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Instituto Bancorbrás apoia iniciativa para promover a educação socioambiental nas escolas públicas do estado de Goiás

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Com mais de 14 anos de atuação, o Instituto Bancorbrás, agente social das Empresas Bancorbrás, trabalha para compartilhar o bem por meio de ações de responsabilidade coletiva e práticas que fomentem a educação, o desenvolvimento sustentável e a cidadania. Alinhados a essa perspectiva, a entidade apoia iniciativas que promovam o protagonismo de indivíduos e instituições e a qualidade de vida nas comunidades.

O grupo participou do lançamento do Selo Amiga da Educação Socioambiental – que contará com rodas de conversa, palestra e oficinas sobre o tema central ‘Cidades Sustentáveis’ – um projeto da organização EcomAmor.

O Selo foi criado em 2022 e tem como objetivo engajar e reconhecer o setor empresarial para a promoção da educação socioambiental nas escolas públicas do estado de Goiás, bem como estimular a responsabilidade socioambiental corporativa.

“Essa iniciativa faz parte do Semeando Prosperidade que – um projeto da EcomAmor –  no ano passado, foi reconhecido pelo Instituto Bancorbrás com o prêmio Capital Semente, que concede recursos para investimento em ações e iniciativas para o aprimoramento da captação de recursos da instituição. É gratificante cumprir a nossa missão e acompanhar os resultados da nossa atuação em prol de um mundo melhor”, ressalta Claudio Roberto Nogueira, Diretor Executivo do Instituto Bancorbrás.

Mais informações no site da organização EcomAmor: https://ecomamor.org/projetos/.

Brasiliense cria projeto para incentivar a permanência de licenciados em dança no cenário artístico da cidade

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A brasiliense e professora de arte da dança, no Instituto Federal de Brasília (IFB), Cínthia Nepomuceno, desenvolveu um projeto para extrair novas ideias, baseadas em monografias de alunos do departamento de dança, e que vivem em diversas Regiões Administrativas no Distrito Federal.

O projeto intitulado Transcrições Coletivas Coreográficas, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), do GDF, oferece a nove ex-orientandos da professora que se formaram pelo instituto, a oportunidade de expandir o que foi aplicado durante o curso. Cínthia conta que a ideia surgiu logo após o período de pandemia, já que muitos destes estudantes tiveram que deixar a dança de lado para se dedicarem a atividades que garantisse o sustento imediato.

Para estimular e ajudar a manter esses profissionais no cenário artístico, a professora conta que buscou recursos que pudessem ajudá-los na recolocação profissional, após o período de isolamento causado pela COVID-19.

“Tenho estabilidade no serviço público, mas a maioria desses egressos sobrevivia de suas aulas de dança e outras ações culturais. E tudo isso ficou paralisado devido à pandemia. Acompanhei muitas histórias tristes de pessoas talentosas que tiveram que se tornar entregadores de comida em aplicativos de delivery, andando de bicicleta, e aquilo me preocupou, me indignou e entristeceu porque eu conhecia o potencial criativo dessas pessoas”, lembra.

Com o projeto, a professora conta que cada dançarino terá a oportunidade de desenvolver novas interpretações artísticas e podcasts. Além de estimular a inclusão de outras pessoas que queiram ingressar na profissão artística, esses integrantes do projeto também terão a oportunidade de refletir sobre a possibilidade de iniciar um mestrado e dar continuidade à carreira acadêmica.

“Muitos desejam dançar profissionalmente, mas não têm condições de se dedicar exclusivamente à atuação nos palcos. Um dançarino contemporâneo não tem muitas opções no país, não existem muitas companhias profissionais, a cultura está sucateada. A dança precisa de fomento, reconhecimento e valorização de seus profissionais”, conta.

Para Cínthia, o ideal é que existam formas de as pessoas escolherem viver de dança, fazendo aquilo que desejam e que sejam valorizadas por isso. Para ela, a cultura no Brasil precisa de fomento, pois, esse conceito é primordial para uma vida digna em sociedade.

