
POR RAIMUNDO RIBEIRO
Ao receber o Ceará em São Januário o Fluminense podia, ou melhor devia, somar 3 pontos e se aproximar dos líderes.
Mas o 10° jogo neste Brasileiro demonstrou o que o Fluminense quer: NADA.
Está disputando por disputar, sem qualquer ambição, talvez não acredite sequer que possa disputar uma vaga na libertadores de 2022.
Enfim, esse é o retrato do Fluminense dirigido por esse rapaz fantasiado de presidente de um clube da grandeza do Fluminense.
Depois de passar 2 anos à frente do clube sem ganhar absolutamente nada, e o que é pior, apequenar o Fluminense com um complexo de vira-latas que ele carrega e contamina todos, O razoável é que fizesse como na pelada: pede pra c… e sai.
Certamente não deixará saudades e entrará na história como mais uma triste página na nossa história.
Mas, e o jogo? Eu pergunto: que jogo?
Diferentemente de outras partidas em que jogamos mal no primeiro tempo e melhoramos no segundo, neste jogamos mal os dois tempos e as razões são as mesmas:
Roger escala mal, sem qualquer plano de jogo;
A marcação é à distância, o que permite o adversário receber a bola, pensar o que fazer e nos atacar;
Não existe nenhuma jogada ensaiada, nem saída de jogo planejada, o que transforma o treinador num mero distribuidor de camisas.
Quanto a atuação individual dos jogadores, continuo tentando entender porque Egídio e Lucca entram em campo, e porque Kayke não entra.
Já cheguei a conclusão que não é apenas burrice ou teimosia do Roger; existe mais alguma coisa que ainda não consegui descobrir.
Agora, sem ambição e sabendo que Mário Bitencourt não pedirá para sair e com isso vai mantendo Roger, só nos resta aguardar o término do mandato do Mário e torcer para que um verdadeiro torcedor do Fluminense assuma a presidência e resgate a grandeza do nosso amado tricolor.
Sábado vamos enfrentar o Sport em Recife e na próxima terça o Cerro no Paraguai.
Que a vergonha não seja muito grande.
Bora FLUZÃO 🇧🇬🇧🇬🇧🇬
Raimundo Ribeiro é apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor



