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Cerca de quatro milhões de pessoas vivem em áreas de risco no Brasil

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Até o momento, o Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) mapeou 1.632 municípios brasileiros como áreas de risco

Até janeiro deste ano, o Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) mapeou áreas de risco em 1.632 municípios brasileiros. Desses municípios, 1.575 foram identificados como áreas de risco alto e muito alto. Até o momento, são 13,5 mil áreas de risco em todo o Brasil.

Júlio Lana, pesquisador em Geociências e geólogo e coordenador-executivo da Setorização de Áreas de Risco, explica que a área de risco é “uma porção ocupada do território sujeita, portanto, a sofrer perdas ou danos decorrentes da ação de eventos geológicos adversos, como os deslizamentos de encostas ou inundações”.

O pesquisador diz que a estimativa é de que essas áreas sejam habitadas por aproximadamente 4 milhões de pessoas.

“É importante ressaltar também que esse número tende a aumentar na medida em que novos municípios sejam mapeados. Ou seja, ele não corresponde ao total de pessoas que moram em áreas de risco no país”, explica o pesquisador.

Mapeamento das áreas de risco feita pelo SGB-CPRM

Ana Ávila, professora da Unicamp e doutora em Engenharia Agrícola, informa que a análise de uma área de risco é feita a partir de estudos baseados nas características geológicas de cada local. “É feito um levantamento de informações de clima, solo, orografia e, com base nisso, é feito então um mapa de risco”, completa Ana.

No último final de semana (18 e 19), o litoral norte paulista foi atingido por fortes chuvas. As cidades mais afetadas foram São Sebastião, Ubatuba, Bertioga, Ilhabela, Caraguatatuba, Santos, São Vicente e Praia Grande.

De acordo com o governo de São Paulo, até o momento foram confirmados 50 óbitos, sendo 49 em São Sebastião e 1 em Ubatuba. 38 corpos já foram identificados e liberados para o sepultamento.  Atualmente, a prioridade segue no socorro às vítimas e no fornecimento aos mais de 2.251 desalojados e 1.815 desabrigados.

Em nota sobre o acontecimento, o Ministério do Desenvolvimento Regional informou que as ações abrangem o repasse de recursos para aquisição de cestas básicas, kits de limpeza de residências, de higiene pessoal e de dormitório, colchões, redes, refeições para as equipes de trabalho, água mineral, combustível e aluguel de caminhão pipa e de outros veículos.

A pasta também ressalta que serão destinados recursos para limpeza de ruas, desobstrução de bueiros, restabelecimento de estradas e reconstrução de pontes, bueiros, prédios públicos, unidades habitacionais e outras infraestruturas públicas destruídas.

Fonte: Brasil 61

Há seis anos, Centro de Juventude da Estrutural transforma vidas

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Gerida pela SEJF, unidade oferece cursos profissionalizantes e contínuos para 550 jovens com idade entre 15 e 29 anos

“O principal problema de muito jovem da Estrutural é estar perdido, sem saber o que fazer”. A avaliação é do atleta e lutador de muay thai Willian Carvalho Silva, 22, que afirma ter encontrado o seu caminho no Centro da Juventude (CJ) da Cidade Estrutural, equipamento gerido pela Secretaria da Família e Juventude (SEFJ). Assim como ele, muitos jovens entre 15 e 29 anos encontram no CJ uma forma segura de estar distante das drogas e da violência, seja nas ruas, seja em suas próprias casas.

Treinos de muay thai estão entre as atividades desenvolvidas no CJ da Estrutural | Fotos; Tony Oliveira/Agência Brasília

Willian, que treina no local há cinco anos, conta que a prática de muay thai foi a melhor oportunidade que ele encontrou para enfrentar problemas familiares. “Comecei com culinária”, lembra. “Um dia, ouvi o barulho das aulas de muay thai, fui olhar, entrei no grupo e estou até hoje. O Centro de Juventude é minha segunda casa, minha segunda família”. Hoje, o rapaz participa de competições em Brasília e em cidades de outros estados.

DF tem centros de juventude em Samambaia Sul, Samambaia Norte, Ceilândia, Estrutural e Recanto das Emas; juntas, essas unidades já encaminharam mais de 17 mil jovens

O CJ da Estrutural funciona há seis anos, capacitando jovens e buscando inseri-los no mercado de trabalho. Atualmente são 550 alunos matriculados nos cursos profissionalizantes de massoterapia, auxiliar de recursos humanos, empregabilidade e cuidador de idosos. Há também os cursos contínuos, com carga horária de um ano, de culinária, teatro, muay thai, biojoias e violão.

No total, o DF conta com cinco unidades dos centros de juventude, localizadas em Samambaia Sul, Recanto das Emas, Samambaia Norte, Ceilândia e Estrutural. Nessas três últimas, são disponibilizados cursos de capacitação profissional, cultural e esportiva gratuitos nas áreas de culinária, teatro, violão, massoterapia, muay thai, empregabilidade e auxiliares de RH e administrativo. Juntos, esses CJs já promoveram a transformação de mais de 17 mil jovens.

Capacitação

“A maioria dos que chegam aqui não têm ambições, objetivo de vida, mas buscam profissionalização em alguma área”, pontua o coordenador do CJ da Estrutural, Marcos Barreto. “Eles querem trabalhar, só que não sabem como conquistar o primeiro emprego. Nós os capacitamos e, por meio de parcerias, buscamos integrá-los ao mercado de trabalho. Uma assistente social faz um planejamento de futuro com o jovem e nós o encaminhamos ao mercado de trabalho.”

Segundo Marcos, o CJ recebe desde pessoas que buscam uma qualificação até aquelas que vêm de situações de sofrimento. “Alguns vivem uma vida tranquila em casa, outros enfrentam problemas familiares, como violência doméstica e gravidez na adolescência”, conta. “Muitas vezes a menina chega aqui com 17 anos, querendo fazer um curso porque deixou a escola por estar grávida, e precisa de qualificação para trabalhar”.

São experiências que o gestor revela ter vivido pessoalmente: “Quando soube que o lanche teria um sanduíche de patê de frango e suco, resolvi fazer o curso de auxiliar de recursos humanos sugerido pela minha mãe. Entrei como aluno em 2019 e, no fim daquele mesmo ano, passei no processo seletivo para assistente administrativo. Em cinco meses, me tornei coordenador”. A  média de conclusão dos cursos, informa ele, é de 40%.

Disciplina

Carlos Eduardo: “Eu fumava, bebia e até fazia outras coisas. O esporte me disciplinou, porque é preciso dedicação”

Há 13 meses treinando muay thai no local, Carlos Eduardo de Caldas, 18, conta que o CJ mudou sua vida: “Eu fumava, bebia e até fazia outras coisas. O esporte me disciplinou, porque é preciso dedicação para fazer o que se gosta. Abdiquei de tudo que fazia e, em consequência, meu desempenho aumentou, minha disciplina melhorou e também a forma de me comunicar com os outros”. Além do muay thai, ele estuda para o concurso da carreira militar.

O elo que une esses alunos chama-se Cosme Pereira. Treinador de muay thai, diariamente, há cinco anos, ele sai de Planaltina e vai dar aulas na Estrutural. “Comecei a perguntar aos meninos se queriam competir, e muitos queriam; então, comecei a formar lutadores”, diz.

 

“Nossos centros de juventude são referência em atendimento e atenção”Rodrigo Delmasso, secretário de Juventude

 

Cosme atua com 12 atletas. Para atender esses adolescentes que têm entre 17 e 22 anos, ele dedica uma hora além do expediente aos treinamentos. “Aqui sou professor e pai ao mesmo tempo”, aponta. “Tenho um aluno, por exemplo, que teve muitos problemas familiares, e hoje é um grande atleta”.

O secretário de Família e Juventude, Rodrigo Delmasso, observa: “Nossos centros de juventude são referência em atendimento e atenção. Vamos trabalhar em busca de recursos e parcerias para ampliação do atendimento a outras regiões do Distrito Federal, porque essa é uma política pública que tem se mostrado eficaz na transformação de pessoas que antes não tinham uma clara perspectiva de vida, nem oportunidades”.

