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Águas Lindas: Prefeitura não adere à paralisação, mas sofre impacto da perda de receita

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Queda nos repasses afeta serviços à população e prefeitura busca soluções para manter a prestação de serviços

Na última semana, diversas prefeituras em mais de 16 estados, estão aderindo ao movimento de paralisação nacional em forma de protesto, pela queda da arrecadação. São inúmeras cidades afetadas, e na região do entorno, não foi diferente, as cidades também estão sofrendo com essa baixa.

Enquanto diversas prefeituras de Goiás aderiram à paralisação nacional contra a perda de receita, a Prefeitura de Águas Lindas de Goiás optou por não participar do movimento. No entanto, isso não significa que o município esteja imune aos impactos financeiros. Com a queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a prefeitura enfrenta dificuldades para manter a prestação de serviços à população.

A arrecadação está em queda, enquanto as despesas continuam aumentando. O presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM), Carlão da Fox, destacou a importância de buscar soluções para enfrentar essa situação delicada e convida todos os prefeitos para estarem presentes numa reunião conjunta para tratar do assunto.

Diante dessa situação, é necessário que os municípios da região do entorno trabalhem em união e responsabilidade

para minimizar os danos da queda da arrecadação até que essa situação seja revertida e todos possam encontrar uma solução para o bem comum.

GP Extreme SESC Triathlon chega à 5ª ̊edição em Brasília

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Considerada uma das provas mais desafiadoras da modalidade no país, competição acontece no domingo (10), Pontão do Lago Sul

No próximo domingo (10), o Pontão do Lago Sul recebe a 5ª etapa do GP Extreme SESC Triathlon (GPX). Com percursos de 1.000 metros de natação, 100 quilômetros de ciclismo e 10 quilômetros de corrida, a prova é considerada uma das mais desafiadoras do Triathlon Endurance nacional. A largada está marcada para às 7h da manhã.

O diretor regional do SESC, Valcides de Araújo, destaca a importância do apoio à modalidade. “O esporte transforma vidas. E nós acreditamos que o fomento ao triatlo pode identificar e desenvolver talentos esportivos locais, proporcionando oportunidades para jovens atletas se destacarem em nível nacional e internacional”, afirmou. ​

Após quatro anos, o GPX volta a Brasília, cidade de estreia da competição, que ocorreu em 2019 e tornou a capital federal uma vitrine para o esporte no país. Atletas do triatlo internacional estão confirmados.

Entre eles, Leandro Macedo (Nº 1 do Ranking Mundial e Medalha de Ouro nos Jogos Pan Americanos de Mar del Plata (2005) e no Sul-Americano do Rio de Janeiro (2002), João Carlos de Almeida (recordista brasileiro em participações de Ironman) e Kenny Sousa (ícone brasiliense de esportes outdoor).

Na prova, além dos mil metros de natação no Lago Paranoá, os atletas farão quatro voltas de 25 km, em um percurso que vai do Pontão ao Zoológico, e 10 km de corrida pela Estrada Parque Dom Bosco (EPDB). O trajeto completo está disponível na página do evento https://gpextreme.com.br/brasilia.

O triatleta Leandro Macedo, de 55 anos, lembra que, apesar do Rio de Janeiro ser considerado o berço do triatlo no Brasil, a capital trouxe revelou nomes a nível mundial, como Alexandre Manzan, tricampeão pan-americano de Triathlon, campeão sul- americano e campeão mundial de duathlon.

“Brasília tem todas condições favoráveis, tanto para realizar provas internacionais, quanto para treinamento. Tem uma estrutura, então, eu diria que Brasília, até hoje, é uma referência para o Brasil em termos de resultados mundiais”, afirmou o atleta.

Leandro, que não participa de uma competição na capital federal há 15 anos, diz que vai ao GPX com espírito de principiante. “É como se fosse uma novidade para mim. Ficar 15 anos separado de Brasília, onde eu competi muito quando profissional na minha carreira, é resgatar esse espírito de principiante e me divertir de montão”.

GP Extreme

O GP Extreme tem 5 etapas no Brasil: Penha/SC, São Carlos/SP, Maceió/AL, Brasília/DF e Florianópolis/SC. Segundo Sandro Bernardoni, CEO e criador do evento, “O GP Extreme tem como objetivo oferecer experiências inesquecíveis no triathlon Endurance já que em nossos eventos 98% dos participantes são amadores, então queremos entregar através do desafio das provas do GP Extreme, algo que fique gravado como uma história inesquecível e que possa ser relembrada como a conquista de um desafio. Em 2023, vamos ampliar o alcance e o interesse pelo triathlon no Brasil, além de inspirar pessoas e terem o GP Extreme como mais uma das suas grandes conquistas”, finaliza.

Sendo a 4a etapa do circuito nacional o GP Extreme São Carlos é a prova mais icônica e tradicional de todas do circuito, nela já estiveram presente a maioria de grandes nomes do triathlon nacional, internacional e triatletas olímpicos como: Reinaldo Colucci, Manoel Messias, Luiza Batista e Bia Neres são alguns dos nomes que já fizeram história no GP Extreme.

No domingo, além da prova 1000/100/10, também acontecerá o GP Sprint SESC Brasília com 750m de natação, 20 km de ciclismo e 5 km de corrida.

SERVIÇO

Quando: Domingo, 10 de setembro
-GP SPRINT SESC, largada 06h50
-GP EXTREME SESC, largada 07h00
Local: Pontão do Lago Sul
Mais informações: http://gpextreme.com.br/ ​​

Kayky Brito passa por cirurgia na bacia e no braço direito

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Ator foi atropelado no Rio e está internado em estado grave

O ator Kayky Brito, 34 anos, internado desde o último sábado (2), passou nesta segunda-feira (4) por uma cirurgia para fixação de fratura da bacia e do braço direito. O boletim médico do Hospital Copa D’Or, na zona sul do Rio de Janeiro, informa ainda que o paciente permanece sedado e em ventilação mecânica, sob cuidados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O ator foi atropelado na madrugada de sábado na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca. Ele estava em um quiosque na orla, com um grupo de amigos, quando atravessou a pista para ir ao seu carro, do outro lado da via. Quando retornava foi atropelado por um motorista de aplicativo, que estava com duas passageiras. O motorista permaneceu no local até a chegada da equipe do Corpo de Bombeiros, que levou o ator para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Na tarde do sábado, a família do ator decidiu pela transferência de Kayky para o Hospital Copa D’Or, da rede privada.

O motorista foi levado para a delegacia, onde foi feito o registro do caso. Ele passou por exame no Instituto Médico Legal, que deu negativo para teor de álcool no sangue.

Na manhã de hoje (4), a irmã de Kayky, a atriz Sthefany Brito, disse em uma postagem nas redes sociais: “Eu acordei forte, notícias boas, conversei com você (Mesmo você não estando aqui eu continuo falando o dia inteiro com você)! Tomei banho, rezei e pensei: Nenhuma lágrima! Que evolução! Tô aqui de joelhos implorando a Deus que continue cuidando de você. Obrigada por lutar, por se mostrar guerreiro. A gente precisa de você!”

Entra em vigor a lei que prevê auxílio financeiro a órfãos de feminicídio

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Benefício que pagará até um salário mínimo passa a valer com publicação no Diário Oficial do DF (DODF)

A lei nº 7.314/2023, que estabelece o pagamento, em caráter temporário, de um auxílio a órfãos de feminicídio no DF, foi publicada nesta segunda-feira (4) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A medida é pioneira no país.

Dispositivo legal reforça o combate ao feminicídio; vice-governadora Celina Leão lembra que “as mulheres precisam ter coragem de denunciar e procurar uma rede de atendimento” | Foto: Divulgação/SSP

Verba para o programa será do orçamento da Secretaria da Mulher do DF

A partir desta data, entra em vigor o programa Acolher Eles e Elas, com a oferta de assistência financeira e psicossocial aos órfãos de feminicídio no valor de até um salário mínimo (R$ 1.320) por criança ou adolescente. As despesas do programa vão sair do orçamento da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF).

