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Corrida Prevencionista: 966 pessoas participaram dos circuitos promovidos pelo Sesc

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O Sesc atuou no evento para promover a cultura da prevenção de doenças e promoção da saúde

​​Neste domingo (21), aconteceu a primeira Corrida Prevencionista. Promovida pelo Sesc – DF, o evento proporcionou circuitos de 3km, 5km e 10km. A largada foi dada às 7h no Eixo Monumental e contou com a presença de 966 pessoas.

Segundo o coordenador de Esportes do Sesc, Gustavo Schmarczek Beier, o Sesc atuou no evento para promover a cultura da prevenção de doenças e promoção da saúde. “O nosso intuito é incentivar a população do DF ao cuidado com a saúde por meio do esporte, para assim, terem mais qualidade de vida” ressaltou o coordenador.

O evento também contou com a presença do presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal, José Aparecido, que parabenizou os participantes e ressaltou a importância da corrida após dois anos de pandemia.

“O esporte sempre agrega, por isso estamos retomando os eventos de corrida de rua após o período pandêmico. A corrida prevencionista permite a participação de topessoas de todas as idades, o que é muito importante para incentivar os cuidados com a saúde” destacou o presidente.

À todos que participaram da corrida, o Sesc recebeu com medalhas e ainda premiou com troféus aqueles que se destacaram nos três primeiros lugares, em suas categorias.
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Inmet prevê “retorno gradual” das chuvas no Centro-Oeste e Sudeste

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As chuvas ficarão “dentro ou ligeiramente abaixo da média para o mês de setembro

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê “retorno gradual das chuvas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste”, principalmente em outubro, de forma a elevar o armazenamento de água no solo, estabelecendo as fases iniciais de algumas culturas no campo. O prognóstico consta da previsão climática para a safra 2022/2023.

De acordo com o Inmet, a “provável atuação do La Niña até o início do verão (dezembro) pode impactar nas fases finais das culturas de inverno e segunda safra, além do início da safra de verão no Brasil”.

Tendo por base os modelos que servem de referência para essas projeções, a permanência do fenômeno faz com que a previsão do tempo nas regiões produtoras seja avaliada com mais atenção.

“Frequentemente, o La Niña provoca redução das chuvas na Região Sul do país e aumento nas regiões Norte e Nordeste. O clima no Brasil, no entanto, não é influenciado somente pela atuação do fenômeno, tendo em vista que há outros fatores que interferem nas condições de tempo e clima”, informou o Inmet.

Centro-Oeste e Sudeste

Segundo modelo estatístico adotado, as chuvas ficarão “dentro ou ligeiramente abaixo da média para o mês de setembro” nas regiões produtoras de grãos, o que, na avaliação do Inmet, pode ser favorável às fases finais das culturas.

“Já para o início da safra de verão 2022/2023, considerando os meses de setembro, outubro e novembro, o prognóstico climático aponta o retorno gradual das chuvas, principalmente em outubro, o que será importante para a elevação do armazenamento de água no solo e estabelecimento das fases iniciais das culturas no campo, como a soja, milho e algodão”, complementa.

Sul

Para a Região Sul, a previsão é de chuvas dentro ou ligeiramente acima da média”, o que indica, segundo o Inmet, que a umidade do solo deve continuar elevada em praticamente toda a região durante o mês de setembro.

“Porém, os grandes acumulados de chuva podem ocasionar excesso de água no solo em algumas localidades”, alerta o instituto. Nos meses de outubro e novembro, as previsões indicam “chuvas irregulares, com acumulados abaixo da média em praticamente toda a região”.

Dezembro e janeiro

Entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, as chuvas podem ficar “próximas ou acima da média” nas regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste. “Já na Região Sul, no centro-sul do Mato Grosso do Sul e em parte de São Paulo, a tendência é de chuvas abaixo da média no mesmo período”, complementa.

Para as demais áreas, a previsão indica “chuvas dentro da normalidade”.

Síndrome de Burnout pode atingir trabalhadores de todos os níveis do mercado

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Para Ricardo Chaves, psicólogo e especialista em saúde mental e trabalho, existem formas de prevenir esse tipo de quadro e melhorar a qualidade de vida desses profissionais

Ricardo Chaves

A sobrecarga de atividades no trabalho, em muitos casos, tem o potencial para ser o estopim que dará origem a uma série de problemas e desconfortos. A síndrome de Burnout, por exemplo, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, se assemelha a episódios duradouros de estresse relacionados não apenas à carga de trabalho, mas também à falta de conexão, identidade e propósito com a função exercida.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Pebmed, um em cada três trabalhadores brasileiros sofrem com o Burnout, afetando mais de 30 milhões de pessoas no Brasil. No mundo, esse número é ainda maior e fez com que a OMS reconhecesse a síndrome como uma doença do trabalho.

