
POR RAIMUNDO RIBEIRO
O Fluminense recebeu o Botafogo no primeiro clássico carioca do ano, com o time principal.
Desde o início impôs seu estilo de jogo, com passes rápidos e movimentação próxima de seus jogadores.
Com maior posse de bola, o Fluminense criava algumas chances mas não conseguia converter em gol.
Cano se posicionando muito fora da área, e Yago muito lento, sem dar seguimento ao jogo, enquanto o Botafogo jogava com lançamentos longos, principalmente pelo nosso lado direito onde Samuel Xavier tinha dificuldades na marcação.
Prá variar, a arbitragem muito ruim, invertendo faltas e irritando os jogadores.
Resumo: Fluminense com a posse de bola o tempo quase todo, Yago atrapalhando o time e Cano visivelmente fora de forma.
Voltamos para o segundo tempo com o óbvio, entrando Keno e saindo Yago.
Aos 3 minutos Ganso lança Keno que sofre pênalti e Calegari (?) perde.
Resta saber porque Ganso, cobrador oficial não cobrou.
Aos 13 minutos, o Botafogo perde um gol feito.
Aos 15 minutos, o Botafogo marca num lançamento longo que mostra a fragilidade e desatencão do Fluminense, além de mostrar a falta de compromisso com a vitória, quando perde um pênalti por colocar um jogador não treinado para cobrar.
Aos 28 minutos entram Guga e Lima, saindo Manoel e Calegari.
Aos 39 minutos saem Samuel Xavier e Ganso, entrando Giovani e Arthur.
Aos 45 minutos, pênalti não marcado pelo soprador de apito, que para completar a “obra”, expulsa Diniz e David Braz que reclamaram com justiça.
Para completar as bobagens, o soprador de apito encerra o jogo antes do tempo.
Enfim, que esta derrota sirva de lição de que posse de bola não ganha jogo, que o time precisa ter ambição de fazer gols, que pênalti não se perde, e que estes erros levam inevitavelmente à derrota.
Na próxima quinta feira as 21:10, visitaremos o Volta Redonda com a obrigação da vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor




