dificuldade e desafios fazem parte do processo de amadurecimento dentro da faculdade, e vai te preparando para o mercado de trabalho, por isso, ter paciência e compreensão desse momento é fundamental”, finaliza.

Governador Ibaneis entrega escrituras para entidades religiosas e assistenciais

A cerimônia de entrega das escrituras, no Palácio do Buriti, contemplou católicos, evangélicos, espíritas e religiões de matriz africana | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

Desde 2019, GDF regularizou 248 imóveis ocupados por esse público, marca superior à alcançada entre 2009 e 2018; nesta segunda (20), foram entregues 25 escrituras

Vinte e cinco entidades religiosas e de assistência social receberam, nesta segunda-feira (20), as escrituras de seus imóveis. A cerimônia, que ocorreu no Palácio do Buriti e contemplou católicos, evangélicos, espíritas e religiões de matriz africana, faz parte de um grande trabalho do governo para regularização fundiária.

De 2019 a 2022, o GDF regularizou 248 imóveis ocupados por esse público, número superior ao alcançado de 2009 a 2018, quando 190 templos e entidades celebraram acordos pela legislação vigente, a Lei Complementar nº 806/2009. Essa marca foi atingida hoje com a entrega de 25 documentos pelas mãos do governador Ibaneis Rocha.

“Entregamos muito mais escrituras durante esse período de governo do que os que passaram. Era um problema quase sem solução, uma legislação criada sem conseguir avançar nos seus objetivos e, quando nos reunimos no início do governo, tínhamos por determinação avançar no processo de regularização das entidades sociais e templos religiosos”, disse Ibaneis Rocha.

Essa celeridade ocorreu por intermédio da Terracap, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação e com o lançamento do Programa Igreja Legal, em 2019. A iniciativa inclui uma série de ações para facilitar a regularização fundiária dos templos ou entidades de assistência social instalados até 22 de dezembro de 2016 e que continuem desenvolvendo atividades no imóvel.

Foi na atual gestão, por exemplo, que o valor do pagamento mensal pelas entidades religiosas e assistenciais foi reduzido pela metade, de 0,3% sobre o valor de venda do imóvel para 0,15%.

Líder do Centro Espírita Caboclo Serra Negra, no Guará, Mãe Terezinha Pereira de Jesus comemorou a segurança jurídica representada pela escritura: “Ela é vital para tudo”

“O que faltava era essa regulamentação legislativa para avançar. Isso foi feito em 2019 e estamos gradativamente entregando escrituras. Entregamos hoje 25, chegando a 248, e temos mais 34 prontas para entregar”, afirmou o presidente da Terracap, Izidio Santos.

O GDF também estabeleceu a moeda social como uma forma de as entidades religiosas ou de assistência social regularizarem seus espaços. Ou seja, essas instituições podem obter a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) em troca da execução de serviços gratuitos à comunidade.

“A lei de 2009 já trazia a possibilidade de regularização de mais de mil lotes. De lá para cá, duas coisas foram importantes: primeiro, a simplificação da legislação e a melhoria nas condições de pagamento, que agora também é feito por meio da moeda social. Segundo, a eficiência e a importância dadas à regularização, um cuidado e uma priorização com um entendimento muito simples: essas entidades prestam um serviço à sociedade”, acrescentou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

Um dos espaços beneficiados com a escritura é o Centro de Projetos e Assistência Integral (Cepai), que funciona em Samambaia Norte. A mentora do projeto, Maria da Guia Melo, a Zinha, lembra que a espera perdura desde 1991, quando eles receberam o lote do governo e passaram a desenvolver o projeto. “São mais de 30 anos de espera e agora nossa angústia chega ao fim. Atendemos 550 famílias e essa escritura é muito importante para o nosso trabalho”, afirma.

Líder do Centro Espírita Caboclo Serra Negra, Mãe Terezinha Pereira de Jesus comemorou o recebimento da escritura e a segurança jurídica que ela representa. “Ela é vital para tudo. Estamos há 30 anos funcionando no mesmo lugar, no Guará, até então com uma grande insegurança de saber se vamos estar lá amanhã ou não. E esse trabalho é evidenciado na comunidade, seja de acolhimento espiritual ou social, e jamais poderíamos deixar de fazê-lo. Essa escritura nos deu total segurança para continuar o atual trabalho e criar outros”, afirma.