Para Ricardo Chaves, psicólogo e especialista no desenvolvimento de líderes e profissionais de alta performance, são diversos os sintomas apresentados pelo burnout, que não se dissipam apenas com descansos ou férias. “Pode ser considerado um estresse crônico ocupacional que culmina com a sensação de esgotamento e exaustão emocional. É necessário aprofundamento nas questões da dinâmica psíquica da pessoa que sofre com esse quadro, a fim de trazer luz e manejo clínico à situação”, relata.

Além do esgotamento de energia, aumento da distância mental do trabalho e redução da produtividade, o burnout afeta as competências já desenvolvidas pelos profissionais para lidar com as rotinas práticas da profissão. “O que acontece é o deslocamento da energia existencial, que se dissipa sem nenhuma sensação de avanço ou realização. É como acelerar o carro a fim de gastar os pneus, rodando em falso no asfalto até que os pneus estourem”, exemplifica o psicólogo.

De acordo com o especialista, é de conhecimento dos profissionais da saúde mental que alguns sintomas podem ser confundidos com síndromes depressivas, sendo necessário um diagnóstico diferencial para se alcançar assertividade na identificação das implicações na saúde mental. “Os sintomas apresentados no burnout emitem alguns sinais comportamentais, como evitamento de reuniões, esquiva de novas tarefas e projetos, diminuição do contato visual com as pessoas, uso de adjetivos depreciativos, resistência a mudanças e transferência de responsabilidades. Além desses, a redução dos contatos sociais, desvalorização do lazer, negligência nos cuidados pessoais, automedicação e a resistência em buscar ajuda afetam ainda mais esse quadro, podendo culminar em outros agravamentos da doença”, revela.

Chaves acredita que existem diversas variáveis que contribuem para esse tipo de distúrbio, mas afirma que algumas pessoas contam com uma predisponibilidade à síndrome de burnout. “São indivíduos de personalidade dinâmica, que exercem liderança e têm grandes responsabilidades, são idealistas, mas, muitas vezes, estão diante de metas irrealistas em seus trabalhos”, declara.

Alguns dos fatores de risco que aumentam as chances de burnout são:

  • Excesso de trabalho sem conexão pessoal;
  • Conflitos éticos;
  • Remuneração desproporcional;
  • Metas inatingíveis;
  • Constantes mudanças no ambiente de trabalho;
  • Ambiente com competitividade em excesso.

A lei que considera a doença um motivo para afastamento no trabalho está prestes a completar um ano e, nesse período, o grande aprendizado é que a prevenção sempre custará menos que a correção ou, no caso, a intervenção após o adoecimento. “Assim, acredito que investir em capacitação de lideranças humanizadas e de alta performance é o caminho mais saudável para o enfrentamento não apenas do burnout mas também de outras doenças, como depressão e ansiedade”, pontua Ricardo Chaves.

O palestrante acredita que as empresas podem adotar filosofias e metodologias que têm a capacidade de diminuir esse tipo de ocorrência. “O job crafting, por exemplo, é uma estratégia recente cujo objetivo é redesenhar o sentido do trabalho e das funções que as pessoas exercem. Assim, os líderes e profissionais conseguem ressignificar sua função, abrindo possibilidades para melhorar seu engajamento e os resultados da empresa. Pequenas práticas de descompressão emocional podem ser aliadas poderosas para aliviar os níveis de estresse vinculados ao trabalho e evitar prejuízos maiores na qualidade de vida”, finaliza.

Sobre Ricardo Chaves

Formado em Psicologia pela Puc Campinas, Certificação Internacional – Inteligência Emocional, Comunicação e Dinâmicas Humanas. Pós Graduado em Trabalho e Saúde Mental; Intervenção e prevenção em comportamentos auto destrutivos – UNICAMP. Atua como Palestrante e Consultor Corporativo em projetos de desenvolvimento de Líderes e equipes. É sócio fundador da RICK CHA EDUCAÇÃO CORPORATIVA.

Como psicólogo desenvolve projetos de saúde mental em ambientes corporativos; Palestrante CBTD 2019, Produtor de conteúdos para plataformas digitais. Escritor; Coach formado pela Sociedade Brasileira de Coaching (SBC) desde 2006 atuando em todos os níveis de gestão. Experiência Internacional em desenvolvimento de lideranças.

