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Escola bilíngue de Libras do Distrito Federal atende cerca de 90 alunos

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Espaço fica em Taguatinga e é a única com esse perfil no DF; segunda unidade está sendo montada no Plano Piloto

Marcus Vinícius, 16 anos, nasceu surdo. Por conta dessa impossibilidade auditiva, tinha problemas de relacionamento com os colegas na rua, o diálogo em casa era escasso. Enfim, era um jovem de poucos amigos e conversa. Uma realidade que mudou quando passou a frequentar a Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga. Criada em 2014, a instituição de ensino especializada é uma referência na educação de surdos do DF e, até o momento, a única com esse perfil entre as 33 regiões administrativas.

A diretora Clissineide Caixeta com alunos da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito, em Taguatinga | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

“Tendo em vista a necessidade de descentralização dos atendimentos aos estudantes com deficiência auditiva, bem como a oferta dos diversos tipos de atendimento, a existência da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito para surdos é de suma importância”, destaca a subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da Secretaria de Educação do DF, Vera Lúcia Ribeiro de Barros.

Há vagas para todas as turmas da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga. Quem tiver interesse basta procurar a secretaria da escola para efetuar a matrícula portando documentos pessoais, comprovante de residência, histórico escolar, audiometria e cartão de vacina

“Quando eles chegam aqui e veem que todos falam a mesma língua, a dos sinais, o desenvolvimento individual é grande, melhorando a autoestima, o rendimento nas disciplinas. Tudo isso faz diferença na vida de cada um e os prepara para a sociedade”, reforça a diretora do espaço, Clissineide Caixeta.

Atualmente, há 87 alunos nos três períodos escolares na Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga – ensino fundamental e médio, além de turmas noturnas de Educação de Jovens e Adultos nos três segmentos. “Aqui tem muitas pessoas como eu e a comunicação é maior, me sinto mais feliz aqui”, confessa o jovem Marcus Vinícius, que cursa o 8º ano na instituição.

Ao todo, 44 professores dão aulas no espaço, todos sinalizantes, ou seja, ministram aulas em Libras para uma média de dez alunos por sala. Trata-se de uma regra básica que se aplica aos profissionais da secretaria e até da limpeza, ainda que sem tanta fluidez.

São alunos da escola bilíngue também quatro CODAs (abreviação da expressão Children of Deaf Adults), filhos não surdos de pais surdos, uma realidade que ficou bastante conhecida do grande público graças ao filme vencedor do Oscar, No Ritmo do Coração (2021).

Com 44 professores, a escola tem uma média de dez alunos por sala

Embora o currículo escolar seja o mesmo das escolas convencionais da rede pública do DF, a metodologia de ensino na escola bilíngue de Taguatinga é diferente, apostando mais na educação visual. “Nossos alunos não escutam, então toda a informação chega até eles de forma visual, seja em Libras ou na forma de mostrar o conteúdo com imagens”, explica a diretora, que trabalha com esse perfil de aluno desde 2003.

“Entrei por acaso, não me vejo fazendo outra coisa. Fui conhecendo a realidade e a necessidade deles e a gente acaba mesmo fazendo por amor, porque é uma área difícil”, confessa.

“Cada um traz da sua família as suas dificuldades, daí a gente tem que tentar ajudá-los a interagir e a serem participativos”, diz a professora Fabiana Lima

Professora de Educação Física há um ano no espaço, Fabiana Lima fala dos desafios de ensinar uma criança com algum tipo de deficiência, sobretudo os surdos. “O primeiro desafio é a comunicação, cada um traz da sua família as suas dificuldades, daí a gente tem que tentar ajudá-los a interagir e a serem participativos”, revela. “No meu caso, por exemplo, não quero treinar atletas. Quero que eles consigam ter mobilidade, sejam desafiados a fazer as atividades físicas”, detalha.

A Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga recebe alunos de todo o DF e de cidades do Entorno como Valparaíso e Cidade Ocidental, de onde é a dona de casa Laurinete Alves Folha, 39 anos, mãe de uma garota de dez anos que estuda na instituição. “Eu estava procurando escola para ela no Gama e, dentro do ônibus, alguém me falou que tinha esse local em Taguatinga”, recorda. “Matriculamos quando ela tinha dois anos de idade. É um lugar muito bom, aqui ela conhece o mundo dela”, agradece.

Nova unidade no Plano Piloto

A rede pública do DF tem mais de 20 mil estudantes atendidos com algum tipo de deficiência. Dentro desse cenário, cerca de 1.000 são deficientes auditivos. A Secretaria de Educação do Distrito Federal tem o projeto de uma segunda escola bilíngue no DF que será montada na Quadra SGAS 912, no local do antigo clube da Associação de Assistência aos Trabalhadores em Educação do Distrito Federal (Asefe).

O valor estimado da reforma do prédio é de pouco mais de R$ 4,8 milhões. Ao todo, serão reformados dois módulos. Um deles terá seis salas de aula, com capacidade para 59 alunos, uma cozinha e a parte administrativa da unidade. O outro módulo terá uma sala multiuso, um estúdio de gravação, sala de leitura e um laboratório de informática. O prazo para conclusão das reformas é de seis meses após o início das obras.

A subsecretária Vera Lúcia Ribeiro de Barros não descarta a possibilidade de construção de novas escolas bilíngues no DF. “Compreende-se que uma escola no Plano Piloto poderá atender estudantes de várias regiões administrativas e ampliar os tipos de atendimentos já existentes nesta localidade”, observa a gestora. “Havendo demanda, não há óbice para a criação de outras escolas bilíngues, lembrando que a modalidade de educação inclusiva para surdos também deve ser ofertada”, destaca.

Há vagas para todas as turmas da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga. Quem tiver interesse, basta procurar a secretaria da escola para efetuar a matrícula portando documentos pessoais, comprovante de residência, histórico escolar, audiometria e cartão de vacina.

Ventiladores do Túnel de Taguatinga começam a ser instalados

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Equipamentos pesam quase 1 tonelada cada um e precisam ser fixados com ajuda de uma empilhadeira; cronograma prevê instalação de dois aparelhos por dia

Os ventiladores que integram o sistema de exaustão do Túnel de Taguatinga começaram a ser instalados. Desde o último dia 10, uma equipe formada por cinco profissionais tem se dedicado à acomodação dos equipamentos na laje superior da passagem subterrânea. Os trabalhos seguem cronograma que prevê a fixação de dois aparelhos por dia.

O serviço de instalação conta com a ajuda de uma empilhadeira, fundamental para erguer os ventiladores a uma altura de quase 5 m | Fotos: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília

A boa qualidade do ar no túnel será garantida por 52 ventiladores. O lado sul da passagem, que vai da Avenida Elmo Serejo até a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), receberá 22 aparelhos. Os outros 30 serão instalados no lado norte, onde o fluxo de veículos segue no sentido oposto à corrente natural de ar, pedindo uma exaustão mais potente.

A fixação de cada equipamento demanda a colocação de 16 barras roscadas, com medidas que variam entre 38 cm e 67 cm de comprimento

O serviço de instalação tem contado com a ajuda de uma empilhadeira, fundamental para erguer os ventiladores a uma altura de quase 5 m. “São equipamentos grandes; cada um deles pesa 930 kg”, observa o engenheiro mecânico Vinícius Matos. “Precisamos de 16 barras roscadas, com medidas que variam entre 38 cm e 67 cm de comprimento, para fixar esses aparelhos”.

A robustez dos ventiladores não é o único desafio enfrentado pela equipe de instalação. O nivelamento dos equipamentos também exige cuidado extra para evitar danos a longo prazo. “Eles devem seguir a horizontal absoluta, não podem acompanhar a inclinação da laje do túnel”, explica Vinícius. “Uma fixação inadequada pode gerar sobrecarga no aparelho”.

