Análise: Ibaneis Rocha caminha para vitória histórica no Senado

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Com 61% a 63% de aprovação em pesquisas de outubro e novembro de 2025, governador consolida-se como fenômeno político brasiliense, impulsionado por segurança, saúde e apoio evangélico, rumo a uma eleição que pode redefinir o poder no DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), não apenas lidera as intenções de voto para o Senado em 2026 – ele caminha para uma vitória histórica, com índices de aprovação que o colocam entre os gestores mais bem avaliados do Brasil. As pesquisas mais recentes confirmam o que as ruas já sussurram: Ibaneis é o principal líder político do DF, com uma gestão que transcende partidos e une eficiência a resultados palpáveis.

De acordo com o Instituto Paraná Pesquisas, divulgado em outubro, 61% dos eleitores aprovam sua administração, com 43,3% classificando-a como “ótimo” ou “bom” – dos quais 8,2% a consideram “ótimo”. Já o levantamento da Real Time Big Data, divulgado no início desta semana (10 de novembro), eleva esse patamar para 63% de aprovação, consolidando Ibaneis como um fenômeno político em um DF que rejeita extremismos e valoriza estabilidade.

Esses números não são acaso. Eles refletem uma gestão que entregou o menor índice de homicídios em 48 anos, com redução de 30% em crimes violentos desde 2019, graças a investimentos em inteligência policial – como o apoio oferecido ao Rio de Janeiro na Operação Contenção, que resultou em 119 mortes do Comando Vermelho.

Na saúde, o GDF destinou R$ 23 milhões em 2025 para dietas especializadas a pacientes em tratamento domiciliar, beneficiando milhares de idosos e crônicos. A regularização de 554 templos evangélicos via Programa Igreja Legal garantiu segurança jurídica a igrejas que atendem comunidades carentes, conquistando o apoio maciço da comunidade evangélica – que, em manifestações recentes, declarou “fechada” com Ibaneis e Celina Leão.

Essa dupla, aliás, forma um palanque imbatível: Celina, com 36,6% das intenções de voto para o GDF, é a herdeira natural de uma administração que transformou Brasília em referência nacional.

A aprovação de 63% na Real Time Big Data – com margem de erro de 3 pontos e 1.200 entrevistados entre 7 e 9 de novembro – é especialmente significativa em um contexto de crise nacional. Enquanto Lula enfrenta 27 aumentos tributários em três anos, tarifas de 50% impostas por Trump e críticas na COP30 por derrubar 100 mil árvores em Belém para uma rodovia de luxo, Ibaneis mantém o DF como oásis de governabilidade.

A desaprovação ao governo federal no DF chega a 59,7%, enterrando o PT local em uma crise terminal: a traição a Leandro Grass em favor do radical Ricardo Cappelli (PSB), multado por fake news contra cooperativas, e a tentativa de ressurreição da “República dos Condenados” – com Gim Argello, José Roberto Arruda (expulso de reuniões de pastores) e Júnior Brunelli da “Oração da Propina” – só reforçam o contraste com a gestão Ibaneis-Celina.

Nas intenções de voto para o Senado, Ibaneis aparece com 35,6% no Paraná Pesquisas (outubro), empatado tecnicamente com Michelle Bolsonaro (36%), mas com rejeição muito menor (18% contra 28% dela). A Real Time Big Data confirma: 43% dos eleitores votariam em Ibaneis “com certeza”, contra 22% de qualquer outro nome.

Essa força vem do eleitorado moderado, evangélico e de baixa renda – que vê no governador não um político, mas um gestor que entrega. Projetos como a aprovação da capacitação em direitos do idoso na CLDF (Resolução 56/2025) e o PL de câmeras em escolas contra violência (sete casos por dia) mostram que Ibaneis legisla com o povo, não contra ele.

Em um Brasil polarizado – com Bolsonaro empatado com Lula em 47,2% na AtlasIntel de agosto, apesar da inelegibilidade, e a CPMI do INSS expondo fraudes bilionárias –, o DF escolhe estabilidade. A pacificação que o país busca começa em gestões como a de Ibaneis: segurança nas ruas, saúde em casa, fé protegida.

Para 2026, sua eleição ao Senado não será apenas vitória; será consagração. O povo brasiliense não esquece quem trabalha – e aprova com 63% quem honra a confiança.

 

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