Conectado com os desafios da gestão de pessoas e processos no mundo corporativo contemporâneo através de experiências multiculturais, tem como principal objetivo transformar treinamentos em vantagem competitiva, potencializando o alcance dos resultados através do desenvolvimento de profissionais, líderes e equipes para o alto desempenho. Para mais informações, acesse https://www.linkedin.com/in/psiricardochaves/ ou envie e-mail para Ricardo@rickcha.com.br

Conexão rápida: saiba onde o 5G está presente nas capitais que já têm a tecnologia

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Há pouco mais de um mês em funcionamento, o 5G já chegou a oito capitais brasileiras. Confira onde ela realmente já funciona e qual o alcance das antenas nessas cidades

Há pouco mais de um mês a faixa principal do 5G – nova tecnologia de internet móvel que pode ser até 100 vezes mais veloz que a 4G – chegou ao Brasil. A primeira cidade a receber foi Brasília, no dia 6 de julho, seguida por Porto Alegre, João Pessoa, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Salvador e Goiânia. Desde então os usuários se perguntam onde a nova internet pode ser acessada em sua cidade e qual o alcance das antenas. É preciso lembrar, primeiro, que a implementação do 5G segue um cronograma, que só será completado em 2029.

Segundo as exigências da Anatel, até 29 de setembro de 2022 as empresas de telefonia precisam disponibilizar uma estação para cada 100 mil habitantes nas capitais do país. Mas o número de antenas pode não ser suficiente para atender a cidade inteira. Brasília, que tem uma área pequena comparada às demais capitais, prevê uma cobertura de 80% já nessa primeira leva.

São Paulo, com uma área bem superior, tem uma abrangência inicial de aproximadamente 25%. Grande parte das estações dessas antenas estão concentradas nos bairros do centro de São Paulo, como Liberdade, Sé, Santa Efigênia, Paraíso e Consolação, além de bairros nobres da zona sul, como Cidade Jardim, Butantã, Morumbi, Vila Mariana, Vila Clementino e Pinheiros.

Pelo cronograma da Anatel, em julho 2025 a mancha de cobertura deve alcançar toda a cidade, já que a exigência aumenta para uma antena a cada 10 mil habitantes. Os editais do 5G também deixam claro que todas as cidades brasileiras com mais de 30 mil habitantes devem ter acesso à nova tecnologia de internet móvel até 2029.

Homero Salum, diretor de Engenharia da TIM Brasil, observa que nesta primeira fase do 5G o número de antenas está superando o mínimo exigido e que, em breve, as capitais vão experimentar uma cobertura ainda maior da nova tecnologia.

“Brasília foi a primeira cidade a receber o serviço 5G com um investimento que superará 200 antenas ao longo do ano. Na última semana, Belo Horizonte, João Pessoa, Porto Alegre e São Paulo foram contempladas com o 5G standalone e a cobertura da Tim nessas cidades supera o número exigido pela Anatel. Em São Paulo, a Tim está com o 5G presente em 100% dos bairros”, destaca Salum.

Para sanar a dúvida dos usuários, o Brasil61.com preparou um especial para explicar em que cidades o 5G está presente, bem como os bairros onde o sinal é captado.

Onde encontrar o 5G nas capitais

Brasília

A tecnologia 5G chegou primeiro à capital do Brasil com pouco mais de 320 antenas 5G instaladas pelas operadoras Claro, TIM e Vivo. A maior concentração de estações está na região central, além de Asa Sul, Asa Norte, Lago Sul e Lago Norte, mas as empresas garantem que o sinal também chega em Águas Claras, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Noroeste, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, Setor de Indústria e Abastecimento, Taguatinga e Vicente Pires.

Belo Horizonte

Segundo as operadoras, o sinal está disponível em 56 bairros de Belo Horizonte, com expectativa de expansão para 70 bairros em todas as regiões da cidade ainda em 2022. A melhor captação da tecnologia foi detectada em Savassi, Lourdes, Santo Agostinho, Boa Viagem, Ouro Preto, Bandeirantes, São Bento, Barragem Santa Lúcia, Minaslândia, Alípio de Melo, Manacás, Providência, São Gonçalo, São Bernardo, Heliópolis, Paraíso e Hospital da Baleia.

Porto Alegre

A capital tem, segundo a Anatel, 103 estações 5G ativadas, quantidade 80% acima do mínimo exigido, atendendo em torno de 40 bairros inicialmente. De acordo com a prefeitura, Porto Alegre ainda tem 291 estações de 4G licenciadas que podem receber a infraestrutura do 5G e mais de 140 mil pontos autorizados (placas de rua, postes de iluminação, paradas de ônibus) para ampliar o sinal em breve. A Claro disponibiliza o 5G em 12 bairros da cidade, enquanto a TIM, em 33 deles. A Vivo não informou a cobertura de suas antenas para a tecnologia. O sinal está presente principalmente em bairros como Centro, Menino Deus, Santana, Independência, Moinhos de Vento, Floresta, Sarandi, Higienópolis e Rubem Berta.

João Pessoa

Em João Pessoa foram ativadas 50 estações de transmissão do 5G atendendo principalmente 17 bairros: Altiplano, Bessa, Brisamar, Cabo Branco, Centro, Cidade Universitária, Ipês, Jardim Luna, Jardim Oceania, Jardim Treze de Maio, Manaíra, Tambauzinho, Torre, Aeroclube, Bairro dos Estados, Miramar e Tambaú.

