Opinião: A corrupção da esquerda que devora a poupança dos idosos

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Com captação de R$ 1,9 bilhão de fundos de pensão em títulos sem garantia, o escândalo do Banco Master expõe como governos de esquerda perpetuam fraudes bilionárias, forçando aposentados da Petros, Funcef e INSS a pagar a conta eterna de desvios que somam dezenas de bilhões

O escândalo do Banco Master, que captou pelo menos R$ 1,9 bilhão de fundos de pensão de servidores públicos de estados e municípios em títulos sem garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), não é um acidente isolado – é o sintoma crônico de uma corrupção enraizada em gestões de esquerda que tratam a poupança dos aposentados como um caixa eletrônico pessoal.

Esses fundos, que gerenciam o suor de uma vida de trabalhadores para garantir uma velhice digna, foram arrastados para o abismo por decisões temerárias, deixando milhões de idosos como vítimas contumazes. No Brasil, onde o envelhecimento populacional explode – com 356 mil idosos no DF sozinho, 11,84% da população –, essa herança maldita perpetua descontos de até 30% nos contracheques, rombos bilionários e uma impunidade que esquece as vítimas assim que o escândalo perde as manchetes. É uma tragédia nacional, mas também um lembrete cruel: a esquerda, que se diz guardiã dos vulneráveis, tem sido a maior predadora dos que mais precisam.

O caso Master, investigado pela Polícia Federal desde fevereiro de 2025, revela como prefeituras do interior de SP e fundos como o RioPrevidência injetaram bilhões no banco liquidado pelo BC, sem qualquer proteção para os aposentados.

O risco ao RioPrevidência sozinho supera R$ 1 bilhão, e o TCE-RJ já alertava sobre os perigos desses aportes entre maio e julho.

Esses recursos, desviados para operações suspeitas, não voltam mais: aposentados de estados como SP e RJ enfrentam agora a perspectiva de perdas irreparáveis, ecoando os rombos históricos nos fundos de pensão estatais. Não é coincidência que, sob governos petistas e aliados, Petros (Petrobras), Postalis (Correios), Funcef (Caixa) e Previ acumulem déficits de R$ 70,6 bilhões – um salto de 700% em quatro anos, impulsionado por investimentos temerários e propinas.

A Operação Greenfield, deflagrada em 2016, expôs fraudes nesses quatro maiores fundos, com desvios de R$ 50 bilhões em FIPs (Fundos de Investimentos em Participações) manipulados por dirigentes indicados politicamente.

E quem paga? Os aposentados, com contribuições extras de até 30% para cobrir os buracos – uma “herança maldita” que, como alerta a Revista Oeste, ainda sangra Petros (R$ 30 bi de passivo) e Postalis (R$ 15 bi).

O INSS, joia da coroa da Previdência, não escapa: fraudes bilionárias de 2019 a 2024 somam R$ 6,3 bilhões em descontos irregulares de associações fantasmas, afetando 1,6 milhão de aposentados.

O governo federal devolveu R$ 2,1 bilhões a três milhões de vítimas até outubro de 2025, mas ações da AGU contra 17 entidades bloqueiam R$ 3,92 bilhões em bens – um reconhecimento tardio de que o “roubo aos aposentados” é sistêmico.

A CPMI do INSS, em curso, defende suspensão de empréstimos consignados para reavaliação, mas o estrago está feito: idosos, com pouca margem para erros, veem suas pensões evaporarem em mensalidades fantasmas.

O ápice da indignidade veio recentemente: um juiz federal de Brasília reduziu a multa de R$ 10,3 bilhões da J&F (irmãos Batista) no acordo de leniência da Lava Jato, alegando “coação” pelo MPF, e condenou os fundos Petros e Funcef – assistentes de acusação – a pagar custas processuais e honorários advocatícios aos delatores.

Joesley e Wesley Batista, que confessaram subornos a dirigentes desses fundos para investimentos bilionários em ações da JBS, agora veem aposentados – vítimas primárias dos desvios – arcando com as despesas judiciais. É o cúmulo: os fraudadores lucram, e os lesados pagam a conta. Essa decisão, paralisada no STF por Dias Toffoli, é o retrato da impunidade que governos de esquerda fomentaram, priorizando acordos lenientes sobre justiça real.

Idosos são vítimas contumazes porque a corrupção de esquerda não é acidente; é método. Indicados políticos nos fundos, como na era PT, transformaram poupanças em cofres eleitorais, com propinas de 1% em operações como as da JBS.

Hoje, com Lula no Planalto, o ciclo se repete: o Banco Master expõe como estatais viram alavancas de risco para aposentados.

A pacificação do Brasil exige romper esse ciclo: punir corruptos, blindar fundos e priorizar vítimas. Enquanto a esquerda implodiria no DF com Cappelli usando a ABDI como QG eleitoral, Ibaneis Rocha (63% de aprovação) e Celina Leão constroem um futuro digno. Os casos passam, mas a memória não: aposentados merecem justiça, não esquecimento. Que o MPF e o Judiciário cobrem a conta – dos fraudadores, não dos idosos.

 

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