Polícia Militar do DF é pioneira no Brasil em método de resgate de vítimas de soterramento

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Subtenente da corporação é o primeiro brasileiro a ser certificado no Método Arcón, que prioriza autonomia e concentração de cães no salvamento de pessoas soterradas

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi a primeira corporação do Brasil a conquistar um certificado no Método Árcon – sistema de treinamento de cães para o salvamento humano. Há mais de uma década estudando as técnicas, o subtenente Ademar Barros concluiu o curso de formação neste mês, no Equador. Em breve, voltará ao país para repassar o conhecimento aos colegas do DF e de outras unidades da Federação.

Com experiência em adestramento desde 1995, o subtenente Barros (à direita) faz a PMDF ser a primeira corporação do Brasil a ter reconhecimento do Método Árcon, desenvolvido  pelo bombeiro espanhol Jaime Parejo (à esquerda)| Fotos: Arquivo pessoal

Barros trabalha com adestramento desde 1995. Em 25 anos de serviço no Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), já formou mais de 100 adestradores. Os profissionais fazem parte de corporações militares nacionais que envolvem bombeiros, Forças Armadas e Polícia Rodoviária Federal.

Em 2010, o subtenente participou de uma formação para condução de cães no Método Árcon, na Colômbia. Dois anos depois, esteve no Equador para estudar mais sobre o tema e retornou ao país neste ano, para a formação como instrutor. Com o certificado, Barros está apto a preparar novos cães e condutores utilizando a metodologia.

Sistema desenvolvido pelo bombeiro espanhol Jaime Parejo, a metodologia estabelece que os cães devem trabalhar sozinhos nas buscas, para explorar ao máximo a capacidade olfativa e psíquica

Capacidade ampliada

“Para o Brasil, ter um instrutor certificado significa aumentar a capacidade de salvamento de vidas, da detecção de explosivos por cães e de restos humanos. Fui enviado para absorver o conhecimento e poder repassar a todos que procurarem o batalhão”, ressalta Barros. “É uma satisfação imensa levar a técnica para o Brasil. Agradeço demais à PMDF por acreditar em mim e proporcionar esta oportunidade de capacitação.”.

“São sete técnicas condutuais, em que o cão não tem apoio do adestrador – ele trabalha só, e com isso consegue desenvolver a própria estratégia de busca, blindado a despeito dos extratores visuais e odoríferos”Subtenente Ademar Barros

A metodologia estabelece que os cães devem trabalhar sozinhos nas buscas, para explorar ao máximo a capacidade olfativa e psíquica. Desta forma, são otimizados os níveis de motivação, concentração e autonomia. O sistema foi desenvolvido pelo bombeiro espanhol Jaime Parejo, em 1994, após 12 anos de estudo, e recebeu o nome do cão que o acompanhava nos resgates.

“São sete técnicas condutuais, em que o cão não tem apoio do adestrador – ele trabalha só, e com isso consegue desenvolver a própria estratégia de busca, blindado a despeito dos extratores visuais e odoríferos”, explica Barros.

O segundo-tenente Luiz Roberto Albuquerque, comandante do 4º Pelotão do BPCães, explica que o conhecimento pode ser aplicado em casos de desastres naturais ou decorrentes de ações humanas. Cita, como exemplo, as tragédias registradas em Brumadinho (Minas Gerais) e os terremotos que atingiram a Síria e a Turquia.

“Serve para salvar vidas em casos como esses, mas também pode ser aplicado na detecção de explosivos e narcóticos, tendo em vista que explora o olfato e capacidade psíquica do cão”, pontua Albuquerque. “A corporação está orgulhosa pela conquista do subtenente, e esperamos capacitar o maior número possível de profissionais.”

Coluna do Fluminense | Vitória de Diniz

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POR RAIMUNDO RIBEIRO

O Fluminense recebeu a Portuguesa no maracanã, e começou comemorando a contratação do multicampeão Marcelo que, nascido no Fluminense, foi para o Real Madrid conquistar 5 ligas dos campeões e optou por voltar ao clube que o projetou para o mundo. Parabéns Marcelo, já começou fazendo um golaço.