Covid-19: governo federal libera quarta dose para maiores de 40 anos

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Ministério da Saúde pede à população que tome todas as doses da vacina

O Ministério da Saúde decidiu intensificar a campanha destinada a incentivar a população a completar o ciclo vacinal contra a covid-19. Segundo a pasta, cerca de 120 milhões de pessoas aptas a tomar a segunda dose ou a dose de reforço das vacinas ainda não retornaram aos postos de vacinação de todo o país e seguem desprotegidas contra as manifestações graves da infecção pelo novo coronavírus.

A campanha de estímulo à vacinação contra a covid-19 chega no momento em que o Ministério da Saúde liberou a segunda dose de reforço (ou quarta dose) para as pessoas que têm a partir de 40 anos de idade. De acordo com a pasta, cerca de 8,79 milhões de pessoas desta faixa etária e que receberam a terceira dose a mais de quatro meses poderão retornar aos postos de vacinação a partir de hoje (20). A recomendação é que estes indivíduos sejam imunizados com as vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen.

“Além de expandirmos a população-alvo do segundo reforço, o motivo de estarmos aqui, hoje, é convocarmos a população brasileira a procurar um posto de vacinação e tomar sua dose”, disse o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, na manhã de hoje (20), durante a divulgação do balanço da vacinação contra a covid-19.

Segundo Medeiros, o alerta ministerial para os atrasos na aplicação da segunda dose e das doses de reforço visa a proteger a população das manifestações graves da doença. Entre a população de 40 a 49 anos apta a receber os imunizantes, apenas 8,53% já tomou a primeira dose de reforço.

“Os estudos demonstram o efeito protetor que as vacinas têm nos casos de complicação, de agravamento por covid-19. Eles mostram que, independentemente do intervalo etário, as vacinas protegem de uma evolução mais grave da doença. Por isso, o Ministério da Saúde está convocando a população apta a tomar a segunda dose ou as doses de reforço a procurarem um posto de vacinação para termos uma população mais protegida – o que se refletirá tanto na qualidade de vida, quanto na economia”, acrescentou o secretário.

Peças publicitárias que serão veiculadas em várias mídias para conscientizar a população destacam que, apesar de o governo federal ter decretado o fim da situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin, ou Emergência Sanitária), as pessoas devem seguir atentas às recomendações das autoridades sanitárias, tomando todas as doses de vacina recomendadas pelos fabricantes e aprovadas pelas autoridades sanitárias.

Doses em atraso

Dados detalhados esta manhã, pela diretora do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Cássia Rangel, revelam que, em todo o país, quase 22 milhões de pessoas aptas a serem imunizadas receberam apenas uma dose das vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Entre janeiro de 2021 e o último dia 10, o governo federal distribuiu 519.838.281 doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, 17.965.980 doses foram fornecidas à rede de saúde, este ano, para imunizar crianças entre cinco e onze anos de idade. Nesta faixa etária, 62% das crianças já receberam a primeira dose, mas apenas 38% tomaram a segunda dose.

Já entre a população de 12 a 17 anos, para a qual também já foi disponibilizada a primeira dose de reforço, apenas cerca de 5% completou o ciclo vacinal – ainda que 91% do grupo tenha recebido a primeira dose regular.

No total, 62,7 milhões de pessoas já poderiam ter tomado a primeira dose de reforço – dentre as quais, 16,76 milhões têm entre 18 e 29 anos, faixa etária na qual 5,54 milhões de indivíduos ainda não receberam sequer a segunda dose regular. Aproximadamente 27,12 milhões de pessoas com mais de 50 anos ainda não retornaram aos postos de vacinação para receber a segunda dose de reforço.

“Acho que o mais importante é mostrarmos as doses que estão em atraso”, destacou Cássia Rangel.

No início do ano, quando o país enfrentava a primeira onda da variante Ômicron, o Ministério da Saúde constatou que pessoas não vacinadas estavam entre seis e nove vezes mais suscetíveis, de acordo com a faixa etária, a desenvolver manifestações graves da doença na comparação com pessoas imunizadas.

“Em todas as faixas etárias, temos um perfil muito parecido entre vacinados e não vacinados. Os vacinados [com ao menos duas doses de um imunizante] tiveram muito menos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave [SRAG] em relação aos não vacinados, o que demonstra claramente um efeito protetor das vacinas”, disse a diretora.