Com o intuito de elucidar o atual cenário cultural no país, a profissional responde duas perguntas:

Quais outros projetos envolvendo dança e pessoas de comunidades carentes você já desenvolveu?

Desde meus estágios docentes, quando eu era estudante da Licenciatura em Dança da UNICAMP, dei aulas em comunidades carentes de atividades culturais, sendo a ação mais importante na Vila Brandina, em Campinas, ocorrida nos anos de 1992 a 1994. Em 2001 estive muito próxima dos Arteiros na Dança, que se tornou uma Associação Cultural e desenvolve projetos de cunho social, aprendi muito com aquela experiência. Nos anos de 2005 a 2007,  realizei consultorias para a Organização Internacional do Trabalho — OIT, desenvolvendo oficinas para mulheres e meninas em situação de exploração sexual, com atividades conduzidas no Distrito Federal, em Roraima, no Pará e em São Paulo. Em 2013 participei como docente do Instituto Federal de Brasília, coordenando ações do Programa Mulheres Mil, programa da Setec/MEC que oferecia formação profissional e tecnológica para mulheres em situação de vulnerabilidade social. No IFB ainda integrei o Projeto de Extensão Educar Dançando como subcoordenadora, com ações de dança-educação para crianças da Vila Estrutural, nos anos de 2017 a 2019.

 

Você acredita que as pessoas estão deixando de seguir esse viés profissional por falta de incentivo ou outra razão?

As pessoas desistem de seus sonhos devido às dificuldades que encontram no meio do caminho. Das pessoas que orientei, algumas já se formaram em outras áreas em busca de mais estabilidade. Inclusive, esses não fizeram parte do projeto porque mudaram de profissão. Existe o medo, a insegurança. Acaba sendo uma área de atuação para privilegiados. Observo a minha volta e vejo muita gente branca com boas condições financeiras, com suporte da família prosperando na área de dança. Vejo também muita gente preta e com pouco dinheiro precisando fazer muito esforço para não deixar de seguir a carreira na dança, atuando em outras frentes profissionais, muitas vezes se frustrando como professores, quando gostariam de estar nos palcos com talento para isso. Mas faltam oportunidades. Tudo isso tem muito a ver com essa maré desastrosa na gestão cultural do nosso país. Felizmente ainda podemos contar com fomentos como o do FAC, no Distrito Federal, que oferece possibilidades de manter projetos ativos, como o nosso, enriquecendo a cultura de nossa região.

SERVIÇO

Site ofical: https://factccs.wixsite.com/factccs

Instagram: https://www.instagram.com/fac.tccs/

Mercado de trabalho está precisando de profissionais na área de TI

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Dados apontam que o Brasil deve ter um déficit de quase 800 mil profissionais na área de TI até 2025 

A demanda por profissionais no mercado de Tecnologia no Brasil vem crescendo consideravelmente. Segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), estima-se que, até o ano de 2025, o déficit de pessoas qualificadas na área chegue até 797 mil. Para Felipe Tomé, coordenador do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau João Pessoa, esse cenário evidencia a falta de pessoas qualificadas suficientes para ingressar em um setor com o crescimento acentuado, rápido e com grandes demandas.

“O mercado de Tecnologia está muito aquecido. Estamos vivenciando um momento no qual as empresas estão necessitando de pessoas para trabalharem no setor tecnológico devido à alta demanda, pois não há profissionais capacitados para trabalhar. Essa é uma oportunidade para aqueles que gostam, se interessam pela temática e desejam ganhar bem, pois é uma das áreas com melhor renumeração”, afirma.

O salário para quem atua neste segmento varia. Empresas como o Google, por exemplo, o valor que um engenheiro de software pode chegar a ganhar é de até 650 mil dólares ao ano, mostrando a valorização da profissão para quem atinge patamares altos. O coordenador evidenciou como a questão financeira é o principal atrativo para os interessados.

