Novo atestado de Agnelo e o desequilíbrio financeiro na Secretaria de Mobilidade

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# O ex-governador Agnelo Queiroz (PT) pode adiar pela segunda vez consecutiva a volta ao trabalho na Secretaria de Saúde.

 

# Está prevista para amanhã (13) o retorno dele. A licença médica apresentada no dia 3 por lesões na coluna vence hoje (12).

 

# O ex-governador vai passar por nova avaliação de ortopedistas e pode estender o afastamento da função de médico na rede pública.

 

# Agnelo ficou desde 1º de janeiro em licença-prêmio, com afastamento previsto até 31 de julho. No dia 3 ele apresentou licença médica de dez dias.

 

# O ex-governador ainda não decidiu se volta a exercer a medicina no Distrito Federal ou se aceita convites para atuar em órgãos federais.

 

# Segundo a Secretaria de Saúde, o local de trabalho de Agnelo será indicado depois de sua apresentação ao serviço público.

 

# Antes de solicitar licença-prêmio até julho, ele estava lotado no Hospital de Base de Brasília.

 

# A entrada de Agnelo Queiroz na saúde pública do DF aconteceu em 1980, quando ele mudou-se para Brasília para fazer residência médica, se especializou em cirurgia-geral

 

# Em 1989, foi nomeado chefe do setor no Hospital Regional do Gama.

 

# A Câmara Legislativa não votou nenhum texto desde o retorno do recesso, no dia 3 de agosto.

 

# A homenagem ao ex-governador Joaquim Roriz e a comissão-geral com o novo secretário de Saúde, Fábio Gondim, ocuparam dois dos quatro dias que poderiam ser destinados à deliberação de projetos.

 

# Nesta terça-feira (11), o plenário da Câmara não reuniu deputados suficientes para votar um repasse adicional de R$ 52,8 milhões para pagar as empresas de ônibus.

 

# Pouco antes das 19h, 11 dos 24 parlamentares estavam presentes, um a menos do que o necessário para abrir a votação. O tema deve voltar à pauta nesta quarta-feira.

 

# O crédito estava pendente desde junho e foi aprovado durante a manhã na Comissão de Orçamento e Finanças.

 

# O secretário de Mobilidade, Carlos Tomé, precisou ir à comissão para justificar o pedido de dinheiro e demonstrar o “desequilíbrio financeiro” alegado pelo GDF.

 

# Tomé adiantou aos deputados que, além dos R$ 52,8 milhões, terá que pedir mais R$ 116 milhões para fechar o ano.

 

# O primeiro valor é suficiente apenas para quitar as faturas até o fim deste mês, segundo ele.

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