Quanto ao jogo, começamos sufocando o adversário com domínio total, mas o ferrolho montado pelo adversário não falhou e o primeiro tempo terminou 0x0.

Voltamos para o segundo tempo com Lima no lugar de David Braz, e no mesmo ritmo, mas só aos 13 minutos, depois de alguns sustos, conseguimos furar o bloqueio defensivo da Portuguesa, e Lima deu um chutaço que Cano desviou fazendo 1×0.

A pressão continuou e aos 22 minutos, Cano (a máquina de fazer gols), faz 2×0.

Aos 26 minutos, Keno faz um golaço de bicicleta.

Aos 30 minutos entram Felipe Melo e Isaac, saindo Ganso e Keno.

Aos 37 minutos, saem Cano e Árias para entrada de Bigode e Michel Araújo.

No próximo sábado as 16 horas, aqui em Brasília, enfrentaremos o Bangu em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Governo Vs Mercado: qual a consequência para as estatais?

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Indicações políticas movimentam os preços das estatais na bolsa de valores e geram assombro nos investidores

Desde a posse do presidente Lula, o mercado financeiro e o governo não têm tido boas relações; ruídos políticos têm interferido diretamente na economia brasileira. Sejam declarações do próprio chefe do executivo, ou do time de economia; as falas têm alterado o preço do dólar e da bolsa de valores.

Um dos comentários que têm causado variação nos papéis do mercado é o de alteração na “lei das estatais” – Lei no 13.303/16. O ponto de divergência do governo em relação ao dispositivo é em relação à indicação dos gestores das estatais, que a toque de caixa foi alterada em dezembro do ano passado, possibilitando assim a indicação de Aloísio Mercadante para o BNDES e Jean Paul Prates para a Petrobras, ambos ligados ao PT.

Com a interferência de gestores políticos ou pessoas ligadas a partidos, os investidores temem o sequestro dos lucros das estatais para utilização em programas do governo, além de aumentar o risco de desvios e corrupção interna nas empresas para fins pessoais ou eleitorais, com uma consequente diminuição no repartimento de lucros para os acionistas, podendo assim afetar o preço de ações e o valor da companhia.

Para Lucas Sharau, especialista em mercados financeiros e assessor na iHUB Investimentos, uma possível alteração na lei das estatais causaria interferências diretas no valor dos papéis da empresa: “Existe um medo no mercado sobre as consequências do uso dos lucros das estatais para fomento de atividades do Estado (em detrimento da distribuição dos dividendos). Uma vez que, ao não pagar dividendos sob essa alegação, além de criar insegurança sobre seus pagamentos futuros, haverá um grande impacto negativo no interesse do mercado sobre essas empresas, causando o efeito de derrubada de seu preço”, comenta.

Como funciona uma estatal?

Uma empresa denominada “Estatal”, é aquela que possui uma parte significativa (50%+1) ou a totalidade do seu capital social sob domínio do Estado. Atualmente, existem duas classificações legais para empresas serem consideradas “Estatais” que são:

 

  • Empresas Públicas

 

  • Empresas de Economia Mista.

 

As empresas públicas, normalmente, possuem capital fechado, ou seja, não possuem sua participação acionária negociada na bolsa de valores. São completamente controladas pelo governo e seus respectivos órgãos competentes.

Já empresas de economia mista podem ter sim ter sua participação acionária negociada em bolsa. Nesses casos, existem algumas peculiaridades sobre o real nível de independência dessas estatais em relação ao Estado. Nos casos em que o Estado é dono de 50% + 1 das ações ordinárias da companhia, este possui quase gerência completa sobre a maior parte do posicionamento estratégico decidido em assembleia da empresa.

Na assembleia de acionistas acontecem as votações e decisões estratégicas importantes para a empresa, como por exemplo a indicação dos membros do conselho de administração e dos diretores executivos. São nessas reuniões que o Estado realiza seu direcionamento estratégico, nomeando pessoas que estejam estrategicamente alinhadas com seus interesses para essas posições.