“Estudando e se atualizando com as novidades do ramo, existe uma grande possibilidade de a pessoa começar a trabalhar, assim que inicia o curso de TI. Existem casos de alunos nossos estarem estagiando em empresas de outros estados e crescendo dentro delas em pouquíssimo tempo, iniciando como Trainee e já indo para o patamar de Júnior, logo depois”, disse.

Caminhada da Memória reúne 700 pessoas em evento promovido pelo SESC-DF

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Evento contou com o apoio de diversos parceiros e divertiu a população idosa com a caminhada, atendimentos, atividades culturais e de saúde

O SESC-DF promoveu neste domingo (18), a ‘Caminhada da Memória’, evento que tratou da temática de demências, com foco na doença de alzheimer, chamando a atenção sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do cuidado necessário. Essa foi a primeira edição do evento social e esportivo, que foi promovido com o apoio de diversos parceiros e reuniu 700 pessoas no estacionamento 13 do Parque da Cidade, com programações para toda a família.

Bel Kis, de 72 anos disse que o SESC de Brasília é nota 1000. “Eu parei  um pouco na pandemia, mas agora estou muito ativa, eu frequento o projeto “Mente Viva” do SESC e lá eu fui informada sobre a caminhada e hoje estou muito feliz de participar  com a minha amiga”.

O SESC-DF, UnB, coletivo Filhas da Mãe e ONG Rodas da Paz ofertaram diversas atividades ao público do evento no Parque da Cidade, como  palestras, exibição de bicicletas, tenta sensorial, massagem,  Tai Chi Chuan, informações sobre envelhecimento saudável, atendimentos de odontologia e muito mais.

“É um momento de muito orgulho e satisfação poder realizar essa ação, que busca favorecer os idosos, a socialização, estímulos a atividades físicas e cognitivas. Tudo isso para ajudar a pessoa idosa a envelhecer com saúde e bem-estar. Todas as inscrições foram encerradas conforme o previsto  e estamos muito agradecidos por toda a equipe do Sesc que se empenhou para que este evento fosse um sucesso. Agradeço também a todos os parceiros , UnB, coletivo Filhas da Mãe, Senac e outros que fizeram com que este evento ocorresse de forma exitosa”, frisou o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.

A manhã foi toda repleta de sorrisos e satisfação, por parte dos idosos presentes e também, familiares, que trouxeram até mesmo os seus pets para a caminhada. A população de pessoas idosas acordou cedo para prestigiar o evento, que teve entre 400 a 800 metros por volta.  A grande vitória era dar quantas voltas conseguisse e finalmente chegar ao ponto de partida e chegada. A população de Brasília pôde desfrutar de muitas atividades, com música e dança. Os idosos dançaram e se divertiram muito ao som de com os cantores Messias, Adriano e Clara Ana (e perna de pau).

Sob a ótica do coordenador de Esporte e Lazer do Sesc-DF, Gustavo Schmarczek Beier,  a conscientização é fundamental nessa prevenção. “A Doença do alzheimer, neurodegenerativa, se caracteriza por declínios cognitivos, motores e funcionais que tendem a progredir com o avanço da doença. A atividade física, hoje representada no evento, pela caminhada, torna-se fundamental dentro desse processo, contribuindo para a qualidade de vida dos idosos”, apontou.

Lenilde Santos Borges, com 82 anos, estava muito feliz com a caminhada. “Acordei cedo e estou adorando tudo aqui, tem muitos idosos que quase não saem de casa e o SESC faz esse trabalho de incentivo. O SESC é bom demais, eu falo que o SESC é a minha segunda casa, moro sozinha e meus filhos já são todos casados e eu gosto muito. Hoje na atividade sensorial de cheiros eu acertei 9 das 10 perguntas sobre plantas, estou muito feliz. Enquanto Deus me der saúde eu quero continuar nessa vida ativa de idosa, não me importo de envelhecer, desde que seja com saúde”, disse a idosa, que também realiza diversas atividades no SESC – Guará, como hidroginástica, artesanato e coral.

