Marcela Passamani se filia hoje no PL com apoio de Ibaneis e Bolsonaro

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Marcela Passamani (centro) ao lado de Mayara Rocha e Michelle Bolsonaro

A arquiteta e advogada Marcela Passamani, primeira mulher à frente da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, vai se filiar na noite desta terça-feira (15) ao Partido Liberal (PL).

Estão previstas as presenças da primeira-dama Michelle Bolsonaro, da ministra Flávia Arruda (PL), do ex-presidente Michel Temer (MDB) e do governador Ibaneis Rocha (MDB). Marcela é pré-candidata a deputada federal e uma das apostas da renovação da política do Distrito Federal.

Na atual gestão, a Secretaria ganhou um lastro mais humanista, com olhar mais sensível para o social. Basta conferir as inúmeras ações e serviços itinerantes ofertados para a comunidade do Distrito Federal, como os programas Sua Vida Vale Muito e Sejus Mais Perto do Cidadão.

Marcela Passamani e Flavia Arruda

Desde o início da gestão de Marcela Passamani, a Sejus tem atuado a partir de três principais pilares: Atendimento ao cidadão e garantia de direitos, geração de oportunidades e aproximação do Estado com o cidadão.

A primeira grande ação de Marcela Passamani frente à Sejus foi o programa Hotelaria Solidária, que hospedou 300 idosos no Hotel Brasília Palace por 90 dias, durante a pandemia. A ação conquistou, inclusive, o Prêmio Mundial de Turismo Responsável 2020, promovido pela WTM (World Travel Market), que reconheceu o programa como uma das iniciativas modelo no enfrentamento à Covid-19 no mundo.

Algumas ações de destaque são a reforma e modernização de todas as unidades do Na Hora; o lançamento do Na Hora Cidades e Na Hora Itinerante; construção de três sedes próprias do Conselho Tutelar no DF; projetos como o “Dignidade Feminina”, que arrecada absorventes para estudantes em vulnerabilidade; aumento salarial para os cerca de 200 conselheiros tutelares do DF; nomeações e valorização de servidores do sistema socioeducativo do DF; ação de acolhimento de juízas afegãs refugiadas em Brasília; acolhimento e capacitação profissional a vítimas de violência; ampliação da atuação de enfrentamento às drogas, com o programa Acolhe DF; articulação  com outros órgãos para viabilizar a construção do primeiro crematório de Brasília.

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