O objetivo é amparar crianças e adolescentes que perderam as mães em virtude desse crime, suprindo necessidades básicas como alimentação, moradia, educação, saúde e cultura e lazer.

Pioneirismo

“Brasília hoje dá o bom exemplo, criando programas e projetos e uma rede de atendimento”, ressaltou a vice-governadora Celina Leão. “O pioneirismo é para que os outros estados acompanhem essa legislação. Ainda temos muito que caminhar. A perda de cada uma dessas mulheres, para nós no DF, é como se estivéssemos enfrentando um grande gigante, que é o preconceito, o machismo estrutural. As mulheres precisam ter coragem de denunciar e procurar uma rede de atendimento.”

Para receber o benefício, é preciso observar alguns requisitos: ter ficado órfão em decorrência de feminicídio, ser menor de 18 anos ou estar em situação de vulnerabilidade até os 21 anos, residir no DF por no mínimo dois anos e comprovar estar em situação de vulnerabilidade econômica.

Além de custear o auxílio, o GDF vai promover novas ações de sensibilização, divulgação e orientação à população sobre a importância do combate ao feminicídio. Também estão previstas parcerias com entidades públicas e privadas.

Força-tarefa

O projeto de lei do auxílio foi encaminhado à Câmara Legislativa (CLDF) em 16 de agosto e aprovado em 22 de agosto por todos os 23 deputados distritais presentes em plenário.

A ideia de pagar o benefício foi discutida ao longo da força-tarefa de combate ao feminicídio, lançada pelo GDF em fevereiro e repercutida, em abril, com a divulgação de 37 ações de curto, médio e longo prazo a serem adotadas pela administração pública.

Também foram publicados os decretos que dispõem sobre a valorização das mulheres e o combate ao machismo na rede pública de ensino e o que institui mecanismo para coibir a violência contra a mulher, com multa que vai de R$ 500 até R$ 500 mil.

Estudantes do DF se preparam para o desfile de 7 de Setembro

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Mais de 500 alunos da rede pública e particular do Distrito Federal participam da cerimônia a partir das 9h da próxima quinta-feira

O desfile cívico de 7 de Setembro, data que celebra o Dia da Independência do Brasil, está chegando. Todos os anos, a parada cívico-militar conta com a presença especial de estudantes, que têm a oportunidade de vivenciar uma lição de cidadania e amor à pátria. Neste ano, 553 alunos dos ensinos fundamental e médio da rede pública de ensino participarão da cerimônia, a partir das 9h, na Esplanada dos Ministérios.

“É uma preparação intensa; fizemos o ensaio geral com a participação de todos os envolvidos, e foi emocionante. Seremos o terceiro pelotão a desfilar em um total de nove minutos”Francis Ferreira, chefe da Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica

Desde julho a Secretaria de Educação do DF (SEE) vem se preparando para o evento, com a definição das escolas e alunos participantes, ensaios técnicos e toda a logística que envolve o desfile. Além dos discentes, participam 65 servidores da SEE e representantes de cinco regionais de ensino, seis escolas da rede pública, uma da rede de ensino particular e um projeto social.

“É uma preparação intensa; fizemos o ensaio geral com a participação de todos os envolvidos, e foi emocionante. Seremos o terceiro pelotão a desfilar em um total de nove minutos”, explica a chefe da Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica, Francis Ferreira.

Responsável pela organização dos estudantes, a servidora destaca a importância da presença dos alunos no momento cívico.

“Considero ser uma participação essencial do ponto de vista pedagógico, cultural e ético, além de ser uma oportunidade para se trabalhar os componentes curriculares com os alunos, como o amor aos símbolos pátrios, o momento histórico, e é importante desenvolver esses elementos”, reforça Francis.

Preparação das escolas

A Escola Parque Anísio Teixeira, de Ceilândia, é uma das instituições de ensino que farão parte do desfile. Com a participação de 42 alunos de dança e ginástica, a unidade é responsável por fechar a participação das escolas.

“Começamos a nos preparar com os ensaios da dança e a coreografia de apresentação no início de agosto. Desde 2017, somos convidados, e os alunos já ficam ansiosos com a atividade. Estamos fazendo ensaios durante a semana e, aos sábados, executamos o ensaio técnico com todos os alunos. É cansativo, mas eles estão superempolgados”, conta a professora de dança Inayá Campos,

A Escola Parque se apresentará com 80 alunos da banda do Projeto Musical Arte Jovem, que funciona na Casa do Cantador, em Ceilândia, e busca promover cidadania e inclusão social por meio da música.

Participam também do desfile de 7 de Setembro alunos do Centro Educacional 619 de Samambaia, do Centro de Ensino Médio 1 de Planaltina, dos centros de Ensino Fundamental 11 do Gama, 20 de Ceilândia e 306 da Asa Norte.

A Secretaria de Educação disponibilizará lanches e ônibus para o transporte dos estudantes.

Coluna do Fluminense | Vitória sofrida

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Por Raimundo Ribeiro

Desfalcado de Nino, Marcelo e Ganso, o Fluminense foi a Volta Redonda enfrentar o Fortaleza.

A partida se desenvolvia lentamente, e isso se explica por vários fatores:

O forte calor, o péssimo estado do gramado, a forte marcação adversária e a atuação confusa do soprador de apito que paralisava o jogo a todo momento.

Voltamos para o segundo tempo com as 2 equipes tentando imprimir uma velocidade maior, e logo aos 12 minutos entram Daniel e Martineli, saindo Felipe Melo e Alexsander.
As alterações melhoraram o time e aos 17 minutos Martineli perde uma grande oportunidade.

Aos 25 minutos entram Lima e Léo Fernandes, saindo Keno e Cano.

Aos 33 minutos, entra Lelê para saída de JK.

O Fluminense errava muitos passes e com isso não conseguia criar oportunidades.

Aos 41 minutos, o var com o soprador de apito ignoraram pênalti em Árias.

Apesar de todas as dificultades, aos 47 minutos Daniel lança Lima que chuta e no rebote, Diogo Barbosa acerta um chutaço de fora da área fazendo 1×0.

Pelas circunstâncias, foi uma grande vitória na caça ao líder.

Com a parada da data fifa, voltamos a campo no próximo dia 16 contra o Vasco, em local ainda indefinido em busca de mais uma vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

Servidores federais anunciam mobilizações contra 1% em 2024 e não descartam greve

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Representantes dos servidores se mobilizam contra a proposta anunciada pelo governo Lula de reajuste salarial de apenas 1% em 2024

Os servidores federais não descartam a possibilidade de greve, caso não consigam definir com o governo um reajuste salarial adequado. Eles aguardam uma resposta do executivo para resolver a pauta econômica da categoria  —  que tem passado por seguidas perdas salariais nos últimos anos. O secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Sérgio Ronaldo da Silva, disse que os profissionais saíram frustrados após recente reunião com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

“O compromisso que o governo tinha assumido com o conjunto das representações do funcionalismo era que estaria apresentando uma proposta econômica para a categoria. E de fato isso não aconteceu — e isso transformou a reunião numa grande frustração.” O representante da categoria disse que o encontro teve a participação de vários setores.

“Reunimos o conjunto das representações do funcionalismo público federal, as centrais sindicais e as entidades representativas —  e foi uma avaliação super negativa. O governo enviou ao Congresso o Projeto da Lei Orçamentária Anual de 2024, onde nem o que ele informou na nossa reunião está contido lá”, desabafa.

