Ele afirmou que Fazenda e Planejamento queriam pagamento só em 2017. Governador disse também que haverá redução de cargos comissionados.
Isabella Calzolari – O governador Rodrigo Rollemberg anunciou nesta sexta-feira (23) que o pagamento de reajustes dos servidores públicos, que deveriam ter ocorrido em setembro e foram suspensos, serão pagos integralmente a partir de 1º de outubro do ano que vem. A medida não inclui os retroativos.
O chefe do Executivo disse ainda que a partir da publicação no Diário Oficial nesta sexta da fusão das secretarias, também haverá uma redução dos cargos comissionados.
A suspensão do pagamento da terceira parcela do reajuste prometido pelo governo anterior causou insatisfação, e diversas categorias – incluindo médicos, técnicos e auxiliares em enfermagem, professores, agentes penitenciários, agentes rodoviários e agentes socioeducativos – cruzaram os braços em repúdio.
Rollemberg afirmou que as secretarias de Planejamento e Fazenda orientaram que os pagamentos fossem realizados somente a partir de janeiro de 2017, mas que o GDF assumiu compromissos e estava aguardando a aprovação de um conjunto de matérias na Câmara Legislativa para anunciar o cronograma.
O governador disse ainda que a implementação dos reajustes depende da aprovação de um conjunto de projetos já encaminhados ou que ainda serão enviados à Câmara Legislativa.
“Os reajustes que deveriam ser implementados a partir de setembro e não estão sendo por total impossibilidade de fazê-lo estamos implementando a partir do dia 1º de outubro de 2016. No ambiente de crise, em que o PIB está decrescente, essa é uma grande conquista. Estamos fazendo isso a partir de um grande esforço para garantir a implementação do reajuste. O DF será a única ou uma das poucas unidades da federação que dará aumento no ano que vem”, disse Rollemberg.
Ele pediu que os servidores em greve voltem ao trabalho. “Quero fazer um apelo a todas as categorias que estão em greve para que possam retornar imediatamente ao trabalho. Essa greve só traz prejuízo para a população. A greve não vai resolver porque estamos com total falta de possibilidade de fazê-lo. Não podemos admitir que a população continue tendo dificuldades ao procurar um hospital, uma farmácia. É muito importante para os alunos, famílias, professores e servidores da Educação a conclusão do ano letivo.” (Do G1 DF)