DF| Cartão Creche amplia oferta de vagas e atende 4,8 mil crianças

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Só neste ano, foram investidos R$ 28.086.517,53 no programa, que conta com 57 instituições credenciadas

Cuidar dos afazeres domésticos era uma verdadeira gincana para Tatiane Monici, 45 anos. Mãe do pequeno Davi, ela se dividia entre as demandas do filho de 3 anos e as tarefas de quem tem um lar para tomar conta. Lavar roupa, colocar a criança para dormir, cozinhar, brincar com o menino, limpar o chão… A dona de casa não conseguia exercer de maneira dedicada nenhuma das funções.

Tatiane Monici com o pequeno Davi, 3 anos; a dona de casa está entre os quase 5 mil beneficiários do Cartão Creche: “É uma bênção. Não fosse pelo benefício, Davi nem estaria na escola” | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília

“Eu fazia o que dava conta, porque não tinha outro jeito, né?”, desabafa Tatiane. “Agora que o Davi vai para a creche, tudo mudou. A casa está mais limpa, eu tenho tempo para mim. E consigo me dedicar integralmente ao meu filho quando estou com ele”. Para o pequeno, as mudanças também foram grandes. “Ele está muito mais comunicativo”, comenta.

“O pagamento da mensalidade é efetuado pelos pais por meio de um cartão abastecido todos os meses, mediante comprovação da frequência escolar”Eveline Spagna, diretora da Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da Secretaria de Educação

Tatiane é um dos quase 5 mil beneficiários do Cartão Creche, iniciativa que amplia a oferta de vagas para a pré-escola. A moradora de Ceilândia recebe R$ 803,98 por mês para custear a creche do filho. “É uma bênção. Não fosse pelo benefício, Davi nem estaria na escola”, comemora a dona de casa. Só neste ano, o projeto contou com recursos de R$ 28.086.517,53 – valor que superou o investimento do ano passado em R$ 7.407.427,98.

O Cartão Creche foi implantado em 2021 como parte do Programa de Benefício Educacional-Social (PBES). A ideia do benefício é permitir que escolas particulares ofereçam suas vagas ociosas para a rede pública de ensino. O auxílio ajudará o DF a atingir a meta estabelecida pelo Plano Distrital de Educação (PDE), que prevê aumento no número de vagas para atender, no mínimo, 60% das crianças de até 3 anos até 2024.

O Cartão Creche foi implantado em 2021 como parte do Programa de Benefício Educacional-Social (PBES)

“As instituições se cadastram por meio de um edital – que, inclusive, ainda está aberto – e passam a fazer parte do projeto”, explica Eveline Spagna, diretora da Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da Secretaria de Educação (SEE). “O pagamento da mensalidade é efetuado pelos pais por meio de um cartão abastecido todos os meses, mediante comprovação da frequência escolar”.

É obrigatório que as vagas oferecidas pelas creches atendam as crianças em turno integral. E que durante as dez horas diárias de permanência na escola, os pequenos de até 3 anos recebam cinco refeições. Atualmente, 57 instituições estão cadastradas no Cartão Creche, com capacidade para atender 5.158 crianças em todas as regiões administrativas do DF.

O DF tem 59 centros de educação da primeira infância (Cepis), uma creche rural e 67 instituições parceiras. A estrutura atende, no total, 24.701 alunos de até 3 anos

“Algumas vagas ainda precisam ser preenchidas porque vieram de creches que foram credenciadas há pouco tempo. Estamos remanejando as crianças para essas instituições”, conta Eveline.

Estrutura diversificada

O Cartão Creche ajudou a capilarizar a oferta de vagas, alcançando todas as regiões administrativas. Mas a rede pública de ensino conta também com outras estruturas educacionais para atender as crianças em idade pré-escolar, do berçário ao maternal.

Ao todo, o DF tem 59 centros de educação da primeira infância (Cepis), uma creche rural e 67 instituições parceiras – organizações da sociedade civil que recebem subsídios do governo para atender exclusivamente crianças da rede pública. A estrutura atende, no total, 24.701 alunos de até 3 anos.