O governo federal reservou aproximadamente R$ 1,5 bilhão no Orçamento de 2024 para o reajuste dos servidores públicos. Conforme dados do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas do Estado (Fonacate), o valor corresponderia a 1% de correção salarial no ano que vem.

Para o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do DF (Sindsep-DF), Oton Pereira Neves, o valor proposto pelo governo é considerado insuficiente para suprir a demanda de recomposição salarial necessária para cobrir as perdas inflacionárias enfrentadas pelo funcionalismo público. “A gente tem expectativa de que o governo consiga melhorar essa proposta, porque realmente ela é inaceitável, depois de ter perdas salariais nos últimos seis anos e não ter nem a recomposição agora. Então isso é inaceitável”, avalia.

Oton diz que os representantes da categoria prometem não desistir. “A gente sabe que essa proposta do governo está subordinada ao recente arcabouço fiscal que foi aprovado pelo Congresso Nacional. Então, o primeiro passo nosso é fazer uma ação, ou ações, para exigir do presidente Lula o veto de vários artigos que engessam o orçamento da União, especialmente para as atividades e ações que visam o bem da população”, ressalta.

O secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Sérgio Ronaldo da Silva, reforça a determinação dos trabalhadores em continuar organizando a categoria. “Vamos reagir a essa inércia do governo com esse setor que foi tão precarizado nos últimos períodos. Vamos criar um cronograma de ações para o conjunto do funcionalismo em todo o país, orientar os sindicatos estaduais a fazer essa discussão”, informa.

Calendário de mobilização

Sérgio Ronaldo diz que, mediante os debates, será convocada uma plenária nacional após o feriado de 7 de setembro, para organizar um calendário de mobilização não descartando, inclusive, uma greve. “A mobilização é quem vai dizer se chegará nesse estágio, para ver se o governo se desconecta somente das questões do mercado, das questões dos setores de outros segmentos e tem um olhar criterioso para o conjunto do funcionalismo, levando em consideração também a administração pública federal”, salienta.

Oton Pereira Neves do sindicato dos trabalhadores do DF concorda: “A greve é a principal arma que a classe possui, então jamais podemos descartá-la”, observa.

Para os trabalhadores, esse reajuste está muito abaixo do previsto, como relata a servidora pública federal Roberta Salomão. “O valor proposto de 1% é muito abaixo do valor da inflação, não cobre o pagamento das contas que temos mês a mês e ele não repõe as perdas acumuladas superiores a 30% devido a muitos anos sem aumento. Então realmente é uma afronta”, relata.

Camila Macedo Teixeira também é servidora pública federal e reclama do aumento. “Nós todos sabemos, enquanto servidores, que esse aumento impacta diretamente o orçamento da União. Por outro lado, pensando do ponto de vista do servidor, 1% sobre a remuneração que a gente já recebe não contempla os aumentos que nós tivemos quanto aos preços dos alimentos, quanto ao aumento dos combustíveis, os gastos com moradia, com educação”, conta.

Essa foi a primeira reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente entre governo e servidores para debater demandas salariais das categorias referentes ao próximo ano, após aprovação da nova regra fiscal.

Fonte: Brasil 61

Celina Leão anuncia ampliação do GDF Mais Perto do Cidadão

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Durante visita à ação social, neste sábado, em Santa Maria, governadora em exercício afirmou que GDF Presente terá atuação conjunta com o projeto executado pela Sejus

A governadora em exercício Celina Leão esteve neste sábado (2) na 11ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, em Santa Maria, e anunciou a ampliação do programa. A partir de agora, além de levar os serviços prestados pelo governo para próximo da população, a cidade será atendida também com as ações do GDF Presente.

“A ideia é que tragamos não somente o atendimento social, mas também um aparato para fazer várias intervenções na cidade, seja de manutenção, limpeza, pintura de meio-fio, melhoria no asfalto. Para que tenhamos além do atendimento social, a cidade seja bem cuidada também. É a união de dois programas que já existem, atendendo as maiores demandas da cidade e como se o estado realmente passasse e deixasse sua marca”Celina Leão, governadora em exercício

Segundo a governadora em exercício, a atuação conjunta dos dois programas já começará nos dias 14, 15 e 16 de setembro, no assentamento 26 de Setembro.