São Paulo

O número mínimo de antenas em São Paulo para atingir a meta inicial exigida era de 462 antenas, mas a cidade já tem, segundo dados da Anatel, mais de 1.400 delas cadastradas para emitir a tecnologia. Mesmo assim, o sinal só tem uma boa captação na região central, em bairros como Liberdade, Sé, Santa Efigênia, Paraíso e Consolação, além de bairros nobres da zona sul, como Cidade Jardim, Butantã, Morumbi, Vila Mariana, Vila Clementino e Pinheiros. As operadoras prometem 5G em boa parte da cidade: Claro em 52 bairros da capital paulista, Vivo em 54 e a TIM em 96.

Curitiba, Goiânia e Salvador

As três últimas capitais a receberem a novidade também tiveram a maioria das antenas instaladas nas áreas centrais. Curitiba recebeu 210 novas antenas para atender 75 bairros com a internet de quinta geração. Goiânia, que ainda não tem uma nova lei de antenas aprovada e só pode instalar onde já há estruturas de 4G, ganhou 100 equipamentos específicos para levar o 5G a 130 bairros. E Salvador conta com 193 novas estações que vão disponibilizar a tecnologia em 77 bairros.

Próximas capitais a receber

Curitiba, Salvador e Goiânia foram as últimas a receber o sinal 5G puro. A partir desta segunda-feira (22), a tecnologia será ativada no Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Florianópolis (SC) e Palmas (TO).

A Anatel ainda não divulgou as datas para as demais capitais onde a faixa da quinta geração de internet móvel será disponibilizada. Isso porque as cidades precisam passar por um processo de limpeza da faixa, tirando o sinal da TV por antena parabólica que estava na faixa 3,5 GHz e migrando para outra banda (da C para a Ku). Isso também significa que quem assiste TV aberta usando antena parabólica convencional terá que trocar o seu equipamento para continuar usufruindo da sua programação.

E a Anatel só pode liberar o 5G em uma capital após a distribuição desse equipamento às pessoas que fazem parte de algum programa do governo federal, como o CadÚnico. Para esse público, o kit é gratuito e será instalado pela Siga Antenado, ação financiada por parte do dinheiro do leilão do 5G.

Qual o alcance das antenas?

Neste primeiro momento, onde há apenas a obrigatoriedade de uma antena para cada 100 mil habitantes, os usuários vão experimentar oscilações na conexão, principalmente se estiverem em movimento. Isso porque a pouca quantidade de estações vai deixar “buracos” na mancha de cobertura.

Segundo a Anatel, o raio típico de cobertura de uma estação 5G na faixa de 3,5 GHz é de aproximadamente 300 metros. No entanto, a cobertura real pode ser menor ou maior em função da faixa de frequência utilizada, parâmetros técnicos configurados em cada estação e do ambiente eletromagnético em que o terminal está. Isso significa que a área de abrangência do sinal depende de fatores como relevo, vegetação, presença de construções, temperatura e umidade, por exemplo.

De acordo com a Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), cada antena pode oferecer o sinal de 5G em um raio de até 600 metros caso não haja obstáculos, como prédios. “O normal, neste início, é que o sinal oscile entre o 5G e o 4G, principalmente se o usuário estiver em trânsito”, explica Luciano Stutz, presidente da associação. “A gente vai ver agora, a partir do uso, sendo densificado, ou seja, entre duas torres que hoje já tem uma antena vão colocar mais antenas, que é o ‘cinco vezes mais’ que precisa, para cobrir exatamente aqueles buracos de cobertura que tem entre uma estação e outra. E com mais telefones que vão surgindo e consumindo mais, você precisa adensar com mais capacidade.”

Impacto do 5G

A nova geração de internet móvel evoluiu ainda mais os sistemas da Internet das Coisas (IoT), otimizando a conectividade das máquinas, melhorando as formas de interação e aumentando a velocidade e a segurança na troca de dados. A tecnologia que vai permitir a comunicação não somente entre as pessoas, mas sobretudo, entre máquinas, otimizando o setor produtivo em toda a cadeia.

Segundo o Ministério da Economia, a chegada do 5G ao Brasil também traz uma demanda por soluções que têm o potencial de gerar R$ 101 bilhões nos próximos 10 anos apenas no mercado de softwares. E a utilização de soluções 5G pode proporcionar um benefício de R$ 590 bilhões por ano para os mais diversos setores da economia, como indústria, educação, saúde e transporte.

Homero Salum, diretor de Engenharia da TIM Brasil, explica que além de mais opções ao consumidor comum, a chegada do 5G já começa uma revolução em diversos setores, como a indústria, que vai evoluir graças à possibilidade de um grande volume de dados e tempo de resposta baixíssimo, e a medicina, quando médicos poderão fazer cirurgias inclusive à distância, de qualquer parte do mundo.