O SESC-DF e demais organizadores do evento contaram com de parceiros como a OnG  Rodas da Paz, Instituto Tocar, Bike Anjos, Grupo Caminhadas de Brasília (GCB), Grupo Trilheiras de Brasília, Grupo Caminhadas  Históricas/Candangolândia, Grupo Caminhantes do Cerrado (CDC) e Senac-DF.

Leides de Azevedo Moura é professora e coordenadora do Grupo De Trabalho E Envelhecimento Saudável da UnB e disse que o SESC conseguiu reunir os coletivos e isso é muito importante, “É um mérito incrível, nessa puxada de consciência, em um dia que precisa ampliar o protagonismo nosso enquanto sociedade, de cuidado para pessoas com Alzheimer, seus familiares e seus cuidadores, cada vez mais ampliar a consciência sobre essa doença. A caminhada veio mostrar o quanto esse cuidado é importante, além de toda a participação da sociedade para dizer que estamos juntos, esse projeto é de todos nós, vamos valorizar as pessoas cuidar delas com dignidade”.

Conceição Ferreira, de 79 anos, presente na caminhada disse que acordou cedo porque já é praticante de esportes há anos, “Na juventude eu fui jogadora de vôlei muito respeitada e com muito orgulho, sempre fui ativa, faço caminhada e pilates e hoje peguei minha camiseta e vim para a caminhada, eu gosto muito de andar, me senti muito bem porque me considero uma jovem senhora, no fim do ano eu farei 80 anos e hoje estou muito contente com esse evento, disse.

“É maravilhoso estar aqui nesta caminhada, para crescer, reviver e renovar as nossas mentes, eu me sinto mais vivida e não idosa, meu espírito é de jovem. O SESC é meu lugar, é minha vida, eu amo o SESC e sou feliz, já tem mais de 15 anos que eu participo lá fazendo hidroginástica e academia”, disse a Maria Vasco da Silva, 71 anos.

Para a  coordenadora geral da ONG Rodas da Paz, Renata Aragão, foi um evento com excelente resposta do público.  “Pra qualquer direção que se olhe, as tendas estão lotadas. A experiência de hoje nos mostrou que existe uma demanda reprimida por eventos gratuitos focados em bem-estar, autocuidado, informações sobre saúde,  com atividade física.  A Caminhada pela Memória para a conscientização sobre alzheimer cumpriu esta missão e foi maior do que tudo que possamos dizer. Agradecemos ao convite do coletivo Filhas da Mãe,  agradecemos ao Sesc pelo patrocínio e profissionalismo e a todas as Ongs parceiras”, disse.

A professora do curso de enfermagem da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora da Liga Acadêmica  de Gerontologia e Geriatria da UnB, Kela Cristiane, disse que esta iniciativa promovida pelo Sesc-DF é extremamente importante. “ Estamos, enquanto instituição, trazendo um pouco de conhecimento para a sociedade, sobre fatores de risco para a demência, especialmente o alzheimer. É importante que a gente consiga promover oportunidades de reflexão no sentido da prevenção. Atualmente  mais  da metade dos casos são preveníveis e a gente pode atuar, promovendo e compartilhando conhecimento com a sociedade”, apontou.

Falecimento do escritor Alan Viggiano aos 90 anos

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Faleceu aos 90 anos, no domingo (18/09), o escritor Alan Viggiano (*Inhapim-MG 18/03/1932, +Brasília-DF 18/09/2022).

Filho de mãe costureira e pai caldeireiro, ele e o irmão Moacyr, também escritor, conheceram Ziraldo em Caratinga, e a amizade inspirou a criação de personagens da Turma do Pererê. Alan inspirou o macaco e Moacyr foi a inspiração para a criação do jabuti.

Em 1963, Alan Viggiano, já bacharel em Direito, fez concurso para taquígrafo do Senado, transferindo-se para Brasília.

Em 1965, publicou seu primeiro livro, “Amanhece” (romance).

Em 1970, formou-se em Comunicação pela Universidade de Brasília.

