Ações emergenciais e obras de infraestrutura avançam no Sol Nascente

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Comitê de crise envolve 13 órgãos, que trabalham para diminuir o dano das chuvas da semana passada na região. De forma simultânea, prosseguem intervenções de drenagem e de pavimentação. Entrega do Trecho 1 está prevista ainda para 2017

A força-tarefa montada pelo governo de Brasília atua para diminuir os danos causados pelas chuvas no Sol Nascente, em Ceilândia, desde sexta-feira da semana passada (3). O comitê de crise instalado na região conta com trabalho integrado de 13 órgãos de governo, sem afetar o andamento das obras de infraestrutura.

Entre as medidas estão a desobstrução das vias e o reforço na coleta de lixo e na segurança; o monitoramento do escoamento do esgoto; o controle de energia elétrica e do abastecimento de água nas residências; e o apoio assistencial às famílias que tiveram as casas atingidas.

“Com uma semana de trabalho, percebo problemas pontuais resolvidos rapidamente. Isso ressalta a importância das obras de infraestrutura, tocadas desde 2015. Não fossem elas, os danos seriam muito maiores”, ressaltou o secretário das Cidades, Marcos Dantas.

Andamento das obras de infraestrutura no Sol Nascente

O Sol Nascente recebe, desde 2015, asfalto, redes de águas pluviais e equipamentos públicos diversos. Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, a urbanização do setor habitacional vai beneficiar cerca de 95 mil moradores.

O investimento é de R$ 220,3 milhões. Setenta e cinco por cento desse dinheiro é proveniente de financiamento com a Caixa Econômica Federal, e os outros 25%, de contrapartida do governo de Brasília. O cronograma das intervenções está mantido.

Com previsão de entrega para o fim deste ano, no Trecho 1, há obras de infraestrutura que englobam:

  • Conclusão de 25,2 quilômetros de redes de drenagem (87% executada)
  • Cinco lagoas de detenção
  • Pavimentação de 304,9 mil metros quadrados de vias (78% executada)

As intervenções no Trecho 2, previstas para serem entregues no primeiro semestre de 2018, compreendem:

  • Execução de 30,3 quilômetros de redes de drenagem (70% executada)
  • Construção de três lagoas de retenção
  • Pavimentação de 493,5 mil metros quadrados de vias (40% executada)

No Trecho 3, o contrato prevê:

  • 21,3 quilômetros de redes de drenagem (12% executada)
  • 3 lagoas de retenção
  • 450,5 mil metros quadrados de pavimentação (não iniciada).

Os custos para os Trechos 1, 2 e 3 são, respectivamente, R$ 58,8 milhões, R$ 95,5 milhões e R$ 66 milhões.

O secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Antonio Coimbra, destacou que a implementação de infraestrutura nas regiões mais carentes do DF é uma prioridade do governo de Brasília.

“Os problemas de alagamentos que tanto afligem a população e são tão comuns nesta época do ano só serão resolvidos definitivamente com a conclusão dessas obras.” A pasta está à frente das intervenções desde 2015.

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