Exclusivo: Paulo Roxo surge como sujeito oculto do “blog do Gim”

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Operador histórico de Gim Argello e Arruda, Paulo Roxo surge novamente como peça central de esquema que transforma o “Vero Notícias” em instrumento de ataque ao governo Celina Leão e à imprensa séria, com R$ 1 milhão do Banco Master e 40% das ações nas mãos do ex-senador preso na Lava Jato

O nome de Paulo César Roxo Ramos, o “Paulo Roxo”, operador do ex-senador Gim Argello e do inelegível José Roberto Arruda, volta a aparecer como peça-chave de um lamaçal de corrupção que já o levou à cadeia em 2016 na Operação Vitória de Pirro, desdobramento da Lava Jato. Segundo a força-tarefa, Roxo auxiliou Argello no recebimento de propina — incluindo cerca de 250 mil euros em dinheiro vivo do lobista Julio Camargo — para blindar executivos de empreiteiras em CPIs da Petrobras. Agora, segundo apuração, ele estaria no comanda da campanha difamatória do portal “Vero Notícias”, conhecido nos bastidores como “o blog do Gim”.

Desde outubro de 2025, Gim Argello detém cerca de 40% das ações do portal. O que era para ser um veículo de informação transformou-se, segundo investigações da Polícia Federal, em uma verdadeira lavanderia ligada ao ex-Banco Master, com o objetivo explícito de atacar adversários políticos e o governo do DF, com foco na Secretaria de Comunicação e na imprensa alternativa.

O “Vero” está na lista de portais e influenciadores — ao lado de nomes como Leo Dias — que a PF investiga por supostos pagamentos para pressionar o Banco Central contra a liquidação da empresa de Daniel Vorcaro. O portal recebeu R$ 1 milhão do Banco Master, e a Corporação quer saber exatamente quais contratos foram de publicidade real e quais serviram para comprar proteção e ataques coordenados.

A campanha suja é clara: tentar desgastar a governadora Celina Leão e a gestão Ibaneis Rocha com mentiras e distorções, enquanto esconde as ligações perigosas de seus controladores com corrupção antiga e recente. Arruda, mesmo inelegível, sonha em disputar o governo; Gim Argello quer ressurgir; Paulo Roxo opera nos bastidores.

O “Vero” é a ferramenta que escolheram para tentar limpar a imagem de um passado que o povo do DF não esquece: Caixa de Pandora, Lava Jato e agora o escândalo do Banco Master.

A população brasiliense, com bom senso e memória, já sabe separar o joio do trigo. Sabe que “Vero” não significa verdade, mas engano, calúnia e ligação com o submundo da política.

O DF não quer mais esse tipo de “jornalismo”. Quer transparência, seriedade e resultados. A Justiça e a Polícia Federal estão de olho. A verdade, mais cedo ou mais tarde, prevalece. E nesse caso, “Vero” é apenas o nome bonito de uma operação que o povo já reconhece: pura e simples politicagem suja.

 

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