Em 1971, tornou-se assessor de imprensa da UnB. Trabalhou como jornalista no jornal Última Hora e no Correio Braziliense.

Em 1979, entrou para a Academia Brasiliense de Letras.

Em 1983, tornou-se mestre em Literatura Brasileira pela UnB.

Em 1984, entrou para a Academia de Letras e Artes do Planalto.

Era membro da Associação Nacional de Escritores (ANE), sendo quatro vezes presidente.

Fundou o Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, sendo seu primeiro presidente.

Fundou a Editora André Quicé.

Prêmios do autor na Academia Brasileira de Letras: “Afonso Arinos” (Contos), por “O Exilado”; “Francisco Alves” (monografia sobre o ensino fundamental no Brasil e sobre a língua portuguesa), por “Uma aventura linguística” e “Prêmio Coelho Neto” (Romance), por “Lisábria de Jesus”.

Em 2020, o Sindescritores o homenageou colocando o nome dele em um prêmio literário: Prêmio Alan Viggiano – Conto e Poesia.

“Foi uma grande perda para a literatura brasileira assim como para nós, colegas de Brasília. Muito nos orgulhamos da qualidade das obras dele, terem sido, inclusive, reconhecidas e premiadas pela Academia Brasileira de Letras”, disse o presidente do Sindicato. Gilbson Alencar.

“Alan comandou a ANE por quatro mandatos, nas décadas de 1980 e 1990, tendo deixado a marca de importantes realizações nesta casa de escritores”, divulgou em nota pelas redes. o presidente da instituição, Fábio Coutinho;

“Alan foi inventar Blues em outras paragens e deve estar encantando a todos agora com seu jeito irreverente de ser”, revelou o organizador do Prêmio Alan Viggiano, presidente do Instituto Fazer o Bem e Vice do Sindescritores, Marcos Linhares

O velório será realizado nesta terça (20/09), das 13 às 15 horas, na Capela 06 e o sepultamento será às 15h30, no Cemitério Campo da Esperança (Asa Sul, DF).

O Sindescritores mandará representantes e coroa de flores.

Pesquisa mostra que 75% dos consumidores usam as redes sociais para pesquisar produtos

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Levantamento mostra adesão dos consumidores às compras via redes sociais

A Pesquisa Social Commerce 2.0 – Tendências de consumo nas redes sociais, realizada pela All In e OpinionBox, mostra que 75% dos consumidores entrevistados usam as redes sociais para pesquisar produtos. Também entre os mais de 1.000 entrevistados, 71% afirmaram que utilizam as redes sociais para fazer compras, 61% afirmaram ser adeptos ao Live Commerce (venda de produtos em lives) pelos descontos exclusivos. O Instagram é a rede social mais utilizada para pesquisar, comprar e avaliar produtos.

“De fato, o Instagram é um oceano azul, e o empreendedor pode fazer dele sua fonte de renda. O instagram, assim como as outras redes sociais, está ligado diretamente ao indivíduo, ao relacionamento e a humanização”, menciona a especialista em redes sociais e CEO da AcoutPlus, Adriana Coutinho.

E é justamente a humanização que faz com que cresça o interesse pelo chamado social commerce. Segundo a pesquisa, as redes sociais trouxeram mais chances de venda a lojas que não possuem uma estrutura de site/aplicativo e podem vender por DM, WhatsApp e ainda contam com uma vitrine online. “Isso amplia muito as chances de pequenos negócios, dos mais variados segmentos”, ressalta a especialista.

O que costumam pesquisar sobre os produtos nas redes sociais?

Segundo a pesquisa, dentre os 75% que afirmaram utilizar as redes para pesquisar antes de comprar, o comportamento é o seguinte (considerando que o mesmo entrevistado pode ter indicado mais de uma opção):

  • 67% buscam informações sobre preços;

  • 60% buscam comentários sobre a experiência de compra de outros consumidores (avaliações);

  • 57% buscam imagens/fotos que ilustram o produto;

  • 55% procuram detalhes sobre os produtos, como opções de cores, materiais, tamanhos;

  • 49% buscam informações sobre frete;

  • 44% buscam dados da empresa, como endereço do site ou da loja física;

  • 31% conferem a existência de certificados de autenticidade/segurança (contas verificadas, por exemplo);

  • 24% buscam canais de atendimento/contato.

