Celina assume o GDF fortalecida e caminha para provável vitória no 1º turno

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Com amplo apoio popular, aprovação da gestão Ibaneis-Celina e liderança consolidada em pesquisas internas, vice-governadora desponta como favorita absoluta para o GDF em 2026, enquanto oposição patina com candidatos em baixa e inelegibilidades

Celina Leão (PP) assume o Governo do Distrito Federal no dia 28 de março com uma posição de força incontestável: amplo apoio popular, aprovação recorde da administração que divide com Ibaneis Rocha (MDB) e liderança folgada nas pesquisas de intenção de voto para as eleições deste ano. Levantamentos para consumo interno, aos quais esta coluna teve acesso exclusivo, mostram a vice-governadora em larga vantagem sobre todos os prováveis adversários, com números que apontam para uma possível vitória no primeiro turno – um cenário que reflete a satisfação do eleitorado brasiliense com uma gestão competente, responsável e focada em resultados concretos.

As pesquisas internas revelam Celina com percentuais entre 40% e 50% das intenções de voto, dependendo do cenário testado, mantendo uma distância segura dos concorrentes. O candidato do PT, ex-deputado Leandro Grass, segue em baixa, patinando abaixo dos 15–18% mesmo em cenários favoráveis, vítima do racha interno do partido e da traição imposta pela escolha do radical de extrema-esquerda Ricardo Cappelli (PSB) como nome alternativo da oposição.

Já o ex-governador José Roberto Arruda, inelegível por condenações na Caixa de Pandora mas insistindo em concorrer sub judice, estagnou entre 18% e 21%, sem crescimento significativo. Suas sucessivas derrotas judiciais e o histórico de escândalos – incluindo o “Mensalão do DEM” com desvios de R$ 50 milhões e vídeos de recebimento de propina – pesam como âncora: embora Arruda tente convencer apoiadores de que está elegível, a Justiça Eleitoral deve barrar sua candidatura, como já ocorreu em eleições anteriores.

A larga vantagem de Celina não é fruto de acaso ou marketing: é o reconhecimento popular de mais de três anos de trabalho sério à frente do GDF, ao lado de Ibaneis Rocha. A gestão entregou resultados palpáveis que tocam diretamente a vida do cidadão: o menor índice de homicídios em 48 anos, R$ 23 milhões investidos em dietas especializadas para pacientes em tratamento domiciliar, regularização de 554 templos evangélicos pelo Programa Igreja Legal, aprovação do PDOT (regularizando 28 áreas irregulares e beneficiando 20 mil famílias), o programa Administração Regional 24 Horas (76,15% de resolutividade e redução de 85% no tempo médio de resposta) e a preservação do BRB com o PL 2175/2026, que evitou liquidação e manteve 4.500 empregos diretos e programas sociais essenciais.

Essa competência administrativa avaliada positivamente pela população do DF deixa os adversários sem discurso legítimo. A oposição – especialmente a esquerda em crise terminal – recorre ao que resta: fake news, narrativas distorcidas e ataques pessoais.

Exemplos não faltam: Erika Kokay (PT) se apropriando do uso de camisetas “Eu Sou + BRB” após fazer campanha contra a salvação do banco; Chico Vigilante (PT) opondo-se ao pagamento da dívida do BRB; Ricardo Cappelli acusado de usar a ABDI como QG eleitoral e multado por difamação.

Essas atitudes só aceleram o colapso da esquerda no DF, onde Lula tem desaprovação de 59,7% e o PT amarga sua maior derrota histórica.

A transição de Ibaneis para Celina é tranquila porque é legítima: construída sobre trabalho sério, diálogo com a sociedade (incluindo forte apoio da comunidade evangélica) e resultados mensuráveis.

Enquanto o Brasil enfrenta polarização nacional – com Flávio Bolsonaro empatado com Lula, fraudes bilionárias no Banco Master que atinge o coração do governo do PT, o DF escolhe o caminho da estabilidade e da eficiência.

Celina ao Governo e Ibaneis ao Senado (favorito com 35,6%) não são apenas uma chapa: são o reconhecimento de que o povo brasiliense valoriza quem entrega, não quem promete ou sabota.

A população do DF já mostrou nas urnas e nas ruas que rejeita politicagem rasteira. Com Celina fortalecida e em posição de vitória no primeiro turno, o futuro de Brasília aponta para continuidade de resultados – e o povo sabe separar o joio do trigo.

 

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