“No 5G, o tempo de resposta entre a emissão e a recepção de uma informação, a chamada latência, vai permitir, por exemplo, que um cirurgião opere com precisão um paciente de forma remota. A mesma característica vai possibilitar que carros dirijam a si mesmos sem necessidade de um motorista. O 5G também vai automatizar ainda mais o nosso campo, o nosso agronegócio. Na indústria, o que vai gerar máquinas e equipamentos para toda essa conectividade, o impacto será revolucionário”, explica.

Fonte: Brasil 61

 

Mais de 40 órgãos federais aceitam pagamento de taxas via Pix

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Plataforma PagTesouro começou a funcionar em novembro de 2020

Quase dois anos após o lançamento, a plataforma PagTesouro está cada vez mais disseminada no governo federal. Atualmente, 44 órgãos públicos aderiram ao sistema, que permite o pagamento de serviços públicos via Pix e cartão de crédito.

Entre os serviços que podem ser pagos por meio eletrônico estão inscrições em concursos públicos e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), emissão de passaporte, registro de patentes e taxas e multas sanitárias.

O PagTesouro começou a funcionar em novembro de 2020, após um ano de testes. O primeiro órgão a aderir ao sistema foi a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As transações realizadas no PagTesouro são registradas nos sistemas de arrecadação como Guia de Recolhimento da União (GRU) digital. Esse documento foi criado pelo Ministério da Economia para o recolhimento das receitas de órgãos, autarquias, fundações e demais entidades do governo federal.

A plataforma permite que tanto o contribuinte como o órgão arrecadador visualizem o pagamento poucos segundos após sua finalização. Todas as instituições financeiras que operam o Pix aceitam pagamentos do PagTesouro.

Como usar

Para efetuar pagamentos pelo PagTesouro, é necessário que o serviço esteja disponível no site do órgão público. Assim que o cidadão pedir um serviço, o logotipo da plataforma aparecerá na página. Basta clicar nele e escolher a forma de pagamento desejada: Pix ou cartão de crédito.

Caso queira pagar por meio de Pix, deverá abrir o aplicativo da instituição de pagamento e apontar a câmera do celular para o código QR que aparecerá na tela. Também é possível copiar o código que aparece no site do órgão público e colar no aplicativo. Após seguir as instruções e finalizar o pagamento, a comprovação será apresentada automaticamente na tela.

Quem pagar por cartão de crédito deve escolher a opção correspondente e escolher um dos Prestadores de Serviço de Pagamento (PSP) apresentados. Nessa modalidade, pode ocorrer uma cobrança adicional de tarifa, que será detalhadamente descrita, para então prosseguir com a confirmação do pagamento.

No pagamento por cartão de crédito, o contribuinte também pode parcelar o débito. O órgão público, no entanto, receberá o valor à vista. O parcelamento segue a lógica do comércio tradicional.

Confira lista dos órgãos federais que aceitam receber Pix:

1.        Agência Nacional de Aviação Civil – Anac
2.        Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT
3.        Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa
4.        Caixa de Construções de Casas para o Pessoal da Marinha do Brasil – CCCPMB
5.        Comando da Aeronáutica
6.        Comando da Marinha
7.        Comando da Marinha – Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo
8.        Comando do Exército
9.        Comissão de Valores Mobiliários – CVM
10.        Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE
11.        Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS
12.        Departamento de Polícia Federal – DPF
13.        Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares
14.        Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S/A
15.        Fundação Alexandre de Gusmão – FUNAG
16.        Fundação Universidade de Brasília – FUB
17.        Fundação Universidade de Mato Grosso do Sul – UFMS
18.        Fundação Universidade Federal de Uberlândia – UFU
19.        Fundo do Exército – FEx
20.        Fundo do Serviço Militar – FSM
21.        Fundo Nacional Antidrogas
22.        Hospital de Clínicas de Porto Alegre
23.        Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE
24.        Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG
25.        Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – IFSULDEMINAS
26.        Instituto Nacional da Propriedade Industrial – Inpi
27.        Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep
28.        Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro
29.        Jardim Botânico do Rio de Janeiro
30.        Justiça Eleitoral (TSE e todos os tribunais regionais eleitorais)
31.        Ministério da Defesa – MD
32.        Ministério da Economia – ME
33.        Ministério da Justiça e Segurança Pública – MJSP
34.        Polícia Rodoviária Federal – PRF
35.        Secretaria de Aquicultura e Pesca – SAP/MAPA
36.        Supremo Tribunal Federal
37.        Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI
38.        Universidade Federal de Lavras – UFLA
39.        Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
40.        Universidade Federal de Viçosa – UFV
41.        Universidade Federal do Ceará – UFC
42.        Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
43.        Universidade Federal Fluminense – UFF
44.        Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM

DPU realiza mutirão de atendimento na Rodoviária do Plano Piloto

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Na ação, a instituição também vai promover a capacitação dos defensores públicos federais recém-empossados

A Defensoria Pública da União (DPU) promoverá um mutirão para prestar atendimento gratuito à população do Distrito Federal, neste sábado (27/08). A ação, voltada às demandas federais cíveis e previdenciárias, vai acontecer das 14h às 18h, no posto do Na Hora, na Rodoviária do Plano Piloto.