“Diante desses dados tão importantes, fica clara a necessidade de investir tempo e cuidado com a sua marca nas redes sociais. Não basta mais ter apenas uma loja física e uma loja virtual, se ambas não conversam com seu público onde ele está. O novo cliente digital dá grande valor para uma experiência mais humana e criativa na internet”, conclui Adriana.

  • Adriana Coutinho, empresária, palestrante e digital influencer. Founder e CEO da Acout Plus, empresa especializada em gerenciamento e posicionamento de imagem nas redes sociais. Idealizadora dos métodos T.E.R e CRIAS, Adriana Coutinho dissemina seu conhecimento adquirido nos últimos 10 anos de mercado. A empresária conta com grandes cases em seu portfólio como Arezzo, Walt Disney, Universal Music, Niely Cosméticos, Cleo Pires, Luísa Sonza, Fábio Júnior, entre tantos outros. 

Eleições em Goiás | Wilder Morais é a favor das reformas Tributária e Administrativa

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O candidato ao Senado escolhido pelo presidente Bolsonaro afirma que é possível trabalhar para diminuir a inflação e acabar com a fome no Brasil se houver a aprovação dessas reformas

Durante a sabatina do jornal O Popular/CBN, na sexta-feira (16), o candidato a senador por Goiás Wilder Morais (PL) conversou com os jornalistas Marcos Carreiro e Alex Maia. Wilder afirmou que para combater a inflação e a fome no Brasil é necessário e urgente a aprovação de dois projetos importantes: a reforma tributária e a reforma administrativa.

De acordo com o candidato, o custo Brasil é um dos maiores do mundo e o nosso sistema tributário é complexo e disfuncional. Nesse cenário, ele afirma ser impossível trabalhar para melhorar o desenvolvimento econômico do país e, consequentemente, gerar impactos positivos na produtividade e no crescimento sem reformas amplas.

“O governo só tem condições de avançar e investir em novos programas sociais se senadores sérios e comprometidos com o futuro do país aprovarem as PECs 45 e 110/2019. Se Deus quiser e os eleitores permitirem, lutarei para que essas mudanças aconteçam e posa reascender a esperança dos brasileiros e dos goianos”, ressaltou.

Como candidato escolhido pelo presidente Jair Messias Bolsonaro, Wilder Morais garante que a interlocução com os pares será muito mais fácil. “Os meus eleitores podem ficar tranquilos que as minhas lutas são para trazer melhores condições vida e dignidade para todos.”

Wilder Morais explicou que o presidente Bolsonaro também apoia essas reformas, mas que governou sem apoio do congresso e do Senado, e que por isso, não foi possível colocar na pauta de votação. “Por isso é importante eleger deputados federais e senadores alinhados com o presidente para que consigam aprovar reformas que trarão crescimento para o Brasil e menos desigualdade.”

Código Tributário Nacional – Fundamentado na Emenda Constitucional nº 18, de 1º dezembro de 1965 foi instituído no Brasil, o Código Tributário Nacional – CTN (Lei nº 5.172/1966), responsável por regular o sistema tributário nacional e estabelecer as normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios no qual são baseadas as leis complementares, as resoluções do Senado Federal e posteriormente as regras que instituem a cobrança de tributos pelos entes federativos.

Coluna do Fluminense | Vitória normal

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense visitou o velho freguês Flamengo, mantendo sua forma de jogar com toques de bola.

Apesar de ter a posse da bola na maioria do tempo, o primeiro tempo foi equilibrado com boas oportunidades de ambos os lados, até que aos 44 minutos, o zagueiro adversário empurra Cano na área, pênalti convertido por Ganso.

