Goiás entra no grupo de alto desenvolvimento humano e supera a média nacional

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Estado alcança o maior IDHM da série histórica, chega a 0,815 em 2024 e tem Educação como principal vetor do avanço, com o 4º melhor resultado do país nessa dimensão

Goiás alcançou o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de sua série histórica e passou a integrar o grupo das unidades da Federação com alto desenvolvimento humano. Segundo o Radar IDHM 2026, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundação João Pinheiro (FJP) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado chegou a 0,815 em 2024, acima da média nacional, de 0,805.

O resultado coloca Goiás na 7ª posição no ranking nacional e na 2ª colocação do Centro-Oeste, atrás apenas do Distrito Federal. O desempenho também posiciona o Estado à frente de unidades federativas como Minas Gerais e Espírito Santo, consolidando uma trajetória de avanço em indicadores de educação, renda e longevidade.

A Educação aparece como o principal vetor do crescimento goiano. Nessa dimensão, Goiás alcançou índice de 0,821, o 4º melhor resultado do Brasil, acima da média nacional, de 0,798, e dentro da faixa de muito alto desenvolvimento humano. O avanço foi expressivo ao longo da série histórica: o Estado saiu de 0,693 em 2012 para 0,821 em 2024.

O governador Daniel Vilela afirma que o resultado reflete a combinação entre crescimento econômico e políticas públicas voltadas à melhoria das condições de vida da população. “O investimento em Educação é o que garante transformação social duradoura. Goiás tem avançado porque priorizou políticas públicas que dão oportunidade, reduzem desigualdades e ajudam a construir um futuro melhor para nossos jovens”, destaca.

Na série histórica geral, Goiás passou de 0,744 em 2012 para 0,815 em 2024. O Estado também superou o patamar anterior à pandemia de Covid-19. Em 2019, o IDHM goiano era de 0,780. Em 2021, ano marcado pelos efeitos da crise sanitária, o índice caiu para 0,755. Em 2024, alcançou o maior nível já registrado.

O desempenho estadual também se reflete na Região Metropolitana de Goiânia, que está entre as cinco regiões metropolitanas mais desenvolvidas do país. O recorte alcançou IDHM de 0,834 em 2024, também o maior da série histórica, e atingiu a faixa de muito alto desenvolvimento humano.

A Região Metropolitana de Goiânia aparece à frente de centros como Rio de Janeiro, Vitória, Porto Alegre, Vale do Rio Cuiabá, Natal, Recife, Salvador, Fortaleza, Belém e Manaus. O levantamento também aponta que a região se tornou a primeira fora do eixo Sul-Sudeste a figurar entre as líderes do ranking nacional.

Entre 2012 e 2024, o IDHM da Região Metropolitana de Goiânia passou de 0,770 para 0,834. Nas dimensões avaliadas pelo levantamento, o recorte metropolitano alcançou 0,843 em Educação, 0,876 em Longevidade e 0,786 em Renda.

Além do avanço geral, Goiás também se destacou no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Ajustado à Desigualdade (IDHMAD), que mede quanto do desenvolvimento humano é reduzido quando as desigualdades internas são incorporadas ao cálculo. Em 2024, o Estado alcançou 0,672, acima da média nacional, de 0,641, conquistando o 6º melhor resultado do país.

O desempenho acompanha a ampliação de políticas públicas nas áreas de Educação, Saúde, proteção social, infraestrutura e geração de oportunidades, em um ciclo no qual Goiás cresce acima da média nacional e transforma o avanço econômico em melhora nos indicadores sociais.

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