“Qualquer criança que more no DF tem direito a frequentar uma creche ligada à rede de educação. Basta os pais ligarem no 156 para pleitear uma vaga”, informa Eveline. “Vale lembrar que os responsáveis não podem escolher qual estrutura atenderá a criança, apenas a regional de ensino mais conveniente. Cabe à secretaria decidir se o aluno será atendido pelo Cartão Creche ou por uma unidade educacional pública”.

De 2019 a 2022, o GDF construiu oito novas creches. Outras nove estão em obras, com previsão de entrega para o próximo ano. São 146 novas salas de aula, sendo que 61 já estão em funcionamento. O investimento total supera os R$ 58 milhões, com 2.488 alunos beneficiados pela ampliação da oferta de ensino.

 

Atividade econômica tem alta de 0,05% em setembro

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No terceiro trimestre do ano, alta foi de 1,36%

Conforme aponta o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado hoje (14) pelo Banco Central, a atividade econômica brasileira registrou um crescimento de 0,05% no mês de setembro, na comparação com agosto. Considerando os últimos três meses, a alta foi de 1,36%.

O IBC-Br reúne informações do nível de atividade dos três setores da economia: agropecuária, indústria e serviços. Ele é levado em conta pelo Banco Central para tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

Economistas consideram o índice como um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), indicador oficial da atividade econômica calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em setembro, o IBC-Br atingiu 144,01 pontos de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período). Com o resultado, o índice voltou a subir após um mês de queda: em agosto houve retração de 1,13%. Nos meses anteriores, o IBC-Br vinha oscilando. Em abril e maio houve queda e em junho e julho alta.

Considerando a comparação entre setembro desse ano e setembro do ano passado, a partir do dado não dessazonalizado, houve alta de 4%. No acumulado de 12 meses, o índice também ficou positivo. em 2,34%.

Primeiro dia do Enem tem participação de mais de 2,4 milhões de alunos

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Número corresponde a 73,3% dos cerca de 3,4 milhões de inscritos

O primeiro domingo de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022, realizadas ontem, teve a participação de 2.490.880 de estudantes em todos país.

Segundo dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número corresponde a 73,3% dos cerca de 3,4 milhões de inscritos nas versões impressa e digital da prova.

Os participantes fizeram provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, além da redação, com o tema Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil.

No próximo domingo (20), os participais voltam para cumprir a etapa final do exame com provas de ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. Até o dia 23 de novembro, conforme previsto em edital, serão divulgados os gabaritos oficiais das provas.

Enem

O Enem é adotado como passaporte para ingresso no ensino superior, e foi aplicado em 11.175 locais, de 1.747 municípios de todo o país. Assim como ocorreu ontem, no próximo domingo, os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h.

Como não haverá mais redação, as provas começam no mesmo horário, às 13h30, mas terminam meia hora antes, às 18h30, quando os inscritos terão que entregar o caderno de respostas.

Os resultados da prova servem como critério único ou complementar d processos seletivos e para acesso a auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Outra aplicação do Enem é em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Covid-19

Estudantes que testaram positivo para covid-19 ou alguma doença infectocontagiosa listada no edital do certame terão até cinco dias úteis após a última etapa da prova — 20 de novembro — para solicitar a reaplicação do exame. Os testes serão realizados nos dias 10 e 11 de janeiro de 2023.

MANIFESTO | Mantendo o foco

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Nessa panela de pressão em ebulição que se tornou o Brasil atual, é muito difícil separar o joio do trigo, saber quem é bandido e mocinho, o que é fato verdadeiro e o que é mentira.

Apesar disso, com algum esforço algumas verdades incontestes podem ser pinçadas.

