CLDF aprova câmeras nas escolas e condena a hipocrisia da esquerda

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Em meio a um surto de violência escolar que horroriza o Brasil, o PL de Roosevelt e Manzoni é aprovado na CLDF, mas deputados do PT e PSOL preferem narrativas ideológicas a soluções concretas, priorizando o caos em detrimento da segurança de alunos e professores

A população do Distrito Federal respirou aliviada nesta terça-feira (21), após a Câmara Legislativa (CLDF) aprovar, por maioria esmagadora, o projeto de lei (PL) de autoria dos deputados distritais Roosevelt Vilela (PL) e Thiago Manzoni (PL), que autoriza a instalação de câmeras de segurança com áudio em escolas e creches públicas.

Essa medida, agora facultativa aos diretores para respeitar a autonomia pedagógica, surge como um escudo urgente contra o flagelo da violência que transforma salas de aula em campos de batalha.

No entanto, o triunfo é amargo: enquanto famílias e educadores celebram um passo concreto para a proteção, a sociedade condena com veemência a hipocrisia de políticos do PT e PSOL, que tentaram boicotar o projeto com narrativas fabricadas, colocando ideologias esquerdistas acima do bem-estar de crianças inocentes e professores exaustos.

Esses deputados não são guardiões da educação; são cúmplices do atraso, preferindo o “ganhar no grito” a mecanismos reais que inibam o crime.

O PL, aprovado após debates acalorados, responde a um clamor coletivo por segurança em um momento em que as escolas do DF viraram sinônimo de terror. Na justificativa, Manzoni destacou a “indisciplina, doutrinação ideológica e violência crescente”, citando estatísticas alarmantes: o DF registrou 1.200 ocorrências de violência escolar em 2024, um salto de 40% em relação a 2023, segundo dados da Secretaria de Educação (SEEDF).

A proposta, que agora segue para sanção do governador Ibaneis Rocha (MDB), permite gravações em áreas comuns – como entradas, corredores e pátios –, com acesso restrito a autoridades e direção, preservando a privacidade. É uma vitória pragmática, inspirada em modelos bem-sucedidos de estados como São Paulo, onde câmeras reduziram incidentes em 35%.

Mas para os deputados da esquerda, isso não basta: eles gritam “vigilância autoritária” e “invasão de privacidade”, como se o verdadeiro autoritarismo fosse ignorar o sangue derramado nas salas de aula.

A condenação é unânime porque esses políticos representam o atraso puro. No Plenário da CLDF, deputados do PT e PSOL, como Gabriel Magno (PT) e Fábio Félix (PSOL), votaram contra o projeto, tecendo narrativas que pintam as câmeras como “ferramenta de controle ideológico” ou “ameaça à liberdade docente”. Félix, em discurso inflamado, alegou que o PL “prioriza repressão sobre diálogo”, ignorando que o diálogo já falhou catastroficamente nas últimas semanas. Esses senhores preferem o utopismo ideológico ao real: enquanto alunos e professores suam frio, eles constroem castelos de areia com retórica vazia, sacrificando vidas em nome de uma agenda que vê na segurança um “privilégio burguês”.

É irresponsabilidade crônica – e, pior, seletiva. Onde estava essa fúria “anti-vigilância” quando o governo Lula, que eles apoiam, expandiu o uso de câmeras em presídios federais ou na Abin para monitorar opositores?

Os fatos das últimas semanas são um soco no estômago, expondo a falência dessa postura. No Itapoã, um professor foi flagrado em ato hediondo: violando uma criança de 4 anos em uma creche pública, um crime que chocou a nação e levantou suspeitas sobre falhas na supervisão interna.

No Riacho Fundo II, um aluno esfaqueou outro em briga banal, deixando o agressor detido e a vítima em estado grave, com a PM acionada para isolar o local.

E nesta segunda-feira (20), no Centro Educacional 4 do Guará, um pai invadiu a escola e desferiu nove socos na cabeça de um professor de 53 anos, deixando-o com olho roxo, hematomas nas costas e trauma psicológico – tudo por uma simples bronca sobre uso de celular na aula.

O agressor, Thiago Lênin Sousa, foi preso em flagrante pela PM, mas liberado após depoimento, respondendo por lesão corporal, injúria e desacato. O professor, em depoimento emocionado ao G1, confessou: “Estou sem condições de voltar à sala de aula. Isso destrói a autoridade do educador.”

A SEEDF repudiou o ato e acionou o Batalhão Escolar para reforço, mas ações paliativas não bastam quando a esquerda bloqueia prevenção estrutural.

Esses deputados irresponsáveis criam narrativas que culpam “o sistema patriarcal” ou “falta de investimento social” – desculpas que mascaram sua inação. Preferem que esses horrores se repitam a admitir que câmeras salvam vidas, como comprovado em estudos da UNESCO sobre vigilância escolar.

É um cinismo que beira o crime moral: enquanto famílias do Guará e Riacho Fundo choram, PT e PSOL posam de “defensores dos vulneráveis”, mas votam contra ferramentas que protegem exatamente esses vulneráveis. Seu “ganhar no grito” – com obstruções e discursos inflamados – foi derrotado pela maioria da CLDF, que representa o povo horrorizado com 1.200 casos anuais e uma taxa de violência escolar 25% acima da média nacional.

A população agradece a Roosevelt e Manzoni por priorizar fatos sobre ficções ideológicas.

No DF, que já enterrou gestões esquerdistas como as de Agnelo Queiroz e Rollemberg – sinônimos de caos –, essa vitória reforça o caminho da eficiência sob Ibaneis Rocha e Celina Leão. Enquanto a esquerda implodiria em 2026 com radicais como Ricardo Cappelli, o povo clama por mais: pacificação real, com leis que inibam o crime, não que o romantizem. Aos deputados do PT e PSOL: acordem do atraso. As câmeras não vigiam ideologias; elas vigiam a vida. E o DF não tolerará mais vítimas em nome de utopias vazias.

 

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