“Conselho de Administração e Diretoria Executiva são os cargos mais importantes de uma empresa de capital aberto e, nestas funções, para que haja o correto direcionamento da companhia, é fundamental que sejam apontadas pessoas que tenham a competência técnica necessária para desempenhar essa atividade e não apenas apadrinhados políticos”, comenta Sharau.

A distribuição de dividendos em uma estatal

O Lucro Líquido é uma das últimas contas do balanço contábil. Ela é obtida a partir da apuração das receitas, abatendo-se as despesas, provisões, depreciação, juros de dívidas e impostos. Por lei, os lucros da empresa (S.A.) devem ser distribuídos à seus acionistas na proporção mínima de 25% do Lucro Líquido do exercício (ano fechado), exceto nos casos em que:

 

  • A empresa tiver prejuízo;

 

  • Seja estrategicamente utilizado na forma de reinvestimento para melhoria estratégica da operação companhia;

 

  • Seja direcionado para a composição de reservas financeiras obrigatórias por lei.

 

Em relação a apropriação do Estado em relação ao dividendos, existe uma lógica permissiva na modalidade. No caso da Petrobras, hoje no Brasil, tudo que está abaixo do nível do chão e que tenha valor, tem direito de exploração exclusivo do Estado, podendo ser concedido a empresas privadas mediante solicitação e apreciação legal.

Com o petróleo extraído pela estatal não é diferente. Por essa razão, é possível argumentar que, por se tratar de uma competência exclusiva do Estado, pode ser considerada justa a argumentação que seus lucros pertençam exclusivamente à ele.

“Neste caso, podemos ter como consequência o afugentamento do capital privado e consequente depreciação no valor das empresas sob este tipo de ingerência, por não haver a “premiação” dos dividendos àqueles que emprestam dinheiro a essas empresas. Mas o maior medo do investidor, além do “sequestro” dos dividendos, está na possibilidade de interferência política nas decisões estratégicas da empresa, resultando em maus negócios, corrupção e maiores prejuízos a toda a companhia por períodos mais longos de tempo”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

Tapioca: a boa pedida para uma vida saudável

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Nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, dá dicas de consumo dessa versátil fonte de carboidrato isento de glúten

A tapioca se tornou a queridinha de quem busca uma vida saudável com alimentação balanceada. Fonte de carboidrato, o alimento é isento de glúten naturalmente e se torna uma boa opção para quem precisa evitar essa proteína. A nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, explica que o prato é uma opção de carboidrato menos processado que os pães industrializados, por exemplo, por isso, é mais saudável. “Ela fornece energia, sendo interessante para incluir no café da manhã e para pessoas que praticam atividade física e precisam de opções de fácil digestão para serem consumidas antes do treino”, ressalta.

Além de prática para ser preparada no dia a dia, a tapioca combinada com diversos recheios, doces e salgados, permite várias possibilidades de composição de refeições. Versátil, pode ser acompanhada de geleia de frutas, manteiga, coco ralado, patês, queijos boursins, pasta de amendoim e de castanhas, frutas picadas, ovo mexido, frango ou carne bovina desfiados, além de carne seca. No entanto, Renata dá a dica: o ideal é priorizar seu consumo nos lanches ou café da manhã e evitar como substituição do almoço ou jantar.

Caso a opção seja para o jantar, a nutricionista indica um recheio proteico (ovo ou frango/carne desfiados) com uma boa quantidade de vegetais (cenoura e beterraba raladas, pepino fatiado, alface, tomate, rúcula, entre outros).

A farinha também pode ser usada como ingrediente para preparação de muffins e panquecas caseiras, ótimas opções para café da manhã e lanchinhos, inclusive para as crianças levarem para a escola.

Apesar das características saudáveis do alimento, a especialista faz um alerta. “Quem precisa seguir estratégias nutricionais com baixa quantidade de carboidrato, é importante ficar atento ao consumo da tapioca. A porção deve ser bem orientada por um nutricionista para que não ocorram excessos prejudiciais. Em casos de intestino preso, também é importante não exceder a quantidade recomendada, pois a farinha pode dificultar esse quadro”.