1. Milhões de pessoas, no Brasil e no mundo, estão se consumindo pelo vírus da dúvida acerca do último processo eleitoral;

2. Dos milhões de pessoas que escolheram as portas dos quartéis para se manifestar, a imensa maioria é composta de brasileiros comuns, homens, mulheres, crianças, idosos, brancos, pretos, católicos, evangélicos, ateus, etc., defendendo o direito à liberdade, a democracia, combatendo a censura imposta à imprensa, parlamentares, advogados, jornalistas, redes sociais, etc., e não “golpistas” como a carcomida e pútrida “grande mídia” quer que você acredite.

Aqui, faz-se um recorte para um convite-desafio: você não precisa acreditar no que escrevi acima, nem na “grande mídia”; basta você ir lá e tirar suas próprias conclusões. Prefira acreditar no que seus olhos veêm e não o que a “grande mídia”(cujos interesses restam inconfessos) quer que você acredite.

Reposta a verdade, necessário resgatar o verdadeiro foco da questão, e qual seria esse foco?

Simples, milhões de pessoas desconfiam do resultado anunciado pelo tse e essa dúvida tem que ser dirimida, pois essa sombra inquestionavelmente paira sobre todo o processo eleitoral.

Ademais, imperioso destacar que esclarecer os pontos questionados não se constitui em ato de liberalidade, mas de OBRIGAÇÃO dos agentes públicos.

Aliás, o próprio MD levantou inúmeras “inconsistências” ocorridas no processo, “inconsistências” essas que naturalmente intrigam as pessoas e requerem esclarecimentos, lembrando ainda que o MD sugeriu que o código fonte fosse disponibilizado para que uma comissão de técnicos da sociedade pudesse analisar.

Ora, esse ato simples acabaria com a tensão social, tiraria a inquietação do coração de todos e traria a paz social tão almejada.

Resumindo, a questão é:

Quando o código fonte será disponibilizado?

Porque a demora em homenagear a transparência dos atos públicos?

Fácil de resolver né, bastando que os agentes públicos se colocam nos seus devidos lugares, de serviçais da sociedade e não seus capitães do mato, pois aqui ninguém é escravo e muito menos fugitivo.

Assim sendo, o Brasil certamente resgatará a paz, lembrando que a pergunta é:

Quando será disponibilizado o código fonte?

Brasília, 14 de novembro de 2022
Acilino de Almeida Neto
Alberto Jorge Ribeiro Leite
Amilton Figueiredo
André Luís Nunes Gomes
Cristiano Caiado
Dulce Teresinha Barros Mendes de Morais
Fátima Bispo
Francisca Aires
Guilherme Pontes
Ivan Rodrigues Rocha
Kaydher Lasmar
João Bosco Santana
Lisbeth Vidal de Negreiros Bastos
Márcia Lygia Ribeiro de Almeida Camargo
Mário Sérgio Costa Ramos
Paulo Kramer
Raimundo Ribeiro
Ricardo Callado
Ronan Carlos Meira Ramirez
Cidadãos conscientes

Coluna do Fluminense | Mais uma vitória

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense visitou o Bragantino, e com 4 minutos Cano perdeu gol feito.

O Fluminense continuou se impondo e aos 10 minutos, é Arias que perde outra oportunidade.

Nosso time continuou melhor e aos 32 Cano não perdoa e faz 1×0.

Voltamos para o segundo tempo com o Fluminense errando muitos passes na saída de jogo, apesar de ter corrigido a nossa marcação pelo lado esquerdo da defesa.

Aos 15 minutos Diniz tira Yago para entrada de Nathan, e aos 30 entram Felipe Melo e Michel Araújo, saindo Martinelli e MM.

Com isso o Fluminense passa a jogar com o passe mais alongado para aproveitar os espaços vazios na defesa adversária.

Aos 40 minutos saem Manoel e Cano, entrando Alan e David Braz.

O Fluminense encerra a temporada como rei do Rio de Janeiro, conquistando a taça GB e o campeonato carioca, e a 3a. colocação no campeonato brasileiro, garantindo a vaga na fase de grupos da libertadores.

Além de Cano ter sido o maior artilheiro do planeta e também o maior goleador dos campeonatos brasileiros na era dos pontos corridos.

