Adasa tem novo ouvidor e a Secretaria de Mobilidade mais recursos

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# A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na sessão ordinária desta quinta-feira (13) a indicação de João Carlos Teixeira para ocupar o cargo de ouvidor da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa).

 

# A indicação foi feita pelo governador Rodrigo Rollemberg.

 

# O nome indicado para o cargo foi analisado e aprovado na terça-feira pela Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo da Câmara.

 

# Em 2007, João Carlos Teixeira foi nomeado diretor por dois anos, pelo ex-governador José Roberto Arruda.

 

# Dr. João, como é conhecido na Adasa, foi reconduzido ao cargo por Arruda por mais cinco anos em 2009. Ano passado, ainda o governo Agnelo, ele deixou a Agência, retornando este ano como ouvidor.

 

# João Carlos é engenheiro, mineiro de Belo Horizonte, entrou na Adasa em junho de 2005, ocupando o cargo de gestor executivo.

 

# Depois de muita negociação entre governo e deputados, foi aprovado na tarde de hoje projeto de lei nº 505/2015, do Executivo, que abre crédito suplementar no Orçamento do Distrito Federal no valor de R$ 52,8 milhões.

 

# Os recursos serão utilizados para o pagamento dos subsídios de julho e agosto às empresas de ônibus que operam no sistema de transporte público coletivo.

 

# O secretário de Mobilidade do GDF, Carlos Tomé, acompanhou a votação no plenário da Casa.

 

# Na terça-feira (11), Tomé fez uma apresentação técnica na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara para explicar o desequilíbrio financeiro do sistema de transporte.

 

# Ele adiantou que até setembro será necessário um novo pedido de suplementação orçamentária de cerca de R$ 116 milhões para cobrir os gastos até final do ano.

 

# Ou seja, a diferença entre o que é arrecadado da tarifa dos usuários e o que o governo tem que pagar, em relação à tarifa técnica.

 

# Tomé também explicou que o governo terá que cobrir metade dos custos do reajuste da tarifa de cerca de 10%, que entrará em vigência, em setembro.

 

# Durante a votação do projeto em plenário, o deputado Wasny de Roure (PT) afirmou que o governo precisa adotar medidas urgentes para reduzir este gasto.

 

# Segundo Wasny, o tesouro do GDF não aguenta bancar este subsídio, “que pode ser devastador para as finanças locais”.

 

# Outros distritais, como Joe Valle (PDT), Chico Leite (PT) e Chico Vigilante (PT) também demonstraram preocupação com o valor elevado dos subsídios.

 

# Chico Leite lembrou que o problema existe desde o governo Arruda e precisa ser debatido, mas defendeu que os custos não sejam repassados para os usuários.

 

# Já Vigilante ressaltou que os custos não podem ser repassados para as passagens de ônibus.

 

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