Renata ensina quatro receitas que levam farinha de tapioca no preparo:

Creme gelado de tapioca
400g de tapioca seca
1 litro de leite desnatado
½ xícara de chá de açúcar
2 xícaras de chá de coco ralado

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes. Mexa bem até formar uma pasta densa. Acomode em forminhas de cupcake e leve para gelar por pelo menos 6 horas antes de consumir.

Dadinho de tapioca assado 
500g de tapioca seca
500g de queijo coalho ralado
1 litro de leite desnatado
Sal a gosto

Modo de preparo:
Aqueça o leite e, quando estiver começando a ferver, adicione o queijo coalho. Mexa bem e, em seguida, adicione a tapioca e o sal. Quando formar um creme uniforme, despeje a mistura em uma forma forrada com papel manteiga e leve à geladeira por 6 horas. Retire da geladeira e corte em cubinhos. Coloque os cubinhos em uma assadeira e leve para assar em forno pré-aquecido a 220º até que fiquem levemente dourados. Sirva acompanhado de geleia ou melado de cana.

Frozen com tapioca 
1 xícara de chá de leite de coco
1 xícara de chá de frutas vermelhas congeladas
2 colheres de sopa de goma de tapioca
1 colher de sopa de suco de limão
2 colheres de sopa de açúcar

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Em seguida, coloque em uma panela e, em fogo baixo, deixe cozinhar por cerca de 2 minutos após iniciar a fervura. Desligue o fogo, coloque a mistura em potinhos individuais e leve para gelar por pelo menos 2 horas antes de servir.

Pãozinho de tapioca
300ml de leite desnatado
½ xícara de chá de tapioca
½ xícara de chá de queijo parmesão ralado
½ xícara de chá de polvilho doce
1 ovo
Sal a gosto

Modo de preparo:
Misture o leite com a tapioca. Em seguida, adicione o ovo, o sal, o queijo ralado e o polvilho. Misture bem todos os ingredientes para formar uma massa firme. Faça bolinhas e leve para assar em forno pré-aquecido a 180º por cerca de 30 minutos.

SOBRE O OBA HORTIFRUTI – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, o Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.

Atualmente, a marca possui mais de 70 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Ibaneis Rocha cita fim da intervenção e pede ao Supremo para voltar ao cargo

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“Não há razão para deixar um homem reeleito no primeiro turno fora do cargo”, afirma o advogado de Ibaneis, Alberto Toron

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), encaminhou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para voltar ao cargo.

Na peça, ele afirma que o fim da intervenção federal no DF, em 31 de janeiro, deixa ainda mais evidente que não razão para mantê-lo fora do posto ao qual foi eleito em primeiro turno.

O emedebista foi afastado do Palácio Buriti em 9 de janeiro por decisão do ministro Alexandre de Moraes, que fixou prazo de afastamento de 90 dias em sua decisão.

“O término da intervenção deixou claro que a segurança pública está saneada. Foi colocado um secretário de Segurança Pública de comum acordo com o ministro da Justiça, que o governador já se comprometeu a manter. Não há razão para deixar um homem reeleito no primeiro turno fora do cargo”, afirma o advogado de Ibaneis, Alberto Toron.

 

Por Marcos Rocha, do Conexão Política

Portugal anuncia medida para que brasileiros tenham autorização de residência de forma imediata

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Especialista em imigração ressalta a importância da cautela com o acordo e informa que essa é uma maneira do governo de tentar facilitar a regularização dos imigrantes

Os imigrantes brasileiros poderão ter autorização de residência de maneira mais rápida em Portugal, segundo o que foi informado no último domingo (19) pelo governo português. A duração da autorização será válida por um ano.

A concessão será atribuída aos imigrantes brasileiros que fizerem uma manifestação de interesse, enunciando que querem residir no país. A exigência é de que o requerente esteja trabalhando ou exercendo algum serviço no país com carteira assinada.

No entanto, o advogado Maurício Gonçalves, especialista em imigração e nacionalidade portuguesa, que atua e reside em Portugal há mais de duas décadas, ressalta a importância da cautela com o acordo.