“A ideia é que tragamos não somente o atendimento social, mas também um aparato para fazer várias intervenções na cidade, seja de manutenção, limpeza, pintura de meio-fio, melhoria no asfalto. Para que tenhamos além do atendimento social, a cidade seja bem cuidada também. É a união de dois programas que já existem, atendendo as maiores demandas da cidade e como se o estado realmente passasse e deixasse sua marca”, anunciou Celina Leão.

GDF Mais Perto do Cidadão facilita o acesso da população a serviços como atendimentos para tratar sobre conta de água, de energia, benefícios sociais oferecidos pelo GDF e emissão de IPVA e IPTU. O programa atende em média em cada edição cerca de 7 mil pessoas.

“É uma alegria levar o melhor dos serviços para a população, em um local que precisa muito de atenção do poder público, cuidando das pessoas com respeito e responsabilidade em uma festa com as crianças se divertindo e trazendo os serviços que é o principal objetivo da ação. Hoje, temos com o GDF Mais Perto do Cidadão, um programa de governo, mostrando para a população que estamos aqui para cuidar deles”, disse a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Ao longo das edições, já se somam cerca de 150 mil atendimentos.

População satisfeita

Santa Maria abriga quase 120 mil habitantes, conforme censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a chegada do programa à cidade, os cidadãos foram beneficiados com serviços voltados à promoção do bem-estar e da qualidade de vida, além de participarem de atividades culturais e de lazer para adultos e crianças.

O administrador de Santa Maria, Josiel França, morador do condomínio Porto Rico, destacou a importância do programa para os moradores da cidade. “Não temos uma unidade do Na Hora na cidade. Então, essa presença no GDF Mais Perto do Cidadão é maravilhosa, faz com que a população traga as demandas e resolva as necessidades que, às vezes, temos que sair de Santa Maria para outras cidades e, muitas vezes, nem sabemos onde procurar. O evento faz com que a população acesse os serviços que o GDF oferece”, destaca França.

A cabeleireira Jaqueline Silva, 42 anos, chegou cedinho para não perder nada e aproveitou com a família a festa. “Vim às 4h da manhã para a fila pegar uma senha. E estou muito feliz por conseguir fazer a carteira de identidade dos meus dois filhos, de 3 e 8 anos. Fiz o teste de HPV e as crianças brincaram. É muito bom ter esses serviços próximos e não podemos perder a oportunidade”, comemorou. Na tenda do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a moradora ainda fez o teste do bafômetro, recebeu orientações sobre os cuidados nas rodovias e as crianças ganharam materiais educativos.

Já a auxiliar de serviços gerais Josefina do Nascimento, 56, estava aferindo a pressão na tenda da Saúde. Ela, que levou o pai para cortar o cabelo de graça, aproveitou para verificar a saúde. “A gente precisa muito e tem certas coisas que a gente procura e não consegue atendimento. Ter os eventos facilita o acesso aos serviços do governo e conseguimos resolver necessidades com mais rapidez.”

Até que ponto familiares podem prejudicar um casamento?

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Luiz Fernando Gevaerd, especialista na área de Direito da Família, conta que as sogras deixaram de ser bode expiatório, mas parentes ainda podem causar problemas

A sogra já foi vista como o grande “problema” dos casamentos, personagem quase folclórico em anedotas e ditos populares. Atualmente, porém, ela já não é mais considerada o principal bode expiatório dos relacionamentos que não dão certo. O que não significa, porém, que os parentes em geral não possam causar perturbações nos relacionamentos alheios, muitas vezes de modo irremediável.

