Envolvimento de Lewandowski, Mantega, Toffoli, Vorcaro e Lula no caso Master destrói qualquer chance de recuperação da esquerda brasiliense em 2026 – petistas e figuras históricas optam pelo silêncio absoluto, enquanto tentam inverter a narrativa, mas o eleitor já percebeu a desfaçatez

O escândalo do Banco Master não é apenas uma crise financeira; é o atestado de óbito político da esquerda e da extrema-esquerda no Distrito Federal. A captação de R$ 1,9 bilhão de fundos de pensão e o rombo bilionário que ameaça aposentados e servidores revelaram conexões profundas com figuras centrais do PT e do governo Lula: Ricardo Lewandowski (ex-ministro da Justiça e ex-ministro do STF), Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda), Dias Toffoli (ministro do STF e ex-advogado do PT), Daniel Vorcaro (empresário envolvido em operações suspeitas) e o próprio presidente Lula, flagrado em encontros e articulações que ligam o Planalto ao banco.
Essa rede de influência – que inclui mesadas investigadas, contratos milionários e sociedades questionáveis – transformou o Master em um símbolo da corrupção sistêmica que a esquerda prometeu combater, mas acabou alimentando.
Enquanto isso, os principais nomes da esquerda brasiliense adotaram o silêncio mais ensurdecedor possível. Nenhum deles – Rodrigo Rollemberg (PSB), Ricardo Cappelli (PSB), Leandro Grass (PT), Erika Kokay (PT), Gabriel Magno (PT), Chico Vigilante (PT), Max Maciel (PSOL) e Fábio Félix (PSOL) – teve coragem de tocar no assunto. Nenhum pronunciamento condenando o envolvimento do PT, do governo Lula ou do STF no olho do furacão.
Em vez de cobrar transparência e justiça para os aposentados lesados, optaram por discursos falsos, tentativas de inverter a culpa e ataques genéricos ao governador Ibaneis Rocha e à vice Celina Leão. É o clássico: quando o escândalo bate na própria porta, o silêncio vira estratégia e a hipocrisia vira discurso.
Se a esquerda brasiliense já estava definhando – com Lula com desaprovação de 59,7% no DF, traição interna a Grass em favor de Cappelli, baixa nas pesquisas (Cappelli em 6-7%, Grass em 13-16%) e rejeição popular à “República dos Condenados” (Arruda, Argello, Brunelli) –, o Caso Master acelerou o processo para o pó.
A população acompanha tudo: sabe que o rombo do Master tem digitais petistas, que fundos de pensão foram usados como caixa para operações suspeitas e que o silêncio da esquerda local é prova de conivência ou covardia.
Enquanto Celina Leão lidera com 40-50% das intenções de voto (Real Time Big Data e internas), Ibaneis Rocha mantém 63% de aprovação e a dobradinha avança para vitória no primeiro turno, os opositores perdem o pouco que restava de credibilidade.
O BRB foi salvo com o PL 2175/2026 (apesar da oposição de figuras como Vigilante e Kokay), preservando 4.500 empregos e programas sociais. O PDOT aprovado regularizou 28 áreas irregulares beneficiando 20 mil famílias. O programa Administração Regional 24 Horas atinge 76,15% de resolutividade. Resultados reais que o povo vê e aprova.
A hipocrisia da esquerda brasiliense está escancarada: criticam o BRB e o governo local, mas calam sobre o Master e as conexões com Lula, Toffoli, Mantega e Lewandowski. Acham que o povo é burro ou não acompanha. Engano fatal. O eleitor do DF já separou o joio do trigo: rejeita politicagem rasteira, oportunismo e silêncio cúmplice.
Em 2026, Celina Leão e Ibaneis Rocha colhem o que plantaram – competência e resultados. A esquerda? Vira pó. E o povo, com bom senso, assiste e julga.