Apesar da vantagem, nosso time continuou errando passes no meio campo, oferecendo oportunidades para o adversário.

Voltamos para o segundo tempo e o Fluminense baixa muito a marcação, oferecendo a posse de bola para o adversário e com isso sofrendo uma pressão desnecessária.

Diniz percebeu que MM estava mal e colocou Nathan.

O Fluminense melhorou e aos 30 minutos Nathan faz 2×0.

Antes disso, teve um pênalti escandaloso em Caio Paulista que o soprador de apito não marcou, o var fez cara de paisagem, e os “comentaristas” da globolixo calaram, nem sequer mostrando o lance.

Numa confusão, o soprador de apito expulsa Marinho, Manoel(erradamente), Caio Paulista e cebolinha.

Diniz tira Martinelli para entrada de Felipe Melo, e aos 36 minutos, em impedimento Gabriel diminui o placar.

Diniz coloca Cristiano, Bigode e Yago para saída de Cano, Ganso e Arias.

O jogo se arrasta até o final e termina com nossa vitória, contra o time chamado pelos “comentaristas” de “time das copas”, dos sopradores de apito, do var e dos “comentaristas”.

Vitória justa, mas também obrigatória porque contra o freguês de sempre.

Agora é receber o Juventude no próximo sábado, as 19 horas buscando mais uma vitória na caça ao líder Palmeiras.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro

Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Ibaneis garante que todos os aprovados em concursos públicos serão chamados

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Candidato à reeleição ao Palácio do Buriti cumpriu agenda neste domingo (18) com servidores e aprovados em concursos e com a comunidade no Gama, Guará, Park Way e Vicente Pires

Conhecedor profundo do serviço público desde os tempos de advocacia, o governador Ibaneis Rocha (MDB) afirmou neste domingo (18) que se depender dele nenhum concurso vai vencer e deixar os aprovados para trás. A afirmação foi dirigida a servidores da saúde durante encontro no Park Way. Além desta agenda, Ibaneis também esteve no Gama, Guará e Vicente Pires, atendendo diferentes públicos e pautas.

Durante décadas, Ibaneis Rocha advogou para sindicatos e associações de servidores, levando-o a conhecer minuciosamente as demandas, necessidades e importância da administração pública. Na condição de governador, o emedebista nomeou milhares de profissionais e entrou para a história do DF como um dos chefes do Executivo que mais nomeou concursados, e tendo tirado do papel o tão sonhado plano de saúde.

Entre efetivos e temporários, Ibaneis nomeou mais de 67 mil servidores em sua gestão, mesmo tendo enfrentado uma pandemia de covid-19, o que reforça seu carinho e comprometimento com a categoria.

“Se depender de mim, não vai ter concurso vencido na nossa cidade, vamos chamar todos aqueles aprovados. Vamos continuar nessa batalha porque precisamos cada vez mais de um serviço de qualidade, e é isso que a população quer da gente, seja na saúde, na assistência social ou na segurança pública. Todos são muito importantes para o Estado e para o DF”, afirma Ibaneis Rocha.

Na festa das comissões dos aprovados em concursos, no Park Way, Ibaneis estava acompanhado do candidato a deputado distrital Cláudio Abrantes (PSD), da candidata a deputada federal Marli Rodrigues (MDB), do candidato a deputado federal José Roberto Arruda (PL) e da candidata ao Senado Flávia Arruda (PL).

Presidente da comissão dos enfermeiros aprovados em concurso público, Luiza Callado agradeceu o trabalho de Ibaneis pela administração pública. “A capacidade que vocês tiveram para rearticular a força do Estado para absorver tantos servidores é um fato inédito. Ibaneis entrou para a história como o governador amigo do servidor público”, disse a aprovada no concurso de 2018.

Ainda nesta área da saúde, Ibaneis participou de um encontro com servidores, em Vicente Pires. Ele foi acompanhado pela candidata a distrital Silene da Saúde e pela candidata ao Senado Flávia Arruda (PL).

