“Espaço Cultural Filhos do Quilombo” receberá o evento de lançamento, a partir das 17h, aberto a toda comunidade
Nesse sábado (5), o Sol Nascente, em Ceilândia, será palco do lançamento da 3ª edição do projeto sociocultural “Kombo Arte Afro”, às 17h, no Espaço Cultural Filhos do Quilombo (EQPN 5/1). O evento marcará o início de uma série de atividades voltadas para a comunidade local.
Ao longo dos cinco meses, de maio a setembro, crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, participarão de oficinas gratuitas de percussão, dança afro e capoeira. Serão 120 vagas para as aulas, que serão ministradas uma vez na semana, aos sábados, sempre das 15h às 18h.
No dia do lançamento serão feitas as inscrições dos alunos; e os professores e seus respectivos grupos farão uma apresentação artística para o público com ritmos tradicionais brasileiros por meio da percussão e dança, além da capoeira.
Em setembro, o encerramento do projeto será feito com uma apresentação dos alunos para a comunidade, uma das maiores do Distrito Federal.
Como nasceu o projeto – O projeto foi idealizado pelo mestre Célin du Batuk, na intenção de oferecer a crianças e adolescentes um conjunto de atividades que têm a cultura afro brasileira como foco, a fim de manter viva a tradição afro-brasileira. Este conjunto de atividades foi nomeado de “Kombo”.
A primeira edição do projeto, em 2012, foi desenvolvida na comunidade da Vila Estrutural e atingiu diretamente 120 crianças e adolescentes.Proporcionou aos alunos o conhecimento da manufatura de artesanato com materiais considerados “lixo”, e teve como desdobramento o auxílio para que os filhos dos catadores de lixo do Lixão da Estrutural não os acompanhassem nessa atividade, ficando envolvidos com o projeto. Na oportunidade, foi oferecido o pacote de oficinas: música/ percussão, artesanato afro e dança afro.
A segunda edição do projeto ocorreu na Vila Telebrasília, em 2014, e também alcançou 120 crianças e adolescentes. O projeto ofertou o pacote de oficinas: música/ percussão, artesanato afro e dança afro. E teve como desdobramento a ocupação do coreto da comunidade, com atividades culturais e a maior integração entre os moradores.



