
Por Fred Lima – Quando esteve no ostracismo após a cassação de seu mandato e de sua prisão em decorrência dos escândalos da Operação Caixa de Pandora, o ex-governador José Roberto Arruda revelou: “Deus está me dando o privilégio de assistir ao meu próprio velório. E aí eu vejo quem apareceu, quem chorou de verdade, quem gosta de mim, quem foi apenas para cumprir uma missão social, os que foram com ironia, os que não apareceram, os que fingiram que não me conheciam”.
Na política amizade é algo raríssimo. Tadeu Filippelli notou isso ontem, quando foi reconduzido à presidência do PMDB-DF por apenas 89 votos. Nem suplente de distrital apareceu na convenção do partido. As coisas já foram melhores para o ex-segundo homem mais forte do GDF. O Buriti em 2018 é logo ali? Tadeu, pelo visto, não!