No mutirão, serão atendidos cidadãos, cuja renda familiar não ultrapasse R$ 2 mil, que estejam com problemas envolvendo benefícios previdenciários ou assistenciais indevidamente negados ou suspensos pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) à pessoa com deficiência e à pessoa idosa, auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

Também serão atendidas outras questões, desde que sejam relacionadas à União, autarquias e demais órgãos públicos federais, como Caixa Econômica Federal (CEF), Financiamento Estudantil (FIES), entre outros. Serão distribuídas 100 fichas de atendimento.

Os interessados devem comparecer ao local, na data e nos horários indicados, portando documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de renda e de residência) e todos aqueles ligados ao caso que deseja solucionar (negativas do INSS, relatórios e prontuários médicos etc.).

Capacitação

A DPU, além de realizar o atendimento à população do Distrito Federal, também vai promover a capacitação dos novos defensores públicos federais, que tomaram posse na quarta-feira (17) no auditório do Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF).

Esse é o segundo mutirão de atendimento à população e de capacitação de novos defensores públicos federais, que acontece na Rodoviária do Plano Piloto, somente esse ano.

“A promoção da capacitação para as defensoras e defensores públicos federais recém-empossados é extremamente necessária para que eles já tenham contato com o público alvo da Defensoria Pública da União e possam ir se ambientando com o atendimento à população”, destacou o defensor público federal e secretário de Assistência Jurídica da DPU, Murillo Martins.

No sábado, o grupo de trabalho será composto pelos 22 defensores públicos federais recém-empossados, responsáveis pelos atendimentos, além de defensores públicos federais coordenadores e equipe de apoio.

Serviço – Atendimento jurídico gratuito da DPU na Rodoviária do Plano Piloto

Local: Posto do Na Hora, localizado na Rodoviária do Plano Piloto
Data: 27 de agosto (sábado)
Horário: das 14h às 18h
Público-alvo: pessoas hipossuficientes, cuja renda familiar seja de até R$ 2 mil, que tenham questões relacionadas à União, autarquias e demais órgãos públicos federais como INSS, CEF, FIES, entre outros
O que levar: documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de renda e de residência) e todos aqueles ligados ao caso que deseja solucionar

Confira a agenda dos candidatos à Presidência para esta segunda (22/8)

Esta é a agenda dos 12 candidatos à Presidência para esta segunda-feira (22):

Ciro Gomes (PDT): Às 10h, participa de encontro com empresários do Instituto para Desenvolvimento do Varejo no Hotel Renaissance em São Paulo (SP).

Constituinte Eymael (DC): agenda ainda não divulgada.

Felipe D’Avila (Novo): às 1h30, visita a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente, em São Paulo.

Jair Bolsonaro (PL): candidato vai conceder entrevista para a TV Globo.

Léo Péricles (UP): às 17h concede entrevista.

Lula (PT): estará em São Paulo (SP) para entrevista exclusiva para veículos da mídia estrangeira, às 10h, no Hotel InterContinental. Às 19h, participa de lançamento do livro de fotos O Brasil no Mundo: 8 anos de Governo Lula no Memorial da América Latina.

Pablo Marçal (Pros): participa às 9h30 de entrevista presencial na Rádio Trianon, em São Paulo (SP). Às 16h, faz reunião com a vice Pérola Neggra e lideranças no seu comitê. Às 20h, concede entrevista online para a Gazeta do Povo.

Roberto Jefferson (PTB): candidato está em prisão domiciliar e não tem agenda pública prevista.

Simone Tebet (MDB): faz caminhada na Boca Maldita, às 10h, em Curitiba; almoça às 12h30 em Almirante Tamandaré. Depois, segue para Ammes Norte, às 14h, onde visita o Ambulatório Multiprofissional Especializado. Retorna para Curitiba às 16h para visita ao comitê Simone e Ratinho. Às 19h40, concede entrevista online e ao vivo para a TV Gazeta de São Paulo. Às 20h15, estará no lançamento da candidatura à reeleição do deputado Anibelli Neto no restaurante Cascatinha.

Sofia Manzano (PCB): participa do programa Pânico, às 12h30. Depois, viaja à noite para Porto Alegre, onde cumpre atividades de campanha no dia seguinte.

Soraya Thronicke (União): em João Pessoa (PB), concede entrevistas por telefone, às 10h. Segue para São Paulo (SP), onde faz treinamento para lidar com a imprensa e mídia às 14h. Às 18h, tem gravação de programa eleitoral.

Vera (PSTU): apresenta, pela internet, propostas de governo à União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública.

Advogados do Distrito Federal fazem homenagem ao governador Ibaneis com almoço em Taguatinga

Representantes da advocacia apoiadores de Ibaneis Rocha (MDB) reúnem centenas de pessoas para fortalecer a caminhada pela reeleição

Advogados que apoiam a reeleição de Ibaneis Rocha (MDB) se reuniram neste domingo (21), no Clube da Portuguesa, em Taguatinga, para fortalecer a caminhada nas eleições. O evento reuniu ex-presidentes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e amigos.

Ibaneis presidiu a seccional do DF da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) de 2013 a 2015, e também foi diretor do Conselho Federal e corregedor-geral da entidade. Ele é formado em direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub).

“Essa força de trabalho da advocacia nos deu ânimo para trabalhar pelo DF, que estava parado há oito anos. Assumimos o governo com grandes dificuldades e avançamos muito”, discursou Ibaneis, que aproveitou o reencontro com amigos para lembrar os tempos de advocacia.

“Tenho um carinho pela OAB, comecei em 2003 com a eleição da Estefânia Viveiros. Tive a oportunidade de ser vice-presidente dela, me candidatei a presidente da OAB, perdi a primeira e ganhei a seguinte. Avançamos muito na questão da Ordem, que nos deu uma projeção no DF e se chegarmos a uma candidatura ao governo. A turma não sabia da força da advogacia, mas descobriu quando as urnas foram abertas”, lembrou Ibaneis.

Mercados atacadistas apontam nova queda de preço das hortaliças

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Somente a cebola apresentou leve viés de alta no cômputo geral, devido à qualidade do produto nos mercados e a menor oferta a partir do Nordeste

De acordo com a análise da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), hortaliças como batata, cenoura, tomate e alface tiveram nova queda de preços em diversos mercados atacadistas do país no mês de julho. No 8º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela estatal na terça-feira (16), somente a cebola apresentou leve viés de alta no cômputo geral, devido à qualidade do produto nos mercados e a menor oferta a partir do Nordeste.

No caso da batata, os preços começaram a cair a partir de maio, depois de um período de alta no início do ano. Com a safra da seca ainda no mercado e a entrada da safra de inverno, a disponibilidade do produto permaneceu elevada, além da modificação no perfil da oferta, com a participação do Centro-Oeste e Sudeste como principais abastecedores.

A cenoura e o tomate também já apontavam a preços mais baixos desde a última atualização do Boletim Prohort. Nesta edição, o preço médio da cenoura, ponderado entre as Ceasas na comparação com junho, teve queda de 12,75%, justificada pela grande oferta desta hortaliça, pois os demais estados produtores aumentaram seus envios aos mercados, juntando-se à oferta mineira. Já o tomate teve a queda nas cotações iniciada em julho após o pico de preços registrado em abril deste ano. A oferta se manteve em elevação e os danos causados pelas chuvas do final de 2021 e início de 2022 foram superados, com as áreas produtoras ofertando de forma suficiente para atender a demanda.

No caso da alface, a oferta diminuiu principalmente nos mercados da região Centro-Oeste, mas foi compensada pela pouca procura, que normalmente reduz no período das férias escolares. Ainda assim, já há expectativa de preços mais altos em agosto nas Ceasas do Nordeste, devido às chuvas naquela região.

Frutas – No mês de julho, dentre as frutas analisadas, banana, maçã, mamão e melancia tiveram um comportamento de alta nos preços. Já o preço da laranja ficou praticamente estável na maioria dos mercados.

O aumento da banana ocorreu em virtude da menor produção, tanto da variedade nanica quanto a prata, com tendência não uniforme de comercialização no atacado a depender do período no mês, da situação de demanda local e da proximidade com os centros produtores. As exportações caíram (produção menor e concorrência com outros países).

O mamão apresentou elevação das cotações e queda na quantidade comercializada, movimento semelhante ao mês anterior, porém com menor tendência de alta nas últimas semanas devido ao aumento das temperaturas. As exportações continuaram em níveis mais baixos em relação a 2021, por conta da menor produção em 2022. A maçã registrou ligeira queda na comercialização, porém, também houve queda dos estoques nas câmaras frias, o que provocou maior controle da oferta e preços mais elevados. A rentabilidade da cultura continua positiva e as importações devem permanecer elevadas por causa da baixa oferta nacional.

A queda na comercialização da melancia gerou aumento das cotações, mas também favoreceu a rentabilidade para os produtores. A colheita começou a se expandir no fim do mês no Tocantins e o plantio já começou no sul baiano. Mesmo com o período de intervalo nas exportações, os números seguem positivos no ano.

