Após semanas de especulações, presidente do PL-DF anuncia apoio irrestrito à pré-candidata Celina Leão ao Governo, com aval de Michelle Bolsonaro, blindando a sucessão da gestão Ibaneis e consolidando a vice-governadora como favorita absoluta para 2026

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF), presidente do Partido Liberal no Distrito Federal, encerrou de vez o suspense: o PL marchará unido com Celina Leão (PP) na disputa pelo Palácio do Buriti em 2026. O anúncio, feito nesta semana com o aval direto da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, representa um golpe decisivo nas especulações de bastidores que tentavam empurrar a legenda para composições externas ou aventuras com nomes como José Roberto Arruda.
Com essa movimentação estratégica, o campo conservador ganha espinha dorsal robusta, Celina consolida-se como o nome de consenso da direita brasiliense e o projeto de continuidade da gestão Ibaneis Rocha ganha musculatura definitiva para enfrentar os desafios eleitorais.
A declaração pública de Bia Kicis atua como antídoto contra qualquer fragmentação: o PL fecha as portas para dissidências e aposta todas as fichas na vice-governadora, que já lidera com folga nas pesquisas internas e externas (40% a 50% das intenções de voto, com tendência clara de vitória no primeiro turno).
Michelle Bolsonaro, com forte apelo entre evangélicos e conservadores do DF, chancela o apoio e sinaliza que a legenda não aceitará divisões no campo conservador. O gesto organiza o tabuleiro político: Celina ao Governo e Ibaneis Rocha (favorito ao Senado com 35,6%) formam uma dobradinha imbatível, sustentada pela aprovação de 63% da gestão atual (Real Time Big Data) e por resultados concretos que tocam a vida do cidadão.
A articulação silenciosa e eficiente de Celina Leão começa a colher frutos visíveis. O apoio do PL – legenda com estrutura capilar no DF e peso nacional – reforça sua posição de líder natural da base governista. O movimento não apenas blinda a pré-candidatura contra dissidências, mas antecipa o desenho das alianças, deixando a oposição em desvantagem estratégica.
A esquerda, já em colapso com traições internas (Leandro Grass x Ricardo Cappelli), baixa nas pesquisas e rejeição recorde a Lula (59,7% no DF), vê o campo conservador se unir em torno de um projeto único, focado em continuidade de avanços como o PDOT aprovado, o programa Administração Regional 24 Horas (76,15% de resolutividade) e a preservação do BRB com o PL 2175/2026.
Em um Distrito Federal que valoriza estabilidade e resultados – menor índice de homicídios em 48 anos, R$ 23 milhões em dietas especializadas para pacientes domiciliares, regularização de 554 templos evangélicos e transição tranquila de Ibaneis para Celina –, o apoio de Bia Kicis e Michelle Bolsonaro é combustível de alta octanagem.
A pré-candidatura de Celina ganha o fôlego necessário para liderar a coalizão majoritária, enquanto o PL evita o risco de aventuras que poderiam fragmentar votos e beneficiar a oposição.
A política brasiliense assiste a uma forte demonstração de amadurecimento conservador: lideranças femininas como Bia Kicis, Michelle Bolsonaro e Celina Leão unem forças em torno de um projeto comum. A chancela do PL não é apenas simbólica; é um compromisso de unidade que projeta Celina como a grande favorita e organiza o caminho para uma vitória expressiva em 2026.
O DF escolheu o caminho da eficiência e da responsabilidade. Com Celina fortalecida e o campo conservador unido, a sucessão da gestão Ibaneis ganha contornos de inevitabilidade. A oposição pode continuar com narrativas e fake news, mas o eleitor brasiliense já decidiu: prefere quem entrega resultados a quem promete rupturas.



