Em sabatina no SBT, Celina defende investigação no caso Moraes

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Para a governadora do DF, as instituições devem prevalecerem “neste momento de caos” e que “ninguém está acima do bem e do mal; todas as pessoas precisam ser investigadas.”

Da Redação

Na sabatina do SBT desta quarta-feira (16), a governadora e candidata à reeleição Celina Leão (PP) comentou a possível apuração envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que o caso Banco Master atravessa partidos.

“O escândalo do Master pega todas as siglas partidárias, pega o PT e outros estados.” Defendeu que as instituições prevaleçam “neste momento de caos” e que “ninguém está acima do bem e do mal; todas as pessoas precisam ser investigadas.”

Trechos de conversas entre Daniel Vorcaro e Thiago Miranda mencionam Celina nas tratativas de 2025 para a venda do Master ao BRB. Ela disse que não apoiou a operação e que desconhecia a compra de créditos. Segundo ela, Vorcaro reagiu a uma reportagem em que se posicionou contra o negócio.

“Acho que isso vem a reafirmar que não tive nenhum envolvimento com Vorcaro.” “Se eu tivesse algum relacionamento com ele, você acha que ele não falaria comigo? Eu não tinha contato com ele. Por que eu era contrária à compra do Master? Porque eu achava que o BRB precisava cumprir um papel diferente daquele.”

Sobre o Ideb de 2025, em que o DF ficou na última posição nacional, admitiu falha de monitoramento e de preparação para a prova. “Quando você fala em educação pública, tem que focar em aprendizagem, e, quando você faz uma prova do Ideb, tem estado que não reprova. Essa não é a nossa métrica. Estamos determinados a mudar os resultados, já trocamos o secretário.” Se eleita, prometeu aprendizagem, ensino integral e mais creches.

No GDF na Sua Porta, no Palácio do Buriti — e não em campo, por causa da internação da mãe —, autorizou 16 serviços de cerca de R$ 20 milhões em Brazlândia: acesso à escola Chapadinha, oito pontos do De Cara Nova, 20 trechos de calçada e a Feira Permanente. “É um programa que tenho muito carinho por ele, porque muda aquilo que incomoda o cidadão.”

 

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