Esquerda radicaliza com Cappelli e trai Grass; DF escolhe a moderação de Celina

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No DF, a escolha de Lula por Ricardo Cappelli, extremista do PSB, contra a favorita Celina Leão, expõe a traição a Leandro Grass e a preferência da esquerda por radicalismo, rejeitando a pacificação que o Brasil precisa

O Brasil clama por pacificação, mas a esquerda e a extrema esquerda, em vez de buscar diálogo e equilíbrio, dobram a aposta em candidaturas radicais para as eleições de 2026, aprofundando a polarização e afastando a possibilidade de união. No Distrito Federal, esse cenário é cristalino: o presidente Lula, em conluio com o PSB, escolheu Ricardo Cappelli – ex-PCdoB, atual PSB e conhecido por posturas extremistas – como candidato ao governo, traindo Leandro Grass, o nome natural do PT-DF.

Enquanto a população do DF escolhe a moderação técnica e ponderada de Celina Leão (PP), favorita nas pesquisas com 36,6% das intenções de voto, a esquerda revela a preferência por aventureiros políticos em detrimento da estabilidade. O DF, que já sofreu com as gestões desastrosas de Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB) – considerados os piores governadores de sua história –, rejeita mais uma vez o radicalismo que ameaça sua prosperidade.

A esquerda brasiliense está em frangalhos, e a escolha de Cappelli é a faísca que acende a crise. Grass, presidente do Iphan e recém-filiado ao PT, era visto como o candidato natural do partido, com apoio de figuras como Érika Kokay e Chico Vigilante. No entanto, Lula e o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, optaram por Cappelli, um forasteiro sem raízes no DF, cuja trajetória no Maranhão sob Flávio Dino foi marcada por críticas à gestão de saúde e infraestrutura.

A justificativa, segundo fontes, é clara: Grass, apesar de alinhado ao PT, é moderado, enquanto Cappelli, com seu histórico de ataques a adversários e posturas radicais nas redes sociais, como ofensas aos adversários, ataques a imprensa e qualquer um que questione a sua conduta, atende à preferência da esquerda por um perfil combativo.

Essa traição gerou revolta no PT-DF. Vigilante, em reunião tensa em agosto, chamou a imposição de Cappelli de “desrespeito à militância local”, enquanto Kokay alertou para o risco de uma derrota “acachapante” em 2026. A escolha reflete a estratégia da extrema esquerda de priorizar a eliminação de adversários, como visto nas ações de Alexandre de Moraes contra Jair Bolsonaro e nas decisões de Flávio Dino que desafiam sanções internacionais. Lula prefere um radical sem voto a um petista com base, só para provocar. O DF não é playground de extremistas.

Enquanto a esquerda se autodestrói, Celina Leão surge como a antítese do radicalismo. Vice-governadora, com 36,6% das intenções de voto para o governo segundo o Paraná Pesquisas, Celina combina posições firmes com bom senso, liderando projetos como o Espaço Acolher, que atendeu 16,6 mil vítimas de violência doméstica em 2024, e apoiando o investimento de R$ 23 milhões em 2025 para dietas especializadas a pacientes domiciliares.

Sua gestão ao lado de Ibaneis Rocha, favorito ao Senado com 35,6%, transformou o DF em referência nacional, com o menor índice de homicídios em 48 anos e lucro recorde do BRB (R$ 518 milhões no primeiro semestre de 2025). Celina, ao contrário de Cappelli, é vista como técnica e conciliadora, representando as mulheres e a população do DF com uma visão prática que ressoa com eleitores cansados de aventuras políticas.

O DF já pagou um preço alto pela ineficiência da esquerda. A gestão de Agnelo Queiroz (2011-2014) foi marcada por denúncias de corrupção no escândalo da Caixa de Pandora e colapso na saúde, com filas intermináveis e greves de servidores. Rodrigo Rollemberg (2015-2018), por sua vez, é lembrado por uma administração caótica, com apagões de energia, crise no transporte público e greves generalizadas, culminando em sua rejeição nas urnas de 2018. Esses desastres deixaram cicatrizes no eleitorado brasiliense, que hoje rejeita Lula (59,7% de desaprovação) e vê no PT e PSB símbolos de retrocesso. A insistência em Cappelli, um outsider sem conexão com o DF, é vista como uma repetição do erro de impor lideranças desconexas. Cappelli é Rollemberg 2.0. O DF não aguenta mais amadores.

A escolha de Cappelli, apoiada por Lula e pelo PSB de Rollemberg, enterra as chances da esquerda no DF. Enquanto Celina Leão, Ibaneis Rocha e Michelle Bolsonaro (36% para o Senado) consolidam-se como favoritos, a esquerda enfrenta um colapso eleitoral iminente, agravado pela traição a Grass e pelo abraço ao radicalismo.

A articulação de Ibaneis com governadores como Ronaldo Caiado, que enfrenta pressões semelhantes em Goiás, reforça a força da centro-direita no Centro-Oeste, enquanto a esquerda se fragmenta em disputas internas e estratégias revanchistas.

O Brasil precisa de pacificação, mas o DF não aceitará extremistas como Cappelli ou aventureiros que ignoram sua história. Celina Leão, com seu perfil técnico e ponderado, representa a estabilidade que o DF exige, ao lado de Ibaneis e Michelle. Em 2026, a esquerda pagará o preço de sua intolerância, enquanto o Distrito Federal escolhe o caminho da eficiência e do bom senso, rejeitando de vez o legado desastroso de Agnelo e Rollemberg.

 

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