Agora é começar 2023 em busca do bicampeonato carioca a partir de 14 de Janeiro.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Concluída rede de drenagem principal da marginal sul do Túnel de Taguatinga

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Foram 400 m de manilhas instaladas, com diâmetros que variam de 1 m a 1,2 m. Profissionais se dedicam agora à montagem do sistema de escoamento secundário

O sistema de drenagem principal da marginal sul do Túnel de Taguatinga está pronto. Os últimos 400 m de tubulação subterrânea já foram instalados no trecho entre a Avenida Samdu e a Avenida Comercial. Falta apenas concluir os 80 m da rede secundária antes que seja iniciado o processo de asfaltamento da pista – desse total, 20 m estão executados.

A marginal sul vai ladear o boulevard do Túnel de Taguatinga com duas faixas de rolamento. “O percurso que vai da Avenida Comercial até a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), com 520 m de comprimento, foi entregue em 1º de outubro”, ressalta o engenheiro civil André Borges. “O término da rede nessa outra metade vai permitir a liberação da via inteira”, diz.

Responsável pelo escoamento da chuva captada pelas bocas de lobo, o sistema de drenagem secundário é composto por manilhas com 40 cm de diâmetro. “Elas atuam como ramais da rede principal”, explica André. “São tubulações de menor calibre que levam a água até as instalações mais profundas, com larguras que variam entre 1 e 1,2 m”.

O sistema de drenagem principal do Túnel de Taguatinga vai desembocar em uma bacia de retenção localizada a 500 m da passagem subterrânea. O tanque terá 2,5 m de profundidade, com capacidade para receber pouco mais de 4.600 m³ de água. O reservatório vai desaguar no Córrego do Cortado.

Com mais de 20 rotas turísticas, Brasília mostra que não é só política

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São mais de 100 cachoeiras, hotéis fazenda, vinícolas, esporte e, claro, uma beleza arquitetônica ímpar

Turismo rural, religioso, cívico, cultural, náutico, arquitetônico e ecológico, tudo reunido numa única cidade, Brasília, a capital do Brasil. Conhecida pelos prédios de arquitetura moderna de Niemeyer, onde os destinos do país são decididos, a cidade vai bem além da arquitetura e do poder.

Localizada no Planalto Central – região de cerrado – Brasília é cercada de uma natureza exuberante. São mais de 100 cachoeiras e nascentes dos afluentes dos rios Preto e Descoberto nas fronteiras leste e oeste do Distrito Federal. Tudo isso justifica a exuberância da natureza da região.

“Brasília oferece um grande número de atrativos fora do Plano Piloto. O Distrito Federal já é apontado como um dos melhores lugares para o turismo rural”William Almeida, secretário de Turismo

Para que Brasília e o DF sejam conhecidos em sua plenitude, a Secretaria de Turismo do Distrito Federal criou material com 23 rotas a serem conhecidas. Elas têm como base o turismo cívico, náutico, cerrado, arquitetônico, cultural, fora dos eixos (regiões administrativas) e da paz. O material que apresenta alternativas além do já conhecido e famoso turismo cívico, está à disposição de turistas de outros estados de e de brasilienses nos Centros de Apoio ao Turista (CAT), aeroporto, 308 Sul e Rodoviária Interestadual.

“Brasília oferece um grande número de atrativos fora do Plano Piloto. O Distrito Federal já é apontado como um dos melhores lugares para o turismo rural. De acordo com a Embratur, somos o quarto polo em hospedagem rural do País”, destaca o secretário de Turismo, William Almeida.

O gestor aponta, ainda, que vários atrativos surpreendem, como a Chapada Imperial, com suas mais de 50 cachoeiras, o Lago Oeste, com restaurantes e pousadas de estilo regional e atrações como vinícolas que oferecem experiências gastronômicas. Em todo o DF são cerca de 100 quedas d’água.

