BRB se consolida entre os grandes bancos do País

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Paulo Henrique Costa

Banco de Brasília é hoje um dos que mais crescem e aumenta o leque de atendimento, expandido Brasil afora

Por Ricardo Callado

Os bancos públicos regionais foram muitos importantes durante muitas décadas. Eram agentes de fomento e atuava para contribuir no desenvolvimento dos Estados. Com administrações desastrosas, denúncias de corrupção e engolidos pelos maiores bancos que atuam no País, muitos foram vendidos ou simplesmente faliram.

Dos poucos que ficaram, o destaque é o Banco de Brasília. O BRB conseguiu sobreviver aos escândalos de administrações anteriores e hoje vive o seu melhor momento desde a fundação.

A virada veio com a posse de Paulo Henrique Costa, funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, onde exercia até então a função de Vice-Presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital.

O BRB atua hoje como banco público sólido, ágil, moderno, eficiente e rentável, protagonista do desenvolvimento econômico, social e humano, da geração do emprego e renda e da melhoria da qualidade de vida regional, alinhado às melhores práticas de governança e gestão, e aos princípios e valores éticos.

Segundo Paulo Henrique Costa, a primeira razão é o crescimento na carteira de crédito. O BRB se firma como importante agente de crédito no DF, ampliando o relacionamento com os clientes e crescendo nas principais linhas de negócios. “Então, essa é a primeira razão, mas também há a ampliação do relacionamento com os clientes, com crescimento muito significativo na receita com a venda de seguros e nos cartões com ampliação de novos negócios. O terceiro pilar foi o controle dos gastos, e o último pilar é a qualidade da nossa carteira, a nossa inadimplência é a metade da média do mercado”, explica Costa.

Logo que assumiu, Paulo Henrique Costa adotou como valores do BRB a ética, integridade e transparência. Para o presidente da instituições, são fatores são inegociáveis e norteiam as asd ações em todos os níveis.

Todo esse trabalho começa na visão do governador Ibaneis Rocha de que o BRB é um banco estratégico para o desenvolvimento do DF e do Centro-Oeste. “Quando ele define que o trabalho será técnico e permite que a gente monte uma equipe, faça um planejamento estratégico e tenha liberdade para conduzir dessa maneira. De maneira objetiva, acredito que as razões para esses resultados são a natureza técnica da gestão e o apoio institucional do nosso maior acionista, que é o GDF”.

Além disso, explica Paulo Henrique Costa, temos definição clara de planejamento estratégico e disciplina na entrega dos resultados. Os clientes são fiéis, bons, de renda elevada, pela característica da nossa região, e o setor produtivo recebeu o BRB de braços abertos. “Também temos uma equipe qualificada e com vontade de fazer o BRB dar certo. O engajamento dos nossos empregados e a compreensão da importância do banco para o DF é fundamental”, destaca.

O Supera-DF foi uma grande ação que fortalece o BRB no Distrito Federal, mostrando que o DF tem um banco que atua rápido em vários eixos. O papel do BRB vai além de um banco tradicional. O Supera é um programa que trata da questão da saúde, da economia, e do social.

Pensa-se sempre muito na economia, mas a atual diretoria do banco não esquece dos outros eixos. No social, os cinco programas que foram lançados, bolsas alimentação (escolar e creche), pequenos reparos, farmácia de alto custo, renda emergencial e prato cheio são muito importantes neste momento. O BRB fez parceria com o GDF e entidades para produção e doação de máscaras, além da campanha de arrecadação em que foram doados R$ 7,5 milhões e arrecadamos mais R$ 4 milhões.

Com isso, foi possível ter mais 150 monitores e 150 bombas de infusão para UTIs. No aspecto econômico, são mais de R$ 2 bilhões em novas linhas e operações repactuadas que beneficiam tanto clientes do setor produtivo quanto pessoas físicas.

Para conseguir chegar a esse ponto de sucesso, Paulo Henrique Costa afirma que as pessoas fazem a diferença. “Respeitamos as nossas equipes, valorizamos a diversidade e estimulamos a criação de um ambiente saudável e colaborativo, em que cada um produza o seu melhor”.

 

BRB EM NÚMEROS

O BRB detém as seguintes participações acionárias:

69,7% da empresa Cartão BRB S.A.;

100% da empresa BRB – Crédito, Financiamento e Investimentos S.A.;

99% da empresa BRB DTVM – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.;

3,1% da empresa Companhia Brasileira de Securitização – CIBRASEC, na condição de sócio-fundador.

Possui ainda participação indireta, por intermédio da Cartão BRB S.A., na Corretora Seguros BRB e na BSB Ativos.

O BRB conta com um quadro de 3.280 empregados, além disso, conta com o apoio de 450 estagiários, 120 aprendizes e 705 terceirizados, gerando assim mais de 4.500 postos de trabalho.

O BRB dispõe de 122 pontos de atendimento, sendo: 116 agências (101 no Distrito Federal , cinco localizadas em outras capitais: Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo; uma em Unaí e nove no interior do Estado de Goiás), além de seis PAs do Distrito Federal.

A estrutura do BRB apresenta 797 terminais de autoatendimento próprios, estrategicamente localizados, com o intuito de oferecer maior comodidade aos seus clientes, que dispõem ainda de mais de 45 mil terminais de autoatendimento distribuídos pelo Brasil, compartilhados por meio da rede Banco do Brasil e TECBAN.

A rede de Correspondentes do BRB, chamada BRB Conveniência, conta com 134 unidades ativas em todo DF e entorno.

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