De acordo com Luiz Fernando Gevaerd, especialista na área de Direito da Família com mais de 40 anos de carreira, mais de 10 mil casos atendidos e diretor do escritório Gevaerd Consultoria Jurídica, hoje em dia, são muitas as pessoas que se casam pela segunda ou terceira vez, por isso existem novas interferências familiares na relação conjugal. “São comuns, por exemplo, as situações em que os dois se casam trazendo filhos de casamentos anteriores”.

O advogado explica que, muitas vezes, esses filhos representam uma ameaça para o companheiro ou companheira atual, criando problemas para a nova relação. “As possibilidades de conflito são as mais variadas: entre os filhos de casamentos anteriores e os do casamento atual, entre as filhas do marido e a nova mulher, ou entre filhos e o novo marido. Todas essas situações representam fatores de desequilíbrio, envolvendo ciúmes e carências”, avalia.

Segundo o Dr. Gevaerd, não são incomuns as histórias de quem casou com uma pessoa adorável, porém, após o casamento, descobre que têm sogros que não dão sossego, cunhados problemáticos etc. “Muitas vezes, o marido ou mulher fica dividido entre a família e o companheiro ou companheira e não consegue dar limites a parentes que invadem a intimidade do casal. Assim, o casamento começa a entrar em crise”, analisa.

A solução, de acordo com o especialista, muitas vezes depende principalmente do casal, que precisa manter-se firme e unido para proteger o relacionamento, chegando a acordos comuns, procurando equilíbrio, bom senso e impondo limites. Vale, inclusive, buscar ajuda especializada para lidar com a questão. “É necessário também que todos os membros do grupo familiar em desequilíbrio sejam levados a compreender o problema que está acontecendo e a colaborar para que ele seja resolvido”, sugere.

Em Washington, Ibaneis Rocha defende vocação do DF para conectar o Brasil

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Governador citou medidas que beneficiam os setores de logística e de aviação como forma de trazer empresas e mais voos para a capital

Em missão oficial a Washington, nos Estados Unidos, o governador Ibaneis Rocha defendeu nesta sexta-feira (1º) a vocação do Distrito Federal para integrar o Brasil. O chefe do Executivo citou medidas econômicas adotadas pelo GDF e a posição geográfica favorável para destacar esse trabalho de unidade com o país e o mundo.

“Brasília, no sonho de JK, foi criada para integrar o Norte e o Nordeste com o Sul e o Sudeste. Esse papel nós temos desenvolvido com a implementação de um polo logístico, com a redução (da alíquota de ICMS) de combustível de aeronaves para termos mais voos para a capital da República, avançando numa pauta que pode colocar o DF numa posição de destaque, já que não temos tanta oportunidade de industrialização”, disse Ibaneis Rocha.

O chefe do Executivo está nos Estados Unidos para participar do Lide Brazil Development Forum, evento que reúne líderes empresariais, governamentais e da área financeira. Durante a viagem, ele tem visitado organismos e instituições financeiras internacionais em busca de oportunidades de crédito para o DF.

A fala ocorreu durante o painel “Oportunidades de financiamento para infraestrutura e serviços públicos nos estados e nos municípios brasileiros”, no Hotel Willard, em Washington. “O DF tem uma característica quase que diferente das outras Unidades da Federação, somos uma cidade administrativa, fomos criados para isso. Temos as embaixadas, organismos internacionais, o Congresso Nacional, a Supremas Cortes, o Poder Executivo”, acrescentou o governador.

Em sua fala, Ibaneis reforçou a política econômica rígida que permitiu ao DF sair da letra C para a letra A da Capacidade de Pagamento (Capag) – índice do governo federal que mede a saúde fiscal dos estados e municípios. Ele também comentou da concessão de benefícios para empresas se instalarem na capital.

“Conseguimos fazer uma equalização fiscal de modo a competir com os demais estados do Centro-Oeste. Com isso, conseguimos conceder os incentivos dados nos outros estados, o que tem gerado mais empregos, principalmente na área de logística”, pontuou.

Neste sábado, o governador vai se encontrar novamente com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Goldfajn, para um café da manhã seguido de uma visita ao escritório do BID.