Comunidade evangélica fecha com Ibaneis e Celina, exorcizando fantasmas do passado

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Com apoio maciço em encontros e regularização de 554 templos via Igreja Legal, a dupla Ibaneis-Celina consolida-se como defensora do povo de Deus, enquanto ex-presidiário Arruda é expulso de reunião de pastores, simbolizando a rejeição evangélica à corrupção

A comunidade evangélica do Distrito Federal, pilar espiritual e social de Brasília, está irrevogavelmente fechada com o governador Ibaneis Rocha (MDB) e sua vice, Celina Leão (PP), pré-candidata ao GDF em 2026. Em uma série de manifestações e encontros recentes, pastores e fiéis demonstram não só apoio total, mas um profundo agradecimento pela dupla que tem priorizado iniciativas que protegem e valorizam o povo de Deus.

Desde a regularização de templos via Programa Igreja Legal – que, entre 2019 e 2025, beneficiou 554 imóveis religiosos, evitando despejos e garantindo estabilidade financeira às igrejas – até decretos que reconheceram templos como atividades essenciais durante a pandemia, Ibaneis e Celina constroem uma ponte de fé e ação concreta.

Enquanto isso, outros aspirantes ao poder, como o inelegível ex-governador José Roberto Arruda, enfrentam o repúdio veemente: expulso de uma reunião de pastores em Taguatinga, ele exemplifica como a memória da corrupção ainda exorciza oportunistas das urnas.

O apoio evangélico não é retórica vazia; é uma aliança forjada em ações palpáveis. Em 7 de outubro deste ano, Ibaneis e Celina participaram de um jantar com líderes da Comunidade Cristã Ministério da Fé, no restaurante Versá, no Núcleo Bandeirante, onde o governador enfatizou: “A mão da Igreja está onde o governo não consegue chegar. Por isso, apoiar as igrejas é uma obrigação nossa.”

Semanas antes, em 19 de setembro, a dupla esteve na Convenção Nacional das Assembleias de Deus Madureira (Conamad), na Catedral Baleia, Asa Sul, reforçando laços com a Convenção Mundial das Assembleias de Deus (CONAMAD). Celina, congregante da assembleia, destacou o compromisso com a liberdade religiosa: “Seguiremos trabalhando juntos, com fé, diálogo e ações concretas para que as igrejas continuem sendo este braço estendido à população, levando esperança e transformação social.”

Esses eventos, lotados de pastores e fiéis, ecoam gratidão por medidas como a lei que manteve templos abertos em 2020, acolhendo vulneráveis durante a crise sanitária, e o investimento contínuo em parcerias que levam assistência social às periferias.

Pesquisas recentes confirmam o impacto eleitoral dessa união. No levantamento Ipespe de outubro, Celina Leão desponta na liderança das intenções de voto para o GDF, com desempenho forte entre evangélicos e homens, enquanto Ibaneis Rocha empata com Michelle Bolsonaro para o Senado e ambos estariam eleirto se as eleições fossem hoje.

Alianças como a do Democracia Cristã e do PMB, anunciadas em novembro, reforçam esse palanque: “São parcerias naturais, frutos de anos de amizade e reconhecimento ao trabalho de Ibaneis”, afirmou Celina, que vê nesses apoios um legado de valorização feminina e cristã na política.

Em um DF onde a desaprovação a Lula atinge 59,7%, essa fé inabalável na dupla Ibaneis-Celina contrasta com o colapso da esquerda, que traiu Leandro Grass para impor o radical Ricardo Cappelli, gerando fake news e divisões.

Enquanto a dupla colhe frutos da parceria espiritual, o contraste com José Roberto Arruda é brutal. Inelegível pela Justiça até pelo menos 2032 em alguns processos da Caixa de Pandora – o escândalo que o cassou em 2010 por desviar R$ 50 milhões em propinas, flagrado em vídeo recebendo sacolas de dinheiro sujo –, Arruda tenta se reinventar pela fé, mas tropeça na própria história. Em 11 de outubro, durante a convenção da Associação de Desbravadores e Aventureiros do Brasil (Adeb) em Taguatinga, o ex-governador foi expulso do evento exclusivo para pastores ao tentar invadir sob pretexto de “receber uma oração”.

Organizers e fiéis, cientes de seu legado de corrupção, rejeitaram a presença, escoltando-o para fora em um momento que viralizou como “exorcismo político”. Arruda, que articula com a “República dos Condenados” ao lado de Gim Argello e Júnior Brunelli, representa o oportunismo que a comunidade evangélica repudia: buscar redenção nas igrejas para maquiar improbidades, enquanto o DF ainda lida com as sequelas de desvios bilionários.

Essa rejeição não é isolada; é um veredito moral. Pastores e fiéis, que viram templos regularizados e comunidades amparadas pela gestão Ibaneis-Celina, veem em Arruda o fantasma de um passado sombrio – cassado, preso e inelegível, ele simboliza a hipocrisia que a fé verdadeira combate.

Em um Brasil polarizado, onde a extrema-esquerda prefere radicais, o apoio evangélico ao DF reforça a pacificação pela ação: não promessas vazias, mas proteção real ao “povo de Deus”. Para 2026, Celina e Ibaneis não só lideram as urnas; eles lideram corações fiéis, deixando oportunistas como Arruda à porta – literalmente.

 

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