Codese compartilha espaço para sociedade sugerir uma Brasília melhor
O Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese) em seu endereço eletrônico –www.codesedf.com.br, disponibiliza informações sobre o andamento dos projetos em estudo pelas câmaras setoriais, faz prestação de contas e abre uma janela para receber sugestões da população. O Conselho, criado por 51 entidades apartidárias, ampla participação voluntária e oferece uma parceria de planejamento de longo prazo para tornar Brasília um lugar prazeroso para se viver.
As 17 câmaras técnicas – formadas por empresários, especialistas e professores, hoje com 220 por voluntários- vão debater, elaborar e monitorar projetos de curto, médio e longo prazo, tendo como foco a melhoria da qualidade de vida da população do Distrito Federal e Entorno, em gestão compartilhada. O Codese mira suas ações na maior eficiência produtiva para o setor público, com adoção de políticas de desenvolvimento sustentável, geradoras de riqueza e, melhor distribuição da renda para a população.
Paulo Muniz, presidente da entidade, acredita que só a cooperação social – desde que voluntária e não comandada nem enquadrada por governos e agremiações políticas, possa indicar qual o futuro que se deseja para Brasília. ”O País vive uma grave crise que nos obriga a encarar de frente os muitos déficits sociais, econômicos, políticos e éticos. A população, que não se sente confortável com este estado, está em busca de soluções para os males”.
Criado a apenas três meses, o CodeseDF foi espelhado em projetos exitosos de algumas cidades (Maringá e Goiânia, principalmente) onde a união de técnicos e as ansiedades da sociedade resultou numa ação compartilhada entre população e o governo, em busca de propostas que garantam perseguir as melhores condições para se viver nas cidades.
As primeiras sugestões do Conselho serão entregues ao governador Rodrigo Rollemberg (a seu pedido), ainda este semestre. Elas conterão propostas de ações emergenciais de interesse da comunidade. Nas próximas eleições, as demandas da sociedade serão debatidas com todos os candidatos, que poderão ou não aderir a elas. Os que aceitarem, deverão garantir o compromisso – que será assinado em cartório- durante seu mandato.
“Hoje os governos não planejam suas ações para longo prazo; seus horizontes raramente ultrapassam os quatro anos de mandatos. Tentam, como muito, investir em propostas muitas vezes populistas apresentadas durante as campanhas. Vamos elaborar projetos sólidos; e lutar para que eles sejam realizados de modo competente e honesto”, salienta Paulo Muniz.



