DF terá o primeiro mestrado de Práticas Integrativas em Saúde do Brasil

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Iniciativa integra convênio entre SES-DF, Fiocruz e Fundação de Apoio à Fiocruz

Brasília, 31 de julho de 2025 — A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) irá instituir o primeiro mestrado profissional do Brasil voltado às políticas públicas em Práticas Integrativas em Saúde (PIS). A iniciativa faz parte do Colab-PIS, um laboratório de colaboração em ciência, tecnologia e inovação no campo das PIS, resultado de convênio técnico-científico entre a SES-DF, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Fundação de Apoio à Fiocruz.

Marcos Trajano, gerente de PIS da SES-DF, falou sobre a importância de consolidar as práticas integrativas de saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

O programa será conduzido pela Escola de Governo Fiocruz (EGF-Brasília) e prevê a oferta de cursos técnicos, de qualificação profissional, especializações, residências e mestrado profissional, com base em três eixos temáticos: pesquisa, formação e desenvolvimento institucional.

O investimento total é de R$ 21,6 milhões, o maior já destinado à Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde (PDPIS). O cronograma se estende até 2028, com previsão de lançamento dos primeiros editais ainda este ano, juntamente com um censo que mapeará a oferta de práticas integrativas no SUS-DF.

Durante a apresentação do plano de trabalho aos gestores do Governo do Distrito Federal (GDF), o gerente de PIS da SES-DF, Marcos Trajano, destacou a importância da integração entre setores. “As PIS acontecem no território e exigem articulação com outras áreas para gerar impactos reais”, afirmou.

O encontro contou com a presença de representantes da área de saúde pública, como Robinson Capucho Parpinelli, subsecretário de Atenção Integral à Saúde; Deilton Lopes da Silva, secretário-executivo de Tecnologia da Informação em Saúde; e Carlos Spezia, assessor de Gestão Estratégica e Projetos, entre outros.

A Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde (PDPIS), publicada em 2014, já posiciona o Distrito Federal como referência nacional na adoção dessas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS). “Somos pioneiros, mas para manter essa posição é preciso investir continuamente em conhecimento e inovação”, ressaltou Parpinelli.

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