Os dados estatísticos do Boletim Prohort da Conab são levantados nas Centrais de Abastecimento localizadas em São Paulo/SP, Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Vitória/ES, Curitiba/PR, Goiânia/GO, Brasília/DF, Recife/PE, Fortaleza/CE e Rio Branco/AC que, em conjunto, comercializam grande parte dos hortigranjeiros consumidos pela população brasileira. A íntegra do 8º Boletim Prohort pode ser acessada no Portal da Conab.

Batuqueiras e Mamulengo Fuzuê realizam o projeto Batuque Brincante

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De agosto a outubro, a iniciativa realizará espetáculos em escolas e espaços públicos de Ceilândia, Samambaia, Sol Nascente e Pôr do Sol

As diversas formas de expressão da cultura popular brasileira são fortemente constituídas por origens afro-indígenas, que convergem aspectos em comum mesmo em meio às suas singularidades. Integrando a tradição do mamulengo junto a manifestações percussivas afro-indígenas, nasce em 2022 o Batuque Brincante. O projeto é uma realização dos grupos Batuqueiras e Mamulengo Fuzuê. Entre os dias 23 e 26 de agosto, a iniciativa irá circular em escolas de Ceilândia, Samambaia, Sol Nascente e Pôr do Sol. A partir de setembro, as ações irão para as ruas, com espetáculos abertos a todos os públicos.

Formado somente por mulheres artistas e percussionistas do DF, o grupo Batuqueiras nasceu em 2014, na cidade de Taguatinga. Após uma breve pausa de shows, retorna à cena cutural com o projeto Batuque Brincante. Para fortalecer a iniciativa, as Batuqueiras convida o Mamulengo Fuzuê, companhia expoente da nova geração do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste. Dois grupos que há anos vivenciam o universo das culturas populares e tradicionais, em conexão a mestres(as) de tradição oral do DF e de outros estados do Brasil.

Esta primeira edição do Batuque Brincante conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. Serão realizadas 16 apresentações musicais e teatrais, voltadas a estudantes da rede pública de ensino e à população em geral das RAs atendidas. Construído por artistas de origens periféricas, o principal objetivo do projeto é promover a aproximação das comunidades com nossas matrizes culturais afro-brasileiras, fortalecendo identidades e o sentimento de pertencimento comunitário.

GRUPOS REALIZADORES

Batuqueiras 

Grupo percussivo formado por mulheres artistas, percussionistas, mães, pesquisadoras e brincantes da cultura popular afro-brasileira. A trajetória de cada uma das artistas é irmanada pela vontade de fazer música e espalhar arte pelo DF, o Brasil e o mundo. A musicalidade do grupo é firmada na vivência e nos aprendizados junto a mestras e mestres de Maracatu, Coco de Roda, Ciranda e outras formas de expressão culturais percussivas. Batuqueiras foi parido em 2014, na cidade de Taguatinga (DF). É formado por Layza Almeida, Mirella Dias, Lirys Catharina, Fernanda Rosa e Taynã de Menezes.

Mamulengo Fuzuê

Brincadeira aprendida com as tradições. É palhaço na rua, boneco na tolda e teatro popular que celebra a arte para despertar a transformação. O grupo foi fundado em 2007, no Ponto de Cultura Invenção Brasileira (Taguatinga-DF), a partir da convivência do brincante Thiago Francisco com os grupos Mamulengo Presepada e Mamulengo Sem Fronteiras. Desde sua origem, segue Brasil adentro e mundo afora, firmado na memória, na identidade, na celebração da vida e no aprendizado com os mestres. É formado pelo bonequeiro Thiago Francisco e pelos músicos e brincantes Rene Bonfim, Maísa Arantes, Gilson Alencar, Layza Almeida e Inácio Francisco.

PROGRAMAÇÃO

Escolas

  • 23 de agosto: CEF 32 – Pôr do Sol

  • 24 de agosto: CEF 504 – Samambaia

  • 25 de agosto: EC 62 – Sol Nascente

  • 26 de agosto: CEE 01 – Ceilândia

Espaços públicos: a partir de setembro

SERVIÇO

Batuque Brincante

Quando: de agosto a outubro

Onde: escolas e espaços públicos de Ceilândia, Samambaia, Sol Nascente e Pôr do Sol

Entrada: franca com classificação livre

Redes sociais: https://www.instagram.com/batuqueiras

FICHA TÉCNICA

Coordenação artística: Layza Almeida

Produção executiva: Desiree Calvis e Candiá Produções

Grupos artísticos: Batuqueiras e Mamulengo Fuzuê

Intérprete de Libras: Maleta Cultural

Designer gráfico: Nara Oliveira (Estúdio Gunga)

Assessoria de imprensa: Keyane Dias e Davi Mello (Pareia Comunicação e Cultura)

Registro audiovisual e fotográfico: Cinese Audiovisual