“Essa é mais uma medida do governo para tentar facilitar a regularização dos imigrantes brasileiros, mas não sabemos exatamente como isso será executado”, pontua Maurício, do Canal Cidadania Portuguesa.

Com a decisão, abre-se espaço também para que novos pedidos de residência sejam gerados, além da possibilidade de normalização dos mais de 100 mil imigrantes brasileiros que estão no território luso.

Para fazer a emissão digital do certificado de autorização de residência, será cobrada uma taxa de €15 euros, conforme prevê o texto assinado pelo ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro. E como foi divulgado, todo o processo será on-line.

“É necessário se atentar à medida para que não seja somente mais uma política do governo. Há casos em que prometem eficiência e agilidade e não concretizam”, reforça e conclui o advogado.

 

Sobre Maurício Gonçalves:

Maurício Gonçalves é advogado especialista em imigração e nacionalidade portuguesa. Reside e atua em Portugal há 22 anos. Tem vasta experiência em processos de nacionalidade portuguesa, homologações de divórcio, questões sucessórias, validação de diplomas e vistos diversos. Possui uma equipe preparada para lidar com qualquer demanda jurídica e notarial em Portugal.

Acesse:

https://instagram.com/cidadania.portuguesa

DF disponibiliza vacina Pfizer bivalente em 84 unidades de saúde a partir de segunda

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Nova fase da campanha contra a covid-19 atenderá idosos acima de 70 anos, indígenas, quilombolas e pessoas imunocomprometidas. Confira os locais

A partir desta segunda-feira (27), a versão bivalente da vacina da Pfizer contra a covid-19 começará a ser aplicada no Distrito Federal. Haverá atendimento em 84 unidades básicas de saúde, com funcionamento das 8h às 17h. A vacina também estará disponível no drive-thru montado em frente à UBS 1 da Asa Sul (SGAS 612), com atendimento das 18h às 22h. A lista completa está disponível em https://www.saude.df.gov.br/web/guest/pfizer-bivalente.

A primeira fase da vacinação com a Pfizer bivalente será exclusiva para quem tem mais de 70 anos, pessoas em instituições de longa permanência a partir de 12 anos e os trabalhadores dessas instituições, imunocomprometidos, comunidades indígenas, ribeirinhos e quilombolas. São aproximadamente 190 mil pessoas do Distrito Federal que se enquadram nesses grupos.

Para se vacinar, é necessário levar documento de identificação e, se possível, o cartão de vacina onde constem as doses já recebidas de covid-19. As pessoas imunocomprometidas precisam levar laudo ou relatório médico comprobatório de uma das condições listadas abaixo.

A Pfizer bivalente será aplicada a partir de quatro meses da segunda dose ou da última dose de reforço. Quem não tiver recebido a primeira ou a segunda dose terá que iniciar o esquema vacinal com a monovalente, também disponível em unidades da Secretaria de Saúde.

“A importância dessas doses é impedir uma nova onda agressiva, reduzir os casos graves, hospitalizações e óbitos”Tereza Luíza Pereira

O Distrito Federal já recebeu 181,4 mil doses da Pfizer bivalente. “Já foi realizada a distribuição para todas as unidades e o treinamento dos servidores que vão atuar no manejo dessas vacinas”, explica a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luíza Pereira.

A vacina bivalente oferece proteção contra a variante original do vírus causador da covid-19 e contra as cepas que surgiram depois, como a ômicron. “A importância dessas doses é impedir uma nova onda agressiva, reduzir os casos graves, hospitalizações e óbitos”, completa Tereza Luíza Pereira.

Fases

A vacinação com a bivalente será dividida em fases. A segunda terá como prioridade pessoas de 60 a 69 anos de idade. A terceira incluirá gestantes e puérperas. Já a quarta fase terá os trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente a partir dos 12 anos, população prisional, adolescentes cumprindo medidas socioeducativas e funcionários do sistema prisional e socioeducativo.