Agradecimento da comunidade

Ibaneis também passou na comunidade Coqueiro, no Park Way, onde foi executada uma obra de pavimentação com bloquetes. Os moradores receberam o chefe do Executivo com uma festa de agradecimento pelo serviço, e Ibaneis retribuiu o carinho. “Me sinto emocionado quando vejo uma obra como essa, simples, mas que resolve o problema. A comunidade do Coqueiro está de parabéns”, disse.

Morador da região, Evandro Albino se emocionou ao falar da obra executada pelo governo na região. “Isso aqui foi uma coisa inacreditável. Trouxe dignidade para toda a comunidade, só temos a agradecer, abraçar o governo e pedir que continuem nos apoiando. Não vamos ter mais poeira, vamos ter ônibus na porta de casa, porque eles não vinham, os motoristas de aplicativo também. E nunca mais teve derrubada aqui, sou grato ao governador. Desde que ele entrou a gente só o abraça. Ele tem humanidade e veio de pessoas iguais a nós”, afirmou.

DF-180, no Gama, é reformada

O candidato à reeleição participou de um almoço com membros da Associação dos Moradores e Produtores da Ponte Alta – (Amppa), como agradecimento pela obra na DF-180, no Gama, que já se iniciou.

“Há cerca de dois, três anos, estive aqui visitando a Embrapa Hortaliças e constatei a dificuldade dessa rodovia. Naquele momento, pedimos ao DER/DF que fizesse o projeto de restauração. As obras iniciaram e em breve vão beneficiar toda a população aqui, que se dirige para o Gama, para Samambai e quem vem de outros estados. É uma obra de R$ 15 milhões e que vai beneficiar muitas famílias daqui da região”, lembrou Ibaneis.

A restauração de pavimentos tem sido uma constância da gestão, onde são trocados o asfalto antigo para o novo, serviço mais robusto e duradouro, que não deve ser confundido com o de tapa-buracos. Esse trabalho de fresagem e troca do pavimento é o que será feito na DF-180, uma via que liga a BR-040 com a BR-060 e, portanto, bastante utilizada por caminhoneiros e que está cercada por inúmeras chácaras.

Passeio na Feira do Guará

Mais cedo, Ibaneis visitou a Feira do Guará e conversou com vendedores e a população, onde teve uma recepção calorosa. Em junho, o governador inaugurou no local a primeira conveniência do Banco de Brasília (BRB) em feiras do DF, com a oferta de serviços bancários.

A Feira do Guará também passa por obras de revitalização dos alambrados e corrimão, pintura interna e externa, reforma dos banheiros, da iluminação, do piso, dos pilares metálicos, identidade visual, do telhado, entre outras modificações que contam com investimento de R$ 1,6 milhão e devem ser concluídas até o fim do ano.

Presidente Jair Bolsonaro visita caixão da Rainha Elisabeth e presta condolências

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No fim da tarde, o presidente do Brasil e a primeira-dama Michelle Bolsonaro participam de recepção real

O presidente Jair Bolsonaro visitou hoje (18) o caixão da rainha Elisabeth II e assinou o livro de condolências da monarca, que morreu no último dia 8. Nas duas ocasiões, o presidente estava com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Na visita ao caixão, também estava acompanhado do pastor Silas Malafaia.

No fim da tarde (horário de Brasília), o presidente participará de recepção real promovida pelo rei Charles III no Palácio de Buckingham.

Por meio do Twitter, Bolsonaro lamentou a morte da rainha e citou a visita que ela fez ao Brasil, em 1968. “Nossos sentimentos à família rainha e ao povo do Reino Unido. No Brasil, temos forte em nossa lembrança ainda sua passagem por lá, em 1968. Por tudo que ela representou para o seu país e para o mundo, o momento é de pesar e de reconhecimento de tudo que ela fez pelo mundo”, disse.

Na terça-feira (20), Bolsonaro estará em Nova York, nos Estados Unidos, para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas. Pela tradição, cabe ao presidente brasileiro fazer o discurso de abertura.