“Temos também a Rota do Cavalo, uma atração que nos encanta como se estivéssemos no interior de Minas Gerais, Goiás e São Paulo”, frisa Almeida. A Rota do Cavalo tem 13,8 km e nasceu há cerca de 30 anos.

Turismo que cresce

Localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) do Cafuringa, a Chapada Imperial, a 50 km do centro de Brasília, é um dos destinos de turismo ecológico que mais cresceu nos últimos anos. O espaço recebe turistas há 22 anos.

No início era aberto apenas para uso diário com passeios e almoço. Atualmente, dispõe de cinco chalés, cinco quartos e área de camping, que já chegou a receber 120 barracas. O local também promove o ecoturismo e a educação ambiental com grupos de escolas e demais turistas que visitam o local.

“Somos parceiros do Ibama no combate ao tráfico de animais. Nosso trabalho é responsável pela devolução à natureza de 18 mil animais”, explica o empresário Márcio Imperial.

Parque da Cidade ganha segunda horta comunitária

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Nova plantação está localizada no Estacionamento 10 e terá 16 canteiros. Alimentos colhidos nas duas hortas serão distribuídos gratuitamente para a comunidade e instituições beneficentes

Uma nova horta comunitária está sendo desenvolvida no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek. O segundo espaço localiza-se no Estacionamento 10, entre o lago e a pista de cooper, e terá 16 canteiros, cada um com 6 m de comprimento. A aração do solo está sendo finalizada e, na próxima semana, começa o plantio de hortaliças.

“Recebemos muitos elogios e respostas positivas das pessoas sobre a primeira horta, então decidimos criar a segunda. Nosso objetivo é que todos os frequentadores do parque tenham a oportunidade de criar um laço com o espaço público”Carlos Bougleux, administrador do Parque da Cidade

A primeira horta nasceu em julho deste ano, no Estacionamento 13. O administrador do Parque da Cidade, Carlos Bougleux, conta que o projeto-piloto surgiu para ocupar áreas vazias com potencial de uso da comunidade e, devido ao sucesso, seguiu adiante.

“Recebemos muitos elogios e respostas positivas das pessoas sobre a primeira horta, então decidimos criar a segunda. Nosso objetivo é que todos os frequentadores do parque tenham a oportunidade de criar um laço com o espaço público”, afirma Bougleux.

Já foram realizadas duas colheitas na primeira horta do parque – em setembro e outubro – e distribuídas para a comunidade. Alimentos como rúcula, chicória, couve, espinafre, alface crespa, lisa e roxa, coentro, cebolinha, agrião, espinafre, salsa, coentro, hortelã e cheiro verde foram colocadas em uma mesa para que pessoas pudessem pegar à vontade.

As sementes das duas hortas são doadas pela comunidade e encaminhadas a um viveiro parceiro, que produz as mudas

As próximas colheitas serão divididas entre os frequentadores e seis instituições beneficentes, selecionadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). Um terço dos alimentos será distribuído aos cidadãos e o restante, às entidades.

Participação popular

As sementes das duas hortas são doadas pela comunidade e encaminhadas a um viveiro parceiro, que produz as mudas. “Recebemos as mudas prontinhas, gratuitamente. Depois, fazemos o plantio e a colheita com a ajuda das pessoas”, explica o assessor técnico da administração do parque, Hermes Mariano.

Para participar dos processos da horta, como rega, plantio e colheita, basta entrar em contato com a administração do Parque da Cidade presencialmente ou pelas redes sociais. As pessoas interessadas dividirão as tarefas com os funcionários e cinco reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap).

A psicóloga Weslaine Souza, 53 anos, descobriu as hortas comunitárias do parque durante um passeio com os cachorrinhos de estimação. Moradora da Asa Sul, ela conta que pretende separar um tempinho pela manhã para participar dos cuidados com a plantação.

“É uma iniciativa louvável, aumenta o contato das pessoas com a natureza. Acho inclusive que toda área pública poderia reservar um espaço para cultivo de hortaliças e compartilhar com a população local, seria muito interessante”, comenta ela.