Imunocomprometidos

De acordo com o Plano de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19 do Ministério da Saúde, entende-se por pessoas imunocomprometidas as que apresentam uma das seguintes condições:
* Pessoas com imunodeficiência primária grave (erros inatos da imunidade)
* Pacientes em quimioterapia para câncer
* Pacientes transplantados de órgãos sólidos ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) em uso de drogas imunossupressoras
* Pessoas vivendo com HIV/Aids
* Pacientes em uso de corticoides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, ≥14 dias
* Pacientes em uso de drogas modificadoras da resposta imune
* Pacientes com doenças autoinflamatórias, doenças intestinais inflamatórias
* Pacientes em hemodiálise
* Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas

GDF investe R$ 4 milhões para reformar 157 casas de famílias de baixa renda

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As obras foram feitas entre 2019 e 2022 como parte do programa Melhorias Habitacionais, da Codhab, voltado para pessoas em vulnerabilidade

Nos últimos quatro anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 4.049.727,71 para reformar 157 casas de famílias de baixa renda em regiões como Estrutural, São Sebastião e Sol Nascente/Pôr do Sol. As obras fazem parte do programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). Os recursos são da Fonte 100 e de emendas parlamentares.

Como define a assistente social da Codhab Marilurde Lago, o Melhorias Habitacionais “é um programa fundamental, porque muda totalmente a realidade da família. Melhora as condições de locais insalubres e muda até a autoestima dos moradores” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Voltado para pessoas que vivem em moradias em situação de vulnerabilidade, o programa promove melhorias estruturais nas residências, garantindo qualidade de vida e segurança. O projeto tem base na Lei Federal n° 11.888/2008, que assegura às famílias de baixa renda assistência técnica, pública e gratuita de arquitetos e engenheiros para reforma de habitação.

“A minha casa estava muito ruim, com o piso batido. Não tinha os cômodos. Era uma sala com cozinha e camas. Também não tinha ventilação. O banheiro não tinha chuveiro nem descarga. Era tudo com balde d’água”Maria dos Santos Elias, moradora da Estrutural

“É um programa fundamental, porque muda totalmente a realidade da família. Melhora as condições de locais insalubres e muda até a autoestima dos moradores”, define a assistente social da Codhab Marilurde Lago.

As intervenções nas habitações costumam ter média de 70 a 80 metros quadrados, com readequação e reforma da estrutura, construção de cômodos, substituição da parte elétrica e até criação de área de ventilação.

Casa praticamente nova

Tudo isso foi feito na casa de Maria dos Santos Elias, 52 anos, moradora da Estrutural. Ela se inscreveu no programa em 2019 e foi beneficiada com a reforma, finalizada no ano passado.

A casa de Maria dos Santos Elias, onde ela vive com três filhos, foi reformada no ano passado

“A minha casa estava muito ruim, com o piso batido. Não tinha os cômodos. Era uma sala com cozinha e camas. Também não tinha ventilação. O banheiro não tinha chuveiro nem descarga. Era tudo com balde d’água”, lembra.

A dona de casa diz que sonhava em melhorar as condições da habitação em que vive com os três filhos, mas que não tinha recursos para a obra. “Eu queria arrumar a casa, mas não sei quando eu conseguiria ter dinheiro para fazer isso sem o programa. Então foi muito bom. É como ter uma casa nova”, define.

A residência de Maria teve que ter a estrutura completamente refeita. “Não existia viga. A parte elétrica estava comprometida. Era uma casa insalubre, muito quente e sem ventilação. Tivemos que refazer a casa”, explica o arquiteto da Codhab Leandro Fernandes. Também foram construídos os cômodos. Hoje, a moradia tem uma sala conjugada com cozinha, três quartos, um banheiro e uma área de ventilação.

Critérios do programa

Devido à repressão da demanda durante a pandemia de covid-19, o programa atende os beneficiários inscritos nos anos anteriores. Por isso, as inscrições para novos participantes em 2023 ainda estão suspensas.

O Melhorias Habitacionais é voltado para famílias com renda mensal de até três salários mínimos e moradoras do DF há pelo menos cinco anos em áreas próprias de interesse social regularizadas ou passíveis de regularização. Também são critérios não possuir outro imóvel e apresentar problemas de salubridade ou segurança na casa.