Seis perguntas para o deputado distrital Chico Leite

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Foto: Cleudson Fernandes
Foto: Cleudson Fernandes

 

Por Donny Silva

O Blog ouviu o deputado distrital Chico Leite. Confira o que disse o parlamentar sobre sua saída do PT, ingresso na Rede entre outros temas polêmicos:

1- Por que deixou o PT e ingressou na Rede?

Pelos mesmos motivos que me fizeram entrar na política e no PT: a realização das minhas convicções. Como a direção do PT se afastou dessa proposta e a REDE surgiu como campo para o crescimento delas, o ambiente de mudança se concretizou.

 

2- Como o Sr. vê o PT no cenário político e policial?

Não vejo perspectivas de melhora. As direções se mantiveram. O PT precisaria retomar os princípios que o forjaram e que permanecem no seio da militância.

 

3- No DF, a Rede apoiará Rollemberg?

Meu compromisso continua sendo com a população. Apoio o que reputo satisfatório e refuto o que soa reprovável. Sempre votei com o interesse público e coletivo. Nunca fui oposição à cidade. Mas não considero que apoiar seja bajular, submeter-se aos mimos do poder.

 

4- Qual sua intenção em 2018?

Fui pré-candidato ao senado duas vezes, e a direção do PT não me deu sequer a oportunidade de propor, na urna, meu nome ao eleitor. O natural é que eu tente de novo. Mas não faço política antecipando disputas eleitorais. Estou mais preocupado em desempenhar um mandato que honre compromissos e lute para a melhoria da qualidade de vida. Posso não ser candidato a nada ou apresentar meu nome como alternativa ao governo. Quem está na política, tem responsabilidade e não pode fugir às tarefas.

 

5- A Rede terá candidato ao GDF em 2018?

A Rede tem projeto para o Brasil é para o Distrito Federal. Mas não ingressa no mundo político restrita apenas à visão eleitoral. Uma candidatura ao governo, se houver, surgirá como resultado de processo de avaliações e escolhas.

 

6- E o governo Rollemberg tem conserto?

Sempre há jeito quando existe sinceridade de propósitos. Precisa de mais transparência, de mais debate e de mais criatividade, para enfrentar a crise e reacender a esperança da população.

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